Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

Mostrar mensagens com a etiqueta Família. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Família. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 1 de maio de 2019

“Se tiverem de escolher entre a família e o trabalho, as empresas escolhem o trabalho”

«A frase é de Miguel Pina e Cunha, responsável pelo estudo “Desafios à Conciliação Família-Trabalho”, apresentado (...) e produzido pela Nova SBE, a pedido da CIP e em parceria com a ACEGE. E, se em termos de negócio, esta escolha até poderia fazer sentido, a verdade é que não faz. No evento de apresentação do estudo, e no qual estiveram presentes algumas organizações certificadas com o selo efr (empresas familiarmente responsáveis), ficaram provadas pelo menos duas realidades: a de que é salutar, para empresas e trabalhadores, existirem políticas que conciliem ambas as dimensões e o facto de ser urgente mudar as mentalidades, não só dos empregadores, como dos próprios trabalhadores na medida em que, e como referiu a secretária de Estado Rosa Monteiro, “existe ainda uma grande iliteracia em termos de direitos” (...). Complementar a este equilíbrio que todos desejamos, é também a nova “aposta” na avaliação da felicidade em vários domínios da vida, enquanto indicador do bem-estar e desenvolvimento das populações, como também se pode ler em um dos vários estudos publicados sobre o assunto.»

in VER.

Share |

sexta-feira, 17 de março de 2017

Aos Araújos

«O Bispo de Malaca, D.João Ribeiro Gaio, dedicou aos "Araújos", esta quintilha:

Através de Bitorinho

tem sepulcros já gastados

Araújos afamados

na terra que rega o Minho,

antigos, abalisados.


De autor desconhecido disse :Lá de Lobios de Galliza

Vieram para Lindoso

Os de gremio valoroso

de Araújo por guiza

Que foi cá mui poderoso.»

Share |

terça-feira, 5 de abril de 2016

Leitura para os próximos dias


Foto - PPA

Nota - Requisitado da biblioteca dos meus pais, obra editada pela edilidade, of. do 'Diário dos Açores', 1945 (71 anos), a qual procura detalhar a origem do povoamento e das mais ilustres e primeiras famílias que habitaram a Ilha de São Miguel, por inerência também os povoadores.
 
Share |

domingo, 18 de janeiro de 2015

Genealogias

Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo.

Share |

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Novas tendências?

Sempre julguei que a defesa dos VALORES da Família era mais da direita...não da esquerda.

Share |

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Ramo empresarial

O melhor que tenho nesta vida, não foi alcançado por votação...! Foi por via empresarial ...a família!

Share |

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Razões de outrora

«Conselheiro, em Portugal, as razões de família são razões de Estado»

Eça de Queirós

In Revista do Expresso, de 26-10-2013, entrevista a Jaime Nogueira Pinto, pág. 13.

Share |

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

A reconhecer

Quando os governos de Portugal começarem a reconhecer legalmente a verdadeira importância da Família, enquanto primeiro e grande motor da economia, designadamente por via fiscal, será a partir desse momento que o regresso da Monarquia constitucional estará mais curto.

É uma questão de lógica integrada e comparada.

Share |

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Lido algures pela net

«Um homem que não se dedica à família, jamais será um homem de verdade»

Dom Corleone (personagem interpretada por Marlon Brando, na trilogia d’ "O Padrinho")
Share |

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Nação aristocrática num Estado republicano

Nas férias de Verão aproveito, normalmente, para ver um conjunto de filmes que, durante o ano, não tenho oportunidade por razões de agenda.

Na selecção possível deste ano, houve dois filmes que me sensibilizaram para uma realidade ainda pouco parametrizada à luz dos nossos dias: o elitismo classista na sociedade norte-americana.

A adaptação de Baz Luhrmann, de 2013, da obra fulcral de F. Scott Fitzgerald, “The Great Gatsby” e, ainda, o filme de Martin Brest, de 1992, “Scent of a Woman” reflectem, com toda a crueza, a vastíssima dimensão do fenómeno, ainda hoje sólido, do elitismo que emana da classe tradicional norte-americana. De facto, a realidade um pouco conhecida por todos nós, naqueles filmes, ganha contornos sensíveis do quanto é reprovável e, assim, hipócrita, uma sociedade que, por um lado, apregoa um sentimento não-monárquico e, por outro, é a mesma que, ainda hoje, mais bebe naquilo que o modelo monárquico de menos bom tinha e que hodiernamente, nos seus países mais actualizados, menos há. É ver-se na Suécia, por exemplo, como os deputados do parlamento são enquadrados e como são, em contraste, os nossos ou os norte-americanos. 

Aqueles filmes revelam, de forma subliminar, a crueldade que, por vezes, abarca a sociedade norte-americana e como é abafada, para o exterior, pela preponderância (à escala planetária) daquela aludida classe, deixando-se apenas passar para os demais aquela pinky dicotomia do american dream, por um lado, e da suposta igualdade real de direitos, por outro. Os Estados Unidos da América (EUA) são hoje, ainda mais, um País gerido por minorias…não fosse isso verdade e Obama nunca teria sido Presidente. Essa eleição é a melhor prova disso mesmo. 

