Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

domingo, 10 de janeiro de 2016

"Um empirismo inconsequente"

«106 anos após o 5 de Outubro, hoje a República, representa apenas um empirismo inconsequente, um passado decadente, corrupto e patético de um país enfraquecido, sem perspectivas de futuro e sem qualquer ideia ou estratégia definida. No presente contexto eleitoral o declínio de valores, de conceitos e de projectos atingiu o limite do ridículo. Um daqueles dez candidatos vai ser o futuro Chefe de Estado. Mas as coisas não tem que ser forçosamente desta maneira. Poderíamos talvez pensar em regressar à casa de partida e recomeçar tudo de novo ...»


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É o que temos

Uma república sem Tino, não seria uma república. Estamos ficando parecidos aos americanos, apenas com a vantagem que um PR não aquece nem arrefece ...i.e. serve de pouco e diz quase nada aos portugueses. Serve-se assim o regime.

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D. Júlia Maria de Noronha

D. Júlia Maria de Noronha, ilustríssima mulher do nosso último grande herói português - Henrique Paiva Couceiro. O padrinho de casamento foi o próprio Rei D. Carlos.

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Coerências

Rei, Leão e primeiro ... conceitos que interagem com absoluta coerência e sentido.

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Recuperações

O Sporting recuperou, recente e brilhantemente, o ciclismo. Depois de Setúbal, arrisca-se a recuperar também o ténis (6-0).

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Banalidades e falta de cultura de diferença ideológica

Ouvido anteontem:

«Ser hoje de esquerda em Portugal é como ir ao McDonald's, todos vão, todos gostam, é mais fácil, ninguém resiste…mas faz mal».

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Serviço e amparo


Não havia votos para angariar, era mesmo genuíno. Servir aqueles que jurara servir. D. Manuel II dirigindo-se aos doentes, àqueles com mais desânimo. Para esses que passavam maus momentos era-lhes reservado o que Portugal tinha de melhor, de mais honroso e de mais prestigiante: a presença de El-Rei.

Foto - Obtida por via de Luís Afonso.

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A Lei da moralidade

O primeiro pilar no saber de um aluno de Direito é ter a noção clara, logo no 1.º ano, de nunca misturar o direito (ou a lei) com a moral.

De que serve esse pilar...se já cá temos a criminalização do piropo. Não é de admirar...pois também para a ciência jurídica, e até para o direito natural e pré romano, a noção de casamento, conforme transposta para o artigo 1577.º do Código Civil de 1966, significava essencialmente: «(...) o contrato celebrado entre duas pessoas de sexo diferente (...), nos termos das disposições deste Código.»

Por outras palavras, não me espantará que certa bandalheira descontinuada do rigor e da ciência, possa, em breve, subverter também a (ciência) matemática e passar a dizer que 2+2=5. Vai na volta até daria jeito aos governos Keynesianos do costume... eventualmente para "corrigir" contas mal feitas.

Por fim, e ainda quanto ao piropo (e não a injúria, a difamação, etc - tipologias criminais que já cobrem, e muito bem, a situação em causa), caberia às próprias mulheres, pelo menos àquelas dignas desse nome, às que não se rebaixam perante tontarias masculinas mal elaboradas e australopitecas, acabar com essa aberração legal criada pela maioria negativa.

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WEEK SOUNDZZZzzz!



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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Presidenciais 2016

Tenho assistido, de uma forma generalizada, àquela fantochada tipicamente republicana que leva a maioria dos candidatos “naturais”, ou seja de origem partidária, a assobiarem para o lado, a dizerem que “não são de facção”, que são “independentes” (faltando apenas dizer que sempre foram…), quase prestando-se a dizer que nunca pertenceram àquele partido (…o seu), etc, etc. É nestas alturas que se vê de forma claríssima o que é, na verdade, a república, que ela nada representa, é teatral, tétrica, desinteressante, abstracta e, sobretudo, partidária…a própria antítese da unificação dos portugueses.

