quarta-feira, 1 de dezembro de 2021
Ouvido no jantar dos Conjurados 2021
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
"O dia mais de Portugal que todos os dias de Portugal"*
domingo, 30 de novembro de 2014
Restauração na restauração
sábado, 3 de maio de 2014
A alogia
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Similitudes
--» Devolver o trono a Portugal, apoiando o Duque de Bragança e, assim, iniciar a recuperação real deste grande País.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Nem Restauração, nem restauração
domingo, 1 de dezembro de 2013
Jantar dos Conjurados 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Ainda acerca do 1.º de Dezembro...
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Algo de diferente naquele dia
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
No i «Sinal de contradição»
Recepção aos portugueses (Jantar dos Conjurados)
sábado, 1 de dezembro de 2012
Mensagem do 1º de Dezembro de 2012
Paz ao mundo!
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
1 de Dezembro: sempre e cada vez mais monarquia...!
O dia 1 de Dezembro de 1640 é um dia fundamental na História de Portugal. Ainda hoje é um dia fresco e marcante, não tanto pelo derrube do Rei de Portugal da altura, Filipe III, mas sim pela acção (ou reacção) e revolta em nome da liberdade e da autodeterminação da Cultura de um povo. D. João de Bragança, homem que não ambicionava ser Rei, era chamado a ser Rei...e foi! É normalmente quando as coisas correm melhor, quando são chamados e não se fazem chamar. Escusado será dizer que, à parte de um estreio leque de ‘nobres’ Nobres portugueses, visto que a maioria estava com Espanha, foi o povo que mais apoiou as intenções dos Conjurados.
Hoje esta união deve ainda ser maior que em 1640. Naquela altura, melhor ou pior, o início da dinastia Filipina, por Filipe de Habsburgo e Avis, também Rei de iure de Portugal, pode ter sido iniciadora de uma certa castração de direitos lusitanos, mas, ainda assim, era um Rei e seus dois descendentes também. Saliente-se que, em certa medida, Filipe I, o homem mais poderoso do seu tempo, herdeiro do Imperador Carlos V, gostava de Portugal e era português pelo lado materno. Inclusive nos finais da sua vida passava longas temporadas em Lisboa, quiçá porque gostava mais deste lado…? Os Habsburgo sempre souberam respeitar as fronteiras e a respectiva nomenclatura titular real, ao contrário do conceito anti patriótico a que se designa Iberismo. Julgo importante frisar esta ideia, pois sempre serão realidades distintas! Os Habsburgo deixaram-nos também importante Direito plasmado nas Ordenações Filipinas.terça-feira, 9 de novembro de 2010
Maria da Fonte
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)








