Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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terça-feira, 3 de outubro de 2017

História comparada

Assistindo ao que se passa na Catalunha, mais me convenço que Afonso Henriques foi um político de génio.

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sábado, 3 de dezembro de 2016

Como deviam ser os feriados

O dia 5 de outubro, reportado ao Tratado de Zamora, devia ser o dia de Portugal e da Independência.
O passado dia 1 devia ser o da Liberdade.

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domingo, 30 de novembro de 2014

Restauração na restauração

Hoje, como é tradição cá de casa, festeja-se a passagem de 30/11 para 1/12 na rua, jantado e dando de ganhar à economia local.

Enfim...é dia de festa. Connosco é assim!

Os países mais desenvolvidos têm um dia de Independência e nós também...em alguns casos bem mais antigo que os deles.

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sexta-feira, 6 de junho de 2014

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Era Filipina = Era republicana

Espera-se que as 3 repúblicas culminem como os 3 Filipes de Espanha, ou seja venha depois Monarquia Portuguesa!
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quarta-feira, 6 de junho de 2012

6-6-1975

A propósito do 6/6/1975, aqui temos um claro e óptimo exemplo como era (éramos tratados) em Monarquia e como estão agora as Lombadas
Em república só levamos "lambadas"! Aqui somos azuis e brancos (tal qual era o estandarte de Afonso Henriques) e não vermelhos como a república!
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Retive este excerto de Jaime Nogueira Pinto, no Sol:

«O 5 de Outubro e o 1.º de Dezembro. O 5 de Outubro é um feriado político, ideológico como o do 25 de Abril. Equivaleriam ao 28 de Maio, se o Estado Novo tivesse querido comemorar a sua instauração.

Mas o Primeiro de Dezembro, não havendo um dia da Independência da Fundação ou o 14 de Agosto, dia de Aljubarrota, é o dia da independência de Portugal, o dia da libertação do país da tutela da Espanha.

Foi um esforço corajoso, com grandes riscos (os conjurados de 1640 se perdessem acabavam na forca ou no cadafalso, segundo a condição social e desgraçavam as famílias) e que foi depois coroado com uma inteligente acção política, militar e diplomática. E graças a ele Portugal existe.

As comunidades vivem de mitos e de ritos, que as identificam, individualizam, tornam solidárias e independentes.

O dia da Restauração – celebrando o 1 de Dezembro de 1640 – é o nosso dia da Independência. Acabar com ele é – simbolicamente – reduzir a independência nacional a zero.

Naturalmente é isso mesmo que eles acham. E querem.»
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Fissura...

A república ainda não parou o seu processo de partir e separar tudo o que foi Portugal!
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terça-feira, 5 de outubro de 2010

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)