Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Ouvido no jantar dos Conjurados 2021

"Se os Conjurados tivessem tido um repasto como este, a Revolta só teria acontecido no dia 2 de dezembro".

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

"O dia mais de Portugal que todos os dias de Portugal"*

Rei, Povo, liberdade, independência, determinação, união, coragem, acção, empreendedorismo, filarmónicas, alegria, energia positiva...enfim, tudo faz sentido.

* Deputado Ribeiro e Castro.

Fotos - PPA

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domingo, 30 de novembro de 2014

Restauração na restauração

Hoje, como é tradição cá de casa, festeja-se a passagem de 30/11 para 1/12 na rua, jantado e dando de ganhar à economia local.

Enfim...é dia de festa. Connosco é assim!

Os países mais desenvolvidos têm um dia de Independência e nós também...em alguns casos bem mais antigo que os deles.

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sábado, 3 de maio de 2014

A alogia

Considero a comparação do 25 de Abril ao 1 de Dezembro uma verdadeira alogia.
Já sem remeter à dimensão dos resultados e da disparidade dos objectivos, incomparavelmente mais importantes no primeiro de Dezembro, desde logo pelas consequências de um eventual falhanço das respectivas operações, ou seja o risco acometido aos revoltosos.
Enquanto no primeiro caso uns iriam fazer uma viagem até Cabo Verde, no segundo, sem qualquer dúvida, iriam conhecer S. Pedro.
Resta a minha real revolta em constatar que o dia da liberdade não é o segundo e que o segundo nem feriado já é sendo que em qualquer democracia avançada é que seria e é.

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Similitudes

O que motivava, no essencial, os conjurados é, ainda hoje, aquilo que me motiva também:

--» Devolver o trono a Portugal, apoiando o Duque de Bragança e, assim, iniciar a recuperação real deste grande País.

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Nem Restauração, nem restauração

Em 1640 um grupo de homens, não acomodados, decidiram arriscar a vida por um País. Em nome da Liberdade verdadeira, escaparam à forca dos Habsburg e deram a vitória a Portugal.
Em retorno, hoje, correntemente, nos nossos dias, esse dia nem feriado é quando em qualquer País, digno da sua História, tem um dia desses e festeja-o.
Cá, também no domínio da simples ignorância proliferante, os pseudo portugueses amorfos do rebanho e da quantidade costumeira, nem para a rua vêm festejar e sequer um jantar especial fazem que desse a ganhar à restauração (nem digo aos Restauradores) ...e à economia. Nem isso. 
Enfim, a vergonha corrente do País em que nos tornamos com o golpe de rotura de 5-10-1910. Andamos esquecidos e, pior, não nos unimos em causas realmente importantes para a nossa sobrevivência como Nação.

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Em Lisboa foi assim

Foto - João Távora.

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domingo, 1 de dezembro de 2013

Jantar dos Conjurados 2013


Mantendo-se a tradição, foi mais um jantar dos Conjurados em PDL.
Foi lida, como sempre, a Mensagem* de S.A.R. o Senhor Duque de Bragança.
Do texto extrai-se o habitual sentido de pragmatismo, objectividade e proximidade sobre a realidade dos portugueses...sobretudo nunca esquecendo aqueles que passam por maiores dificuldades.

*A mesma encontra-se publicada no site oficial da Casa Real Portuguesa.

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Algo de diferente naquele dia

Indubitavelmente este foi um dia da Independência diferente dos outros passados em república. Essa é minha convicta opinião.

Mas como se afere e se conclui isso? Como!?

Ora, afere-se e conclui-se por intermédio da prova que são as imagens em frente à Câmara Municipal de Lisboa, pelas imagens dos variadíssimos jantares dos Conjurados espalhados por todo o País, pelas manifestações de apoio ao Senhor Duque de Bragança, pela percepção que os portugueses cada vez mais vão adquirindo sobre quem foram e quem quererem ser para ultrapassar esta crise de Soberania, pela organização, sobretudo este aspecto, que muito tem faltado aos monárquicos.

