Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

Mostrar mensagens com a etiqueta Estados Unidos da América. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Estados Unidos da América. Mostrar todas as mensagens

domingo, 10 de novembro de 2024

Quem é James David Vance?

Um filme biográfico sobre James David Vance, vulgo J. D. Vance, nascido como James Donald Bowman. Este trabalho mergulha no início de vida do recém eleito Vice-presidente dos Estados Unidos da América, início aquele muito difícil e que revela a correção, o grande caráter, a determinação, o valor e, sobretudo, o amor e a dedicação que Vance canaliza para a família. O papel e a influência da sua avó na formação do jovem James foi fulcral para forjar o futuro homem. O respeito dele por ela, como o próprio revelou, é eterno.

Na esfera académica e profissional, e como é sabido, Vance é uma figura de excelência.

A Netflix fez este filme num período que deve ter julgado, erroneamente, que J.D. poderia ser seduzido para o sistema instalado, o liberal. Não houve erro maior. Hoje o canal deve estar amargamente arrependido de ter produzido esta boa película.

Vance é o homem que se segue, e ainda bem.

Share |

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Liberalismo comercial

Abraham Lincoln, 16. º Presidente dos Estados Unidos, era do mesmo partido de Trump.
Os (democratas) liberais ganhavam muito dinheiro com o tráfico de escravos.

Por isso esta imagem (do KKK) nada me espanta, o presente nada me espanta igualmente e o fim do 16.º Presidente é conhecido...


Share |

sábado, 13 de junho de 2020

Respect for this man

Dá-nos o cerne do assunto: como combater o racismo, sendo igual com responsabilidade, sem complexos de inferioridade ou superioridade, sabendo de dentro de si que somos diferentes na aparência, nas ditas raças humanas, mas imaculadamente iguais na nossa humanidade. A riqueza de não sermos racistas é precisamente admirar e gostar do outro por ser diferente, por aprender com a sua cultura e enriquecer-nos com isso, faz-nos maiores e extermina a semente do racismo.

A inteligência é a chave, não os chavões de hoje da extrema esquerda, e noutros casos os dos skins neo nacionais socialistas ou, ainda, os do KKK, promovidos por brancos estúpidos que criam a desordem (ou a [sua] ORDEM) a seu belo prazer para imporem os seus ideais manipulando ALGUNS dos nossos irmãos pretos, afro descendentes e, assim, atingirem os seus objetivos conforme podemos recentemente observar e que vão ter duros custos, certamente, para a esquerda, a prazo.

Share |

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Sobre o atual modelo de GLOBALIZAÇÃO

A frase é minha e de há muito tempo: O MELHOR QUE TEMOS PARA DAR AO OUTRO, SÃO AS NOSSAS DIFERENÇAS.

Esta frase é proferida no contexto das diferenças de um País para outro, e contra a atual globalização que tira a essência da nossa existência: as nossas diferenças que são a fasquia do nosso respeito e da nossa união de uns para com os outros.
...

Se o espírito desta globalização avançar, então, ganhará o pior, ainda pior que o Socialismo e o Comunismo: o ultra capitalismo, ou seja, o mesmo é dizer China.

A globalização de hoje não respeita diferenças, contrariamente àquela que os portugueses criaram e que respeitava fronteiras, sem deixar de haver comércio, muito comércio.

A atual globalização destrói a Cultura de um País, banalizando-a. Com esta globalização, comandada pela China, deixaremos de poder dizer que fomos sentir o ar dos Pirinéus, porque, e hiperbolizando, às tantas, esse ar, vem num pacote chinês, por correio, numa encomenda feita no AliBaba...via drone.

