Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 30 de agosto de 2025

Apoio do FMI pela Europa dita evoluída...

Disto fala-se pouco.
A Europa em risco de colapsar e submergida num futuro incerto, governada por políticos fracos. Atada em burocracia e lóbis distantes da realidade comum.
Em Portugal basta juntar à equação a especulação imobiliária, a sobrevalorização dos preços dos imóveis, a bolha que já está a aumentar, prejudicial aos portugueses, sobretudo aos mais jovens.
Fontes
- Como no Reino Unido, ‘fantasma’ da intervenção do FMI instala-se em França


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domingo, 4 de dezembro de 2022

Carlos já não cantou desta vez

Toda a sua a vida cantou para a sua mãe.
Naquele dia triste para ele, por ser a última despedida de sua mãe e, simultaneamente, herdando toda a responsabilidade nos seus ombros pelo reinado que terá, fácil é concluir que foram momentos de emoções díspares e difíceis de aglutinar. Mas, apesar da óbvia e natural dificuldade, soube estar à altura.
De facto, o cerimonial, e por mais que os simplistas queiram desmontar e desvalorizá-lo, é uma evidência de rigor, de união, até de métrica protocolar e, sobretudo, de legado para lembrar o serviço do Rei: proteger e defender o povo, a sua cultura e costumes ancestrais.
"God Save The King!"


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quinta-feira, 8 de setembro de 2022

A Agenda

Muitos dizem que a Rainha de Inglaterra (...e inerentemente os demais monarcas europeus que habitualmente representam os países mais desenvolvidos da Europa em muitos índices), era uma figura meramente "decorativa", "sem poder" e por aí fora.

Porém, devem haver muito poucos no mundo com a agenda telefónica que ela tinha e que gostariam de ter...


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domingo, 3 de julho de 2022

O Reino Unido e a antecipação

Se há ponto que ninguém pode contradizer o Reino Unido ao longo de séculos é que sempre soube antecipar o futuro e, assim, tomar as decisões certas no devido tempo. Preparam-se bem politicamente. A História, sobretudo, a partir do século XVII, diz-nos isso.

Muito se criticou o Brexit, mas com ele os britânicos recuperaram a sua absoluta independência (...em especial da Alemanha e da ultra burocracia de Bruxelas) e, acima de tudo, o pleno controlo monetarista.
Ora, com as mudanças (não vou chamar de brutal crise) que vamos ser sujeitos, quero ver o que será de nós, ò Portugal, sobretudo, sem as necessárias reformas de vulto que há muito deviam ter sido operacionalizadas e com a Constituição de 76, ainda em vigência em pleno século XXI.

Uma coisa é certa, a História é generalizadamente cíclica e podemos, quase na certa, estar a viver, mutatis mutandis, os anos 20 do século passado...

Foto - Lagos Cid Manuel | Paris Match | Countour | Getty Images © Direitos reservados


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A relação perdida

A república, esse pesadelo em que vivemos desde 1910, acabou com esta inexplicável relação de alegria e respeito que unia a Grei ao Rei e vice-versa em Portugal. Nunca esquecer que antes de existir um povo, uma língua ou uma cultura, existiu primeiro um Rei.

Vendo e presenciando as multidões no casamento do Duque de Bragança, em 1995, com povo vindo de todo o país confluindo nos Jerónimos, apenas focados naquele evento especial, tal como eu, acredito, face à forma decrépita do atual regime que temos, que não nos transmite ânimo e alegria, talvez um dia Portugal regresse, por via referendária, como a Espanha, a uma Monarquia. Mas para isso precisamos de uma Constituição plenamente livre, menos ideológica e políticos a sério, i.e., verdadeiramente alinhados com o povo que somos todos nós portugueses.

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terça-feira, 31 de maio de 2022

As mulheres de York

Estive e estou a acompanhar duas interessantes séries na Netflix, respetivamente, sobre duas mulheres da Casa de York, uma mãe e uma filha, ambas foram Rainhas de Inglaterra.

Comecei por ver "A Princesa Branca" (a filha) e, presentemente, a "A Rainha Branca" (a mãe), brancas pois sustentavam a Rosa Branca, símbolo máximo da Casa de York.

Na minha modesta opinião, e tirando o enorme valor de Carlos V de Inglaterra, Rei da Casa de Lencaster, da Rosa Vermelha, a Casa de York acaba por ter mais sentido ser e continuar ser a legítima casa prevalecente naquela época, da dinastia Plantageneta, pois o reinado de Henrique VI, filho de Carlos, foi um enorme desastre para os ingleses e era preciso fazer algo (pois a França ameaçava a independência inglesa através de sua mulher francesa que era quem geria o País efetivamente).

Infelizmente os York acabariam por ser destronados pela Casa de Tudor (emanada torpemente da Casa de Lencastre), com Henrique VII a derrubar indignamente, em batalha, o último Rei de York, Ricardo III.

