Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 23 de julho de 2016

Poesia Absolutamente

Filosofia sim. Romance e narrativa menos. Poesia absolutamente, enquanto estranha forma de tanto apreender em tão poucas palavras.

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sexta-feira, 24 de junho de 2016

O Erro de Descartes

O que nos torna humanos é esse misto de racional e emocional. Somos verdadeiramente mais completos assim.

Existe muito preconceito erróneo neste âmbito, sobretudo quando se entende que aquele que for mais racional é mais profícuo e útil. Nada mais errado. A racionalidade em excesso, e por conseguinte uma menor emoção, afasta-nos do nosso lado humano, sendo que esse lado é aquele que somos, é aquele com que lidamos, é aquele que nos insere em sociedade.

Situação prática:
Sujeito A – Entra no escritório e diz: “Bom dia!”
Sujeito B – Está no escritório e responde “Bom dia?! Não está nada um bom dia, você não vê o tempo nublado e húmido que está lá fora!?”

A este propósito recomendo vivamente a leitura da obra “O Erro de Descartes - Emoção, Razão e o Cérebro Humano”, de António R. Damásio.

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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Categórico

«Age sempre de tal modo que o teu comportamento possa vir a ser princípio de uma lei universal.»

Máxima de Kant.

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domingo, 16 de agosto de 2015

Temporal

«Quanto mais feliz, mais breve é o tempo.»

Plínio

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sexta-feira, 26 de junho de 2015

A carta-profecia de Antero

Pelo insuspeito Antero de Quental!

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O que não se vê

«O que faz andar o barco não é a vela enfunada, mas o vento que não se vê».

Platão

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Pensar por si

«O que pensas de ti próprio é muito mais importante do que o que os outros pensam de ti.»

Lucius Annaeus Seneca

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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Descartes 2

«Os homens que se emocionam com as paixões são capazes de ter mais doçura na vida.»

René Descartes

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Descartes 1

«Não há nada no mundo que esteja melhor repartido do que a razão: todos estão convencidos de que a têm de sobra.»

René Descartes

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sábado, 25 de abril de 2015

Permanência

«Não existe nada permanente a não ser a mudança»

Heráclito

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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Filosoficamente

«Diz-me quem são os teus amigos e dir-te-ei quem és.»

Povo

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sexta-feira, 28 de março de 2014

Para as mulheres...

...que não leram a obra de Nietzsche ALÉM DO BEM E DO MAL ou PRELÚDIO DE UMA FILOSOFIA DO FUTURO:

«Feminismo. Odeio essa palavra porque isso não deveria existir. Nós somos todos iguais, o mundo inteiro é igual. Porque é que existe uma conversa sobre feminismo? Qual a versão masculina do termo? Nem existe uma palavra para isso.»

Lilly Allen, cantora britânica.

in Revista do Expresso, de 15-3-2014, pág. 17.

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sábado, 1 de março de 2014

O nunca conhecido

O mais desconcertante numa vida é, nela, nunca descobrimos aquilo para que teríamos maior faculdade. Contextualizando, recordo que o Homem nasceu para a (sua) excelência.

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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Restruturação do blogue



Da experiência entretanto colhida, bem como da análise de determinadas realidades circundantes que se foram sedimentando, infelizmente constatadas a 21/2/2014, verificou-se a necessidade de efectuar alguns ajustamentos de forma e substância à estrutura deste blogue. Os mesmos visam, acima de tudo, e designadamente, a optimização do seu funcionamento e o melhoramento da sua prestação aos respectivos destinatários. Nestes termos, de realçar que este blogue irá proceder a uma restruturação.

Pugnando por uma rejuvenescida alternativa àquela que vinha sendo a sua matriz - a Monarquia - assumirá, a partir da presente data, um carácter mais generalista sem macular, contudo, o seu princípio estruturante e no qual assenta a própria designação deste domínio electrónico.

As alterações previstas são consideradas essenciais para adaptar a oferta dos seus conteúdos a novos desafios, bem como, sem descurar da sua dimensão, ajustar o blogue e as suas rubricas ao novo curso decidido.

