Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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domingo, 8 de fevereiro de 2026

Presidenciais 2026

Como monárquico não voto (especificamente) para a Presidência da República. Seria uma incoerência comigo mesmo se assim não fosse.

Contudo, vendo o cenário deste ato eleitoral, parece-me claro que, independentemente do resultado de hoje, o Doutor André Ventura sairá sempre vencedor.

Continuo a achar, e tentando colocar-me na pele dos detratores dele, que vencer a Presidência, ainda assim, iria ser menos mau do que aquilo que virá a seguir.

Ganhando Seguro, pessoa séria, mas também o mais difamado homem de esquerda dentro da esquerda, quis o destino que caísse sobre ele a responsabilidade de salvar a III república, aquela que "caminha para o socialismo" de acordo com a Constituição ainda em vigor. Lembro apenas duas coisas aos republicanos e aos que votam em Seguro:

1- A França já vai na V República (quiçá a caminho da VI); e
2- François Hollande (o último socialista Presidente da França antes da derrocada final do Partido Socialista Francês).


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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Lados

O grande trunfo que Seguro tem do seu lado é que Sócrates está do lado oposto!

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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

A trois

O Dr. Cavaco, apesar de experiente político, interferiu na governação ao fazer aquele périplo do acordo partidário "a trois". O PSI20 imediatamente ressentiu-se e o País objectivamente sofreu.

É verdade que aquela acção política do PR acabou por neutralizar, de vez, a acção de Seguro e do PS, dada a inevitabilidade da resposta ao acordo e dada a subjugação daqueles perante os seus superiores hierárquicos dentro do Clube socialista (Soares, Alegre e Comp. Lda). Mas, apesar de tudo, e embora possa ter um efeito reflexo benéfico, tratou-se de uma acção política para não lhe chamar partidária ou, mais grave, ideológica.

Em suma, o PR não foi, com toda a clareza, de "todos os portugueses" e prejudicou Portugal naquele seu acto.

Anteriormente, num formato muito menos elaborado e elegante do que Cavaco, já Sampaio tinha implodido um Governo e cujo motivo, em comparação com os governos de Sócrates e Coelho, ás tantas, até merecia hoje uma medalha de mérito e louvor...

Cerne do assunto: Valerá a pena continuar com este modelo regimental?
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O quisto

Cá está ele o velho quisto anti-progresso de 101 anos…
De uma vez por todas e de forma objectiva: MAS QUE RAIO SE ESTÁ A FESTEJAR NO 5 DE OUTUBRO?! Será o aniversário da Kate Winslet?
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)