Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

1908

A profunda e inimaginável dor que extravasa do rosto desta Senhora é mais do que demonstrativa, por si só, e já sem descurar, sequer, que nunca houve Justiça sobre o crime hediondo cometido sobre o seu jovem filho e o seu marido, para constatar aquilo que todos nós sabemos: a ré_pública não presta para nada aos portugueses, é vil, é corrupta e engana os mais desfavorecidos e incultos para enriquecer quem a controla.

Repúblicas, no geral, são para países menos civilizados, de cúpulas, de povo pouco instruído e, infelizmente, cravado inveja.

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domingo, 10 de fevereiro de 2019

Mesmo sendo seu pai, o Rei primeiro

O Príncipe Real D. Luiz Filippe que jurou proteger e dar a vida pelo seu Rei (e pai), que só não conseguiu porque D. Carlos foi morto à sua frente pelas costas.

Contudo, a sua intervenção imediata, antes de ser também assassinado, foi fulcral para proteger sua mãe e seu irmão futuro Rei D. Manuel II.

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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Acima de tudo o seu Rei

O Príncipe Real D. Luiz Filippe que jurou proteger e dar a vida pelo seu Rei (e pai), que só não conseguiu porque D. Carlos foi morto à sua frente pelas costas.

Contudo, a sua intervenção imediata, antes de ser também assassinado, foi fulcral para proteger sua mãe e seu irmão futuro Rei D. Manuel II.
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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

1 de Fevereiro de 1908

A evocar o mais triste dia da História de Portugal, aquele fatídico momento que mudou, para muito pior, os nossos destinos. Enquanto Portugal não se refizer, por via referendária, daquele hediondo facto, será sempre um País mal resolvido com o seu presente e, consequentemente, manchado de sangue, mal com o seu futuro.

Enquanto não formos absolvidos do parricídio pátrio, por via de uma democracia plena, perguntando o que nunca nos foi perguntado, i.e. que caminho regimental queremos seguir, continuaremos reféns dos mesmos que aqui nos conduziram e a deambular na mediocridade enquanto Nação face ao que já fomos.


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sábado, 23 de maio de 2015

O testamento das oligarquias

Relativamente ao episódio da tvi, por intermédio do seu jornalista José Alberto Carvalho, importa realçar que existem muitas perspectivas sobre o acto hediondo cometido no dia 1/2/1908, acto esse que, inevitavelmente, é a maior explicação para o actual (mau) estado do nosso País.
Contudo, na minha perspectiva, e não descurando as outras, sobressai-me sempre, incisivamente, esta:

▶ Uma mulher que, de um momento para o outro, vê o seu marido e os seus dois filhos a serem alvos de tiros, provenientes de diversas frentes e querendo defende-los, ergue-se imediatamente, expondo-se ao fogo e, usando um ramo de flores, carinhosamente oferecido, momentos antes, por um(a) português(a) à sua Rainha, tenta defender a família que estava a ser vil e cobardemente chacinada.

Há quem veja nesta mortandade um acto positivo. Um acto de libertação. Um acto de progresso. Um acto necessário naquela, então, democracia constitucional. Eu não! Actos terroristas condeno-os, tal como condeno o Estado Islâmico, a Al Qaeda, etc. A diferença entre o primeiro e os segundos, é que o primeiro estabeleceu-se como regime, enquanto os segundos, por ora, ainda não.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Os Charlies portugueses

El-Rei D. Carlos e, seu filho, o Príncipe Real D. Luís Filipe, foram vil e barbaramente assassinados por terroristas.

Curiosamente, e passados 107 anos, não se vêem "Charlies" portugueses indignados...

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sábado, 1 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Sentindo o pulsar e a saúde da Nação

- 1 de Fevereiro... - 

Álvaro Cunhal, acolhido, aquando do exílio, pelas mais altas instâncias soviéticas de Estaline, recebeu um voto de pesar pela sua morte na AR.

Um chefe de Estado (e seu jovem filho) são brutalmente assassinados, em Portugal, e não foi admitido um voto de pesar pela sua morte em 2008 aquando dos 100 anos de Regicídio.