Este é um excelente discurso do Presidente Trump, daqueles que não passam nas tvs, pois o que passa, são os de um "mentecapto" que, curiosamente, liderou ao longo da sua vida centenas de trabalhares, criou riqueza, trabalho e gere várias empresas, vir dizer, ao fim do dia, cansado dos constantes ataques da imprensa do sistema instalado e que lhe dá de comer, que as pessoas se devem injectar com lixívia para matar o coronavírus. Por incrível e absurdo que pareça, existiram media que fizeram notícia disso... O único erro dele, sem descurar que tem sempre a inquestionável coragem de dar a cara, em vez de mandar Secretários de Estado, o equivalente a ministros em Portugal, ou os DGSs de lá, foi ter perdido a paciência e ironizado, tendo essa ironia levado aqueles que sabem o quanto vale Trump, mas sendo infelizmente pouco instruídos, o seguissem e sofreram consequências nas suas saúdes. Daí que Presidente Trump tenha vindo, de imediato, na manhã seguinte, clarificar o assunto, sem mandar ninguém em seu lugar e, assumindo a responsabilidade direta dos seus atos, corajosamente, pois foi um erro grosseiro, vindo alertar as pessoas e aclarar o assunto. Esta é uma das caraterísticas que difere um líder, para o atual figurino padronizado, comum e banal do político que existe, presentemente, pelo mundo fora, i.e.fracos e em quantidades avassaladoras.

Entre China e EUA...sempre EUA, sobretudo com Trump.

Share |

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Muito grave, a essência do problema!

O mundo devia, em bloco, "mostrar um novo caminho à China", porquanto o modelo que eles seguem não é coisa alguma. Por um lado, são ultra capitalistas, por outro, são comunistas e, sobretudo, ao que se afigura...não olham a meios para atingir horríveis fins e propósitos quando se sentem ameaçados e inteligentemente ultrapassados nas regras normais do jogo político. Ou seja...são subrepticiamente bem piores que os nazis.

Share |

terça-feira, 25 de abril de 2017

A prevalência do conjuntural sobre o estrutural

O golpe, e referir-me-ei única e especificamente ao golpe, de 25 de abril de 1974, foi essencialmente potenciado por revolucionários. Com determinada legitimidade derrubaram um grupo bafiento de senhores que, já muito distantes da capacidade daquele que desenhara e controlara o Estado Novo, levavam Portugal para uma encruzilhada e, ainda por cima, eram objetivos responsáveis pelo não florescimento pleno da Primavera Marcelista e, depois, do Marcelismo que supostamente poderia, ou não, nos conduzir à democracia.

Com mais ou menos oscilações de tendências políticas durante o PREC, e talvez por mero antagonismo com o anterior regime, o cenário que temos hoje acabou por desembocar num sistema tendencialmente de esquerda. Hoje, para o bem de uns e para o mal de outros, temos uma cultura de regime de esquerda e, em prova disso, se formos rigorosos, em especial com os estatutos partidários, nem um partido robustamente de direita temos no Parlamento. Inversamente, de esquerda, temos quase todos…sem descurar dos extremistas. Falta pois equilíbrio, eventualmente derivado de quatro décadas desta Constituição.

Porém, o que importa aqui ressalvar é que aquele dia é até hoje consagrado como o “dia da liberdade”. Foi assim instituído. Mas liberdade para quem? Resposta: para aqueles que, no seu direito, se reveem no golpe. Contudo, e sem questionar aqui as motivações do golpe, aquele dia causa inequivocamente uma rutura, a rutura entre a esquerda e a direita, daqueles que se revem nos ideais de abril e daqueles que não se revem naqueles ideais. Ou seja, o suposto e atual dia da liberdade é um dia de rutura e não de união.

Em contraste, os Estados Unidos da América celebram, por exemplo, o dia da Independência como um dia de todos, um dia em que os itens alusivos à data são orgulhosamente adquiridos, sem exceção e sem questionar. O 4 de julho celebra o dia em que os norte-americanos se declararam independentes do jugo da Grã-Bretanha.

Por cá, se muitos compram cravos vermelhos como símbolo de referência, muitos também não vem isso com bons olhos, porquanto não se reveem nos respetivos ideais subjacentes. Numa democracia mais avançada isso é claro e seria respeitado. Mas infelizmente não é isso que acontece por cá, muitos ainda hoje são apelidados de fascistas por não serem de esquerda.

Nunca nos esqueçamos que, se à luz da História, o 25 de abril significou liberdade, também, à data, o 28 de maio significou o mesmo.

