Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 3 de julho de 2021

De caos em caos

Já não bastou o erro quase irrecuperável de termos feito um downgrade regimental, de Monarquia para república (como demonstram hoje os países mais desenvolvidos em IDH serem Monarquias), tivemos ainda a “besta”, Afonso Costa, que transforma Portugal numa ditadura terrífica, a I república torna-se um caos ingovernável, com consequências graves económicas e de segurança para os portugueses. Salvador?
Obviamente só é legitimado por aquela frase do povo à data e face aos factos: “Queremos Salazar”!

Não tendo a Carbonária, movimento italiano que deu o vermelho e o verde à bandeira da republica portuguesa, morto Portugal no dia 1/2/1908, hoje não teríamos tido, potencialmente, a horrenda I república, o Estado Novo, a III república de elevada corrupção, de boys e anti meritocracia, uma descolonização vergonhosa e maldosa para brancos e pretos e, eventualmente, teríamos, presentemente, uma “Commonwealth” portuguesa, sob chefia de Estados Independentes com o Rei de Portugal.

Enfim…hoje somos uma miséria de povo, sem orgulho nos nossos governantes e pedintes da UE.

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domingo, 2 de maio de 2021

Repúblicas, de uma em outra

Já não bastou o erro quase irrecuperável de termos feito um downgrade regimental, de Monarquia para república (como demonstram hoje os países mais desenvolvidos em IDH serem Monarquias), tivemos ainda a “besta”, Afonso Costa, que transforma Portugal numa ditadura terrífica, a I república torna-se um caos ingovernável, com consequências graves económicas e de segurança para os portugueses. Salvador? Obviamente só é legitimado por aquela frase do povo à data e face aos factos: “Queremos Salazar”!

Não tendo a Carbonária, movimento italiano que deu o vermelho e o verde à bandeira da republica portuguesa, morto Portugal no dia 1/2/1908, hoje não teríamos tido, potencialmente, a horrenda I república, o Estado Novo, a III república de elevada corrupção, de boys e anti meritocracia, uma descolonização vergonhosa e maldosa para brancos e pretos e, eventualmente, teríamos, presentemente, uma “Commonwealth” portuguesa, sob chefia de Estados Independentes com o Rei de Portugal.

Enfim…hoje somos uma miséria de povo, sem orgulho nos nossos governantes e pedintes da UE.


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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Porque ainda existem referências

A imposição da república portuguesa aos portugueses foi um trágico acontecimento que entristece qualquer um com bom senso, independentemente de ser monárquico ou não.

As evidências dessa tragédia são várias. Tratou-se de um golpe de oportunistas que se apoderaram de Portugal, não foi uma ação democrática, o País ficou pior do que estava (tivemos mesmo de ir para uma duríssima Ditadura para corrigir o caos instalado), derrubou-se um sistema democrático instaurado pela Carta Constitucional, entre muitos outros efeitos perversos e desnecessários. De todos, houve mesmo um aspeto hediondo nessa revolução de inveja e ganância que foi a forma como os padres foram imediatamente perseguidos e tratados. Afonso Costa e a corja que o circundava rapidamente estabeleceu como prioridade o ataque aos padres, tratando-os como criminosos de delito comum, rapando-lhes o cabelo para que todos soubessem como iria ser, a partir de outubro de 1910, a I república portuguesa. Nem o confessor de S.M. a Rainha D. Amélia escapou à ferocidade de Costa e de seus pares. O anticlericalismo republicano, na sua mais pura essência, fez-se mostrar e nunca foi tão claro como naquela época. Aqueles que, na maior parte das vezes, eram os fazedores do bem, a ajuda dos pobres, dos doentes e dos desprotegidos, a ação social à data, foram radical e impiedosamente acossados.

Apesar da vergonha que o 5 de outubro objetivamente constitui para Portugal e para os portugueses, não só pelos aspetos invocados, mas também pela razão do tempo que perdemos comparativamente ao nível de progresso societário dos países europeus que se conservaram como Monarquias, a maior de todas as vergonhas é, ainda hoje, a ausência da voz do povo português neste assunto. É inadmissível, porquanto serão cúmplices daquele golpe de 1910, todos aqueles que tendo poder, não deixam/aram o povo se manifestar, sobretudo sabendo que tivemos quase oito séculos de Monarquia e nem um ato de justiça de Estado ou histórica proferiram…nem tão pouco a referendária.

Contudo, é com especial orgulho que soube da forma corajosa, determinada e afirmativa que, na Ouvidoria da Povoação, no concelho onde se deu o povoamento da Ilha de São Miguel, dois padres, em duas freguesias distintas, sabendo de tudo isso, erguem bem alto, enquanto cidadãos, o azul e branco que é a essência de Portugal e dos Açores, indicando-nos de forma pacífica e civilizada, mas com firmeza, que nem todos são acomodados e desprovidos de memória histórica. São homens como estes, cada vez mais raros, que merecem a nossa admiração e respeito. Num aglomerado de cidadãos preocupados com questões de ocasião e não tanto de fundo, focados numa conjuntural imediatez em detrimento duma reflexão estrutural daquilo que somos hoje, onde líderes escasseiam e decisores aconchegam as consciências do rebanho, existem pessoas que ainda nos dão esperança e que, na prática, à parte daquilo em que acreditam, dão sentido à frase proferida por Damião de Goes: «Vale mais um exército de ovelhas comandado por um leão do que um exército de leões comandado por uma ovelha.»