Por outro lado, e apesar de ser monárquico, mas fosse republicano, não entenderia a dúvida de votar em Henrique Neto. Se ele não ganha/r, nada mais revela que o povo (entenda-se aquela minoria que ainda perde tempo em votar neste tipo de eleições) não está assim tão alheio de culpa nas votações em candidatos protegidos por máquinas partidárias, que esse povo não sabe distinguir a neutralidade da parte, a propaganda da realidade, o estrelato da honestidade e da competência. Ou sabe?! Aquele que deveria representar a verdadeira essência da república, o ‘self-made man’, perderá, como sempre perderá em república, para o representante de determinada oligarquia.

Se fossemos, de facto, uma democracia avançada, há muito que o Estado já deveria ter aberto aos portugueses a discussão por uma outra forma de Regime que não aquela que hoje perdura (ver caso da Constituição holandesa), a qual está desactualizada, não chama ninguém e continua a ser prazerosa para as oligarquias republicanas do costume pós-1910.

Quanto Portugal carece e almeja pela figura institucional e realmente neutral do Rei, à semelhança dos países histórico-constitucionalmente mais evoluídos.

Recuperemos a nossa estima colectiva. Haja abertura, haja progresso, haja referendo!


Foto - Obtida no respectivo link (clicar sobre ela).

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Um Santo Natal e Boas Festas.
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

The Hateful Eight


Mais um de Tarantino.

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Aborrecimento

«Não deixe de perdoar os seus inimigos, nada os aborrece tanto.» 

Oscar Wilde

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Saúde da economia global

«Abordar as desigualdades é um passo vital para devolver a saúde à economia global.»

Joseph Stiglitz, Nobel da Economia, in VER.

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Vida

«Quem perder a sua vida por Mim, achá-la-á.»

Mateus 16:25

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D. Duarte de Meneses, Conde de Viana

Não haverá muitas mais formas tão honrosas de partir como esta:

D. Duarte de Meneses*, conde de Viana e primeiro capitão de Alcácer Ceguer, deu a sua própria vida para proteger El-Rei D. Afonso V na Serra de Benacofu, aquando da deslocação do Rei ao norte de Marrocos.

Fonte Wiki.

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Pet Boys (IV)

«They talk too fast and walk too slow.»

Neil Tennant | Chris Lowe (1987)

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Pet Boys (III)

«I love you, you pay my rent.»

Neil Tennant | Chris Lowe (1987)

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Pet Boys (II)

«(...)
If I didn't love you
I would look around for someone else
but every time I see you
you have the same effect

My heart starts missing a beat
(...)
every time
(...)»

Neil Tennant | Chris Lowe (1988)

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Pet Boys (I)

«I've got the brains, You've got the looks...Let's make lots of money»

Neil Tennant | Chris Lowe

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WEEK SOUNDZZZzzz!




Suede will release their stunning new album “Night Thoughts” on January 22nd, 2016.

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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

25 / 11 = Dia da Democracia Portuguesa

Enquanto cidadão gostava de ver este dia feriado. E tu?

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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Suffragette | As Sufragistas


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Joana de França

Joana D'Arc, uma camponesa, mulher simples e iletrada, que apenas tinha dois propósitos claros na sua determinação: Deus e a França.

Sem armas, decidiu enfrentar aqueles que ameaçavam a autodeterminação da sua amada França. Sempre primeira na frente de batalha, foi seguida por muitos homens, nobres e do povo, que tudo faziam para a proteger em conflito. Muitos não hesitaram em dar a sua própria vida por ela. Ela a França, ela a camponesa, ela Joana.

A sua pureza e a dos seus ideais constituiu nos franceses da época uma complexa forma de restituição da força que há anos lhes fugia. Com ela os franceses viram novamente uma França livre e acreditaram na mudança...e mudaram.

Joana a mártir, verdade, mas nunca abdicando da sua razão e daquilo em que acreditava: o melhor para a França e para o seu povo!

A liberdade, a igualdade e a fraternidade em Joana não eram, equivalentemente, uma imagem, uma bandeira, um símbolo, e, muitíssimo menos, um chavão emanado de elites ou de uma revolução, eram sim, além de simplesmente intrínsecas nela, expressadas por acção.


