Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 19 de setembro de 2026

Liberalismo <=> Maçonaria

Não sou apreciador do Pedro Adão e Silva (PAS).

Também não concordo com ele quando refere que é uma questão de "'liberdade" manterem-se todos calados e não dizerem ao que pertencem os ocupantes de altos cargos públicos, acho mesmo repugnante neste contexto. Porquê? Porque: se um simples trabalhador público tem a obrigação de declarar que pertence, por exemplo, à mesa da Assembleia Geral de um Clube de Tricô para obedecer à lei e ao capítulo das incompatibilidades (Lei n.⁰ 35/2014), porque não devem os deputados, os Secretários de Estado, os Ministros e, até, o Presidente da República também o fazer? Não são todos servidores públicos, todos pagos pelos nossos impostos?

No entanto, há um aspeto que sempre defendi e que neste artigo de PAS está correto e que é a relação entre Maçonaria e o Liberalismo (...embora ele pretenda atingir o deputado Rui Rocha da IL no caso Luís Neves, Rocha que na minha opinião não é sequer liberal como ultimamente se tem vindo a constatar). Aqui PAS acertou na mouche, ser liberal em rigor histórico e não ser maçon é como dizer ser do Benfica, mas recusar o vermelho do clube. Há também muitos membros da IL que estão lá ao engano, por desconhecimento ou por uma boa fé que desconhece as origens do Liberalismo como eu sempre procurei clarificar e o PAS também o faz. Estou convicto dessa realidade. Já outros da IL, enfim...

No fundo é como diz o nosso nobre povo: "quem não deve, não teme".

Por fim, PAS diz não ser da maçonaria. Não sei. O que sei é que sabe bem do que fala, pela forma bem corrida e explicativa.



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quinta-feira, 13 de abril de 2023

"O Pesadelo dos Ditadores"

Desde da passada terça-feira que sigo uma interessante série documental na RTP 1 denominada: "O Pesadelo dos Ditadores".
Ressalve-se que os ditadores visados não são os "fofinhos" como Salazar, são sim os da linha duríssima tais como: Hitler, Mussolini ou Franco.
Agora advinhem o que pode ser ainda pior que eles, sendo mesmo o (verdadeiro) pesadelo daqueles autocratas?


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domingo, 4 de dezembro de 2022

"Muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu!"


Eu disse em 2021, Deus disse há 2.000 anos:

Sinopse do Santo Evangelho abaixo descrito - "Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu!, e ainda: O tempo está próximo. Não andeis atrás dessa gente! Quando ouvirdes falar em guerras e revoluções, não fiqueis apavorados. É preciso que essas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim."

Evangelho (Lc 21,5-19): Naquele tempo, algumas pessoas comentavam a respeito do templo, que era enfeitado com belas pedras e com ofertas votivas. Jesus disse: «Admirais essas coisas? Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído».
Mas eles perguntaram: «Mestre, quando será, e qual o sinal de que isso está para acontecer?» Ele respondeu: «Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu!, e ainda: O tempo está próximo. Não andeis atrás dessa gente! Quando ouvirdes falar em guerras e revoluções, não fiqueis apavorados. É preciso que essas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim».

E Jesus continuou: «Há de se levantar povo contra povo e reino contra reino. Haverá grandes terremotos, fome e pestes em vários lugares; acontecerão coisas pavorosas, e haverá grandes sinais no céu. Antes disso tudo, porém, sereis presos e perseguidos; sereis entregues às sinagogas e jogados na prisão; sereis levados diante de reis e governadores por causa do meu nome. Será uma ocasião para dardes testemunho. Determinai não preparar vossa defesa, porque eu vos darei palavras tão acertadas que nenhum dos inimigos vos poderá resistir ou rebater. Sereis entregues até mesmo pelos próprios pais, irmãos, parentes e amigos. A alguns de vós matarão. Sereis odiados por todos, por causa de meu nome. Mas nem um só fio de cabelo cairá da vossa cabeça. É pela vossa perseverança que conseguireis salvar a vossa vida!».

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sábado, 24 de agosto de 2019

"Marqueçonaria"

O pai de vários aspetos péssimos para a Nação e que começaram com o Marquês de Pombal, sendo que o pior de todos perdura até hoje...

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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

A Bandeira e verdeiro significado

Através daquilo que inspirou o seu símbolo maior - a bandeira da república portuguesa, percebe-se cristalinamente em que regime estamos mergulhados desde 1910 e, raciocinando um pouco mais, porque razão somos enormemente corruptos e ainda estamos amarrados a determinadas forças de poder que nos vão penosamente gerindo.

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quarta-feira, 23 de março de 2016

Retemperar e Recuperar

Desfaçam-se as dúvidas de alguns, o actual discurso europeu falhou e apenas fortalece os extremistas.
Somos um foco aberto e fraco enquanto continuarmos reféns de forças desactualizadas, amorfas e desnorteadas que nos conduzem para um abismo civilizacional…para um limbo onde não encontramos valores firmes que nos retemperam e recuperem a determinação enquanto europeus.
 
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Monarquia e Sidonismo alvos da mesma

Por isso não admira que os mesmos (cujos sucedâneos ainda por aí andam...) lhe tenham feito o mesmo que fizeram a El-Rei!

