Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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sábado, 4 de novembro de 2017

A Arte e a Ténica

O ténis de McEnroe era arte.
O de Federer será eventualmente o do melhor jogador nos courts a disputar partidas.


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domingo, 16 de agosto de 2015

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

"Figuras na Praia com Toldos"


Obra artística de El-Rei D. Carlos I

"Figuras na Praia com Toldos"
1895. Óleo s/ madeira. 7 x 12 cm
Colecção particular
Foto: Pedro Aboim Borges

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sábado, 9 de agosto de 2014

Lord Clark


«Kenneth McKenzie Clark, The Lord Clark (Londres, 13 de julho de 1903 - Hythe, 21 de maio de 1983) foi um escritor e diretor de museu do Reino Unido, e um dos mais conhecidos historiadores de arte de sua geração.
Era filho de Kenneth MacKenzie Clark e Margaret Alice McArthur. Estudou na Universidade de Oxford e em 1927 casou com Elizabeth Jane Martin, tendo três filhos. Especializou-se em história da arte e foi um protegido de Bernard Berenson, logo ganhando prestígio no Reino Unido. Com trinta anos foi indicado diretor da National Gallery, e no ano seguinte, Superintendente da Royal Collection. A partir de 1946 passou a se dedicar à escrita e ao ensino, dando aulas em Oxford. Chanceler da Universidade de York entre 1967 e 1978 e membro do conselho do Museu Britânico. Foi ordenado cavaleiro comandante da Ordem do Banho em 1938, em 1968 foi-lhe outorgado um pariato vitalício como Barão Clark de Saltwood no Condado de Kent, e recebeu a Ordem do Mérito em 1976. Tornou-se um membro proeminente do Partido Conservador e em seus últimos dias se converteu ao Catolicismo.»

In Wiki.

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sábado, 28 de junho de 2014

"Portugal na Forca"


«"Portugal na Forca" é o nome dado a um trabalho de artes visuais realizado por um estudante algarvio e pelo qual vai agora responder em tribunal na próxima segunda-feira. O trabalho de final de curso esteve exposto, durante dois dias, num terreno baldio às portas de Faro. Valeu ao artista 17 valores e também a acusação de crime de ultraje à bandeira nacional.»


E a liberdade de expressão da república perante as verdades...onde está?!

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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Restruturação do blogue



Da experiência entretanto colhida, bem como da análise de determinadas realidades circundantes que se foram sedimentando, infelizmente constatadas a 21/2/2014, verificou-se a necessidade de efectuar alguns ajustamentos de forma e substância à estrutura deste blogue. Os mesmos visam, acima de tudo, e designadamente, a optimização do seu funcionamento e o melhoramento da sua prestação aos respectivos destinatários. Nestes termos, de realçar que este blogue irá proceder a uma restruturação.

Pugnando por uma rejuvenescida alternativa àquela que vinha sendo a sua matriz - a Monarquia - assumirá, a partir da presente data, um carácter mais generalista sem macular, contudo, o seu princípio estruturante e no qual assenta a própria designação deste domínio electrónico.

As alterações previstas são consideradas essenciais para adaptar a oferta dos seus conteúdos a novos desafios, bem como, sem descurar da sua dimensão, ajustar o blogue e as suas rubricas ao novo curso decidido.

Neste alinhamento estratégico incluir-se-ão várias medidas de reorganização, nomeadamente o detrimento daquela que era, até então, a sua aludida matriz, para se centrar numa renovada optimização da actividade do blogue. Assim, o blogue embora passe a secundarizar aquela que foi, até então, a sua base, registe-se que o seu autor manter-se-á sempre fiel à Monarquia, aos Reis de Portugal e seu legal e legítimo Descendente sem, contudo, deixar de achar que, para haver uma alteração regimental que importe a evolução para uma nova Monarquia Constitucional, é necessário, primeiro, haver uma profunda e interna reforma nas instituições gravitacionais à Monarquia e, mais ainda, nas mentalidades dos próprios monárquicos. Ou seja, impedir que alguns desses, inadequados e impreparados, afastem ainda mais a Monarquia da realidade e dos portugueses de hoje...enquanto cidadãos do nosso tempo.