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As "primaveras árabes" estão a repercutir um terrível "inverno" na Europa

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O infeliz circuito

Refugiados --» Europa --» Estado Islâmico --» França --» M. Le Pen

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Centenas de argumentos, mas só um irá contar: Centeno

Se os banqueiros aprovam o Dr. António Costa para PM, então vamos ter um governo socialista...ou será do Prof. Centeno?

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Impasse

No presente impasse do PR e conhecido o pronto entendimento do Senhor Duque de Bragança sobre o assunto, aposto que muita esquerda, neste momento, ia preferir um Rei...

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Prognóstico antes do jogo

Vejo um cento, para não dizer ‘Centeno’, de motivos para isto não correr bem…

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WEEK SOUNDZZZzzz!


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sábado, 14 de novembro de 2015

Steve Jobs


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Vontade indómita

Todo o empreendedor deve ter a vontade calibrada, equivalentemente, para mudar o mundo.

Caso contrário, mais vale não avançar.


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Um simples exercício


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BANalidades soberbas

«Entre o nada e o nada»

João Loureiro, 1989.

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"Efeitos da queda anunciada do governo"

Lido o texto fiquei apenas com reserva jurídica num aspecto concreto (“dissolução da Assembleia da República”), mas o artigo, no seu todo, não deixa de ter relevante interesse.

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Humanizar Vs Estatizar

«É preciso humanizar o Estado e não estatizar o homem.»

Anacoreta Correia citando, na AR, uma frase de Francisco Lucas Pires.

Nota – O princípio maior dessa expressão é a figura, cada vez mais necessária, do Rei.

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PM e não solução de governo

O Primeiro-Ministro é nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos representados na Assembleia da República e tendo em conta os resultados eleitorais (vide n.º 1 do artigo 187.º da Lei Fundamental). É isto o que diz a Constituição. O PR nomeia um PM e não uma "solução de governo apoiada na AR".

Posto isto, Cavaco irá nomear Costa, o perdedor das eleições, sem um programa de governo consistente e duradoiro conforme o próprio líder socialista reconhece?

As Presidenciais são já em Janeiro, por isso: gestão por aqueles que já têm a confiança dos credores.

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Precisão

Apenas para precisar: concordo com aqueles que acham que a CRP não deve ser revista...ela deve sim ser substituída por uma nova ou por nenhuma escrita à semelhança do Reino Unido.

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Luminoso

«A Fonte Luminosa foi-se ou foice?»

M.A.A.

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Quem paga?

Marcha atrás nas privatizações?! E quem paga as (drásticas e chorudas) indemnizações aos consórcios vencedores?

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As incontornáveis diferenças (II)

Em Portugal a esquerda continua com a sua visão retrógrada e conservadora de totalizar o Estado sobre o cidadão, impondo-se ao segundo; A direita hoje, infelizmente menos conservadora societariamente mas felizmente mais liberal economicamente, aposta, contrariamente, em desbravar o trilho que conceda a maior liberdade possível ao cidadão para ser empreendedor, realizar-se e gerar riqueza.

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As incontornáveis diferenças (I)

De um prisma abrangente, verifica-se, inquestionavelmente, que a esquerda não tem conseguido afastar-se daquela forma totalizadora de subsidiar e enquadrar tudo sob égide do Estado orgânico, enquanto a direita, especialmente a liberal, procura conferir a liberdade ao cidadão para se determinar.

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Obrigado Dr. António Costa!

Poucos acreditarão que aquilo que irei proferir é desprovido de ironia, mas quero agradecer ao Dr. António Costa pelo que concretizou no Parlamento no passado dia 10 de Novembro. Todos sabem que a minha maior aspiração de regime (e de cariz não partidário) é restituir o Trono de Portugal a quem de direito. Contudo, e como é amplamente sabido, não foi isso que aconteceu naquele dia. Aconteceu, porém, a minha segunda maior aspiração: o fim do centro político em Portugal e a definição clara para o futuro entre a esquerda e a direita. Quis a história que fosse António Costa o responsável por esse ‘upgrade’ democrático, o mesmo que deverá gerar, pela postura assumida perante todos, novas forças de direita que há tanto careciam de existir para que se estabelecesse um verdadeiro equilíbrio democrático em Portugal.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

007 Spectre


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Aquele que é/será Portugal

«Olhamos para este período de incertezas na democracia republicana, através do olhar da monarquia. Há 20 anos, Portugal assistiu a um casamento digno de um rei, ou, de um pretendente a rei. Do enlace de Duarte Pio e Isabel de Herédia nasceu a família que podia ser real. No Perdidos e Achados, os duques de Bragança falam da sua vida, do país e da atual situação política.»

