Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 21 de março de 2020

O BCP foi criado por Jardim Gonçalves

O Sr. Eng. Jardim Gonçalves recebia 175 mil euros mensais. É, de facto, uma quantia substantiva.

Porém, se compararmos esse montante com quanto aufere o seu concidadão madeirense, Cristiano Ronaldo, não é assim tanto.

Se adicionarmos a esta equação que o génio e o trabalho do Eng. Jardim Gonçalves, que se fez a si próprio como empreendedor, diferentemente de famílias já instaladas na banca como os Espírito Santo, os Sottomayor, os Mello, os Champalimaud, foram de um valor fantástico, criando o atual e mais sólido grupo bancário de Portugal, inclusive, tendo resistido à golpada socrática que quase arruinava o BCP que ele criou...não fossem as sólidas bases pelo senhor, engenhosamente, deixadas.
Sabendo que ele gerou e, consequentemente, ainda gera, muitos postos de trabalho, tendo fortalecido o tecido empresarial e a economia, em geral, de uma forma fulcral durante anos e anos.

Talvez, vendo bem as coisas...o valor que recebe, além de merecido, na minha opinião, é justo. A mim, que ganho muitíssimo menos que ele, não me preocupa minimamente, porquanto foi ele que teve uma visão de criar, do nada, um difícil e complexo império financeiro e sustentador de muitas famílias portuguesas.

Desagradável é ver aqueles que o atacam nos tribunais, em vez de o elogiarem, são os mesmo que lhe devem os seus postos de trabalho e de receberem salários chorudos por causa e mérito do Sr. Eng. Jardim Gonçalves.

Quando, anos atrás, ele teve os problemas relacionados com offshores, essencialmente focado no crescimento do Millennium, muitos foram os que lhe "excomungaram" publicamente e o repudiaram que nem ratos a abandonar um navio que afunda, depois de terem comido, e bem, do prato dele. Mas o navio que Jardim Gonçalves construiu, nunca foi ao fundo. Felizmente, ontem e hoje, nunca fui um desses.


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quarta-feira, 1 de maio de 2019

Empresa Maior

Uma Família Real também traduz um fenómeno, de certo modo, empresarial, empresarial no sentido em que a família é empresa primeira. Nesse contexto, a Monarquia estimula a união da coletividade.

Em contraste, a república, por via de UM Presidente eleito, singularmente, motiva o individualismo e a desunião...a parcialidade.

Talvez por isso sejamos piores, comparativamente, àquilo que fomos outrora e as monarquias do presente são, em regra, dos países mais desenvolvidos do mundo.

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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

In Memoriam

Existem diversas formas de ser um verdadeiro português. Ele foi à sua maneira.
Respeito.


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sábado, 27 de maio de 2017

Gorreana

Um orgulho empresarial micaelense. Uma empresa que, criada em Monarquia, enfrentou dificuldades no decurso da sua história, em especial, e já em república, com as nacionalizações do 25 de abril de 74. 
Todavia, subsiste, ergue-se forte e coesa em torno da mesma família que a gere, de geração em geração, exemplarmente: focada na organização.

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terça-feira, 8 de março de 2016

Mesmo Antes

«A ética, antes de ser empresarial é pessoal.»

João Pedro Tavares, presidente da ACEG
in VER
 
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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Lucrativo

«O maior lucro que uma empresa tem é (mesmo) a realização pessoal de todos os seus colaboradores»

D. Manuel Clemente, Jun. 18, 2015 - '6º Congresso Nacional da ACEGE'

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domingo, 18 de janeiro de 2015

A Ver amor

A Ver anda a insistir e a apostar nisto...pelo menos ninguém pode dizer que não é inovador.

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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Ramo empresarial

O melhor que tenho nesta vida, não foi alcançado por votação...! Foi por via empresarial ...a família!

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Soluções inflamáveis

Imposto acrescido para o gasóleo.

E este Governo ainda quer incentivar as empresas...?!

Deve pensar que a maioria das viaturas das empresas é movida a água…

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quinta-feira, 30 de maio de 2013

O regresso do Rei de Portugal

O regresso de um Rei é como a chegada de uma competente gestora a uma organização, seja ela empresarial ou não, e que resolve os seus problemas intersectoriais de recursos humanos, por vezes desavindos há inúmeros anos, colocando todos os colaboradores a interagirem em uníssono e no objectivo comum de darem o seu melhor pela organização, sem por isso auferirem mais. 
A organização melhora e os beneficiários dessa melhoria agradecem. 

*Texto inspirado numa grande senhora que conheço.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Serão os alemães nossos inimigos?

Factos: 

1.º) D. Miguel I de Portugal tinha na Prússia (de Frederico Guilherme III) uma fortíssima aliada, a pareceria de futuro que acabou por não se concretizar. A única certeza que temos é que o caminho seguido, após o seu exílio, foi mau. Temos nos dias de hoje a prova;

2.º) Os nazis não nos invadiram, quando teria sido bastante simples para eles; 

3.º) “Há mais de 300 empresas alemãs em Portugal algumas delas estão cá há mais de cem anos, como a Siemens ou a Bosch”*. 

*in ‘Caderno de Economia’ do Expresso, de 10-11-2012, pág. 18. 

Nota final: Nunca chegamos a aliar-nos aos alemães como fizemos com os ingleses, entretanto afastamo-nos dos últimos e fomos colar-nos, definitivamente, a partir de 1910, aos franceses que nem nos ajudam, nem servem de modelo, nem nos ligam.
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segunda-feira, 18 de junho de 2012

A ré pública e os "filhos pródigos"

A queda da Monarquia em Portugal faz-me lembrar aqueles “filhos pródigos” de grandes famílias geracionalmente empresariais. Estas durante gerações e gerações deram o corpo às balas pelos seus trabalhadores e património e, depois, numa só geração, abastada e sem qualquer noção daquilo que custou chegar até ali, arruínam tudo em aspectos supérfluos, em má gestão e megalomanias, chutando, irresponsavelmente, para o primeiro gestor de falência que apareça e que liquida definitivamente o “império” empresarial antes edificado (in casu o regime republicano).
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)