Maurice Duverger, politólogo e sociólogo francês de esquerda, defende que os EUA são a última monarquia que subsiste, enquanto sistema presidencialista puro, por se equiparar (e ser seu sucedâneo) do sistema monárquico tradicional. Ora, tal raciocínio, além de absolutamente idóneo, por ser proferido por um homem republicano, é profundamente verdadeiro, tão verdadeiro que, quiçá, alguns republicanos defensores do modelo republicano americano nem se tinham apercebido que aquele sistema encapota uma aristocracia profundamente, e saliento o advérbio, elitista. Não foi à toa que epítetos, pouco populares, como “Sua Majestade o Presidente” rondaram a forma como se haveria de designar o Presidente dos EUA, que o diga John Adams, o segundo Presidente e primeiro Vice-presidente daquele País. Em abono da verdade, o Brasil republicano também navegou por esses mares determinativos (de “Sua Majestade o Presidente”). Também não é à toa que quando um Presidente dos EUA entra no Senado americano, é anunciado, como nenhum Rei constitucional é hoje, em brava voz, para todos os presentes bem saberem perante quem estão. Já de si os formalismos (como este do anúncio presidencial na alta Câmara do Senado), mas muitos outros ligados ao prestígio e imagem do Presidente, são elementos que, cultivados, revelam o quanto patrióticos são os americanos e o quanto não têm vergonha de gostar e de institucionalizar a figura do seu Chefe de Estado. Isso é preciso ser dito, em boa verdade.

Neste seguimento, nomes, entre outros, como Rockefeller, Vanderbilt, Fairchild e Rothschild, são algumas das famílias que preponderam dentro e além-fronteiras no controlo dos destinos de muitos. Estas famílias são hoje a verdadeira aristocracia prevalecente. Ou seja, desenganem-se aqueles que pensavam que a ausência de um Rei implicaria o fim da aristocracia ou, ao menos, de uma classe dominante. Errado. O republicanismo conseguiu sim elevar uma nova aristocracia, ligada a valores muito mais obscuros e que agora, em pleno século XXI, são bastante mais perceptíveis as consequências e resultados em comparação com as monarquias constitucionais ainda vigentes. Aqueles que decidiram perder o seu Rei (e não esquecendo que a Suíça e os EUA nunca tiveram um e por isso, em certa medida, têm alguma justificação histórica), perderam, até hoje, isso sim, o seu maior garante contra todos os interesses desviantes ao País. No caso da nossa Monarquia, é certo e sabido que uma da maiores colaboradoras na sua queda foi, precisamente, alguma aristocracia. Era conhecido o distanciamento de El-Rei D. Carlos correlação a grande parte desta classe.  

Muitas das mais tradicionais e antigas famílias norte-americanos têm ascendência judaica. É muito vasta a historiografia que se reporta a esta matéria. Mas quanto a este assunto lembro-me apenas de dizer que o apresentador da cerimónia dos Oscars deste ano, Seth MacFarlane, ousou fazer uma piada em que referia que: “para ser-se alguém em Hollywood era preciso ter amigos judeus”. Facto: para o ano já não apresenta a cerimónia, já é conhecida substituta.

Há muitas monarquias, como a Bélgica, por exemplo, que têm nobreza recente comparativamente ao período de estabelecimento de algumas elites familiares norte-americanas. Também de exemplo servem algumas famílias nobres em Portugal (e noutros países) que receberam título nobiliárquico no fim da Monarquia, inclusive em 1909. Em contraste, não nos esquecemos que existem famílias norte-americanas cuja tradição remonta a mais de três séculos atrás. Este é um dado relevante.

Importa ainda dizer que muitas das tradições mais antigas e prestigiantes ligadas aos EUA, foram importadas e bebidas na Europa, sabendo-se que, por exemplo, George Washington foi muito influenciado pelo seu patrono francês Luís XVI, como se revela pela associação hereditária da “Ordem de Cincinnati”. A realidade dos bailes de debutantes é igualmente uma fortíssima marca que, ainda hoje, se encontra vincada nas tradições sociais norte-americanas.

Em suma, os conceitos de repúblicas e monarquias encontram-se hoje alterados pelos tempos. Sabendo-se que, temporalmente, o modelo republicano é mais arcaico que o monárquico, e que os países mais avançados em Democracia, Desenvolvimento Humano, Liberdade de Imprensa, Percepção de Corrupção e em Qualidade de Vida, são monarquias, hoje assiste-se a algo ainda mais constrangedor que é, à parte das monarquias terem sabido actualizar-se, as republicas não só não o souberam fazer, estão-se cristalizando (é-ver onde se originou a actual crise económica e quem são os países mais directamente envolvidos) e hoje absorvem, num fenómeno estranha e desmesuradamente conservador, os qualitativos das antigas monarquias tradicionais (e não constitucionais). Ou seja, as repúblicas perderam nas qualidades e ganharam nos defeitos das antigas monarquias.
Share |

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O País encontra-se sem parentalidade

A parentalidade é uma necessidade inexplicavelmente intrínseca, que carece sempre da respectiva formalização. Os nossos pais não são eleitos e são a essência da nossa empresa familiar. 