Neste âmbito, a restruturação iniciar-se-á a partir da presente data, podendo estender-se por algumas semanas ou, até mesmo, meses, mas sempre imbuída num espírito de activa modelação e ajustamento, embora de forma tranquila, progressiva e normalizada àquilo que se vier afigurar necessário executar. O blogue tentará abordar uma maior diversidade de informação, embora integrada no citado princípio estrutural do mesmo. Além disso, as publicações serão operacionalizadas quando (inter) subjectivamente se afigurarem oportunas e a disponibilidade assim o ditar. Mantêm-se preservados todos os conteúdos/artigos/posts registados no blogue.

O blogue passará, neste contexto, a assentar numa maior diferenciação temática (Filosofia, Música, Cinema, Arte, Actualidade, alguma Política, História, sobretudo a de Portugal, menos Monarquia, etc), pugnando que esta seja alternativa e qualitativa, bem como direccionada para uma aposta em novos interesses e horizontes que carecem de ser alcançados. O formato intimista manter-se-à, entretanto, intacto.

Assim, a expectativa é para uma gestão mais consentânea, atenta e eficiente, procurando este blogue, no novo formato, elevar o nível de satisfação dos seus leitores e seguidores.

Sem demais assuntos,

Apresento os meus sinceros e mais cordeais agradecimentos.

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 29 de março de 2013

Fat disrespect

Apesar de ser a Joana Vasconcelos, montar uma "sapataria" na Sala do Trono Real Português é um pouco "extra large" demais.
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

“Cara a Cara” - Igrejas Contemporâneas

Os portuenses Dom Manuel Clemente (DMC), Bispo do Porto, e Álvaro Siza Vieira (ASV), arquitecto e prémio Pritzker e Leão de Ouro da Bienal de Veneza, tiveram um interessante tête à tête sobre arte sacra e arquitectura no Expresso, Primeiro Caderno, de 15 de setembro de 2012, pp. 22 e23. Ficam alguns apontamentos de relevo e reflexão:

Expresso – «Gaudí tornou-se católico devoto. O arquitecto Siza fez a igreja de Marco e não é crente. Já não é relevante o que parecia ser uma relação necessária?» 
DMC – «Isso não significa que a pessoa não transcenda na obra que faz e que tudo aquilo que seja visão do mundo, sentimento profundo, de certa maneira não se materialize naquele espaço que constrói.»
ASV – «O espaço da igreja, hoje, é muito interessante para um arquitecto. Depois do Concílio houve muitas mudanças, não só na liturgia. O celebrante virar-se para a assembleia em vez de estar de costas altera totalmente a lógica do espaço tradicional de uma igreja. É um programa que exige muita reflexão, muita troca de ideias. Na altura tive reuniões com teólogos da diocese do Porto e falámos muito sobre essa transformação.» 

Expresso – «Há uma arquitectura religiosa?»
ASV - «Na arquitectura de qualidade há qualquer coisa que se aproxima da religiosidade. Há esse esforço, que por vezes é conseguido, de pôr em relação tudo quanto existe no espaço. É pôr tudo a cantar» 

Expresso – «A ideia de associar a inspiração criativa ao sobrenatural está em queda?»
ASV – «Há uma coisa que não deixa de ser curiosa. Algumas das grandes igrejas contemporâneas são feitas por não praticantes do catolicismo. Le Corbusier, que fez pelo menos duas das mais maravilhosas igrejas: Ronchamp e La Tourette. Uma igreja é destinada a uma comunidade religiosa específica, mas, além de ser um lugar de encontro com o que transcende, é um lugar de encontro de homens.» 