Houve mais rigor, houve mais determinação, houve mais concertação, houve mais sintonia, houve mais preparação, houve mais informação. Como tal, objectivo atingido e transmitiu-se uma imagem global e coesa…não apenas de um jantar de alguns. O dia da Independência é de todos os portugueses, não apenas dos monárquicos. Há que começar a ver “não monárquicos” nestes eventos. Há que organizar o evento como os Conjurados se organizaram para a acção, com rigorosa organização. Juntaram o povo descontente a eles e recuperaram a Monarquia dos portugueses.

Na minha opinião esta significativa melhoria, em ritmo de aperfeiçoamento contínuo, tem um nome: Dr. Luis Lavradio, Presidente da Causa Real. Não o conheço pessoalmente, mas a obra, essa, já ganha forma, é notória e reconheço progressos nunca vistos na Causa Monárquica. O seu discurso foi exemplo, reflexo e prova disso mesmo…a prova daquilo que afirmo.

Bem-haja o Sr. Presidente da Causa Real. Que me desculpe o estrangeirismo dos nossos antigos aliados, mas: “keep on going!”
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

No i «Sinal de contradição»

«1º DE DEZEMBRO

É justo que a todos os cidadãos se reconheça a liberdade de pensamento e de expressão em matéria política. Mas há ocasiões históricas que requerem, em nome do bem comum, que se relevem as opiniões pessoais divergentes, em prol de um desígnio nacional. O 1º de Dezembro de 1640 foi um desses momentos e, por isso, a sua rememoração, como dia feriado, não é dispensável. Apesar da crise. Porque a crise exige a todos os portugueses, nesta hora grave da nossa história, um suplemento de patriotismo.
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Recepção aos portugueses (Jantar dos Conjurados)


Já estão, efectivamente, preparados para elevar novamente Portugal e proteger o povo português. 

A Princesa de Portugal é também, e cada vez mais, a maior embaixadora da categoria, da elegância e da beleza da mulher portuguesa. 
Sinto-me orgulhoso enquanto português igualmente por isso.
Viva a Família Real Portuguesa!
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sábado, 1 de dezembro de 2012

Mensagem do 1º de Dezembro de 2012

Por S.A.R. o Duque de Bragança.
A mensagem daquele que pensa em nós e em Portugal.

Destacaria:
«(...)
Mas hoje, vivemos um 1º de Dezembro diferente.
Cada vez mais portugueses enfrentam a angústia de não saber como cumprir os seus compromissos financeiros, e mesmo como irão pagar as despesas básicas das suas famílias.
A todos eles, quero manifestar a minha solidariedade.
(...)
Na crise presente, é justo que peçamos contas a quem nos colocou nesta situação de pré‐falência e que se tentem recuperar fundos fraudulentamente desviados. Apoio os que pedem a criminalização de actos públicos por gestão danosa.
O princípio do estado de direito democrático é a base da nossa ordem pública. E esse princípio baseia‐se na dignidade da pessoa humana e na afirmação de que o cidadão deve estar ao serviço do Estado e o Estado ao serviço da pessoa.
(...)
Não esqueço que, nas redes sociais, muitos defendem a Instituição Real. E lanço um apelo para que passem do virtual ao real, colaborando com a Causa, e que mais associações e pessoas se juntem a quem trabalha no campo cívico e humanitário com eficácia e generosidade.
(...)
Há muitos anos que venho denunciando o nosso modelo errado de “desenvolvimento sem progresso”, sem uma visão global do futuro.
Por todo o País, tenho encontrado exemplos de pequenos e grandes empresários de sucesso, alguns reconhecidos internacionalmente.
A burocracia estatal e a lentidão da justiça têm provocado graves entraves a quem quer produzir. Temos que exigir mais ao Estado. Mais responsabilidade, mais respeito pelos governados que o sustentam, e, acima de tudo, mais dignidade.
Precisamos urgentemente de um Estado moderno e eficiente, que assegure a nossa soberania e a ordem interna, garantindo a oferta de bens públicos em sectores essenciais e a regulação e estímulo à actividade económica nos restantes, de forma a propiciar o crescimento das empresas e a oferta de emprego.
(...)
Como representante e chefe da Casa Real Portuguesa, é esta a reforma de Estado que preconizo. Um Estado que siga e imponha o direito, um Estado que apoie os mais desfavorecidos, um Estado eficaz, um Estado que fomente o desenvolvimento, um Estado que olhe o futuro, um Estado de e para todos os portugueses.
Se as monarquias democráticas actuais existem e têm um papel fundamental é porque nelas o exemplo vem de cima.
Importa prestar atenção à clara demonstração das nossas verdadeiras capacidades que é dada pelo sucesso que os portugueses obtêm no estrangeiro!
(...)»
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Paz ao mundo!