Neste alinhamento estratégico incluir-se-ão várias medidas de reorganização, nomeadamente o detrimento daquela que era, até então, a sua aludida matriz, para se centrar numa renovada optimização da actividade do blogue. Assim, o blogue embora passe a secundarizar aquela que foi, até então, a sua base, registe-se que o seu autor manter-se-á sempre fiel à Monarquia, aos Reis de Portugal e seu legal e legítimo Descendente sem, contudo, deixar de achar que, para haver uma alteração regimental que importe a evolução para uma nova Monarquia Constitucional, é necessário, primeiro, haver uma profunda e interna reforma nas instituições gravitacionais à Monarquia e, mais ainda, nas mentalidades dos próprios monárquicos. Ou seja, impedir que alguns desses, inadequados e impreparados, afastem ainda mais a Monarquia da realidade e dos portugueses de hoje...enquanto cidadãos do nosso tempo.

Neste âmbito, a restruturação iniciar-se-á a partir da presente data, podendo estender-se por algumas semanas ou, até mesmo, meses, mas sempre imbuída num espírito de activa modelação e ajustamento, embora de forma tranquila, progressiva e normalizada àquilo que se vier afigurar necessário executar. O blogue tentará abordar uma maior diversidade de informação, embora integrada no citado princípio estrutural do mesmo. Além disso, as publicações serão operacionalizadas quando (inter) subjectivamente se afigurarem oportunas e a disponibilidade assim o ditar. Mantêm-se preservados todos os conteúdos/artigos/posts registados no blogue.

O blogue passará, neste contexto, a assentar numa maior diferenciação temática (Filosofia, Música, Cinema, Arte, Actualidade, alguma Política, História, sobretudo a de Portugal, menos Monarquia, etc), pugnando que esta seja alternativa e qualitativa, bem como direccionada para uma aposta em novos interesses e horizontes que carecem de ser alcançados. O formato intimista manter-se-à, entretanto, intacto.

Assim, a expectativa é para uma gestão mais consentânea, atenta e eficiente, procurando este blogue, no novo formato, elevar o nível de satisfação dos seus leitores e seguidores.

Sem demais assuntos,

Apresento os meus sinceros e mais cordeais agradecimentos.

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

(Na outra) Visão das dimensões

– Há cognoscibilidade para além do conhecimento empírico. Também o conhecimento não empírico é garante na indefinição desafiante. É mentira: nem tudo se experimenta. Não experimento cianeto –
 
Pelo próprio, na conferência "O Código Da Vinci – Sintoma de Uma Crise Cultural?”, enquanto moderador, Ponta Delgada, 25/06/2005.
 
Sou um insuficiente ajuizador, mas não desminto a dificuldade em entender o consumo de estupefacientes quando, razoavelmente, o seu desfecho é o pior: a MORTE.
 
Tenho dificuldade em perceber essa recorrência, apenas com a necessidade de passar para outra dimensão…sobretudo quando as dimensões são muitas. Tenho dificuldade em compreender essa falta de sagacidade de alguns, ao insistirem naquele feixe cíclico. Continuum sempre certo e agravado por uma aterradora ressaca, esta garantida aquando do regresso ao funesto destino: o ponto inicial. Um círculo fechado, quando deve ser quebrado.
 
Tenho dificuldade em entender como, muitos por aí, suportam essa falsa existência, repudiante valência, quando é própria VIDA que, sem qualquer custo, de forma puramente natural, nos oferece o melhor portal dimensional. Contrastes circunstanciais de música, de leitura, de narrativa, de emoções, de vivências, são absolutamente capazes dessa possibilidade transpositiva. Esta é a nossa natureza, essas devem ser as nossas alienações… nunca outras.
 
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Quem disse isto, disse muito bem

«Um filósofo tem de ser um homem de coragem, um homem destemido!»

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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Realidade e filosofia...

"A Europa foi criada pela História. A América pela Filosofia"

Margaret Thatcher, cuja antipatia face a uma Europa integrada era conhecida.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)