Expresso – «Depois de séculos de criação artística feita para glória de Deus, a arte contemporânea despediu-se de Deus?»
ASV – «Haverá a que sim e haverá a que não. Estabelecer uma fronteira entre ‘isto é materialista’ e isto ‘é espiritual’ não é fácil, porque estes campos cruzam-se. Também há muita coisa de material no espaço da igreja. Pôr tudo isso em relação é que consegue uma qualidade que para muitos leva à elevação do espírito, à oração. Para outros não, mas há muitas formas de oração e de comunhão. Não é só dizer o Padre Nosso.» 
DMC – «Uma certa estilização faz parte do caminho da vida e da religião. Creio que nesse sentido o cristianismo dá uma achega fundamental. (…)» 
ASV – «Há episódios de excepção a todos os níveis da hierarquia da igreja, mas há um certo afastamento ou receio em relação à arte contemporânea. Não é fácil encontrar quem permita com total integridade projectar e construir uma igreja. Já tive um caso num projecto para a igreja de Âncora, que acabou por não se construir. (…)»

Expresso – «A Igreja tem dificuldades em gerir o embate entre arte popular e erudita?»
DMC – «Na relação entre uma arte mais erudita, que implica uma formação, quer do artista quer do receptor, e depois a chamada arte popular, o embate é muito grande. Colegas meus sacerdotes levaram por diante projectos com bons arquitectos, mas depois há o embate com a população, que não compreendia aquilo porque estava presa a projecções simbólicas muito precisas. E então, logo que o sacerdote vira as costas enchem o templo com tudo o que são as imagens e o gosto que às vezes consideramos simplesmente kitsch. Não é fácil.» 

Nota final: Alguns monárquicos e conservadores em geral, que pouco abonam naquilo que defendem (pela imagem Neandertal que transmitem numa altura que são precisas soluções inovadoras), pois são cristalizadores, devem reflectir sobre os seus conhecimentos e opiniões relativamente à arquitectura em geral, sendo que esta é uma fortíssima componente para mostrar o quanto estão aptos (ou não) para representar um passo em frente na instauração de uma Monarquia Constitucional. Este artigo merece uma reflexão séria daqueles, repito séria, pois muitos defensores da Monarquia comportam um progressismo tão amplo cuja noção de arquitectura, em boa sorte, terá ficado no século XIX (para não dizer antes desse período). Quando virem uma obra que muitos apelidam de “monstro”, “caixote”, etc, procurem primeiro saber do seu enquadramento multidisciplinar, história e contexto no espaço. Nunca descurar que, quiçá, o Mosteiro dos Jerónimos, à época da sua construção, terá feito mais celeuma que o CCB hodiernamente!? Há que viver e perceber o nosso tempo, não se esqueçam disso.

 Igreja de Marco de Canaveses (Arq. Álvaro Siza Vieira)
Igreja de Ronchamp (Arq. Le Corbusier)
Igreja de Nossa Senhora de Fátima | Lajedo | Ponta Delgada (Arq. Gomes de Meneses)
 Sagrada Família | Barcelona (Arq. Antoni Gaudí)
 Igreja da Santíssima Trindade | Fátima (Arq. Alexandros Tombazis)
Igreja de La Tourette (Arq. Le Corbusier)
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

"Culturismo"

Enquanto na Cultura, mas sobretudo nos artistas portugueses, existir aquela menoridade jurássica que para se ser "artista" há que ser de esquerda (ou afim), ao contrário daquilo que acontece numa Inglaterra, onde artistas apoiam os Tories ou nuns EUA onde até actores de cinema (Clint Eastwood, Jon Voight, etc) apoiam em congressos o Partido Republicano…continuaremos muito atrasadinhos.

A Cultura e a Arte não são património de ninguém e quem as quiser politizar ou torná-las ideológicas, e até podendo obter algum sucesso, estará a menorizá-las e também a diminuí-las …consequentemente também se reduzindo como artista.

A arte instrumentalizada pela ideologia ou pela política pode até ser arte…mas é certamente uma arte menor.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!