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

105 anos depois do Regicídio. Não esquecemos!

«Naquele 1 de Fevereiro de 1908, Suas Majestades o Rei Dom Carlos e a Rainha Dona Amélia, mais o Príncipe Real chegavam de Vila Viçosa, desembarcando no Terreiro do Paço.

Pouco depois das 17h00, dois criminosos, Buiça e Costa respectivamente, atingem o Rei Dom Carlos e o Príncipe Real e ferem num braço o Infante Dom Manuel.

Naquela tarde de 1 de Fevereiro de 1908, mudava radicalmente, o destino de Portugal.

O Regicídio foi, sem margem para dúvidas, o primeiro passo, para o terrorismo carbonário e maçónico que assolou Portugal logo com a I República.

O Regicídio foi, sem margem para dúvidas, o primeiro passo, para a Ditadura da II República – um regime paternalista de Salazar e Caetano.

O Regicídio foi, sem margem para dúvidas, o caminho para a corrupção do Estado e os escândalos de 102 anos republicanos.

Por isso mesmo, não podemos esquecer.

Não podemos esquecer que foi com o Regicídio que chegámos ao estado a que chegámos.

Em Memória de Sua Majestade O Rei Dom Carlos I e de Sua Alteza Real, O Príncipe Real Dom Luís Filipe, mortos a tiro no Terreiro do Paço há 105 anos atrás, temos todos nós Portugueses, a obrigação moral, de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para resgatarmos o nosso futuro, como Pátria de quase 900 anos de História e por ela, garantir um futuro melhor para as novas gerações.

E porque não esquecemos o Regicídio, devemos estar unidos em torno da Família Real Portuguesa e avançarmos para uma Monarquia Democrática.»

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

"Foi há 105 anos e Portugal continua órfão"

«Hoje, passam 105 anos sobre o assassinato do Rei D. Carlos e do seu filho, o Príncipe Real D. Luís Filipe. Um dia triste, portanto. A falta que nos fez aquele Rei... A falta que nos faz um Rei, hoje mesmo

O Regicídio é tanto mais ignóbil quanto ninguém acredita que fosse um desejo do povo. Seria apenas o anseio de uns poucos, tão vis quanto o acto. Não foi um assassínio qualquer, uma obra de loucos. Sabiam o que faziam e foram directos à raiz da árvore, causando um golpe profundo. E era mesmo isso o pretendido, decepar a raiz. Para ir secando Portugal.

Leonor Martins de Carvalho»
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

"O regicídio não foi esquecido. Jamais o será"

