Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Rei e povo não se separaram com balas

7 mil e tal likes. Algo está diferente. Há sempre esperança. Rei e povo não se separaram com balas.

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sábado, 6 de maio de 2023

Para um monárquico...

...o Rei não é do povo, é o povo. O Rei não representa o País, ele é o País.
O Rei não é eleito, não precisa de votos, não é de partes, o Rei é de todos, por todos e para todos. O Rei...aquela simbiose milenar com os portugueses.


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sábado, 7 de maio de 2022

Sem procuração do Povo

«O Povo às vezes tem-se revoltado por conta alheia. Por conta própria – nunca; nem mesmo lho consentiriam aqueles que o têm revoltado por interesse seu.»

- Eça de Queiroz in ‘Farpas’, pág. 18.


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sábado, 25 de abril de 2020

Um dia tristíssimo, mas elucidativo

Tomando por referência o pilar máximo de um sistema político nacional, a sua Constituição, o atual Regime leva hoje precisamente 46 anos (1976-2020), mais tempo que o anterior Regime, nem 41 anos (1933-1974).

Com a grave, ilógica, autoritária e desrespeitadora cerimónia que decorre na Assembleia da REPÚBLICA para com os portugueses, imposta pela nova Brigada dos Reumáticos, agora de esquerda, não só revela, até pelo próprio semblante do Presidente da República, que este Regime está a morrer e, sobretudo, como referia há pouco a deputada do PAN, em que quase tudo faltou para "cumprir abril", todos e mesmo todos, sem exceção, perceberam hoje, categoricamente, que após o dia 24/4/1974, continua a não ser "O POVO QUEM MAIS ORDENA".


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segunda-feira, 6 de maio de 2019

Coroação do Rei da Tailândia

"Todos nos sentimos unidos."

Isto é verdade. É um sentimento inexplicável. Senti-o 2 vezes.


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domingo, 10 de fevereiro de 2019

O Rei não temia o povo

«A França conhece hoje a oitava jornada dos Gilets Jaunes. Os manifestantes pedem pela sétima vez uma audiência ao presidente, ao que este responde com o desprezo do silêncio. Que contraste entre esta arrogância muda de Macron e a atitude de Luís XVI. Na jornada de 5 e 6 de Outubro de 1789, uma marcha de mulheres pedindo pão dirigiu-se a Versalhes e foi recebida com toda a bonomia pelo Rei, ao monarca pedindo que tudo fizesse para que a fome fosse debelada. Luís XVI era então, ainda, o Pai do povo, possuía forças leais consideráveis e podia ter mandado que a Guarda Suiça e a Guarda Nacional impedissem as mulheres de entrar no palácio. Em invés, tratou as peticionárias por filhas, percorreu demoradamente a galeria apertando a mão a cada uma e prometeu que regressaria com elas a Paris. Assim o fez, entrando na cidade no meio de grandes aclamações de Vive le Roi, vive la Nation. O Rei não era o tirano, mas o pai da nação.»


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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Ano a ano, repetidamente a mesma coisa

Focando-nos no essencial, ou seja na adesão do povo, e tomando por comparação este evento com outros similares em monarquias modernas (e também a nossa antes de 1910), estes festejos são uma lastimável vergonha nacional.
Revela o distanciamento do povo em relação à república. Aquilo que é imposto, mesmo que tenha sido há 107 anos, nunca será esquecido no verdadeiro âmago e espírito dos portugueses, independentemente de alguns nunca o assumirem.
Uma festa de políticos, sem povo. 
Onde há Rei, há povo...pois em Portugal, esta multi secular Nação, Rei significa Povo personificado e Povo significa Rei.

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sábado, 27 de maio de 2017

Este Povo merece um Rei

Podia estar num lugar confortável, mas está ao lado dos seus: dos portugueses.

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terça-feira, 25 de abril de 2017

25/4/1828

Sem grupos e facções. Advindo genuinamente do Povo.

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sábado, 15 de abril de 2017

Na Vigília:

«Povo de reis (...)

Nós Te cantamos, Messias esperado pelos pobres.
Nós Te louvamos, ó Cristo nosso Rei e Príncipe da Paz.
(...)»

L. Deiss

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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

No caso do nacional socialismo alemão foi mesmo assim

«Que os deuses protejam os povos da sua loucura!

Que nos protejam da democracia.»

Miguel Sousa Tavares, in Expresso, Primeiro Caderno, 5/11/2016, pág. 9.

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sábado, 6 de agosto de 2016

Quadra

«Eu desejo-vos tanto bem,
Que outro bem maior não vejo.
Só não sei se o mundo tem,
Tanto bem quanto eu desejo.»

Quadra popular portuguesa.

In “A Alma e a Gente - II #53 – ‘D. Amélia, A Última Rainha de Portugal’ - 01 Jan 2005”

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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Memórias

Como escreveu João de Deus: «há um misterioso elo entre o rei e o povo».

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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Lembrete

O povo não é todo de esquerda.

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domingo, 1 de maio de 2016

Delicadeza e Orgulho

Aquando do aniversário de Isabel II, e ao ver alguns testemunhos nos noticiários da noite, é de facto indescritível a delicadeza e o orgulho que o povo inglês dedica à sua Rainha.
 
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segunda-feira, 25 de abril de 2016

D. Miguel I | O Povo | O 25 de Abril

O 25/4 que genuinamente emanou do povo e não de grupos de interesses, o 25/4 que realmente se afirmou, popularmente, como decisivo para Portugal e que poderia ter gerado a salvação do País do maior grupo organizado e de interesses que, no final, prevaleceu e prevalece até hoje moldando, no substrato, a orgânica do regime.

 O meu 25/4.
 
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quinta-feira, 17 de março de 2016

Tem de vir mesmo do Povo

No Brasil:

 
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quarta-feira, 9 de março de 2016

"Não está!"

Povo!? Onde está? A esta altura do (próprio) dia, não era para aparecerem, ao menos, alguns curiosos!? Nem isso. Lembra-nos a proclamação e o Relvas. Nisso o regime é tradicional...sempre fechado em si mesmo e distante dos portugueses.

A república é isto...muitas individualidades, pouco povo e pouca alegria. Ide ver Inglaterra, a vizinha Espanha, a longínqua Suécia, etc...ou mesmo nós até 1910.

Sem mais argumentos, aproveitaram o essencial das formalidades da Monarquia, designadamente da tomada de posse do Presidente resultou uma pálida imitação da Aclamação, mas faltando sempre o essencial, aquilo que a jornalista desta peça constata: o povo.
 
Imagens SIC-Notícias | Vídeo PPA
 
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Opções, grandeza e respeito

O reconhecimento, a admiração e o respeito consolidam-se naqueles que, sendo grandes, desprendem-se e apenas estão genuinamente focados em servir, amparar e proteger os que precisam.


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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)