SIC

Nota - Apesar da reportagem ter sido boa, o respectivo título e a rubrica é que ficaram aquém para alguém com a respeitabilidade do Senhor Duque de Bragança.

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Cella Bar | Pico


Bar e Restaurante de tapas, Madalena, ilha do Pico, Açores.

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Ferramentas

«Os homens transformaram-se nas ferramentas das suas ferramentas.»

Henry David Thoreau

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Responsabilização

Se quanto à eleição dos governos Sócrates podia ser dito, democraticamente, que o povo teve responsabilidades, contrariamente, no caso de Costa, o povo está absolutamente alheio ao que pode vir a acontecer.

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Made in Portugal.

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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

João Bénard da Costa: Outros Amarão as Coisas que Eu Amei


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CRP: Fascismo não, todavia...

Alguém alguma vez ouviu o Jerónimo de Sousa ou qualquer outro líder do PCP declarar-se não estalinista? Eu nunca ouvi.

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SIC atenta aos sinais dos tempos


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'O Pensamento D’El-Rei'


– Carta d’ El-Rei D. Carlos I ao Príncipe Alberto I do Mónaco in Fevereiro de 1907.

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'Monarquia – Liberdade de Pensar e de Escrever'


– Sua Majestade Fidelíssima El-Rei Dom Pedro V de Portugal in Escritos

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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Perdido em Marte


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Repensar

Ontem ficou claro que o Chefe de Estado não é, afinal, uma figura alegórica. É ainda garante de muito.

Daí a importância de repensar essa magistratura, porquanto a fragilidade que hoje foi conhecida ao PR, mormente a acusação, mesmo que injusta, de ter sido partidário (na sua declaração), num Rei isso nunca aconteceria.

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Onde está realmente o foco do problema


António Horta Osório

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LMC

Um dos mais respeitáveis actores portugueses e senhor de um pensamento admirável:


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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Marguerite


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'Descomplicativo'

Está mais que na altura de descomplicar algumas coisas em Portugal.

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Alice no País das Tristezas

Não fosse a elevadíssima perigosidade para os destinos do País, confesso que até gostava de assistir à obscenidade política da formação de uma "maioria de esquerda", liderada pelo Sr. Costa, apenas para analisar os comportamentos do BE e do PCP a lidarem governativamente com os problemas reais dos portugueses.

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Inevitabilidades

O mais caricato é que num governo da "maioria de esquerda", o PS vai ser a ala direita desse engenho.

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No futuro

«No longo prazo, questões sociais e ambientais serão também financeiras.»

Lars Sørensen, CEO da dinamarquesa Novo Nordisk e número 1 no ranking, anualmente elaborado pela Harvard Business Review, que lista os CEOs com melhor performance no mundo inteiro.

In VER

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Tínhamos a PaF... e agora PuF!

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Putativamente

O potencial vencedor das Presidenciais 2016 é um político muito corajoso, habituado a lidar com momentos problemáticos e preparadíssimo para decisões difíceis...

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Arnel


Dr. Carlos Melo Bento.

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sábado, 10 de outubro de 2015

Every Thing Will Be Fine


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Lucidez constitucional

O PR ao votar está dizendo que escolhe uma parte.

Uma lei constitucional lúcida devia ter esse aspecto sob consideração.

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Engenhocas políticas

Muitos estão preocupados com a possibilidade de Costa formar governo com o PCP e o BE.

Julgo que não há lugar a alarmes. Tudo não passa de uma mera encenação politica prévia, antes mesmo de se apresentar perante a Coligação. Esse engenho politico nada mais é do que um suposto trunfo alicerçado na sua posição oscilante e bambaleante entre a extrema esquerda e o centro-direita. 

