Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Ouvido quando passava perto de uma chafarica

«Se um negro for de direita é branco (para a esquerda).
Se for de esquerda é, efetivamente, negro»

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quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Direita, Hip, hip, Úria!

Hoje fiquei, altamente, surpreendido ao saber que o Samuel Úria é de Direita.

Pensei que nesta república proto PREC isso não fosse já possível.

Contudo, sempre há em Portugal, como na Inglaterra existem aos pontapés, artistas de ideias anti comunistas, sendo estes hoje a verdadeira rebeldia e irreverência fora do rebanho esquerdista, já chato, bolorento e comercialmente infindável.

Bravo Úria.



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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Endireitamento

Desde que surgiram as redes sociais, as coisas têm vindo a endireitar nas sociedades ditas culturalmente ocidentais.

A Sociologia devia pronunciar-se sobre isso.

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sábado, 27 de maio de 2017

Nunca fui pro francês, mas...

...não dava para termos uma "Geringonça" à francesa?

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sábado, 22 de outubro de 2016

Não mudam as modas em Portugal

Tempos antes e depois do 25 de abril era irreverente, moderno e, sobretudo, especial ser esquerda.

Percebe-se, vínhamos de um regímen conservador de 40 anos.

Presentemente, passados 40 anos de abril, é ao contrário. Surge uma direita mais moderna, fala-se em mudança de regímen e as massas são de esquerda...constata-se pela geringonça. Hoje a maioria é de esquerda, tudo é de esquerda...a mesma esquerda, as mesmas ideias, tudo idêntico. Já não tem graça nenhuma.

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sábado, 1 de outubro de 2016

Não Sei Bem Porquê...

...mas apeteceu escrever isto:

Este texto não procura ser um manifesto moral ou, sequer, com pretensões a subsumir-se mensagens pró liberalistas ou neoliberalistas, muito menos libertárias, conservadoras ou de direita versus esquerda. Não é esse o propósito.

Quero apenas recordar que a personagem de Archie Bunker era caracterizada, e perdoem-me o termo, por ser um antropoide conservador, medianamente racista e absolutamente defensor de Nixon. Em casa, na sua casa, viviam às custas dele os restantes membros da família…incluindo Michael Stivic, o genro.

Recordando a sitcom de Norman Lear, era raro o episódio em que Archie não fosse qualificado, pelo casal mais novo da casa, composto pela sua filha Gloria e seu marido “meathead”, como retrógrado e atrasado, cujas ideias estavam drasticamente desconchavadas da realidade, a realidade deles, a realidade progressista. Mr. Bunker era, para eles, um homem fora dos valores do progresso que preconizavam.

Sem prejuízo deste contexto, quero pois, e apenas, trazer à colação o fim da série. Nesse, e se bem se recordam, o casal Gloria e Michael tiveram um filho e foram viver para uma outra casa (…finalmente diria Archie). Tempos depois acabam por divorciar-se. Ambos terminam tristes, infelizes e frustrados no ‘All in the Family’.

Por outro lado, na casa mãe, moradia do casal Archie e Edith, e apesar de todas as posturas conhecidas do “chefe de família”, acima enunciadas, o destino não é melhor. Mdm. Edith acaba por morrer. O atrasado do Archie, lá com os seus valores repudiáveis, acompanhou a sua mulher até ao último suspiro, dando-lhe com uma especial sensibilidade o amor que ele genuinamente sentia por ela, isso apesar da forma machista que muitas vezes a tratava e da couraça de troglodita de direita que lhe rotulavam.
 

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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Atraso de Vida

Longos vão os anos que venho escrevendo e defendendo isto.

O maior problema são os jovens que, sem preparação e autonomia de pensamento, são levados no turbilhão da propaganda republicana jacobina de esquerda. Confundem esquerda com progresso. Mais bolor é impossível do que na 'nossa' tão portuguesinha esquerda.

«Até aos anos 70 e 80 a esquerda era progressista, apostava no progresso e na mudança, acreditava no futuro. A direita, pelo contrário, era conservadora e temia os novos tempos.... Só que, com o avanço da globalização, com o aumento da competição a nível mundial, com a China a transformar-se na grande fábrica do mundo, com tudo isto, as chamadas ‘conquistas dos trabalhadores’ europeus (direito à greve, proibição do despedimento individual, 35 horas de trabalho semanais, um mês de férias, 14 salários por ano, escola e saúde gratuitas, etc.) ficaram em perigo. E assim, a esquerda passou de uma atitude ofensiva a uma atitude defensiva. Começou a defender o que já tinha alcançado. Passou a não querer que se mexa nas leis laborais, a não querer que se altere a Constituição, a não querer que se mude nada. A direita, pelo contrário, sendo mais pragmática, mais realista, menos agarrada à ideologia e mais aderente à realidade, adaptou-se mais depressa à globalização e percebe que as mudanças são inevitáveis. E que, quanto mais Portugal se atrasar a fazê-las, menos competitivo será no mundo global. Assim, a direita tem hoje uma posição reformista, defende a mudança, a evolução das leis, a revisão da Constituição, enquanto a esquerda olha para trás.»

