Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

Mostrar mensagens com a etiqueta Jornalismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jornalismo. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Visionária


Share |

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Observar uma boa solução

Achei interessante saber que o Observador, e bem, tem um separador intitulado 'Monarquia', onde saiu, por exemplo, num domingo, uma notícia como esta.

Share |

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

"Trump n' est pas un clown"

André Bercoff, eventualmente o maior nome do jornalismo político francês.

Share |

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Atraso de Vida

Longos vão os anos que venho escrevendo e defendendo isto.

O maior problema são os jovens que, sem preparação e autonomia de pensamento, são levados no turbilhão da propaganda republicana jacobina de esquerda. Confundem esquerda com progresso. Mais bolor é impossível do que na 'nossa' tão portuguesinha esquerda.

«Até aos anos 70 e 80 a esquerda era progressista, apostava no progresso e na mudança, acreditava no futuro. A direita, pelo contrário, era conservadora e temia os novos tempos.... Só que, com o avanço da globalização, com o aumento da competição a nível mundial, com a China a transformar-se na grande fábrica do mundo, com tudo isto, as chamadas ‘conquistas dos trabalhadores’ europeus (direito à greve, proibição do despedimento individual, 35 horas de trabalho semanais, um mês de férias, 14 salários por ano, escola e saúde gratuitas, etc.) ficaram em perigo. E assim, a esquerda passou de uma atitude ofensiva a uma atitude defensiva. Começou a defender o que já tinha alcançado. Passou a não querer que se mexa nas leis laborais, a não querer que se altere a Constituição, a não querer que se mude nada. A direita, pelo contrário, sendo mais pragmática, mais realista, menos agarrada à ideologia e mais aderente à realidade, adaptou-se mais depressa à globalização e percebe que as mudanças são inevitáveis. E que, quanto mais Portugal se atrasar a fazê-las, menos competitivo será no mundo global. Assim, a direita tem hoje uma posição reformista, defende a mudança, a evolução das leis, a revisão da Constituição, enquanto a esquerda olha para trás.»

Share |

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Porque será...?

Um trabalho jornalístico interessante:


Share |

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Occidente

Sporting Club de Cascaes – Distribuição de premios por S.M. El-Rei D. Carlos aos vencedores no Law Tennis.”
Autor: Sr. A. Bobone
Local: Cascais
Data: 30 de Outubro 1903

«CHRONICA OCCIDENTAL
Estamos em fins d’outubro; não admira que já por ahi o inverno faça das suas e venham os jornaes cheios de telegrammas e correspondencias, contando desastres produzidos pelos temporaes em varias terras do reino.
Foi nos Açores que mais se fizeram sentir e maiores prejuizos causaram.
No dia 9 passou pelas ilhas um violentissimo cyclone, sendo pelo observatorio metereologico de Ponta Delgada registada em 106 kilometros a velocidade do vento.
O mar algumas vidas arrebatou e esperanças que luziram, de que alguns marinheiros se houvessem salvo depressa, infelizmente, se desvaneceram. Maior numero de mortes haveria a lamentar, as dos tripulantes d’um brigue italiano, se não fosse a decisão d’alguns patrões remadores da alfandega, sr. Jayme Ferreira da Gama, que primeiro arrostou com as ondas, procurando socorrer os naufragos.
No continente estes principios de inverno não se mostraram tão rigorosos, entretanto em Aveiro correram perigo dois barcos de pesca, que foram salvos pelo rebocador Lusitano da Praça do Porto.»
Share |

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Oportunidades

Em Maio escrevinhei isto.
Na terça-feira saiu isto na imprensa.


(Ver canto inferior esquerdo da edição impressa)
Share |

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Deplorável trabalho...

No passado dia 17 vi um deplorável trabalho jornalístico, na RTP, sobre Timor.Recorreram a pessoas que falavam sobre Timor como se elas tivessem tido alguma preponderância quando o povo de Timor mais precisou de Portugal.

