Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 2 de maio de 2021

Nunca!

«Nunca desperdice uma boa crise.»

Winston Churchill

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sábado, 3 de abril de 2021

Crise, crise, crise

Nascido na presente e, ainda, vigente III república, essencialmente, prevalecem realidades, nomeada e recorrentemente, tais como: "crise", "cauda da Europa", "cunhas", "corrupção" e "abril".

É preciso um desenho para entender que este regime não serve? De que está decadente? De que a Constituição está obsoleta?

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sábado, 13 de fevereiro de 2021

Crise e mudança

«Nunca se assiste a uma verdadeira mudança, a não ser que haja uma crise.»

Milton Friedman

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sábado, 24 de agosto de 2019

"Marqueçonaria"

O pai de vários aspetos péssimos para a Nação e que começaram com o Marquês de Pombal, sendo que o pior de todos perdura até hoje...

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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Ouvido numa ruela:

"O Vítor Bento deve ter descoberto coisas no BES de por os cabelos em pé. Ora, como ele não os tinha...demitiu-se!"

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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Lido na traseira de um Twingo...

...em letras garrafais: "Run Forrest run!"

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sábado, 23 de agosto de 2014

Logos...

O novo símbolo do Novo Banco é uma borboleta. 
Não sei qual foi a (brilhante) ideia, mas toda a gente sabe que uma borboleta dura pouco...

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sábado, 28 de junho de 2014

"Cumpro o meu dever. Os outros que cumpram o seu"

D. Carlos I não desconhecia, nem tão pouco ignorava, os riscos que corria. Contudo, sempre entendeu não fugir deles, «(…) como ficou patente no seu desabafo ao seu ajudante de campo, tenente-coronel José Lobo de Vasconcelos, alguns meses antes:

“Tu julgas que eu ignoro o perigo em que ando? No estado de excitação em que se acham os ânimos, qualquer dia matam-me à esquina de uma rua. Mas, que queres tu que eu faça? Se me metesse em casa, se não saísse, provocaria um grande descalabro. Seria a bancarrota. E que ideia fariam de mim os estrangeiros, se vissem o rei impedido de sair? Seria o descrédito. Eu, fazendo o que faço, mostro que há sossego no País e que têm respeito pela minha pessoa. Cumpro o meu dever. Os outros que cumpram o seu.”*»

El-Rei D. Carlos I, de Portugal e dos Algarves.

*Wiki

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sexta-feira, 7 de março de 2014

Crise?

É inevitável que alguns tenham ganho uns "troikos" com ela.

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Valores

A minha mãe sempre disse que vivíamos uma crise de valores.

€la s€mpr€ t€v€ razão.
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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Mudanças imutáveis

Para aqueles que apregoam mudanças em Portugal, mas que nada de mal vêem no regime, a única certeza que podem ter é que nada vai mudar. 

Eu quero mudar o regime, e sei que objectivamente algo mudaria em Portugal.
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quinta-feira, 11 de abril de 2013

O novo bloco

Relativamente à Europa, o sociólogo Domenico de Masi acredita que, após a crise, em 2020, «(…) os 27 poderão ser o maior bloco económico». 

In Ípsilon, de 5-4-2013, pág. 10.
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Acima de tudo de regime...

Mais do que uma crise financeira, temos uma crise de auto-estima e, ainda mais, de regime.
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Fica dito!

Portugal vai ser um caso de sucesso! 
Porquê? 
Porque a UE precisa de um caso de sucesso!
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Apátridas

Se, eventualmente, nunca mais voltarmos a ter a nossa Monarquia, não será pelos avisos, informações e contextos, sejam eles passados, presentes ou futuros.

Se, eventualmente, nunca mais voltarmos a ter a nossa Monarquia, será porque matamos, no dia 1 Fevereiro de 1908, a nossa identidade, o respeito ao País, o amor às nossas tradições e à nossa História e, sobretudo, a consciência como povo…como um filho que mata um pai. Neste cenário estaremos, efectivamente, condenados a desaparecer.
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Excelente compilação...

...da Cristina Ribeiro.
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Juros

No meio do actual turbilhão de palavras derivante da crise, estas foram as mais sábias que ouvi: “renegociar os juros.”

(D. Duarte, Duque de Bragança).

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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

De pernas para o ar

Excelente artigo de alguém que considero pragmático e de muita qualidade e valia naquilo que faz!

Pela clara e sempre objectiva posição do portuense e portista Rui Moreira.

Visto aqui, primeiro.

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Banalidades...

Na última Revista do Expresso fiquei a saber um pouco mais sobre a vida de “George” Sampaio, especialmente acerca do seu currículo académico. O do Dr. Soares já conhecia e, com mais curso ou menos curso, as médias andam próximas às de Sampaio.

Perante o constatado há um aspecto congruente com aquilo que defende a república: Qualquer um pode chegar a Presidente, mesmo um cidadão banal.

Não espanta, pois, que Portugal seja hoje um País banal com uma saúde económica que é uma banalidade.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)