Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Em estilo "corrector"

À semelhança da maioria das Monarquias Constitucionais, os países mais desenvolvidos do mundo (entenda-se em Desenvolvimento Humano – o índice que mais interessa), e colocando em especial destaque a vizinha monarquia espanhola, francamente acho que se devia aproveitar o actual turbilhão que passamos (e que ainda vamos continuar a passar), para começar a corrigir erros do passado, designadamente repor o verdadeiro nome da primeira ponte sobre o Tejo, ou seja, para Ponte Salazar e repor todas as estátuas que possam ter sido derrubadas do ditador, após o golpe do 25 Abril. Porquê estas reposições em sentido de correcção? Para que esses monumentos, aos nossos olhos, e aos olhos da História, sirvam sempre para nos lembrar quanto custa a Liberdade e a Democracia!
Deve acabar essa mania republicana paleolítica, instituída no pós 5-10-1910, de apagar, de eliminar, de encobrir, de fazer tábua do passado…seja ele qual for. Melhor ou pior…somos nós e é com ele que aprendemos para o futuro!

Post Scriptum: Desde criança que a chamo de Ponte Salazar!
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Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

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