Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

Mostrar mensagens com a etiqueta Aclamação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Aclamação. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 25 de abril de 2017

25/4/1828

Sem grupos e facções. Advindo genuinamente do Povo.

Share |

quarta-feira, 9 de março de 2016

"Não está!"

Povo!? Onde está? A esta altura do (próprio) dia, não era para aparecerem, ao menos, alguns curiosos!? Nem isso. Lembra-nos a proclamação e o Relvas. Nisso o regime é tradicional...sempre fechado em si mesmo e distante dos portugueses.

A república é isto...muitas individualidades, pouco povo e pouca alegria. Ide ver Inglaterra, a vizinha Espanha, a longínqua Suécia, etc...ou mesmo nós até 1910.

Sem mais argumentos, aproveitaram o essencial das formalidades da Monarquia, designadamente da tomada de posse do Presidente resultou uma pálida imitação da Aclamação, mas faltando sempre o essencial, aquilo que a jornalista desta peça constata: o povo.
 
Imagens SIC-Notícias | Vídeo PPA
 
Share |

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Em dia de Proclamação de um Rei


Gostaria de aqui partilhar, com todos os meus amigos, a especial alegria e até uma inesperada comoção ao assistir, hoje de madrugada, ao processo de Proclamação do novo Rei de Espanha.

Foi inevitável lembrar-me de quem fomos até 1910, o quanto prestigiado era o nosso País e a nossa Monarquia Constitucional, o quanto preparados estavam os nossos Reis e que enchiam os portugueses de orgulho, sendo enorme a admiração que o nosso nobre povo tinha por ‘El-Rey’.

Ao assistir, nas Cortes, i. e. na casa da democracia, à Proclamação de Filipe VI, imediata e inconscientemente estabeleci o paralelo a 28 de Dezembro de 1889, quando D. Carlos I era solenemente aclamado Rei na Assembleia das Cortes, perante os deputados da Nação, jurando cumprir a Carta Constitucional, cerimónia que teve a presença de Pedro II, Imperador do Brasil, exilado desde o dia 6 do mesmo mês. Ou seja, estabeleci o paralelo que outrora neste nosso grande País que é Portugal, também era similarmente assim como foi hoje em Madrid…a Aclamação do Rei que, ‘de iure’, passava a ser “Sua Majestade o Rei de Portugal e dos Algarves (...).”

Assim, e apesar de consciente das ancestrais e históricas querelas entre o meu País e a vizinha Espanha, nada me coíbe de, respeitosamente, felicitar Filipe VI de Espanha, “O Preparado”, desejando-lhe, com toda a firmeza e frontalidade, um bom reinado em prol do seu povo, da democracia, do prestígio do seu País, da unidade cultural dos espanhóis e pela continuação do progresso de Espanha. Que Deus tenha em Sua Santa guarda a Família Real Espanhola.

Viva a Monarquia!

Share |

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

De 1 para 2

Esta é a descrição que aparece no site do Governo de Portugal sobre os tribunais, tribunais que no foro técnico, melhor ou pior, ainda são o garante de muita coisa neste País, sendo que funcionam. 

Assim, pretendo tão-somente que, em vez de um, passem a ser dois órgãos democráticos não eleitos.

Esse novo órgão seria o Rei que teria, na sua génese e no essencial, mutatis mutandis, semelhanças à natureza dos Tribunais.

Todavia, acrescia uma legitimação reforçada sobre o Rei, i.e., este seria, pelo Parlamento, Aclamado!

Share |

quinta-feira, 31 de maio de 2012

A caminho da Aclamação

«Carruagem da Coroa, que era puxada por 6 cavalos. 
Foi usada pelo Rei D.Manuel II, quando foi Aclamado Rei de Portugal pela Assembleia das Cortes, a 6 de maio de 1908.»

Texto por L.F. Afonso
Share |

quarta-feira, 25 de abril de 2012

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

D. Manuel II - O dia da Aclamação

Não foi há muito tempo... 
El-Rey fazia aniversário de nascimento no passado dia 15.
Share |

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)