Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 3 de abril de 2021

Fulcral e de uma verdade imaculada

Sem por nem tirar. Quanto mais tempo passa, mais se dimensiona a qualidade e a importância de Reagan.

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Um eufemismo, só isso

Liberalismo é um eufemismo de Libertismo, longe de um sinónimo de Liberdade.

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sábado, 13 de fevereiro de 2021

A Iniciática Liberal está de regresso

Os liberais estão, inequivocamente, de volta a Portugal.

Depois de terem destruído a nossa Monarquia, bem como as Monarquias da Europa, sim, sem descurar das repúblicas disfarçadas hoje de Monarquias, eis que se apresentam, novamente, sem reservas, controlo ou pudor. Até mesmo os pilares do government do Vaticano conseguiram fazer tombar, embora mais tarde (meados do século XX - 1958), mas conseguiram alcançar e atingir o seu principal alvo. Objetivo cumprido.

Apesar de termos atravessado momentos menos bons com o PREC, temos de ser justos e dizer que os únicos que, em Portugal, além de D. Maria I e D. Miguel I, ousaram travar o pior de todos os males, o Liberalismo, iniciático na sua ação avassaladora pela dominadora Europa do século XVIII, e já no século XX, foi o Prof. Salazar e, também, em toda verdade, os comunistas que, dentro do possível, foram adormecendo o monstro, tal como estava entranhado por muitos partidos do espectro político.

Infelizmente estou preocupado com o vírus liberal que está assumidamente de regresso e que, temo, irá crescer às custas do definhamento da esquerda tradicional que ainda íamos tendo. Embora rural, de foices e martelos, popular, mas acima de tudo tradicional. Hoje reconheço, perante a leitura hodierna que faço do cenário político, que essa esquerda tradicional, apesar de não ser boa, não era necessariamente má face ao mal maior do dissimulado Liberalismo, que mais do que matar... corrompe espíritos e consciências.

No presente, talvez um Salazar não estivesse já tão distante de um Cunhal, mas num futuro vamos caminhar para um modelo do tipo norte americano, ou do norte da Europa, que de um lado temos conservadores e do outro perigosos liberais que querem, entre outras coisas, exterminação de fetos aos 9 meses, com o forte e sedutor dinheiro fácil para comprar almas. O PCP foi contra a eutanásia e determinante em outras causas humanistas. Esperemos que os conservadores, sejam eles de direita ou de esquerda, estejam solidamente unidos para o que por aí vem. Muitos liberais vão se reconfigurar ao próximo contexto, deixando os seus anteriores casulos de disfarce, fossem em partidos de esquerda progressista ou nas muitas sociais democracias partidárias que por aí existem, deixando de haver um conceito de esquerda e direita, mas antes mais próximo de conservadores e liberais. Deus queira que o que resta dos pilares tradicionais e conservadores consigam suster o impacto que nos cobre com a sua ameaçadora sombra. Duvido, mas quero ter esperança.



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Liberalismo comercial

Abraham Lincoln, 16. º Presidente dos Estados Unidos, era do mesmo partido de Trump.
Os (democratas) liberais ganhavam muito dinheiro com o tráfico de escravos.

Por isso esta imagem (do KKK) nada me espanta, o presente nada me espanta igualmente e o fim do 16.º Presidente é conhecido...


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Não se iludam

Capitalismo nao foi, não é, nem nunca será sinónimo de Liberalismo, prova disso é, por exemplo, a (poderosa) China.

O Capitalismo, de certo modo, sempre existiu. O Liberalismo não.

Há várias formas de não controlar o Capitalismo, o Liberalismo é a principal do prisma económico.

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Chega!: Não é o Lobo, é o Pedro

Tal qual como analisei e escrevi (e previ) a 10 de janeiro p.p. o futuro está à porta.

No rescaldo do dia das eleições, Ana Gomes proferiu uma frase muito peculiar, talvez que tenha passado despercebida aos mais desatentos, e que traduzia isto: reúno um grupo de liberais, progressistas, ambientalistas e europeístas.

