Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Repensar

Ontem ficou claro que o Chefe de Estado não é, afinal, uma figura alegórica. É ainda garante de muito.

Daí a importância de repensar essa magistratura, porquanto a fragilidade que hoje foi conhecida ao PR, mormente a acusação, mesmo que injusta, de ter sido partidário (na sua declaração), num Rei isso nunca aconteceria.

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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Salazarismo nunca mais, é passado

Mas uma democracia apática, anímica, maçónica, pouco patriota, "republicanesca", grosseiramente partidarista…também não.
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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Mais do que nunca!

Mais do que nunca este País precisava estar unido em torno de um objectivo comum, mas não está.

Mais do que nunca os portugueses deviam estar unidos em torno de um objectivo comum, mas não estão.

Mais do que nunca está em causa a causa pública portuguesa, mas não há resposta convincente da 'res pública'.

Mais do que nunca os partidos deviam estar unidos em prol dos compromissos e dos interesses de Portugal, mas não estão.

Mais do que nunca Portugal e os portugueses estão entregues, em destino, ao partidarismo, mas não há forma de evoluirmos para uma representação regimental não partidária.

Mais do que nunca se percebe que não estamos bem, mas muitos insistem em não querer ver isso.

Mais do que nunca se vislumbra, com nítida transparência, que a república não une os portugueses, conseguiu antes separá-los, mas insiste-se no seu formato regimental quando há provas clarividentes do seu falhanço.

Mais do que nunca se constata que Portugal não está respondendo em uníssono como era nosso apanágio no passado, mas no presente mantemo-nos republicanamente inertes.

Mais do que nunca se entende que a república não resolve a nossa situação, mas persistem em não querer mudá-la democraticamente.

Mais do nunca Portugal precisa da sua Monarquia de volta…mais do que nunca.

Mais do nunca precisamos do Referendo para recuperarmos Portugal…mais do que nunca.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Uma representação de Estado partidarizada

Com a revolução de 1910 alguns determinaram que a partidarização da chefia de Estado resolveria os nossos problemas. Passou-se a dar uma cor, ou seja, um lado ao representante que devia ser de todos os portugueses. Confundindo os pouquíssimos pobres de espírito e de conhecimento, o Partido Republicano conseguiu que os problemas políticos da época, gerados no Parlamento e pelo Governo, fossem desembocar ficticiamente na nossa Chefia de Estado. De forma oportunista fizeram-se recorrer da força das armas para atingir mortalmente Monarquia Constitucional. Ou seja, naquela data eliminou-se o nosso último garante, o garante quase milenar do povo: o Nosso Rei! Retirou-se a última hipótese de termos um representante preparado à nascença para o cargo, apartidário, incorruptível, progressista e que pusesse Portugal e os interesses dos portugueses acima de tudo.
À luz da actual crise é fácil concluir como estamos actualmente com essa partidarização, com a república e com o republicanismo, em escassos 100 anos (cujo mesmo prazo de desenvolvimento da nossa Monarquia [D. Afonso Henriques a D. Afonso III] já nos trazia crescimento e progresso). Mais grave é ainda a constatação quando verificamos, comparativamente, onde se encontram hoje as Monarquias Constitucionais do mundo em desenvolvimento humano, níveis de democracia e progresso...!
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O porquê da república nunca funcionar como sistema:

Numa 1.ª Instância (A governativo-partidária) - Não é possível colher uma unidade e um consenso construtivo. Críticas mútuas (por lugares) geram a desunião;

Numa 2.ª e última Instância (O Presidente da república) - Continua a não ser possível colher uma unidade e um consenso construtivo entre os portugueses. As críticas partidárias mantêm-se! Porquê? Porque o Chefe de Estado tem cor...é de um dos lados!

