Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

É a história que se adultera

«No nosso viver habitual, vão desaparecendo as nossas seculares tradições. É a história que se adultera. São os hábitos e costumes que vão.
Atravessamos uma época de verdadeira confusão social.
(…) As falências das actividades comerciais e industriais, e particularmente da própria banca, são uma constante, e normalmente arrastam para a miséria não poucas famílias.
Com a “importação” de certas modernices estranhas ao nosso viver substituído por certos sistemas sem significado, é toda uma vida ancestral que se modifica sem proveito para ninguém.»

Ermelindo Ávila, escritor e historiador, in Diário dos Açores, 13 e novembro de 2016, pág. 8.

Post Scriptum – Recomendo vivamente a leitura integral deste artigo.


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domingo, 18 de maio de 2014

Final da Taça

A ambiência em torno da final da Taça de Portugal é um dos poucos bons aspectos que se soube preservar neste País.

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Praxes

Tudo o que envolve práticas iniciáticas não leva o meu agrado. 
É capaz de ser comigo...mas sou um bocado averso a ritos e rituais estranhos.

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

PORTOgal

"Pela primeira vez, o partido que venceu na cidade foi o Porto"


Já se começa a poder dizer isto com alguma propriedade:

A Invicta começa a criar uma (verdadeira) elite que demonstra maior garantia para poder trazer este País a bom Porto...de forma produtiva, empreendedora, sabendo do seu passado e sobretudo INDEPENDENTE!

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Curiosa realidade...

Aqueles a quem reconheço hoje a titularidade de verdadeiros homens (ou mulheres) de esquerda, são-no de forma, paradoxalmente, tradicional e conservadora. 

Ou seja, são muitas as gerações que os levam a ser.
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A Forma Monárquica

Monárquico é a forma de ser patriota, sem ser nacionalista. 
Monárquico é a forma mais sensível de se ser democrata, sem isso precisar de estar expresso. 
Monárquico é a forma de defender o que é produzido por nós, sem ser proteccionista. 
Monárquico é a forma de aglomerar o passado e o presente, sem ter vergonha de enfrentar o futuro. 
Monárquico é forma de ser progressista, sem deixar de ser tradicionalista.
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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Tradição: O Monumento do Tempo

Temos de compreender a tradição. As tradições são os monumentos do tempo que nos permitem reconhecer a nós próprios, inter geracionalmente. São, portanto, fundamentais para nos unir.
Um exemplo extremado: Se Spencer Gore voltasse à vida, ou aparecesse por meio de uma máquina do tempo, ficaria certamente satisfeito por saber que o campeonato que ganhou no séc. XIX, o de Wimbledon, ainda continua a disputar-se…com o vencedor do ano anterior a estrear o Central no ano seguinte e a jogar-se a final às 14 horas.
Quando o caos se instala, como foi nas Grandes Guerras, são aqueles monumentos que nos orientam, nos unificam e nos confortam… É esta antítese às “revoluções” instáveis que nos remetem para o esquecimento e para o desnorte.
Em suma: A Monarquia também neste domínio é melhor guardiã!
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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Reflexão-Síntese: a inconsequente atitude progressista!

Uma inconsequente atitude progressista, de mudar por mudar, de apagar liminarmente tradições, traduz um egoísmo para com a História, para com a colectividade e, sobretudo, para com a grande massa da consciência colectiva póstuma!
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terça-feira, 19 de abril de 2011

Ficou bem ao MNE

«Em 2006, o Departamento de Assuntos Jurídicos do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) fundamentou o reconhecimento de D. Duarte Pio de Bragança como legítimo herdeiro da Casa Real Portuguesa pelo "reconhecimento histórico e da tradição do Povo Português"; pelas "regras consuetudinárias da sucessão dinástica"; e pelo "reconhecimento tácito das restantes casas reais da Europa e do Mundo com as quais a legítima Casa de Bragança partilha laços de consanguinidade". Nesse mesmo documento, o Estado português conferiu a D. Duarte Pio representatividade política, histórica e diplomática, e que os duques de Bragança "são várias vezes enviados a representar o Povo Português em eventos de natureza cultural, humanitária ou religiosa no estrangeiro, altura em que lhes é conferido o passaporte diplomático".»

Fonte - Wikipedia.
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Gosto sempre de relembrar por quem era o povo...



«D. Miguel era um homem de ideais católicos e tradicionalistas, os quais defendia com frontalidade. Era pouco popular entre a burguesia, mais aberta à influência do ideário liberal, mas gozava de grande popularidade entre o povo, que, caído na miséria após as guerras contra Espanha e França, via num rei forte a figura de um salvador. A isto acresce que era a Igreja quem muitas vezes matava a fome do elevadíssimo número de mendigos e deserdados de mais de 30 anos de guerras, pelo que a inimizade dos liberais face a esta instituição terá levado a que o povo se colocasse ainda mais do lado miguelista.

D. Miguel era também um admirador do chanceler Metternich da Áustria, embora afirmasse não ser adepto de uma monarquia absoluta mas apenas pretender libertar Portugal das influências estrangeiras, principalmente das ideias da Maçonaria, que considerava nefastas.»

Fonte - Wikipedia
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segunda-feira, 21 de junho de 2010

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)