terça-feira, 25 de abril de 2017
25/4/1828
quarta-feira, 9 de março de 2016
"Não está!"
A república é isto...muitas individualidades, pouco povo e pouca alegria. Ide ver Inglaterra, a vizinha Espanha, a longínqua Suécia, etc...ou mesmo nós até 1910.
Sem mais argumentos, aproveitaram o essencial das formalidades da Monarquia, designadamente da tomada de posse do Presidente resultou uma pálida imitação da Aclamação, mas faltando sempre o essencial, aquilo que a jornalista desta peça constata: o povo.
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Em dia de Proclamação de um Rei
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
De 1 para 2
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
A caminho da Aclamação
Texto por L.F. Afonso
quarta-feira, 25 de abril de 2012
O 25 de Abril que festejo...
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
D. Manuel II - O dia da Aclamação
«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)


