Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Índice de Desenvolvimento Humano 2014

Nos 10 primeiros, 6 são monarquias...o que retrata uma realidade maioritária que já vem sendo repetida há muitíssimos anos.

No top 3, as 2 primeiras são monarquias. 

No top 5, 3 são monarquias.


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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Think Tank

Eu não voto no partido monárquico (entenda-se PPM).
Isso é para o Governo.
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terça-feira, 29 de maio de 2012

As repúblicas são o que são e não vão além de pouco

À parte da crise mundial ter o seu epicentro fervilhante nas repúblicas ditas mais desenvolvidas, aquela restritíssima minoria e de apreciação subjectiva quanto a esse âmbito, designadamente a Alemanha, a França, a China e os EUA, o resto que predomina na memória são os exemplos das repúblicas da América Latina, das árabes e das africanas.
Isso é bom? Resposta: É comparar os Índices de Desenvolvimento Humano e de Democracia de todas aquelas com as Monarquias Constitucionais. Nesse paralelo encontrarão a V. resposta. As repúblicas são o que são e não vão além de pouco.
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A minha escolha!

Se alguém me pergunta se quero uma Monarquia Constitucional, respondo desde logo: Como é óbvio! Mas alguma vez eu ia querer o pior para Portugal?!
Como é óbvio eu quero soluções de futuro, num regime realmente progressista que me faça aproximar, em médio ou longo prazo, do sistema mais generalizado do top 10 de desenvolvimento humano!
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Índice de Desenvolvimento Humano 2011

Publicado o Relatório de Índice de Desenvolvimento Humano 2011, e suas respectivas tabelas de indicadores, tirei umas curtas notas:

1.ª) No top 10 passaram de 6 (2009) para 7 (2010) as Monarquias Constitucionais nos Índices de Desenvolvimento Muito Elevado. Em 2011, invertendo-se algumas posições, mantiveram-se as mesmas 7 no top 10, concretamente: Noruega, Austrália, Nova Zelândia, Países Baixos, Canadá, Liechtenstein, Suécia;

2.ª) Este ano, como em 2010, o top 3 é totalmente ocupado por Monarquias Constitucionais;

3.ª) Pelo menos nos últimos 3 anos consecutivos, o Reino da Noruega é o país com o índice de desenvolvimento humano mais elevado;

4.ª) Os Países Baixos ("Holanda") subiram do 7.º (em 2010) ao 3.º lugar este ano;

5.ª) Entraram (em 2010) no top 10, em relação a 2009, duas novas Monarquias Constitucionais: Nova Zelândia e Liechtenstein. Em 2011 mantiveram-se e muito bem;

6.ª) A Dinamarca passou de 19.º lugar em 2010 para 16.º este ano.

7.ª) A Bélgica manteve o posicionamento de 2010 este ano: 18.º lugar;

8.ª) O Japão que estava posicionado em 10.º lugar em 2009, passou a 11.º em 2010 e a 12.º a 2011;

9.ª) A república portuguesa que era 34.º em 2009, passou a 40.º em 2010 e a 41.º em 2011.

FonteONU

Nota final: Quando explico que a república está mesmo a afundar-nos…não é em sentido figurado!
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Monarquias ininterruptamente à frente!


«Noruega, Austrália e Holanda (todos eles Monarquias) ocupam os primeiros lugares na lista de países com maiores progressos na saúde, educação e rendimento, revela o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2011, que coloca República Democrática Congo, Níger e Burundi (ambos repúblicas) nas últimas posições.
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A 1.ª Empresa

“Não há menos tormento no governo de uma família do que no de um Estado inteiro”

Quem o diz, com total seriedade e absoluta noção desta realidade, é o escritor francês Michel de Montaigne (1533-1592).
De facto, como há muito apregoo e comigo muitos outros em crescente, é a família o primeiro pilar de tudo. É a primeira empresa…o verdadeiro modelo empresarial introdutório.
O modelo republicano individualista é caracterizado pelo adjectivo masculino singular e assim personificado pelo O Presidente. Além disso, e porque é intrínseco ao modelo republicano, são mais que óbvias as suas políticas inversas à Família, sendo lógico e conclusivo que Portugal está cada vez mais fraco por isso mesmo.
Por outro lado, num sistema assente num modelo plural e empresarial como a Monarquia Constitucional é obvio que as coisas correm melhor. A prova no presente e para o futuro são as demonstrações de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), as quais revelam que as Monarquias Constitucionais estão em clara maioria no topo dessa hierarquia, onde resumindo as pessoas vivem melhor. Mais, nenhuma Monarquia até ao presente momento tombou face ao FMI e afins dada a actual crise de paradigma.
Perguntam-me vós: é por acto de magia? R: Não! É o resultado de muitos anos de consciência colectiva bem sedimentada. É um resultado de anos, de longo prazo. Cá temos andado a perder (aquele) tempo, daí os resultados que nos são apresentados pelas três repúblicas portuguesas.
Mas ainda vamos a tempo de mudar...!
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Antropologicamente pela “tribo”!

É com regozijo que assisto ao início, cada vez mais clarividente, da percepção sobre uma realidade: as repúblicas foram uma moda e como todas as modas duram pouco e desaparecem. Será da “crise”, conforme dizem as populações?! Não sei. Sei sim que algo está a mudar!

O indicativo mais forte vem da Líbia, onde as probabilidades de assistirmos à restauração de uma Monarquia, a mesma que foi abolida (também) pela força em 1969, são bastante evidentes. Naquele ano a Jamairia (República) Árabe Popular e Socialista da Líbia, muçulmana militarizada e de organização socialista, derrubou a monarquia do emir Sayyid Idris al-Sanusi, coroado rei com o nome de Idris I (1951-1969).
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Algures num think tank...

R,
Pelas notícias que cada vez mais vão chegando (agora já é a Ministra do Trabalho da Sra. Merkel), o Federalismo está mais próximo. Infelizmente o cenário que venho delimitando para Portugal, desde 2009, infelizmente repito, está se afigurando certo.

Ou seja, o que vamos é a ficar a dizer adeus a Portugal tal como foi fundado em 5-10-1143, o mesmo que tanto gosto. O nosso Portugal e as nossas gentes. Se nada for feito pelas verdadeiras cores deste País, a república e o seu vermelho e verde fundados na Carbonária francesa, vão, finalmente, passados todos estes anos, conseguir o seu propósito maior: tornar Portugal um protectorado da Europa. Quem gostar disso...faça favor! Eu estou com aquele que não vota nem é eleito por partidos…desde 1143 a 1910!
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Índice de Desenvolvimento Humano 2010


1.ª) No top 10 passaram de 6 (2009) para 7 (2010) as monarquias constitucionais nos Índices de Desenvolvimento Muito Elevado, concretamente: Noruega, Austrália, Nova Zelândia, Liechtenstein, Países Baixos, Canadá, Suécia;

2.ª) O top 3 é totalmente ocupado por monarquias constitucionais;

3.ª) Entraram este ano no top 10, em relação a 2009, duas novas monarquias constitucionais : Nova Zelândia e Liechtenstein;

4.ª) O Império do Japão que estava posicionado em 10.º lugar em 2009, passou a 11.º;

5.ª) A república portuguesa que era 34.º em 2009, passou a 40.º em 2010.

Fonte - ONU
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)