Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O nosso jovem princípe

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."
Anónimo (recebido via e-mail)
Acrescentava:
No meio desta "governança" republicana, no centro das sucessivas injustiças a que os portugueses estão relegados, despejados ao esquecimento, desprotegidos e secundados existe um jovem Príncipe que, com apenas 14 anos, teve de se sacrificar por nós, abdicando da sua vida particular, dos seus interesses de miúdo, separando-se muito cedo do calor familiar de seus pais e do amor fraterno. Presentemente encontra-se só e por sua conta, tornando-se homem mas sobretudo um grande português (como apenas um emigrante sabe ser). É um estrangeiro em terras dos nossos mais antigos aliados. Sendo muitíssimo jovem, e num intensíssimo regime de aprendizagem, entrega-se ao estudo, ao trabalho, ao aperfeiçoamento e ao sacrifício, mas sobretudo prepara-se para nos servir.
Eu que passei por algo similar…entendo a dimensão da empresa. Apenas com duas importantes mas normais diferenças: Com custo mas fui em maioridade; Com custo mas com finalidades de rentabilidade própria e de autopromoção da minha vida. Tentando melhorar o País em que vivo…sim! Mas sem o alcance de uma entrega absoluta como a dele, como a do jovem Infante.
Eu, enquanto cidadão, e podendo ser só um, estou com ele e agradeço-lhe o que faz por mim enquanto português!
Viva o Príncipe da Beira, S.A.R. o Senhor D. Afonso de Bragança que pela Santa Graça haverá de ser, para o bem de Portugal e dos Algarves, Açores e Madeira, Afonso VII!
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«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

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