«O acto fundador da República consistiu em dois crimes de sangue impunemente perpetrados contra as pessoas dos mais altos representantes do Estado português.
Muito antes do fatal desenlace que mergulharia Portugal no caos, numa escusada série de violências, abusos e na total e reconhecida inépcia no exercício do governo deste país, os republicanos souberam aproveitar o regime de liberdades públicas existentes na nossa terra, liberdades essas garantidas pela Carta Constitucional e pela instituição que  superiormente representava o Estado: a Coroa
Se numa fase inicial desta República brutalmente implantada, os seus responsáveis prodigamente se vangloriaram do Regicídio, inadvertidamente também deram a conhecer ao mundo quem afinal eram os novos senhores do poder em Portugal. Os desastres que os acontecimentos de 1908 e 1910  despoletaram na nossa sociedade, foram por si suficientes para uma decidida e bastante oficial política de forçado esquecimento do acto primordial da fundação do regime de 5 de Outubro de 1910. O Regicídio foi deliberadamente apagado da memória, o seu Processo Legal escandalosamente desapareceu, mercê da intervenção dos detentores do poder ilegitimamente tomado pela força dos tiros da artilharia, assassinatos indiscriminados, repressão sindical e da imprensa. Durante quatro gerações, os donos das três Repúblicas ingloriamente tentaram apontar outros responsáveis por um acto do qual eles e apenas eles foram os beneficiários morais e materiais.
Com o assassinato do Rei D. Carlos e do Príncipe D. Luís Filipe, os republicanos  desferiram o penúltiplo golpe que despojaria Portugal da sua normal evolução para uma sociedade ainda mais livre e progressiva. Apesar dos rotineiros contratempos políticos propiciados por um regime fortemente parlamentar já bem enraizado, o nosso país beneficiou de décadas de progresso material e intelectual. Durante a Monarquia Constitucional, Portugal integrou-se plenamente naquilo a que à época era a Europa do liberalismo oitocentista. Os avanços materiais foram evidentes e sem paralelo na nossa história, o país modernizou as suas infraestruturas e integrou-se no comércio  mundial.  O período monárquico constitucional foi um alfobre de grandes nomes da nossa cultura e também garantiu a nossa futura presença em todo o mundo, participando Portugal na delimitação de esferas de influência que muitas décadas mais tarde dariam origem à Comunidade de Países de Língua Portuguesa.
O Rei D. Carlos foi um dos maiores entre os grandes da nossa História. Culto e aberto àquilo que a seu tempo eram as novidades da ciência e das artes, mereceu o respeito politico e pessoal dos seus contemporâneos estrangeiros, enquanto em Portugal enfrentava só e indefeso, as contingências impostas pelo próprio regime de liberdades que não o soube proteger de afrontas, esmagadoras calúnias  e na fase final do seu reinado, da conspiração subversiva que não apenas fez ilegalmente tombar o trono, como também irremediavelmente ditaria o catastrófico século XX que o povo português  resignadamente sofreu.
Quiseram os assassinos abater o monarca que por sinal, era um homem bom e generoso. Procurando eliminar toda a Família Real, julgavam poder obliterar oito séculos de uma história ininterrupta. Não o conseguiram e cento e cinco anos decorridos após o crime que de forma indelével enodoa o regime a que ainda hoje todos nos submetemos,  já se adivinha o total alijar da canga imposta pelo silêncio que viu na ignorância das gentes, a suprema garantia de um poder prepotente e sem peias.
O ajuste de contas chegará, já não existe qualquer dúvida. Não virá de um outro acto violento que imponha a vontade de uma minoria, pois esse acerto de contas com a História já começou. D. Carlos e os seus encontram-se hoje perfeitamente reabilitados. O estudo que propicia o conhecimento da verdade já não conhece obstáculos e são precisamente os mais jovens quem decidida e porfiadamente tem quebrado as grilhetas do preconceito, da mentira e da despudorada prepotência que tem humilhado e menorizado Portugal.
Uma vez mais, o Regicídio não foi esquecido. Jamais o será.»

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segunda-feira, 18 de junho de 2012

A (ir)Responsabilidade quanto a África

A nova chefe de Angola, Isabel dos Santos, a qual controla investimentos decisivos na república portuguesa por intermédio do Bpi, da Zon e até eventualmente da Sonae, fora outros, é a personificação, hoje, do quão foi um erro, de contornos aberrantes, o caminho para onde fomos evacuados, à pressa e à força, pela república. 

A república não tem apenas a culpa e a ilegitimidade histórica pelo atentado à democracia que a faz perdurar até hoje. Tem, acima de tudo, culpa objectiva (e de certo modo quantificável) no percurso completamente errado que deu ao Ultramar. Em armas, em força, em insensibilidade, em descolonização irresponsável, da I à III, de ré em república, culminamos hoje num absoluto descrédito com o povo irmão de África. Estamos fragilizados e sem prestígio nesta comunidade PALOP. 

Em Monarquia, e pelos crimes republicanos mais acentuados de 1908 a 1910, não foi dado o devido tempo para abordar a resolução, pausada e estruturada, que estava em curso e que, na minha modesta opinião, teria hoje um muitíssimo melhor desfecho. É só lembrar que em 1907 o Príncipe Real Dom Luís Filipe tinha ido em missão de reconhecimento e sensibilização àquele Continente, como futuro Monarca que iria ser. O regime de então sabia que o nosso futuro era África, mas África em Monarquia…unidos por laços de absoluto respeito, abertura e autonomia. Membro tão importante da Família Real em África, só mesmo na ida para Alcácer Quibir de D. Sebastião… 

Uma verdadeira Commonwealth portuguesa morreu no dia 5-10-1910. And I rest my case.
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quinta-feira, 12 de abril de 2012

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Associação Beneficente D. Luiz Filipe

Confesso que me emocionou ver este excelente artigo no Açoriano Oriental de ontem*.