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domingo, 1 de maio de 2016

Repor Justamente

Há muito que devia ter sido reposto. Branqueamento. Não se trata ser de direita ou esquerda, nem tem nada que ver com isto. Se fossemos um País evoluído, o nome lembrava-nos o bem e o mal a corrigir.

Na vizinha Espanha quantos monumentos de Franco branquearam?
 
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Efeito ardósia

Para um monárquico ouvir falar do candidato (presidencial) "da direita" e "da esquerda", ou aquele que "vai angariar mais votos à direita ou à esquerda", faz-lhe tanta impressão como escorrer as unhas dos dedos da mão num quadro de ardósia.

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sábado, 14 de novembro de 2015

As incontornáveis diferenças (II)

Em Portugal a esquerda continua com a sua visão retrógrada e conservadora de totalizar o Estado sobre o cidadão, impondo-se ao segundo; A direita hoje, infelizmente menos conservadora societariamente mas felizmente mais liberal economicamente, aposta, contrariamente, em desbravar o trilho que conceda a maior liberdade possível ao cidadão para ser empreendedor, realizar-se e gerar riqueza.

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As incontornáveis diferenças (I)

De um prisma abrangente, verifica-se, inquestionavelmente, que a esquerda não tem conseguido afastar-se daquela forma totalizadora de subsidiar e enquadrar tudo sob égide do Estado orgânico, enquanto a direita, especialmente a liberal, procura conferir a liberdade ao cidadão para se determinar.

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Obrigado Dr. António Costa!

Poucos acreditarão que aquilo que irei proferir é desprovido de ironia, mas quero agradecer ao Dr. António Costa pelo que concretizou no Parlamento no passado dia 10 de Novembro. Todos sabem que a minha maior aspiração de regime (e de cariz não partidário) é restituir o Trono de Portugal a quem de direito. Contudo, e como é amplamente sabido, não foi isso que aconteceu naquele dia. Aconteceu, porém, a minha segunda maior aspiração: o fim do centro político em Portugal e a definição clara para o futuro entre a esquerda e a direita. Quis a história que fosse António Costa o responsável por esse ‘upgrade’ democrático, o mesmo que deverá gerar, pela postura assumida perante todos, novas forças de direita que há tanto careciam de existir para que se estabelecesse um verdadeiro equilíbrio democrático em Portugal.
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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Inevitabilidades

O mais caricato é que num governo da "maioria de esquerda", o PS vai ser a ala direita desse engenho.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A dúvida sobre a dívida da Grécia (1)

Governo de coligação entre a extrema esquerda e uma direita com laivos xenófobos.

Não, não há oportunismo político com ânsia de poder, nem pensar!

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domingo, 18 de janeiro de 2015

Di·rei·to

(latim directus, -a, -um, em linha recta)

adjectivo
1. Que corresponde à distância mais curta entre dois pontos. = RECTO
2. Sem curvas nem irregularidades. ≠ SINUOSO, TORTO
3. Que fica à direita.
4. Que está de pé. = APRUMADO
5. [Figurado] Justo, recto; acertado.
6. Que está bem, que está como é devido.
advérbio
7. Em linha recta.
8. De forma directa; sem desvios.
9. De maneira considerada correcta.
substantivo masculino
10. O que pode ser exigido em conformidade com as leis ou a justiça.
11. Faculdade, prerrogativa, poder legítimo.
12. Complexo de leis sociais.
13. Lado principal. ≠ AVESSO
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Novas tendências?

Sempre julguei que a defesa dos VALORES da Família era mais da direita...não da esquerda.

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quinta-feira, 19 de junho de 2014

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Deslocalizado

Sempre pensei que a defesa dos valores humanistas, da vida humana e da solidariedade no séc. XXI viesse da esquerda...

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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Sem reacção

Após o 25 de Abril a (verdadeira) direita ficou absolutamente neutralizada.
Nem com uma afronta como aquela que Portugal hoje sofre, existe alguém que reaja positivamente e recoloque a honra (ao menos) do País no seu devido estatuto histórico.

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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Reflexão-Síntese: devaneios 'à la gouche'...

De há uns 30 anos para cá ser de esquerda e ter aquela postura de ser “diferente”, tornou-se hoje absolutamente “comercial” e corriqueiro em Portugal. A massa maior é de esquerda. Até os pós jovens se comportam como sendo de esquerda porque é giro, mas já nem sabem porque o fazem. Para os que se sentem bem com esta generalização…nada a dizer. Respeito apenas. Para aqueles olímpicos e nostálgicos da elite “nouvelle vaguesca”, alerto-os porque estão no neutro limbo da ausência de ideais e da padronização massiva! Os seus comportamentos já são factualmente a indiferenciação e não a diferença.
Hoje a “diferença” e a irreverência trasladou-se para uma certa minoria urbana crescente …mais à “droit”. A geração “MEC”! Finalmente…seja bem vinda!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)