A bandeira de D. João IV era lindíssima!
Ainda hoje seria uma excelente matriz de opção para ser a nossa bandeira.
O escudo de Portugal (mesmo que sem a Coroa Real Portuguesa) no centro de um fundo branco...como que evocando a Paz dos portugueses ao mundo!

Antes de haver Democracia, já ele era um democrata...quando colocou a Coroa dos seus antepassados e descendentes na cabeça da Nossa Mãe demonstrando que ela é quem mandava nos destinos efectivamente de todos os portugueses, sem distinção, incluindo-se a ele próprio como primeiro signatário.
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

1 de Dezembro: sempre e cada vez mais monarquia...!

O dia 1 de Dezembro de 1640 é um dia fundamental na História de Portugal. Ainda hoje é um dia fresco e marcante, não tanto pelo derrube do Rei de Portugal da altura, Filipe III, mas sim pela acção (ou reacção) e revolta em nome da liberdade e da autodeterminação da Cultura de um povo. D. João de Bragança, homem que não ambicionava ser Rei, era chamado a ser Rei...e foi! É normalmente quando as coisas correm melhor, quando são chamados e não se fazem chamar. Escusado será dizer que, à parte de um estreio leque de ‘nobres’ Nobres portugueses, visto que a maioria estava com Espanha, foi o povo que mais apoiou as intenções dos Conjurados.

Saliente-se que o jantar de 1 de Dezembro, que todos festejamos nas nossas regiões, não é apenas para celebrar a Monarquia. É mais do que isso! É para comemorar a liberdade e a união deste povo (específico) que é o português. É um jantar aglutinador, inverso à separação de credos, religiões, classes, raças, partidos, ideologias, etc. É o jantar na presença do Rei, à semelhança do que é entoado na canção do Cid. Não é um jantar para algumas classes. É um jantar para todos e em alegria. Em Lisboa chega ao milhar de participantes. Só elites…? Obviamente que não!


Hoje esta união deve ainda ser maior que em 1640. Naquela altura, melhor ou pior, o início da dinastia Filipina, por Filipe de Habsburgo e Avis, também Rei de iure de Portugal, pode ter sido iniciadora de uma certa castração de direitos lusitanos, mas, ainda assim, era um Rei e seus dois descendentes também. Saliente-se que, em certa medida, Filipe I, o homem mais poderoso do seu tempo, herdeiro do Imperador Carlos V, gostava de Portugal e era português pelo lado materno. Inclusive nos finais da sua vida passava longas temporadas em Lisboa, quiçá porque gostava mais deste lado…? Os Habsburgo sempre souberam respeitar as fronteiras e a respectiva nomenclatura titular real, ao contrário do conceito anti patriótico a que se designa Iberismo. Julgo importante frisar esta ideia, pois sempre serão realidades distintas! Os Habsburgo deixaram-nos também importante Direito plasmado nas Ordenações Filipinas.

Hoje, conforme dizia, a união entre os portugueses deve ser maior que no século XVII. O abismo que se designou por “crise”, anda à espreita e vai-nos fazer mal. Autodeterminação?! Essa já há muito perdemos para o actual modelo vindo de Bruxelas e imposto pela Alemanha. A França é a nossa jacobina madrasta que nos “orienta” desde 5-10-1910, por meio de uma república incapaz e descaracterizante. O inimigo, esse, anda pois mais encapotado, dissimulado e espalhado. Corrói a república e a nós também...e nem damos por isso.

Face aos moldes do século XXI, a nossa tarefa é bem mais complexa que a de D. João IV…! Compete-nos usar as armas da democracia e, com muito empenho e interesse, lutar. Lutar: escrevendo, divulgando, informando, comunicando, dando a cara, etc, etc. Essa é a nossa luta hoje por um Portugal bastante melhor! Um Portugal de progresso com um Rei que se importe a tempo inteiro com o seu povo, um povo que nunca o esqueceu.
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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Maria da Fonte

No decurso da História de Portugal ocorreram algumas revoltas centrais nas configurações políticas do País e que envolveram o Povo (que somos todos nós). Mas apenas uma foi exclusivamente originária no seu seio.

