Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Tentativas e concretizações

As habituais práticas “democráticas” dos republicanos, as mesmas usadas sempre, por exemplo, como a 1-2-1908 em Portugal.

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sábado, 7 de outubro de 2017

Ainda o Discurso do Rei

Tenho lido por aí algumas críticas à comunicação (vulgo discurso) do Rei Filipe VI, relativamente às circunstâncias que se passam na Catalunha. Foi duro, insensível…dizem.

Contudo, esses que afirmam tais coisas, esquecem-se de aspetos fundamentais:

1.º) O Rei é o garante da União de Espanha e dos espanhóis, e foi o que fez.

2.º) O Rei é o garante da Constituição e da Legalidade, e foi o que fez.

3.º) O Rei não podia dar azo a um referendo ilegítimo e ilegal, com urnas de quiosque.

4.º) O Rei não está contra a Catalunha, como alguns energúmenos afirmaram, antes está pela Catalunha, pois as consequências, em especial as económicas, para todos os catalães, sublinho todos, podem ser devastadoras.

5.º) O Rei defende a União dos espanhóis, mas em especial, atendendo ao caso concreto, dos catalães, porquanto é preciso não esquecer as percentagens envolvidas naquele pseudo golpe de Estado disfarçado de democracia, bem como não esquecer, SOBRETUDO, aqueles catalães, em número muitíssimo expressivo, que não querem a independência.

Em suma, como referia, e muito bem, SAR o senhor Duque de Bragança no dia 5 p.p., que Filipe VI procedeu corretamente, o Governo, na questão da violência, nem tanto.

A solução para este delicado assunto parece-me ser a dada pelo senhor Dom Duarte naquele predito dia, em fórmula semelhante àquela que também defende para os Açores e Madeira, um estatuto de País inserido num Reino Unido.


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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

O Rei falou

«Firme, disposto a defender o Estado, a lei, as instituições e a sociedade, S.M. não vai deixar que uma minoria embriagada de ideologia ponha em risco a unidade e liberdade de Espanha. Os espanhóis têm Rei. Que falta nos faz uma monarquia.

"Juro desempeñar fielmente mis funciones, guardar y hacer guardar la Constitución y las leyes y respetar los derechos de los ciudadanos y de las comunidades autónomas".

S.M. cumpre, pois, integralmente o juramento que fez no acto da investidura.»

Miguel Castelo Branco.


Ainda cabe ao Rei, em pleno século XXI, o papel institucional mais decisivo nas grandes questões, nas mais delicadas.
Ainda hoje 'O Discurso do Rei' é ouvido com atenção por todos.

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sábado, 3 de dezembro de 2016

Vergüenza


Essa gente envergonha qualquer português. Como não bastasse o desrespeito, foram mesmo ao patamar da provocação ao usar uma camiseta com a bandeira republicana espanhola.

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(In)coerências

Há quem não aplauda um Rei duplamente legitimado democraticamente (Constituição e Referendo), mas aprove votos de pesar a Fidel Castro...

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Multidão e Reis, é sempre assim


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Visita de Filipe VI

Ouvido de uma pessoa que nada liga às questões república vs monarquia:

«Tinha tanta gente no Norte para ver os Reis, com um referendo…não sei, não sei…»


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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

O Povo: "Merci Sire"

Espanha e Bélgica foram as democracias europeias onde se registaram os fenómenos recentes de inúmeros meses sem governação. Duas monarquias, curiosamente. Será assim tão curioso? Julgo que não há coincidências, o que houve foi unidade, uma unidade extra partidária, extra governativa que assegurou os cidadãos.
Houve, naqueles dois casos, Parlamento e houve, acima de tudo, Rei. 

Duvido que haja alguma margem de interpretação além daquela que nos remete diretamente para um novo papel de intervenção do Chefe de Estado. Não a chefia de Estado republicana que é, normalmente, exercida/ocupada por um político de carreira em ascensão e que, amplas vezes, incendeia em vez de criar pontes institucionais. Antes sim em Monarquia: pelo Rei. 

Se existem, em democracia, repúblicas presidencialistas (França, EUA, etc), porque razão, também em democracia, não haveriam de existir monarquias com equivalente funcionalismo?

Em suma, julgo que há espaço para um novo papel interventivo dos Reis em Monarquia constitucional, pontencialmente com a introdução de novos poderes constitucionais. Não é por mero acaso que, no espectro ocidental, as repúblicas são mais antigas que as monarquias...é uma questão, cíclica, de maior e melhor progresso. Preparação e moderação, são a respetiva base para remodelar.