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terça-feira, 10 de junho de 2014

Por ocasião de mais um 10 de Junho


Independentemente de serem republicanos ou monárquicos, estas são AS CORES DA NOSSA BANDEIRA. Estas são as cores da nossa Fundação, dos princípios estruturantes deste País e até mesmo para os fervorosos republicanos Guerra Junqueiro, António Arroio ou mesmo António M. Sousa essas cores não eram questionáveis. O mais grave é que foram. O vermelho e o verde representam hoje, infeliz e objectivamente, o que não somos e, talvez por isso, também os piores e menores momentos da nossa História.

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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Minorias estridentes

Parece que corre em Espanha uma petição para questionar o regime monárquico.
 
Essa petição reúne cerca de 120 mil assinaturas num espectro de cerca de 50 milhões de espanhóis.
 
Bem, se formos pelo exemplo do caso português, os espanhóis que se acautelem pois meia dúzia de terroristas conseguiram, no Terreiro do Paço, em 1910, dar a volta a oito séculos de História e à maioria …sendo que ainda hoje está tudo calado e em brandos costumes.
 
O problema é que já passaram 103 anos e a república, sem nunca permitir a liberdade de expressão sobre si própria, ainda existe.
 
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Constatações de facto

Vejam bem a tipologia (…para não dizerem que recorri a epítetos como “laia”) das pessoas que vagueiam pelas ruas de Espanha a pedir república… Asseguro-vos que elas têm um perfil e objectivo paralelo com as que derrubaram, em 1910, a nossa Monarquia.

O mais estranho é que aquela minoria que, há 103 anos, de Lisboa, passou a mandar na maioria, deixa até hoje um evidente e irrefutável legado de descrença e desmotivação nacional, sendo que ainda existem uns tontos que criticam o nosso País por ele ser como é hoje e por estar como está sem, aparentemente, saberem porquê.

Despertem e raciocinem!

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Parece que alguns espanhóis querem ficar como os portugueses ficaram...

Os arruaceiros transversais do costume estão tentando fazer em Espanha o que fizeram em Portugal.

Se conseguirem o seu propósito não lhes dou 100 anos para espatifarem (a unificação de) Espanha e as parcelas que restarem, na sua maioria, vão ser uma espécie de Portugal de hoje.

A sorte dos espanhóis é que o PSOE é um partido responsável.

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Vem sempre ao de cima

Foi preciso um homem com a coragem, a idoneidade e com a respeitabilidade do General Ramalho Eanes vir dar a cara pelo Eng. Jardim Gonçalves para alguns começarem a perceber a cilada que o ex-dono e criador do BCP foi alvo.

Principalmente os republicanos deviam ter vergonha do que este actual regime, o Novo Estado, fez a um self made man como Jardim Gonçalves…princípio aquele que lhes devia ser tão caro.

Mas confesso, até por constatação próxima, que à data, e apesar de ter levantado sempre a hipótese de trapaça contra o Millennium de Gonçalves, pelos do costume, o que mais me repugnou não foram esses, pois são os habituais inimigos, mas antes aqueles que se diziam amigos e que dele se afastaram como se nunca o tivessem conhecido.

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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Cada vez mais estou convencido disto:

HAVIA MUITO MAIS RES PUBLICA EM MONARQUIA, E HÁ MUITO MAIS "HEREDITARIEDADE" EM REPÚBLICA.

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

"Afectos"

Para alguns republicanos, empresários, neo-liberais e economistas reflectirem sobre aquilo que defendem e querem…

(Prós e Contras “Debate Monarquia ou República na RTP” - 10/3/2008)


António Reis, GOL (a partir do minuto 6’).

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Desde sempre as raízes francesas…

O seu primeiro e alarmante sintoma remonta a 1807!

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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Incoerências inconscientes

Paradoxalmente os republicanos radicais, jacobinos, maçónicos e revolucionários apregoam (mas não praticam) um princípio católico para a injustificação da Monarquia: "todos nascem iguais".

Ninguém nasce igual, nem o Rei tem mais dignidade que qualquer outro cidadão. Somos todos iguais em muita coisa, mas nunca nascemos, nem nasceremos, iguais. É assim e não há nada a fazer. O resto são bonitas teses, mas impraticáveis...sobretudo pelo republicanismo.

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Deus sem Estado e Estado sem Deus

Nas supostamente progressistas administrações americanas, sejam elas republicanas ou democratas, de Bush ou Obama, é usual ouvir-se um Presidente dos EUA agradecer ao povo (americano) e a Deus.

Cá o segundo elemento da invocação é sempre encarado, pelo republicanismo laico, maçom e positivista, como um perfeito acto de retrocesso. É algo que é pura e simplesmente erradicado do discurso político tuga.


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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

No tabuleiro da sociedade

Um Portugal sem Rei nem roque, mas,

Curiosamente, com muito xadrez (ainda).

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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Os iluminados do costume...

Vejam quem não gosta mesmo de Monarquia e porque nós a perdemos.

Estes cavalheiros, similares aos da I e III repúblicas, não desistem, não são simpáticos, nem tão pouco transmitem boas vibrações.

Cá estamos, hoje, como estamos
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)