Antes daquela frase, no aludido artigo do dia 10 foquei para isso mesmo - “Muitos liberais vão se reconfigurar ao próximo contexto, deixando os seus anteriores casulos de disfarce, fossem em partidos de esquerda progressista ou nas muitas sociais democracias partidárias que por aí existem, deixando de haver um conceito de esquerda e direita, mas antes mais próximo de conservadores e liberais (...)” - significando que a Iniciativa Liberal poderá ser o elemento agregador e motivador, sobretudo para os jovens. A juventude millennium já não tem a mínima paciência para, como autómatos pré programados, nascidos após o 25/4, que defendiam, ipsis verbis, sem terem sentido ou conhecido, aquilo que seus pais, avós ou bisavós defenderam no tempo do Estado Novo, como foices e martelos, de uma esquerda rural (...longe do liberalismo sofisticado de Nova Iorque...) por mais caviar que possa ter procurado evoluir para disfarçar cosmeticamente a sua génese e, acima de tudo, não estarem comprometidos, por anuência tácita, com uma passada e injustificável mortandade de seres humanos inocentes para que se impusessem tais ideologias. Uma nova juventude, com uma nova irreverência, provavelmente, por um lado, provinda da Direita tradicional e conservadora, mas, paralelamente, versus e mais assustadoramente, também, derivante do Liberalismo, seja ele vindo da Esquerda ou da pseudo direita, poderão configurar o novo cenário político do século XXI.

O Dr. André Ventura, com todos os males e críticas que lhe possam dirigir e daqueles que, hipoteticamente, até tenham efetivamente certa razão no que lhe qualificam, disse algo determinante no debate direto com Mayan na SIC, e que foi: a Iniciativa Liberal não era de Direita, coisíssima nenhuma. De facto, e por mais voltas que os seus cruéis opositores possam dar, esta é uma verdade indesmentível.
O Liberalismo que foi contido até ao século XX no nosso País, está a reaparecer com a força do século XIX em Portugal, e quando esse mal estiver instalado, e fazendo fé no que escrevi, bem como nas palavras de Ana Gomes, e nas do fundador da Iniciativa Liberal, Carlos Guimarães Pinto, mas também na daqueles que defendem e promovem os valores da “democracia liberal” como “garantes de liberdade” e que criaram o Instituto '+ Liberdade', um think tank dirigido pelo ex-líder da Iniciativa Liberal, contando com mais de 5.000 membros fundadores, incluindo Adolfo Mesquita Nunes, Carlos Moreira da Silva, Ana Rita Bessa, Lídia Pereira e António Nogueira Leite, significa que algo de muito perigoso está em curso...

Com tal cenário a crescer, com o nítido decréscimo do PCP e do Bloco, os próximo serão o PSD e, conforme as baterias já foram apontadas por Ana Gomes (...essa grande amiga do PS...) e por este artigo do Jornal Económico, também o PS, partido o qual, já sem falar de um Sócrates e dos seus múltiplos correligionários, descendentes e afins Liberais que por lá abundam, poderá ser o que resta abater. Devo dizer que esta posição de Carlos Guimarães Pinto em nada me surpreende, aliás, só vem confirmar as minhas mais profundas certezas.

No dia que os liberais se assumirem e se fundirem, poderá ser, como dizem os Clã, “o começo do fim”. Quiçá, muitos ainda vão perceber e implorar, em tempo, por um perfil de André Ventura, mesmo vindos da esquerda, tal como alguns comunistas que já votam nele, porquanto o futuro não me parece nada risonho, onde se matarão todas as tradições. Por isso já dizia António Sardinha, sim à tradição, não ao conservadorismo. Eu acrescentada: não ao Liberalismo!

O Chega não é o Lobo, é o Pedro e o Pedro tem de se unir com o PPD, o mesmo que dizer com a sua ala Sá Carneirista, bem como com os socialistas de bem, ou seja, os não liberais. Se assim não for, estamos a jeito de termos um Rio de retrocessos civilizacionais.

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Uns tiraram vidas mas outros fizeram pior: mataram almas

"O Liberalismo é uma utopia".

