Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

A capitulação neerlandesa

A Batalha de Ourique, de Aljubarrota e outras são mais conhecidas. Mas esta fase não tem menos valor. Portugal e os portugueses eram, em Monarquia, de facto, diferentes.

Os Habsburgo, vulgo Filipes de Espanha e Portugal, não foram capazes de ajudar os portugueses que honrosamente procuravam recuperar o território perdido. Existiam outros interesses… A partir de 1640, com El-Rei D. João IV, tudo mudou. A força da revolta popular e genuinamente patriótica foi imbatível, fosse para quem fosse, viesse quem viesse.

Contrariamente às revoluções de 1910, 1926 e 1974, onde, basicamente, os golpes foram instaurados em Lisboa e o telégrafo fez o resto, no séc. XVII houve mesmo a necessidade, casuística e militar, de recuperar ponto por ponto o Império perdido.

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Nem Restauração, nem restauração

Em 1640 um grupo de homens, não acomodados, decidiram arriscar a vida por um País. Em nome da Liberdade verdadeira, escaparam à forca dos Habsburg e deram a vitória a Portugal.
Em retorno, hoje, correntemente, nos nossos dias, esse dia nem feriado é quando em qualquer País, digno da sua História, tem um dia desses e festeja-o.
Cá, também no domínio da simples ignorância proliferante, os pseudo portugueses amorfos do rebanho e da quantidade costumeira, nem para a rua vêm festejar e sequer um jantar especial fazem que desse a ganhar à restauração (nem digo aos Restauradores) ...e à economia. Nem isso. 
Enfim, a vergonha corrente do País em que nos tornamos com o golpe de rotura de 5-10-1910. Andamos esquecidos e, pior, não nos unimos em causas realmente importantes para a nossa sobrevivência como Nação.

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Em Lisboa foi assim

Foto - João Távora.

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domingo, 1 de dezembro de 2013

Jantar dos Conjurados 2013


Mantendo-se a tradição, foi mais um jantar dos Conjurados em PDL.
Foi lida, como sempre, a Mensagem* de S.A.R. o Senhor Duque de Bragança.
Do texto extrai-se o habitual sentido de pragmatismo, objectividade e proximidade sobre a realidade dos portugueses...sobretudo nunca esquecendo aqueles que passam por maiores dificuldades.

*A mesma encontra-se publicada no site oficial da Casa Real Portuguesa.

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Uma robusta legitimidade só advém de uma liberta auto-crítica (I)

«Pergunta (ao maior dos monárquicos): Qual foi a sua Dinastia portuguesa favorita?

Resposta: A Filipina. 

P: Como!? 

R: A Filipina. 

P: Mas porquê? 

R: Porque foi a mais curta.»
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Um ensaio teorético...

Filipe I de Portugal e dos Algarves era mais português do que espanhol. 
Espanhol era ele há pouco tempo, desde que seu pai, o Imperador Carlos V, unificava aquela manta de retalhos que ainda hoje é a Espanha. 
Por outro lado, ou seja, o de sua mãe, Isabel de Portugal, ele era português sedimentado há séculos.
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Era Filipina = Era republicana

Espera-se que as 3 repúblicas culminem como os 3 Filipes de Espanha, ou seja venha depois Monarquia Portuguesa!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)