A Casa de Tudor foi responsável, até hoje, por muitas mortes causadas pela segregação de católicos e protestantes, da responsabilidade por Henrique VIII, pelo "elevado" motivo de saias e mortes de muitas das suas mulheres.



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domingo, 10 de fevereiro de 2019

Os Duques de Norfolk

Sir Thomas More que, além de ilustre académico, foi "Lord Chancellor", nunca traindo o seu Rei - Henrique VIII, acabaria condenado por traição enquanto vítima de um arranjo formal, em julgamento, para calar a verdade da sua consciência, em especial a religiosa, aquela que, em coerência e em fundamento, era o seu "path" para Deus.

Contudo, subjacente àquele injusto caso de Sir Thomas, estava uma fortíssima determinação Real em dar seguimento a um ignóbil assunto de saias que motivou a maior distorção (ou mesmo aberração) de crenças no mundo ocidental, com a criação da "Igreja de Inglaterra", cuja chefia recai sobre o Soberano ou Soberana de Inglaterra.

À parte da incongruência e da incoerência daquele formato gerar, até hoje, um indisfarçável atraso civilizacional, manchando desnecessariamente Inglaterra neste âmbito, porquanto volta a aglomerar o suposto poder civil ao religioso, foi simultaneamente meio gerador de um dos cenários mais sangrentos e duradouros que há memória por motivos religiosos no seio da Europa dita avançada.

É precisamente neste delicadíssimo contexto, que importa, igualmente, dar máxima atenção e consideração ao Ducado de Norfolk, que apesar de ser designado oficialmente "O Primeiro Ducado", dos mais antigos e importantes títulos ingleses (Séc. XIV), com lugar de destaque nas Coroações dos Reis de Inglaterra, à data de Henrique VIII e de sua filha Isabel I, foi um dos principais opositores àquela criação religiosa, mantendo-se, como até ao presente, fiel e coerente ao Catolicismo e ao Papa, não obstante, e mesmo hoje, nunca contrariado a sua posição religiosa, reconhecer SM a Rainha de Inglaterra como sua Soberana.


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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

D. Manuel II No Desfile da Vitória dos Aliados

Para os ingleses, ontem e hoje, o Armistício tem uma importância elevadíssima.
Em momento tão importante, El-Rei foi chamado a participar. Encontrando-se no exílio, apenas uma palavra é justificativa: prestígio.

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sábado, 23 de dezembro de 2017

Robert Traill

Se fosse católico, seria hoje, certamente, santo.

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terça-feira, 15 de agosto de 2017

As Sufragistas

Ao ver, nas férias deste verão, o filme 'As Sufragistas', de 2015, realizado por Sarah Gavron, é curioso concluir, apesar da consequência inerente, que as reivindicações daquelas mulheres, cobertas de razão, só começaram a ser efetivamente solucionadas, contra a vontade dos políticos, Parlamento e Governo, quando reunidas decidiram: "temos de ir ter com o Rei".




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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Marcelo e a Rainha


Uma postura de amabilidade que não esconde a ausência de paridade.


Foto - Presidência da república.


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quarta-feira, 29 de junho de 2016

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Brexit - Cameron, Começaste Bem e Acabaste Mal

1) Daqui a uns tempos a Rainha continuará a poder passar as suas férias a Balmoral?

2) Daqui a uns tempos vejo a hipótese de Balmoral passar a ser uma embaixada inglesa, para garantir, à cautela, as férias da Rainha.

3) Filipe, marido da Rainha, daqui a uns tempos poderá continuar a designar-se “Duque de Edimburgo”?

4) Quiseram sair da União, e agora a União quer sair do Reino.

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domingo, 16 de agosto de 2015

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Proximidade à perfeição

Apenas se encontra a PERFEIÇÃO nos fenómenos emanados da Natureza, naquilo que alguns, como eu, reconhecem inegavelmente ao Criador.
O Concorde, por sua vez, foi quando o Homem conseguiu aproximar-se mais dela.


Foto - Direitos reservados ao(s) seu(s) legítimo(s) autor(es)

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Cristianismo rima com Humanismo

Humanismo e Europa, palavras ligadas pelo que refere o PM inglês neste depoimento. 

Cameron, para mim, é cada vez mais o estadista da nova década...sem dúvida alguma.

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sexta-feira, 3 de abril de 2015

Desnivelados

Na Coroa Britânica o nível e o interesse são, indiscutivelmente,outros.

A ver este vídeo.

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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Regimes: toda a diferença

Imaginem, a mesmíssima situação, com o PR...

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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Por aqueles que deram a vida em combate

"Família real inglesa de luto pelas vítimas das grandes guerras"

Havia ameaça terrorista, mais ainda assim a Rainha não deixou de ir.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)