Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 13 de fevereiro de 2021

Credos e Ideologia ≠ Arte e Cultura

A arte, independentemente das suas expressões, seja ela tradicional, clássica ou pós moderna, serve, primordialmente, para nos preencher o espírito e, inerentemente, motivar-nos, internamente, da forma subjetiva que nos caracteriza casuisticamente.

Superior é o artista que não a confunde com ideologias, potencia-a para o maior patamar.

Mais superior é aquele que enquadra o seu amor pela arte, independentemente de ideologias.

Quem não souber destrinçar isso, estará a cometer um sério erro contra o progresso civilizacional.

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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Raio – X

Considero-me um conservador nos costumes, progressista na Cultura e equilibradamente liberal na Economia.

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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

LMC

Um dos mais respeitáveis actores portugueses e senhor de um pensamento admirável:


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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Deduções

Temos em Portugal uma cultura de procedimento ainda muito intuitiva e dedutiva, contrastante com aquela que devia ser objectiva e expressa.

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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Cabra-cega

"Eu sei que é fácil de montar o aparato da menina que é culta"

in "Cabra-cega" (Márcia)

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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

"Culturismo"

Enquanto na Cultura, mas sobretudo nos artistas portugueses, existir aquela menoridade jurássica que para se ser "artista" há que ser de esquerda (ou afim), ao contrário daquilo que acontece numa Inglaterra, onde artistas apoiam os Tories ou nuns EUA onde até actores de cinema (Clint Eastwood, Jon Voight, etc) apoiam em congressos o Partido Republicano…continuaremos muito atrasadinhos.

A Cultura e a Arte não são património de ninguém e quem as quiser politizar ou torná-las ideológicas, e até podendo obter algum sucesso, estará a menorizá-las e também a diminuí-las …consequentemente também se reduzindo como artista.

A arte instrumentalizada pela ideologia ou pela política pode até ser arte…mas é certamente uma arte menor.
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Rainha Margarida II da Dinamarca

Gostava de ver na progressista república portuguesa, o respectivo representante de Estado, de entre senhores importantes como, por exemplo, Mário Soares, Jorge Sampaio ou Cavaco Silva, fazerem o mesmo.

Nota - A Rainha Margarida II da Dinamarca é muito conhecida pela sua paixão dedicada ao Teatro. Ela é a guardiã mais destacada na Dinamarca desta arte e, normalmente, encontra-se ligada à interpretação. A dada altura foi notícia uma peça em que entrou, em que lhe foi entregue o papel da personagem de uma pedinte.
É impressionante a obra artística da Monarca, não sendo uma mera agente contemplativa, mas antes assumindo-se, com coragem (e um verdadeiro artista sabe do que falo aqui), como uma agente activa!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)