Contudo, Costa sabe que não se pode atrever a tanto e irá viabilizar o OE, pois o risco para Portugal ainda é enorme e até para o próprio PS (não esquecer o que aconteceu ao PASOK). Costa se fosse coligar-se com a extrema esquerda, estaria a comprometer a maior parte dos socialistas, aqueles que são europeístas e moderados e, acima de tudo, iria afrontar os fortíssimos lobbies que no fundo são os "donos disto tudo" e de quem o PS não está alheio. 

Em suma, esses que andam preocupados...não queiram fazer Costa assim tão estulto.

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Harmonias

A dita "maioria de esquerda" é ideologicamente tão coerente e harmónica como uma salada russa!

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Derrota em discurso

Se estiveram atentos devem ter reparado que António Costa terminou o seu discurso de derrota (...se for possível chamar-lhe assim...) com vivas à república e enaltecendo os respectivos valores de origem jacobina francesa.

Pelo exposto e em suma, quem for republicano recorde-se que Costa, nesse aspecto, traduz a verdade e, portanto, estará a defender exactamente os mesmos pressupostos do líder socialista. 

Eu afirmo categoricamente que nunca defenderei tais valores, nunca.

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Traduzindo para futebolês


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Democracia e democracia

Ouvindo, na última terça-feira, o Bernardino Soares na SIC-N, fui levado a concluir:

1.º) Existe a democracia espelhada na lei e que dá a legitimidade a quem vence eleições; e

2.º) Existe a democracia do PCP.

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A 'Economia do Mar'

A determinante importância de (re)descobrir o mar.

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Eterna vitória

O PCP apresenta sempre um elemento prevalecente relativamente às demais forças políticas: havendo eleições...vence.

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Não se invertam realidades: é seguro que Costa perdeu.

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Made in Portugal:

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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

The Danish Girl


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130 fotografias da última rainha de Portugal


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Inqualificável!

Ainda a propósito das #%&@£§ que António Lobo Antunes teceu sobre Fernando Pessoa, nem quero pensar o que diria ele sobre a obra do Pe. António Vieira…

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Tecno?

Blatter e Platini investigados criminalmente...será desta que finalmente a tecnologia chega ao futebol?

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Devo confessar que nunca me soou bem o "Poor's" no "Standard &"

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Antes e depois

Antes diziam: “Comprei um Skoda/Seat mas no fundo aquilo é VolksWagen.”

Hoje dizem: “Comprei um Skoda/Seat mas no fundo aquilo é Skoda/Seat.”

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Como recuperar o crédito

P: Quanto custa esse VolksWagen TDi?
R: € 30.000,00.
P: Ofereço € 10.000,00.
R: Vendido!

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E eu que sempre pensei que eram só os portugueses…

VolksWagen, Audi, Skoda…enfim alemães…esses chicos espertos…

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Shuzo Matsuoka

Usualmente o japonês Shuzo Matsuoka era considerado um "cavalheiro do ténis".
Eu sempre preferi o termo "Samurai do ténis", dada a nobreza e a pureza com que se entregava ao jogo e como respeitava os adversários e o público. De uma educação inesquecível.

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WEEK SOUNDZZZzzz!


Não vão estar incógnitos no próximo dia 11, domingo, pelas 21h, na Casa da Música.
Quem tiver coisas muito importantes para fazer nesse dia, desmarque-as e vá assistir aos Incognito.


Made in Portugal!

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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Aniversários

Nascia, respectivamente, no dia 28 de Setembro de 1863 e de 1865, El-Rey D. Carlos I e S.M. a Rainha D. Amélia.

1896

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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Snowden


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A asfixia esquerdina

Se não tivéssemos uma maioria esmagadora de partidos de esquerda no domínio político português, o que é absolutamente castrador e objectivamente impeditivo para uma evolução civilizacional e democrática (…daí estarmos constantemente a ser intervencionados), tais como o PCP, o PCTP/MRPP, o POUS, o MAS, o Livre, o Agir, o BE, os Verdes, o PAN, o PTP e o Partido Socialista, e vivêssemos num país evoluído onde esse desequilíbrio de forças não fosse uma realidade, este assunto já estaria remetido à sua verdadeira instância: o Tribunal Penal.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)