Em suma - O nosso regime é inverso a um genuíno sentido de união e, assim, de progresso.
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quinta-feira, 26 de maio de 2011

A comunicação e a linguagem encriptada


Porque é que os portugueses andam descontentes e preocupados?
As respostas são simples: não entendem o que lhes é dito (por acção ou por omissão) e, consequentemente, não sabem em quem acreditar. Andamos sem orientação.
O cerne do problema reside no discurso, na linguagem entre: Regime e Povo. A república, e os seus bastiões assentes numa estrutura minoritária de cariz (pseudo) intelectual, sempre falou, através das suas três fases, de forma encriptada com o povo português.
Por isso o nosso desânimo, a nossa falta de reacção, a nossa resignação, o negrume deste povo. Havia uma ligação comunicacional, um entendimento que foi brutalmente interrompido no dia 5 de Outubro de 1910, por intermédio da acção de uns contra a maioria. Ainda hoje somos geridos por uma matriz de interesses minoritários, alheios aos interesses gerais dos portugueses.
Desde aí, a ferida nunca mais sarou. Não andamos de bem connosco próprios, somos um País mal resolvido.
Com os nossos Reis, tal nunca aconteceu. As nossas tradições originárias (entenda-se provindas de outro 5 de Outubro…o de 1143), por um lado, e o nosso verdadeiro progressismo, por outro, sempre foram o modo comunicacional dos nossos Soberanos com os portugueses. Por outras palavras, os nossos Reis sempre souberam falar a linguagem do nosso Povo e este perceber os seus Reis, os seus legítimos representantes. Havia uma harmonia, a harmonia que os países privilegiados hodiernamente com monarquias constitucionais, vêem traduzir-se em progresso e desenvoltura para lidar com os desafios que o futuro lhes coloca. Falta-nos essa capacidade hoje, a mesma que tivemos e perdemos em 1910.
Hoje, em república, não temos nem nunca teremos essa harmonia…não se iludam. O cariz partidário invade todos os tecidos comunicacionais, invade todas as hierarquias, inclusive daquele que devia ser o nosso último reduto de confiança e de neutralidade: o Chefe de Estado. A mancha advém do simples facto que todos contaminaram-se com fenómenos partidários. Esse cariz devia bastar-se apenas pelo Governo e pelas autarquias, mas não é o que acontece, infelizmente. O fenómeno é similar a uma trepadeira de Buganvília que apenas pontualmente - uma vez ao ano - dá alguma cor. Mas no resto do ano, a maior parcela temporal desta planta, anda seca, sem flor e sem cor. Traduz-se em algo meramente visual, aparentemente fantástico mas desprovido de sustentabilidade, algo deveras enganador…por (in)definição. Daí que, para assegurar essa “trepadeira”, é necessário manter uma linguagem “técnica”, encriptada e codificada…para que ninguém questione a sustentabilidade do seu crescimento. Sampaio era prodigioso, quanto a esta matéria…reconheça-se.
Não tenham a menor dúvida: o pior dos elitismos é o intelectual! Posto isto, a associação é inevitável: recordem aquele restrito grupo que “pensou” a república para uma Nação de 767 anos e concluam sobre aquilo que hoje temos e somos…?
Ora, mesmo que entre em funções um novo Governo da república, o que certamente irá acontecer, pode este eventualmente melhorar a nossa situação e imagem perante o estrangeiro. Contudo, será uma “nova” política de remedeio, de concerto e arranjo. Nada mais do que isso…!
Para voltarmos a ser nós próprios, para voltarmos à ribalta, aquela que há mais de 100 anos já não estamos, isso, é mais que sabido, inclusive para alguns pensadores portugueses da actualidade, que só com uma mudança de ideias e de ideais, com uma mudança de Regime, que no meu modesto entendimento seria mais facialmente enquadrável com: uma nova e moderna Monarquia em Portugal.
Foto - ruisc_pt.
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domingo, 17 de abril de 2011

A ferida...

Portugal foi ferido de morte quando mataram o seu Chefe de Estado em 1908; no dia em que um Partido impôs um regime ao povo; quando a partidarização absorveu o mais alto representante da Nação.
Estamos há 100 anos sem o nosso último garante: o Rei!
Para quem gosta de Portugal, a nossa única via é mudar o regime por referendo e recuperar-nos por via de uma moderna e nova Monarquia!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!