Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 16 de agosto de 2025

A verdade

Apenas uma nota adicional: muito antes da escravatura negra em África por brancos, o Império Romano, ou seja, o que seriam hoje italianos, escravizaram a Germânia, i.e. hoje os alemães...louros de olho azul. Com a componente da História interpretada ao seu devido tempo tudo seria mais transparente, correto e justo.

Não profiram alarvidades com falta de conhecimento e, sobretudo, tenham muita atenção às mentiras do movimento woke.

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terça-feira, 15 de julho de 2025

Outros prismas de esclavagismo e de eventual racismo...

Este senhor é Francisco Paulo de Almeida, Barão de Guaraciaba, foi um dos maiores produtores de café do Brasil no século XIX, banqueiro e empresário. Foi um dos mais proeminentes capitalistas do seu tempo e o mais bem sucedido homem negro do Brasil Monárquico.

Tinha mais de 1.000 escravos a trabalhar para si.




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sábado, 22 de junho de 2024

Indemnizações

Que tal sermos indemnizados pelos italianos (Romanos), pelos germânicos (Visigodos) e pelos ricaços países árabes (Muçulmanos)?
Às tantas ainda cobria a alegada dívida suscitada pelo Presidente Marcelo ante o Brasil, Brasil que nem existia como território juridicamente circunscrito antes de lá chegarmos.

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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Abolição da escravatura, nós e os outros

Esta famosa fotografia de Olivier Douliery, para a Getty Images, espelha de uma forma especial o que é o progresso civilizacional. Tirada na Sala Oval da Casa Branca, reproduz, por um lado, a imagem pintada de Abraham Lincoln (1861-1865), eleito pelo partido republicano, aquele que foi o responsável pela Declaração de Emancipação. Do outro lado, o esquerdo, temos a imagem fotografada de Barack Obama o 44.º Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), eleito pelo partido democrático.

O progresso aqui é interpretado de uma forma muito clara, ou seja foi por ter havido a presidência Lincoln que houve a presidência Obama. Os dois acabam por estar, neste aspeto, intimamente ligados, não fosse Barack Obama o primeiro Presidente negro eleito pelos norte-americanos.

Abraham Lincoln foi o 16.º Presidente e o primeiro pelo partido republicano, derrotando oponentes democratas. Ora, foi um Lincoln que, apesar de pertencer a um partido aparentemente mais conservador que o dos seus adversários à esquerda, e também supostamente mais liberais, objetivamente mostrou repúdio presidencial pela escravidão então praticada legalmente no Sul. A sua ação traduziu, de facto, um momento assinalável para a História da América, com repercussões a nível mundial dada a importância do respetivo exercício prático, em toda a sua amplitude, bem como, subsequentemente, à luz dos direitos universais do Homem.

Contudo, é com alguma tristeza que, de certo modo, vejo desvalorizada uma outra realidade não menos importante e não menos exemplificativa para o mundo. Portugal, por intermédio do reinado de S.M.F. D. José I (séc. XVIII), foi pioneiro precisamente na abolição da escravatura. Foi o primeiro dos primeiros. Posteriormente, e de forma plena e prática, no reinado de S.M.F. D. Luís I (séc. XIX), a abolição da escravatura era concretizada em todo o Império Português. Estávamos numa fase em que tínhamos, apesar de tudo, uma elite pensante bastante mais robustecida que aquela que temos presentemente, em que defendíamos os valores da humanidade por uma ótica da vida e da igualdade. Hoje é incompreensível, ou talvez não…, que não se celebre, de forma vincada, este avanço trazido por Portugal à civilidade universal, o qual nos devia encher de orgulho enquanto nação e que, estranhamente, pouco ou nada se faz nesse sentido. Será, eventualmente, para não recordar aos portugueses de hoje quem realmente fomos antes e o quanto eramos melhores que aquilo somos? Talvez.


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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)