Ouvi esta marcante frase, na passada semana, por parte de um leal amigo e empresário de Vila Franca, dos verdadeiros que podem ostentar esse título, daqueles que nunca se vergaram ao maior poder político, o governamental, daqueles que caiem violentamente e reerguem-se, um líder verdadeiro (dos poucos que conheci), um comandante de homens, um defensor feroz dos seus colaboradores, um inconformado contra as regras pré estabelecidas, dotado de uma precisa inteligência analítica mas, acima de tudo, a qualidade que mais lhe admiro, um sentido de humor único e brilhante.

Tal como o Comunismo é uma utopia, também, de facto, o Liberalismo é outra. O primeiro, sobretudo na URSS e na China de Mao, não se coibiu de matar seres humanos aos milhares para impor o seu idealismo. O segundo faz algo ainda pior, não gera sequer mártires, ceifa irredutivelmente as suas almas, a dignidade e a verticalidade deles.

Salazar (mas também, sem descurar, por outra via, o específico Integralismo Lusitano de António Sardinha), percebendo, astutamente, o enraizamento desses dois descomunais perigos, combateu pela força o primeiro e suspendeu, por decreto, o segundo. Criou uma Constituição Corporativista (... para informação dos menos sabedores expressamente inversa ao fascismo que propôs um Rolão Preto... naturalmente com aquele salpico esquerdista que só hoje começa a ser possível reconhecer aos fascistas... não tivesse ele se tornado um opositor a Salazar na Oposição Democrática e pela fundação do Nacional-Sindicalismo), a qual através da cooperação económica das instituições podia estabilizar o Capitalismo, deixar as empresas prosperarem e produzirem, fossem as grandes, as médias ou as pequenas. Recordo os Champalimaud, os Mello, a CUF ou os pequenos comerciantes que proliferavam pelos centros das cidades e pelas aldeias de Portugal com os seus diversos produtos. A indústria funcionava em Portugal como nunca. Tivemos a segunda maior fábrica de tecelagem da Península Ibérica, a Baiona, construíamos barcos, tínhamos uma robusta indústria química, etc. .. talvez por isso crescíamos a 7%...

Acresce a isto que o Estado Corporativista do Prof. António de Oliveira Salazar, tinha uma máquina administrativa sólida, assente na transparência e, acima de tudo, na seriedade, sabendo que política era um aspeto e sociedade civil e económica outro.

Tal como Salazar, sempre, e antes dele, houve Administração, desde Afonso Henriques e, em especial, na gestão complexa do Império Ultramarino. Depois o Estado, antes a Coroa. No mundo, em geral, há Administração e o progresso de um País, não haja qualquer ilusão, depende sempre dela, mas sobretudo da sua eficiência, qualidade, celeridade, regulação e transparência (ou seriedade se preferirem). Um país 100% privado ou próximo disso é niilismo e uma blague.

Ora, a utopia do Liberalismo evidencia-se precisamente por isso, porquanto iludem-se os seus defensores e aqueles que são enganados por aqueles, pois a crua realidade é que quando chegam ao poder não têm outro caminho, como revela a História desde do século XIX, que não se acomodarem, refastelarem e terem de acatar o que lhes diz a Administração. Há poucos dogmas sociais, mas este é incontornável.

Por fim, e a título de exemplo, o CDS-PP e o PSD em algumas das suas franjas ultra liberais, quando foram cheios de força "liberal" para o poder, em 2002 e em 2011, rapidamente renderam-se, e ainda bem que assim foi, ao poder ainda maior da Administração.

Não defendo um Estado absoluto, mas uma negação de um Estado é ainda pior. Um Estado não se deve intrometer em tudo, deve dar liberdade, entrar em áreas muito específicas, deve ser mediador, regulador e ser transparente. Não é preciso sacrificar almas para gerar riqueza, não ao Liberalismo... sempre!


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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Raio – X

Considero-me um conservador nos costumes, progressista na Cultura e equilibradamente liberal na Economia.

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quinta-feira, 14 de junho de 2018

Sem prejuízo da outra parte (Miguelismo):

Sanjoaninas 2018
Melhor cartaz em Portugal nos últimos 108 anos!


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sábado, 14 de novembro de 2015

As incontornáveis diferenças (I)

De um prisma abrangente, verifica-se, inquestionavelmente, que a esquerda não tem conseguido afastar-se daquela forma totalizadora de subsidiar e enquadrar tudo sob égide do Estado orgânico, enquanto a direita, especialmente a liberal, procura conferir a liberdade ao cidadão para se determinar.