Em suma, e por mais que queiramos ser coerentes, o 25 de abril não é apropriadamente o dia da liberdade, porquanto estamos a ver a data de um prisma estrito e curto, muito afastado da extensão dos vários séculos que Portugal regista. Mais seria o 25 de novembro, que teve como grande arauto Jaime Neves, aquele que sedimentou o trilho para a III república e que o regime não recorda. Contudo, quer um, quer outro, são maus referenciais para o fluxo histórico de um País. Se mantivermos condutas como estas, seremos sempre uma Nação mal resolvida. Existirá muito desequilíbrio e o desequilíbrio é necessariamente mau. Enquanto, historicamente, continuarmos a dar prevalência a contornos sectários e sobretudo conjunturais, em desfavor de contornos estruturais, enquanto escolhermos datas que nos põem uns contra os outros em detrimento de datas que nos unem, os portugueses caminharão para um definhamento, definhamento esse que já se regista em diversos sectores, como o civilizacional, cultural e económico.

Pelo que volto a reafirmar a necessidade de se reverem os feriados, instituindo-se, conforme defendo há muito, o dia 1 de dezembro como dia da liberdade, pois foi nesse dia que, unidos, conseguimos a liberdade sobre um opressor estrangeiro realmente comum a todos.


Share |

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Indústria 4.0

Existem muitos energúmenos a criticar Trump sem argumentos sustentáveis. 

A possibilidade das políticas protecionistas darem resultado num curto e médio prazo é quase uma realidade adquirida para mim.

O problema de Trump pode ser outro. Na estratégia de recentrar a mão de obra nos EUA, de modo a recuperar o emprego e a produção americana, irá traduzir, consequentemente, um desfoque na Indústria 4.0 e esse atraso poderá trazer, a longo prazo, danos irrecuperáveis.


Share |

sábado, 3 de dezembro de 2016

Geraldine Page

Geraldine Page, atriz norte-americana, nascida a 22 de novembro de 1924, Kirksville, Missouri, EUA.


Share |

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Abolição da escravatura, nós e os outros

Esta famosa fotografia de Olivier Douliery, para a Getty Images, espelha de uma forma especial o que é o progresso civilizacional. Tirada na Sala Oval da Casa Branca, reproduz, por um lado, a imagem pintada de Abraham Lincoln (1861-1865), eleito pelo partido republicano, aquele que foi o responsável pela Declaração de Emancipação. Do outro lado, o esquerdo, temos a imagem fotografada de Barack Obama o 44.º Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), eleito pelo partido democrático.

O progresso aqui é interpretado de uma forma muito clara, ou seja foi por ter havido a presidência Lincoln que houve a presidência Obama. Os dois acabam por estar, neste aspeto, intimamente ligados, não fosse Barack Obama o primeiro Presidente negro eleito pelos norte-americanos.

Abraham Lincoln foi o 16.º Presidente e o primeiro pelo partido republicano, derrotando oponentes democratas. Ora, foi um Lincoln que, apesar de pertencer a um partido aparentemente mais conservador que o dos seus adversários à esquerda, e também supostamente mais liberais, objetivamente mostrou repúdio presidencial pela escravidão então praticada legalmente no Sul. A sua ação traduziu, de facto, um momento assinalável para a História da América, com repercussões a nível mundial dada a importância do respetivo exercício prático, em toda a sua amplitude, bem como, subsequentemente, à luz dos direitos universais do Homem.

Contudo, é com alguma tristeza que, de certo modo, vejo desvalorizada uma outra realidade não menos importante e não menos exemplificativa para o mundo. Portugal, por intermédio do reinado de S.M.F. D. José I (séc. XVIII), foi pioneiro precisamente na abolição da escravatura. Foi o primeiro dos primeiros. Posteriormente, e de forma plena e prática, no reinado de S.M.F. D. Luís I (séc. XIX), a abolição da escravatura era concretizada em todo o Império Português. Estávamos numa fase em que tínhamos, apesar de tudo, uma elite pensante bastante mais robustecida que aquela que temos presentemente, em que defendíamos os valores da humanidade por uma ótica da vida e da igualdade. Hoje é incompreensível, ou talvez não…, que não se celebre, de forma vincada, este avanço trazido por Portugal à civilidade universal, o qual nos devia encher de orgulho enquanto nação e que, estranhamente, pouco ou nada se faz nesse sentido. Será, eventualmente, para não recordar aos portugueses de hoje quem realmente fomos antes e o quanto eramos melhores que aquilo somos? Talvez.


