Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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sábado, 24 de março de 2018

Preconceito esquerdino lusitano pós-Monarquia

A tal máxima:

“Quem não é do PC (…ou de esquerda)”, em Portugal, é fascista! É simples.

Muito bolor, muito. Valeram-nos os Heróis do Mar.

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domingo, 10 de janeiro de 2016

Banalidades e falta de cultura de diferença ideológica

Ouvido anteontem:

«Ser hoje de esquerda em Portugal é como ir ao McDonald's, todos vão, todos gostam, é mais fácil, ninguém resiste…mas faz mal».

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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Impasse

No presente impasse do PR e conhecido o pronto entendimento do Senhor Duque de Bragança sobre o assunto, aposto que muita esquerda, neste momento, ia preferir um Rei...

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Prognóstico antes do jogo

Vejo um cento, para não dizer ‘Centeno’, de motivos para isto não correr bem…

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sábado, 14 de novembro de 2015

Quem paga?

Marcha atrás nas privatizações?! E quem paga as (drásticas e chorudas) indemnizações aos consórcios vencedores?

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Obrigado Dr. António Costa!

Poucos acreditarão que aquilo que irei proferir é desprovido de ironia, mas quero agradecer ao Dr. António Costa pelo que concretizou no Parlamento no passado dia 10 de Novembro. Todos sabem que a minha maior aspiração de regime (e de cariz não partidário) é restituir o Trono de Portugal a quem de direito. Contudo, e como é amplamente sabido, não foi isso que aconteceu naquele dia. Aconteceu, porém, a minha segunda maior aspiração: o fim do centro político em Portugal e a definição clara para o futuro entre a esquerda e a direita. Quis a história que fosse António Costa o responsável por esse ‘upgrade’ democrático, o mesmo que deverá gerar, pela postura assumida perante todos, novas forças de direita que há tanto careciam de existir para que se estabelecesse um verdadeiro equilíbrio democrático em Portugal.
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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

A asfixia esquerdina

Se não tivéssemos uma maioria esmagadora de partidos de esquerda no domínio político português, o que é absolutamente castrador e objectivamente impeditivo para uma evolução civilizacional e democrática (…daí estarmos constantemente a ser intervencionados), tais como o PCP, o PCTP/MRPP, o POUS, o MAS, o Livre, o Agir, o BE, os Verdes, o PAN, o PTP e o Partido Socialista, e vivêssemos num país evoluído onde esse desequilíbrio de forças não fosse uma realidade, este assunto já estaria remetido à sua verdadeira instância: o Tribunal Penal.

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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Livremente...

«O Livre é um CDS à esquerda»

Catarina Martins, BE

in Expresso, 1.a pág., Primeiro Caderno, de 23-5-2015.

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domingo, 15 de março de 2015

Secretarias gerais...

Em pleno século XXI ainda existem partidos, no meu País, que o Secretário-Geral manda mais que o "Presidente"...

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

O efeito loop

A esquerda, em especial a radical extremista, insiste na sustentação do Estado Social, nem que para isso se mantenha o endividamento até ao limite do irracional.

Perante esta realidade, não deixa de ser paradoxal que a insistência nesse endividamento apenas traduza o reforço do sistema que o esquerdismo combate, o Capitalista, porquanto as dívidas não mais significam o enriquecimento daquele do prisma transaccional.

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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Minorias estridentes

Parece que corre em Espanha uma petição para questionar o regime monárquico.
 
Essa petição reúne cerca de 120 mil assinaturas num espectro de cerca de 50 milhões de espanhóis.
 
Bem, se formos pelo exemplo do caso português, os espanhóis que se acautelem pois meia dúzia de terroristas conseguiram, no Terreiro do Paço, em 1910, dar a volta a oito séculos de História e à maioria …sendo que ainda hoje está tudo calado e em brandos costumes.
 
O problema é que já passaram 103 anos e a república, sem nunca permitir a liberdade de expressão sobre si própria, ainda existe.
 
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Constatações de facto

Vejam bem a tipologia (…para não dizerem que recorri a epítetos como “laia”) das pessoas que vagueiam pelas ruas de Espanha a pedir república… Asseguro-vos que elas têm um perfil e objectivo paralelo com as que derrubaram, em 1910, a nossa Monarquia.

O mais estranho é que aquela minoria que, há 103 anos, de Lisboa, passou a mandar na maioria, deixa até hoje um evidente e irrefutável legado de descrença e desmotivação nacional, sendo que ainda existem uns tontos que criticam o nosso País por ele ser como é hoje e por estar como está sem, aparentemente, saberem porquê.

Despertem e raciocinem!

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Parece que alguns espanhóis querem ficar como os portugueses ficaram...

Os arruaceiros transversais do costume estão tentando fazer em Espanha o que fizeram em Portugal.

Se conseguirem o seu propósito não lhes dou 100 anos para espatifarem (a unificação de) Espanha e as parcelas que restarem, na sua maioria, vão ser uma espécie de Portugal de hoje.

A sorte dos espanhóis é que o PSOE é um partido responsável.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!