domingo, 12 de dezembro de 2021
O que mais se aproxima do religioso
sábado, 13 de fevereiro de 2021
Credos e Ideologia ≠ Arte e Cultura
A arte, independentemente das suas expressões, seja ela tradicional, clássica ou pós moderna, serve, primordialmente, para nos preencher o espírito e, inerentemente, motivar-nos, internamente, da forma subjetiva que nos caracteriza casuisticamente.
sábado, 4 de novembro de 2017
A Arte e a Ténica
sexta-feira, 12 de maio de 2017
domingo, 16 de agosto de 2015
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
"Figuras na Praia com Toldos"
sábado, 9 de agosto de 2014
Lord Clark
sábado, 28 de junho de 2014
"Portugal na Forca"
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Restruturação do blogue

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 29 de março de 2013
Fat disrespect
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
“Cara a Cara” - Igrejas Contemporâneas
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
"Culturismo"
«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)












