Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Joana de França

Joana D'Arc, uma camponesa, mulher simples e iletrada, que apenas tinha dois propósitos claros na sua determinação: Deus e a França.

Sem armas, decidiu enfrentar aqueles que ameaçavam a autodeterminação da sua amada França. Sempre primeira na frente de batalha, foi seguida por muitos homens, nobres e do povo, que tudo faziam para a proteger em conflito. Muitos não hesitaram em dar a sua própria vida por ela. Ela a França, ela a camponesa, ela Joana.

A sua pureza e a dos seus ideais constituiu nos franceses da época uma complexa forma de restituição da força que há anos lhes fugia. Com ela os franceses viram novamente uma França livre e acreditaram na mudança...e mudaram.

Joana a mártir, verdade, mas nunca abdicando da sua razão e daquilo em que acreditava: o melhor para a França e para o seu povo!

A liberdade, a igualdade e a fraternidade em Joana não eram, equivalentemente, uma imagem, uma bandeira, um símbolo, e, muitíssimo menos, um chavão emanado de elites ou de uma revolução, eram sim, além de simplesmente intrínsecas nela, expressadas por acção.


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«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

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