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sábado, 1 de outubro de 2016

Reinado de Filipe VI

Àquela asserção republicana de que “reis e rainhas só em contos de fadas”, sobreponho dizendo que quem profere tal coisa só pode estar a viver noutro mundo… num conto de fadas, eventualmente.


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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Final da Taça do Rei

Alguns energumenos catalães assobiaram Filipe VI, provavelmente porque a maioria dos catalães na recente auscultação pública não deram crédito às aspirações independentistas.

No fim, não tiveram outro remédio que não receberem, em alegria, das mãos do monarca, o troféu da vitória que se designa: Taça do Rei.

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domingo, 15 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Luxos out!

Foi em Espanha, cá, na república avançadíssima, nem comento.

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Também o desporto um cimeiro exemplo


Filipe VI foi proclamado Rei de Espanha, numa cerimónia discreta, no passado mês de Junho, na casa da democracia - o Parlamento espanhol. Iniciou funções com o seu País envolto num processo complexo em diversos domínios. Não obstante isso, arregaçou as mangas e, num controlo apertado sobre o exercício dos cargos públicos e privados da própria Família Real, e de modo a que não subsistam quaisquer dúvidas de favorecimento àquela, não tem parado de implementar medidas para que a transparência seja o mote do exemplo, nomeadamente determinando uma auditoria externa e pública às contas da Zarzuela no próximo ano. Em Dezembro, serão anunciadas outras medidas. É, assim, neste trilho, que o exemplo já alcançou os próprios espanhóis e até a comunidade internacional, que recebeu com agrado tais decisões.
O preparado Rei de hoje foi, outrora, também, um príncipe que, desde a nascença, esteve em constante preparo e formação. Um desses elementos de preparo foi precisamente o desporto. Apoiante e adepto do desporto, sempre esteve próximo dos atletas espanhóis nos momentos chave das suas carreiras, conforme é exemplo a sua presença na final de Wimbledon de 2008, aquando do primeiro título de Nadal nos Campeonatos ingleses. Também Filipe de Bourbon foi membro da equipa olímpica de Vela na classe Soling, tendo o ponto alto dessa sua valência, e também de exemplo à juventude espanhola, ocorrido quando foi porta-bandeira de Espanha nos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992, terminando em sexto lugar. 
Todavia, antes de Filipe VI, em Portugal, D. Carlos I, um monarca completíssimo, também foi responsável, entre algumas modalidades desportivas, mormente o futebol, pelo incentivo à prática e desenvolvimento do ténis no nosso País. 
Ficou para a memória da modalidade a visita régia, em 1901, de D. Carlos I à Ilha da Madeira, especificamente à Quinta do Palheiro, onde o ténis foi muito praticado. Também no ‘Sporting Club de Cascaes’, era habitual a distribuição de prémios pelo Rei aos vencedores de torneios organizados naquele clube.
Tal como D. Carlos, também seu filho e sucessor, D. Manuel II, era um interessado na modalidade, havendo inúmeros registos da sua ida a eventos de ténis, mesmo aquando do seu exílio forçado em Inglaterra. Curiosamente existem vídeos que evidenciam isso mesmo. D. Manuel foi também um exemplar praticante de esgrima, esse desporto tão interessante e que ainda tem muito por onde crescer no nosso País.
Como se demonstra, a polivalência era mote na Casa Real Portuguesa, sendo que o desporto, tal como outras áreas, entre as quais a pintura, a ciência, a literatura, a estratégia, etc, eram cultivadas para assim comporem o estatuto e a qualidade de um Chefe de Estado mas, acima de tudo, servirem de (bom) exemplo aos portugueses num tipo de filosofia que se formava no ponto mais cimeiro das instituições.

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sábado, 9 de agosto de 2014

Classe ou falta dela...com beijinhos amargos

Esta é a classe de quem andou a controlar o País e que representou o mais pesado lóbi de Portugal nos últimos 25 anos...sucedâneo dos últimos 200. Esta é a classe de quem pode ter deixado o País à mercê, agora sim, de uma das suas piores crises de sempre.

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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Filipe VI e o novo rumo da Monarquia no contexto contemporâneo

Nunca vi um Presidente fazer isto cá (sector privado ou público [ainda mais pertinente]), confirmem com ex-presidentes e até mais recentemente...

Afinal é simples ...e mesmo aqui ao lado. Por cá é o que se vê...

O Rei de Espanha não tem parado de implementar medidas para que a transparência seja o mote do exemplo.

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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Aglomerações

O Palácio de Belém teve hoje uma inabitual aglomeração de portugueses. Foram assistir e aplaudir os Reis...de Espanha.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)