Quando D. João I fere de morte o Conde Andeiro e Rui Pereira dá a estocada final, o Povo esteve com eles contra o dito 2.º Conde de Ourém, fidalgo galego.

Quando os Conjurados, chefiados por D. João, trineto do Rei Manuel I de Portugal, por via paterna, através da duquesa D. Catarina, infanta de Portugal, sua avó paterna, invadiram o palácio da Duquesa de Mântua, atirando Miguel de Vasconcelos pela janela causando-lhe a morte e proclamaram João, o Duque de Bragança, Rei de Portugal D. João IV, aos gritos de "Liberdade", o Povo e toda a nação portuguesa acorreu logo a apoiar a revolução restauradora da Independência e, assim, Filipe III, IV de Espanha, que se encontrava já a braços com uma revolução na Catalunha, não teve como retomar o poder em Portugal.

No triste dia de 5 de Outubro de 1910, por intermédio de uma elite maçónica e jacobina, fazendo uso da Carbonária, um braço armado, instauraram a república portuguesa…contra vontade da maioria dos portugueses. O Povo, portanto, pouco teve que ver com esta mudança ilegítima.

A 28 de Maio de 1926 Gomes da Costa marcha a partir de Braga para Lisboa para por ordem no País, ordem essa que o Povo clamava tal era o caos instalado pela I república. Os assassinatos proliferaram nas ruas e as famílias temiam pela sua segurança. Daí, e é preciso dizer com verdade, que esta revolta, ante câmara do Estado Novo, foi bem recebida pela maioria dos portugueses, pois via nela a tão esperada segurança e estabilidade nacional.

A revolução dos Cravos, no dia 25 de Abril de 1974, organizada por capitães, pôs termo aos 41 anos do Estado Novo. Algum Povo se reuniu à volta das chaimites para celebrar a restauração da Liberdade.

Posto isto, e de modo diferente daquilo até agora sumariamente relatado, a única grande revolta que não teve mestres, sindicatos, elites, senhores e outros comandantes, tendo sido uma manifestação originária no Povo mais profundo, foi a Maria da Fonte o nome dado a uma revolta popular ocorrida na Primavera de 1846 contra o governo cartista presidido por Costa Cabral. Por isso, muitos cantores, de esquerda sobretudo, ainda a cantam. O Zeca e o Vitorino são expressões maiores disso mesmo. De salientar que como a «fase inicial do movimento insurreccional teve uma forte componente feminina, acabou por ser esse o nome dado à revolta»*. À parte: seria motivo para dizer, face a uma Chefe de Estado mulher (D. Maria II) e uma revolta de elevada base feminina, será que hoje as mulheres têm mais protagonismo do que aquele que tiveram naquela época?

«A revolta resultou das tensões sociais remanescentes das guerras liberais, exacerbadas pelo grande descontentamento popular gerado pelas novas leis de recrutamento militar, por alterações fiscais e pela proibição de realizar enterros dentro de igrejas. Iniciou-se na zona de Póvoa de Lanhoso (Minho) por uma sublevação popular que se foi progressivamente estendendo a todo o norte de Portugal. A instigadora dos motins iniciais terá sido uma mulher do Povo chamada Maria, natural da freguesia de Fontarcada, que por isso ficaria conhecida pela alcunha de Maria da Fonte.*». A sublevação foi de tal ordem que provocou a substituição do Governo de Costa Cabral, levando mesmo, entre o acender e o apagar de novas insurreições, «a uma guerra civil de 8 meses, a Patuleia, que apenas terminaria com a assinatura da Convenção de Gramido, a 30 de Junho de 1847*»

Terminaria dizendo que esta revolução ficou, para muitos, marcada como um último fulgor do Miguelismo o que, em certa medida, poderá deixar para sempre a dúvida se a implantação do Liberalismo maçónico que acabou por destruir a Monarquia até 1910, seria, efectivamente, a escolha da maioria dos portugueses naquela época?

FonteWikipedia.
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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

1 de Dezembro - Restauração Ontem, Restauração Hoje !

Todas as graças ao grande Rey D. João IV e aos Conjurados.



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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)