Um jovem príncipe, querido dos portugueses, filho e neto amado dos nossos inestimáveis Reis de Portugal, foi brutal e cobardemente assassinado em Lisboa nesse trágico dia para o futuro da Nação a 1 de Fevereiro de 1908. Tratava-se do Príncipe Real D. Luís Filipe. O mesmo que dava e deu a vida para defender o seu Rei e seu pai. Entregou-se a Portugal!
Digo-vos: Nunca foi esquecido! Luís II, pois por breves minutos sobreviveu a seu pai...é ainda hoje símbolo vivo Além-mar. 
A 'Associação Beneficente D. Luiz Filipe' é a terceira mais antiga em todo o território dos EUA, foi fundada a 21 de Agosto de 1892 em Bristol, Rhode Island.
Como sempre timbre das melhores instituições portuguesas, aquelas que perduram firmes e foram constituídas quando pensávamos progressivamente, a alongo prazo e unidos, i.e., em Monarquia.
A 'Associação Beneficente D. Luiz Filipe' tem por objecto, e conforme indica desde logo o nome, dedicar-se: à prática do bem. Praticar o bem com aqueles que sendo bastante portugueses, mas por circunstancias da vida tiveram de emigrar, encontram-se carenciados longe de Portugal. Missão: Atender a preocupações diversas com aqueles que emigraram para os EUA, especialmente na criação de subsídios de doença e seguros de vida.
Depois de ler esta notícia, senti-me orgulhoso de ser português...devo-o, uma vez mais, à minha/nossa Monarquia Constitucional.
Por favor, meus caros concidadãos, pensemos sobre o regime e vejamos o que nos torna melhores enquanto cidadãos do mundo.

Fonte: Açoriano Oriental, de 20-2-2012, pág. 20.
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Armas em Luto

Há 104 anos morriam brutalmente assassinados: um pai e seu jovem filho. Morria El-Rei D. Carlos I e o nosso Príncipe Real D. Luís Filipe. A democracia sofria um rude golpe e mais se agravou com uma impune imposição regimental republicana partidária de expressão reduzida e que ainda hoje perdura, ilegítima, sem o povo se pronunciar.

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A sustentação

A sustentação da república deve-se objectiva e essencialmente a dois homens:
a) Ao terrorista e assassino Manuel Buíça (não tanto pela forma cobarde que mata à distância e pelas costas El-Rey, mas sim por ter conseguido, já após os tumultos do primeiro disparo, matar o Príncipe Real D. Luís Filipe enquanto este tentava defender a sua Família de Alfredo da Costa); e
b) Ao Prof. António de Oliveira Salazar.

Todos aqueles que se sentirem republicanos convictos agradeçam, especial e convictamente, a estes dois homens! Todos os outros foram, até há pouco tempo, anódinos nesta manutenção!
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Na RTP 2 no dia 30 de Setembro...

«"(...) já a maçonaria estava por detrás dela" (a instauração da república).
"Uma organização de elite, não virada para o povo".
"Caveiras e punhais... A carbonária vivia para derrubar a Monarquia".
"Cabonária foi responsável pelo morte do Rei D. Carlos e do Príncipe".»

«"A maçonaria está cada vez mais viva e cresce sustentadamente"»

Frase já relativa ao presente, dita pelo ex-Grão Mestre António Reis
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O Império | A Globalização | Os Negociantes

O que mais nos caracterizou enquanto portugueses, enquanto Monarquia, foi a criação de um Império comercial. Esta realidade passada gerou, inclusivamente, no presente, uma tese doutoral (um Professor de Guimarães) que demonstra que fomos nós, e não os americanos, que criamos o conceito de globalização. Até ao norte-americano, todos os impérios “comércio marítimos”, subsequentes ao nosso modelo, foram “copy pastes” do português.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)