Foto - IL

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sábado, 7 de janeiro de 2017

Regime

I República - Afonso Costa
II República - Salazar
III República - Mário Soares
?

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quinta-feira, 11 de julho de 2013

"Cidadãos!"

Este cavalheiro deve ser bipolar ou, então, leva mesmo a sério o seu alter-ego do Comendador.

Quase será motivo para dizer que gosto do Comendador, mas não simpatizo com o Henrique Monteiro.

Posto o intróito, e na sua habitual crónica na Revista do Expresso, o Comendador Marques de Correia:
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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Do aviso à concretização...

«Por muitos menos crimes do que os cometidos por D. Carlos I, rolou no cadafalso, em França, a cabeça de Luís XVI ! »
Afonso Costa, em 1906.

«Por muito menos que isto foi morto o Rei D. Carlos»
Mário Soares, em Abril de 2013.

Bom…ao menos não preciso estar mais a justificar o injustificável. É visível o que é a nossa república e porque nos estamos a afundar.

A Justiça é destes senhores. Aqui ao lado, na vizinha Espanha, há cerca de um ano, o Rei disse que “a justiça é para todos” e cumpriu-se. Este ano a sua filha foi constituída arguida para clarificação da verdade no caso “Nóos”.

Somos de facto atrasados e, pior, mesquinhos com um circunscrito complexo de inferioridade desde 1910. Não quero fazer parte desse credo. Sou português, não português republicano. Embora o meu cartão de cidadão me queira assim qualificar, eu não me considero como tal, nem nunca me considerarei. Sou livre de pensar e perceber o embuste a que fomos sujeitos naquele início do século XX.

Há sempre o clímax de um republicano verdadeiro, e esse manifesta-se na célebre frase capitular e distintiva que ele profere: "Por muito menos (...)".

Se fosse a Cavaco punha-me em guarda (com diz o Godinho), com tal aviso do "pai da Nação", não vá acontecer-lhe o mesmo que a El-Rei.
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"Democracia, segundo Soares"

«A minoria que se apoderou do país em 1910 estabeleceu um regime exclusivo para republicanos, restringindo parte das liberdades de que ela própria gozara durante a monarquia constitucional. À bandalheira seguiram-se 48 anos de partido único e de ditadura, só terminados em 1974. 

Talvez apoiado numa Constituição que nos obriga a todos a caminhar para o socialismo, Mário Soares considera que só os socialistas têm legitimidade para liderar órgãos de poder político. Tal qual como Afonso Costa e Salazar em relação aos respectivos correligionários. Não há nada a fazer. Parece ser intrínseco aos republicanos. 

O que já não pode ser tolerado no Estado de Direito do século XXI é este tipo de discurso com ameaças sicilianas. Mesmo tratando-se de uma afirmação cretina, espero que o Ministério Público esteja atento e actue se houver matéria criminal.»

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"Inimputável"

«A personagem que anda por aí a dizer este tipo de barbaridades, de seu nome Mário Soares, é uma vergonha para Portugal. Imagine-se que alguém nos Estados Unidos, referindo-se ao Presidente Obama, tinha dito que por muito menos tinham assassinado o Presidente Kennedy. Haveria tal tempestade mediática, e bem, que tal personalidade estaria automaticamente banida da opinião pública. Aqui em Portugal, além de algumas reações, como a que podemos ler aqui do João Ferreira do Amaral, parece que nada de grave foi dito. A esquerda hipócrita, que se fosse alguém da direita a dizer o mesmo de um Presidente de esquerda, reagira em fúria, permanece num silêncio ensurdecedor. Isto é um verdadeiro escândalo que deveria envergonhar qualquer democrata, de esquerda ou de direita. Este tipo de afirmações não podem ter lugar no debate público.»

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Inqualificável

Mais do que almejar o regresso da Monarquia, que já esteve mais longe, esta sim é a utópica mas, simultaneamente, a inqualificável postura. De onde assenta e deriva o regime actual...?
Tirem as vossas ilações…

(Sabido via João Amorim no 'Centenário da República')
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Derrubaram o Rei

E o povo que tanto apregoavam, onde está...pá?!
Há cem anos em Junho de 1912, a merenda democrática oferecida no Choupal a Afonso Costa (ao centro com 'ocolinhos' e taça de chá de parreira na mão) em Coimbra...

Apostava que neste "início de festa" só se falava francês...
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Ditaduras e ditaduras…

Há uns tempos atrás li na Única, de 25-5-2011 (página 56), um destaque que dizia o seguinte: «Afonso Costa foi, antes de Salazar, o primeiro ‘ditador das finanças’. Ambos conseguiram excedentes orçamentais.»
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)