No País passa-se a mesmíssima coisa.
Share |

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Em pouquíssimas palavras

O pós 25 de Abril explica-se em pouquíssimas palavras: 
Os nossos pais tiveram uma vida melhor que a dos pais deles e acabam por ter uma melhor que a dos filhos e dos netos. 
É simples!
Share |

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Os não votados!

Os Tribunais (e consequentemente a Justiça) não são, por princípio, as maiores expressões de Democracia num Estado? São sim! Contudo, não foram eleitos!
A Família não é o maior conforto e a maior riqueza que temos? É sim! Contudo, não foi eleita!
A Monarquia Constitucional navega por estes "(pata)mares"...!
Share |

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A 1.ª Empresa

“Não há menos tormento no governo de uma família do que no de um Estado inteiro”

Quem o diz, com total seriedade e absoluta noção desta realidade, é o escritor francês Michel de Montaigne (1533-1592).
De facto, como há muito apregoo e comigo muitos outros em crescente, é a família o primeiro pilar de tudo. É a primeira empresa…o verdadeiro modelo empresarial introdutório.
O modelo republicano individualista é caracterizado pelo adjectivo masculino singular e assim personificado pelo O Presidente. Além disso, e porque é intrínseco ao modelo republicano, são mais que óbvias as suas políticas inversas à Família, sendo lógico e conclusivo que Portugal está cada vez mais fraco por isso mesmo.
Por outro lado, num sistema assente num modelo plural e empresarial como a Monarquia Constitucional é obvio que as coisas correm melhor. A prova no presente e para o futuro são as demonstrações de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), as quais revelam que as Monarquias Constitucionais estão em clara maioria no topo dessa hierarquia, onde resumindo as pessoas vivem melhor. Mais, nenhuma Monarquia até ao presente momento tombou face ao FMI e afins dada a actual crise de paradigma.
Perguntam-me vós: é por acto de magia? R: Não! É o resultado de muitos anos de consciência colectiva bem sedimentada. É um resultado de anos, de longo prazo. Cá temos andado a perder (aquele) tempo, daí os resultados que nos são apresentados pelas três repúblicas portuguesas.
Mas ainda vamos a tempo de mudar...!
Share |

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Criando um cenário de mero ensaio…

Imaginemos que Portugal era como uma família, uma grande família com muitos filhos. Assim, seriamos todos nós: continentais, açorianos e madeirenses.
Ora, faz sentido alguns filhos falarem mal do chefe dessa família (seja pai ou mãe), faz sentido uns gostarem dele e outros não?!
Infelizmente isso acontece na realidade e há filhos que não gostam (com ou sem motivo) do pai/mãe que representa a sua família. Asseguro com toda a certeza que essa será, certamente, uma família desunida e, assim, fraca e desmembrada.
A república, com as necessárias adaptações estatais, é essa família! Um pai (ou mãe) não é eleito…é nossa família portuguesa.
Share |

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Retive este excerto...

...do Prof. Doutor Gonçalo Portocarrero de Almada

«Esta conaturalidade do regime monárquico, devida à sua estrutura essencialmente familiar, manifesta-se de muito modos, mas sobretudo na proximidade da nação em relação à Família Real. Não em vão, o Chefe da Casa Real francesa e a sua geração recebe um significativo nome: a Família de França. É assim porque os Reis e os seus descendentes são, de algum modo, a expressão mais representativa da soberania, não apenas na sua actualidade, mas também na sua origem e evolução. Se a pátria é, etimologicamente, a «terra dos pais», não pode ser simbolizada senão através da família que estabelece a relação histórica com os fundadores da nacionalidade, até porque um representante eleito por sufrágio é sempre um homem de facção, que tende a beneficiar os seus próprios eleitores contra os restantes cidadãos, não se identificando nunca, por conseguinte, com todos os seus compatriotas.

Com efeito, a concepção republicana da chefia do Estado é individualista, porque conta única e exclusivamente com a pessoa eleita e investida nessas funções, enquanto a concepção monárquica é familiar, porque não assenta apenas na pessoa do soberano, mas em toda a sua família, que participa nas suas funções e, por isso, está também ao serviço da comunidade nacional.»

Conclusão pessoal:
Monarquia --» Promoção --» Família.
República --» Promoção --» Individualismo (e respectivo culto da personalidade).
Share |

domingo, 9 de janeiro de 2011

A empresa familiar

Outro aspecto que, nos últimos 100 anos, justifica a paulatina queda do nosso Portugal é a ausência de referência ao pólo base e propulsor de progresso: a Família. A primeira empresa de uma sociedade estava melhor protegida quando tínhamos a nossa Família Real reinante...
Share |

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!