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

"Liberal dentro do conservatismo"

«Pessoa definia-se como "conservador do estilo inglês, isto é, liberal dentro do conservatismo, e absolutamente anti-reaccionário"»

in 'A Revista do Expresso', de 21 de Fevereiro de 2015, pág. 72.

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quinta-feira, 14 de março de 2013

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

"Novos colegas"

«Durante muitos anos habituámo-nos à ideia de os maiores adversários da Monarquia se encontrarem nos clubes liberais da meritocracia, fetiche que em Portugal apenas significa "ter o mérito de conhecer as pessoas certas, no Partido certo". A crise do regime precipita as tentativas para o encontrar de uma solução para outra democracia e se há algum tempo qualquer menção à hipótese da Monarquia faria rebentar grossa tempestade entre os PS, PSD e até - pasme-se! - neste ou naquele filiado do CDS, hoje consiste num tema apetecível e normalmente debatido. 

Algo mudou. A questão do regime aí está e desde já anotamos este novo ponto de interesse liberal no Blasfémias, no Portugal Contemporâneo e no Insurgente.»

Nuno Castelo-Branco, no Estado Sentido.
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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Nunca houve Guerra Civil em Portugal...

Tenho sérias dúvidas que as guerras liberais tenham sido uma/a verdadeira Guerra Civil Portuguesa.
Isso porque: O lado vencedor teve de ir recrutar, com empréstimos estrangeiros, endividando ainda mais o País, rufias e mercenários a Inglaterra e a França, sendo os seus "exércitos", "generais" e "almirantes" substantivamente de origem transfronteiriça. Ou seja, o Liberalismo importado que apoiavam enfrentava portugueses...!
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quinta-feira, 12 de julho de 2012

D. Miguel I, Rei de Portugal: Povo e Progresso

Alguns portugueses (inclusive monárquicos) afirmam que no caso de o Miguelismo ter vencido as guerras liberais, nós teríamos entrado num espiral retrógrado. O Liberalismo (maçónico como acabou por se verificar) prevaleceu…e foi o que foi para a Monarquia e, sobretudo, para Portugal. Um desastre. 

O honrado D. Miguel de Portugal, o Popular, tinha, conforme é sobejamente sabido, o apoio do povo mas também da Prússia. A Prússia era pura e simplesmente a civilização mais poderosa no pensamento filosófico, musical, técnico, etc, da época. Mais, ainda hoje quem manda na Europa? As parcerias estratégicas com o Imperador da Alemanha, num reinado continuado por D. Miguel, poderiam ter sido profícuas para o Reino de Portugal.
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Foi assim há 175 anos...

Em pleno século XXI considero-me, curiosamente, um liberal moderado. Mas foi precisamente por altura das lutas liberais que um antepassado meu, por via paterna (pelo ramo da minha respectiva e querida avó), encontrava-se em similares condições aos aludidos funcionários, apenas por ser miguelista.
Eis o dado histórico geral:
Fonte - AO, de 15-10-2010, 1.ª página.
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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Topónimo aqui perto da minha zona...!

«William Harding Read (1774-1839) era o cônsul britânico em Ponta Delgada e residia na Quinta da Bela Vista, em cujo solar, dito "do bom fim", recebeu, como hóspede, clandestinamente, o Ten Sá Nogueira (futuro Marquês de Sá da Bandeira), quando o governo da ilha se encontrava nas mãos da facção miguelista.
Segundo Luís Bernardo Leite de Ataíde, era o Cônsul Read "uma figura do mais elevado relevo intelectual e moral da sociedade do seu tempo", pois aliava "a uma vasta cultura das ciências, ao conhecimento de várias línguas e à sua particular predilecção pelas letras e pela música [...] os mais aprimorados requintes de uma fina educação" e da arte de bem receber.»


Nota - O Cônsul William Harding Read era irmão do trisavô de um grande e estimado amigo aqui de casa. Abraço para ele!

Fonte - Partilha, N.º43, Ano IV, Abril de 2010, última página.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)