Mas fico tranquilo, quando tenho a certeza que o povo irmão sabe e sempre soube quem esteve com eles desde que se instalou o problema: S.A.R. o Senhor Duque de Bragança. Naquele vil trabalho...nem uma palavra dele e sobre ele. As republicanices do costume.
Share |

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A todos os jornalistas que honram a sua cédula

Bem hajam, pelos altos serviços prestados à Nação, os jornalistas que despoletaram o caso que agora se generaliza e informa os cidadãos sobre organizações secretas. Nem sabem o bem que podem ter alcançado e que, não havendo memória nos últimos 200 anos, tão possante arma democrática podem ter construído. Quiçá abriram o caminho para um progresso estruturado na competência portuguesa. Finalmente o que realmente faltava...
Share |

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Na Sábado desta última semana...

Li, e aconselho a todos ler, a revista Sábado desta última semana com o seguinte título: 
"Como a Maçonaria Conquistou o Poder em Portugal?". 
Depois de uma demonstração jornalística destas, há mais alguma dúvida sobre o estado a que chegamos?
Share |

Brasil: O actual juramento da Bandeira Imperial...

"Jornalista que se declara monarquista e jura amor à bandeira do Império de D. Pedro II."
Prezo a frontalidade do jornalista e entristece-me os risos da mediocridade e da ignorância da mulher ao seu lado...
Share |

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Negativismo Noticioso (in :Ilhas N.º 12 - 31/10/2003)

(...) mediante os constantes, sucessivos e novos fenómenos mediáticos, com os quais todos somos abordados diariamente, em especial pelo meio televisivo, não pudemos resistir em afastarmo-nos um pouco do assunto proposto, passando a visionar-lhe, talvez e deste modo, de um prisma generalista, dado que extravasa a Região, mas, simultaneamente, mais estrito uma vez que pretendemos focar a nossa incidência sobre a televisão como via de informação.

Assim, devemos começar por partilhar a nossa total indignação com o actual fenómeno noticioso de alguns jornais televisivos do horário nobre, que, em primeiro plano e essencialmente, só se reportam aos casos mediáticos que ocorrem presentemente, sejam eles, os casos "Moderna", "Felgueiras", "Casa Pia", etc. E como se não bastassem, temos de adicionar àqueles citados "fenómenos jornalísticos" mais alguns pequenos mas verdadeiros contos bombásticos de horror, como (e de forma meramente abstracta) o de fulano que apunhalou, por dez vezes, sicrano, ou, então, o da freguesia X onde foi encontrado um corpo não identificado, num campo com malmequeres, que pelos vistos lá jaz há cinquenta anos, e que foi descoberto pela Dna. Antonieta que, por acaso, ia lá a passar aquando da apanha de algumas flores para colocar no vaso da sua sala, etc, etc. Perguntamos então: será mesmo necessário assistirmos, diariamente, ao teor desta tipologia de notícias? O dia a dia deste país é isto? Não estamos a crer desvalorizar a necessidade e o conteúdo jornalístico de determinadas notícias, e muito menos do rigor, empenho e profissionalismo dos jornalistas que as elaboram, mas atendendo à cada vez maior escassez de tempo que todos nós dispomos para sermos informados, não estará a haver um desvio da orbita do que é essencial, ou seja, dos assuntos de fundo que relevam mais ao país, como os assuntos europeus, a economia, as finanças ou os problemas sociais existentes, aos quais é sempre necessário reflectir, por à discussão pública e arranjar melhores soluções (hoje muitas das vezes tratados em plano secundário)? Achamos, por isso, haver a necessidade prévia de enquadrar o teor dos factos a noticiar, com o âmbito do espaço a que importam, isto é, se são do interesse nacional, regional ou local, e, então, a partir daí fazer-se a selecção e exposição noticiosa.