Share |

As origens não se mudam

Pelos mesmos fundamentos que entendo que o melhor sistema para Portugal e para alguns países da Europa seria o (regresso ao) monárquico, na mesma proporção entendo que os EUA devem ser uma república. Tem que ver com o modo de funcionamento e com a origem das respetivas formações enquanto estados. São sedimentações de várias naturezas e de muitas gerações políticas que não podem ser desacreditas e destruídas em rutura. Veja-se, por exemplo a este propósito, o que a república portuguesa fez a um dos símbolos maiores de Portugal, a sua bandeira, alterando radicalmente as suas cores de origem, tratando de as substituir por outras que nada nos dizem e apregoando, assim, uma nova ordem que fez tábua rasa a mais de 700 anos de história.

Sem prejuízo daquilo que fizeram, nesta matéria, Napoleão I e Napoleão III, hoje seria de todo impensável que, por hipótese, uns insanos dessem uns tiros e quisessem alterar o regime norte-americano de uma república para uma Monarquia. Seria um absurdo. Isso não seria bom, desacreditaria aquela nação, geravam-se muitíssimas mais fações, desuniões e, acima de tudo, creio que os EUA definhariam, tal como um pássaro selvagem engaiolado. Porém, foi isso mesmo que, mutatis mutandis, aconteceu, na realidade, e infelizmente, em Portugal e em outros países da Europa. Um rudíssimo golpe histórico que nunca mais nos/os tornou os mesmos.

Outrora, em Portugal, fomos o que os EUA são hoje, mas hoje somos aquilo que somos…e não gostamos daquilo que somos. Isso explica-se pois estamos dominados por políticos…até ao topo da pirâmide. Somos excessivamente autocríticos, precisamente porque não temos rumo, nem tão pouco um verdadeiro símbolo que nos una como nos uniu. Estamos demasiado espartilhados para uma parcela tão pequena, mas com tanto potencial. Sim potencial, pois ainda acredito em Portugal. Num Portugal diferente.


Share |

Presidência Imperial

Estou cada vez mais convencido que Maurice Duverger é que tinha razão, quando afirmava que os EUA eram/são a última monarquia tradicional no mundo ocidental

Share |

Let's make Portugal Great Again! ;-)

Share |

Reaberturas...

Trump vai reabrir a prisão de Guantánamo. Ups…esqueço-me…esteve sempre aberta.


Share |

Blue Wall

Acusam Donald Trump de só erguer muros. Não é verdade. Ele derrubou o ‘Blue Wall’*

*Os 18 estados do partido democrata tradicionalmente inexpugnáveis.

Share |

Posturas

Donald Trump não se coíbe de exibir rendimentos, a Trump Tower, o recheio da casa, os carros, o avião, etc, etc.

Os administradores da CGD nem aos juízes do TC querem revelar o que têm…

Share |

Tramps and Trump

The tramps problem will be resolved by Trump.

Share |

Green Trump

Gostaria apenas de precisar um aspeto relativamente à vitória de Trump. Face ao que expôs em campanha, existe um domínio que me torna cético quanto ao seu mandato: o ecológico.

Neste contexto específico, por sua vez, também não me refiro ao “global warming”, que entendo não estar demonstrado. Refiro-me, tão-somente, à defesa do ambiente num sentido simples e concreto: redução da poluição. Veremos o que a sua administração irá fazer neste âmbito…

No resto, deposito esperança que Trump venha a ser melhor em tudo que os seus recentes antecessores (até Regan inclusive).


Share |

Visão otimista

A melhor parte disto tudo é que o mundo vai ter, como Primeira-dama dos EUA, a Melania Trump.

Share |

Ronald rima com Donald


Share |

Os Presidentes

O nível do discurso político subiu muito após o dia 9/11. Quer Trump, quer Obama, quer Hillary estão a demonstrar ao mundo o que significa colocar os EUA acima dos interesses partidários ou pessoais, bem como de aceitarem a decisão soberana do povo...coisa que em Portugal seria impensável, a Geringonça é a prova disso mesmo.

"A very good man", disse Trump de Obama no passado dia 10 do corrente mês.


Share |

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)