Todavia, operando neste parágrafo um parêntesis, e ainda a propósito do "caso Casa Pia", não podemos deixar de salientar o quanto achamos estar ténue a margem entre o poder jurisdicional e o poder político, isto sem descurar do papel interpretado pelos média, a quem muitos designam de 4.º poder. Ora, num Estado de direito como o que nós vivemos, onde uns dos seus principais pilares é precisamente o princípio da separação de poderes, mas também o dever de informar, deixaríamos, então, ao critério de apreciação do leitor, se entende estar a ser prestado, por alguns média, um bom serviço à comunidade ao "pressionar" massivamente, com perguntas, juízes que têm a missão de defender o segredo de justiça (...) ? Também não deveriam existir limites legais à divulgação noticiosa? Como se consegue divulgar dados de um processo sujeito a segredo de justiça? Se por um lado existe o dever de informar pelos órgãos de comunicação, também não há o dever ético de deixar os senhores magistrados terem a tranquilidade necessária para poderem decidir este caso já de si de enorme responsabilidade, quer para eles, quer para os arguidos? (...) Não existem tantos arguidos por este país, que após serem revistas as suas medidas de coação, ou decretar-se, por instância superior, a ilegalidade das suas prisões preventivas, virem a ser libertos, conforme os trâmites normais da justiça num regime democrático, e não serem motivos de notícia? Então, qual a intenção de alguma comunicação social nesta citada situação do "caso Casa Pia"? Informar apenas? (...) Em suma, e acerca deste caso, entendemos ter havido um bom serviço prestado pelos média na descoberta dos eventuais crimes envolvidos, porém, e a partir desse momento, devem ser as entidades competentes por direito a conduzir o processo, uma vez que a justiça faz-se é no foro e não nas travessas das ruas. Pelo que deve haver, por determinados órgãos de comunicação social, moderação no espírito de divulgação noticioso, bem como, moderação em alguns responsáveis políticos e não políticos nas suas declarações públicas.

Retomando a nossa exposição, pensamos igualmente estarmos todos a ser, e já há um certo número de anos, os receptores de um fenómeno de transmissão de pura negatividade informativa, que nos é incorporada, em especial, pela televisão, em virtude de ser um meio áudio e visual e por isso mais impressivo. Julgamos, assim, que este fenómeno é um dos principais responsáveis pelo desacreditar e destabilizar da auto estima da Nação, que mais do que nunca precisa acreditar na retoma e na reentrada do comboio da Europa, país este que tem potencial e que, outrora, já o demonstrou, acreditando até para além da então realidade, colhendo por isso o reconhecimento da História, e referimo-nos, a título de exemplo, à fase dos Descobrimentos.

A verdade é que inconscientemente este fenómeno negativista está presentemente a materializar-se em todos nós e, consequentemente, a reflectir-se nos nossos modos de vida. Há que dar a volta a tudo isto, há que começar a introduzir confiança e auto estima em todos nós, nós que somos confrontados quase exclusivamente com as ditas "más noticias" (entendam-se com o teor que já designámos de negativista, nada se referindo à sua qualidade). Basta de se falar de "sangue" e intrigas! Entendemos haver a necessidade de alguns canais televisivos, que são responsáveis pela transmissão de telejornais, reflectirem profundamente sobre esta questão, em especial sobre o fenómeno sociológico e, porque não, psicológico que lhe está inerente. Não estaremos perante a criação de um ciclo que estará a incutir na sociedade, por exemplo, um espírito de agressividade, de desconfiança para com o seu concidadão, e ressalvo, em especial, em escalões etários mais vulneráveis a este tipo de informação, já para não mencionar a violência que, em demasia, é passada em determinados telefilmes?

A este propósito tivemos um ilustre professor, homem sábio e com invulgar sentido de humor, que uma vez confrontado com uma questão de um aluno, que lhe perguntava que tipo de informação assistia na televisão, ele respondeu: «ora, com o meu pequeno comando de televisão, apenas vejo as “boas notícias” dos telejornais e o “Contra Informação”, e acreditem que fico bem informado». Acrescíamos a isso, e a título de sugestão a alguns directores de programação, porque não, por exemplo, das 19 às 20 horas serem transmitidos os telejornais das "más noticias ou ditas negativistas", e depois, das 20 às 21 horas os telejornais das "boas noticias". Assim a prestação de serviço público, por todas estações, estaria assegurado, uma vez que permitia, democraticamente, o telespectador escolher a informação que pretendia. Então…vamos a isto?! Com franqueza…

Para finalizar, e face ao descrito, genericamente entendemos que o mais essencial conteúdo jornalístico, está hoje concentrado, em especial, na rádio, em alguns jornais e, rara excepção, em alguns telejornais. Devemos por isso salutar a generalidade dos comunicadores de informação, que por rádio, jornal ou televisão mantêm o necessário equilíbrio e adequação informativa, conseguindo a boa proximidade pela qual nós lhes possamos confiar a nossa necessidade de informação e não a de emoções fortes.
Share |

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)