Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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terça-feira, 3 de outubro de 2017

História comparada

Assistindo ao que se passa na Catalunha, mais me convenço que Afonso Henriques foi um político de génio.

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sábado, 19 de agosto de 2017

Noutros tempos de hoje

Noutros tempos existiram muçulmanos que procuraram impor a sua religião à Europa. Eram imensamente radicais. Além da religião, rapidamente se espalharam e dominaram mesmo territorialmente o Velho Continente.
Noutros tempos, a Europa uniu-se e, a muito custo, procurou empurrá-los para os seus territórios de origem.
Mas isso foram noutros tempos, tempos ultrapassados, na Idade Média, com individualidades do passado como Afonso VI de Leão, o Conde D. Henrique de Borgonha, D. Afonso Henriques, D. Sancho I, e outros.
O interessante do assunto é que a História não se repete, aquela realidade era hoje um não problema e, presentemente, saberíamos lidar muito melhor com ela...


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terça-feira, 25 de julho de 2017

D. Afonso Henriques

Nascia a 25 de julho de 1109, D. Afonso I, 1.º Rei de Portugal.


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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

“IN HOC SIGNO VINCES”


Pintura - ‘O Milagre de Ourique‘
Autor - Domingos Sequeira
Ano - 1793

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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Efeito espelho

O outro dia um espanhol amigo fazia a piada que D. Afonso Henriques (Afonso I de Portugal) era francês…por ser filho de pai franco - Henrique de Borgonha.

Além de não ser verdade, pois, mesmo em última hipótese, o futuro Rei de Portugal seria o resultado conjugal de um francês com uma leonesa, i. e. tornando-se o primeiro português, ainda assim, a piada continua improfícua porquanto o Rei de Espanha, Bourbon, descende directamente do Rei Sol e, esse sim, ainda hoje, é um nome indisfarçável e absolutamente francês!

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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Vitória

Quando um grupo compreende o que trás ao peito, e o que trás ao peito é o que mais antigo e dignificante este País tem, o Rei D. Afonso Henriques, podem estar contra ele problemas financeiros, salários em atraso, dificuldades, vermelhos, o que for, que o resultado final é só um: VITÓRIA!

É disto que este povo precisa. Obrigado Guimarães.
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quinta-feira, 7 de março de 2013

O último reduto

Tal como foi na Terceira o último reduto de resistência contra os Filipes de Espanha; Tal como foi dos Açores que, melhor ou pior, se decidiram as Guerras Liberais, também pode ser, novamente, deste arquipélago que renasça a consciencialização para recuperar a nossa auto-estima nacional, a nossa dignidade e, acima de tudo, a nossa verdadeira identidade: o azul e branco!

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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

"L’ Autonomia que ens cal és la de Portugal!”

Este reserva-se apenas a Afonso I (vulgo Afonso Henriques) da Casa de Borgonha, a D. João I, Mestre de Avis, da Casa de Avis e a D. João IV, da Casa de Bragança.

Um velho ditado nacionalista catalão diz:
«L’ Autonomia que ens cal és la de Portugal!»
(A Autonomia de que precisamos é a de Portugal!).

in Revista do Expresso, 13/10/2012, pág. 31.
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quarta-feira, 6 de junho de 2012

6-6-1975

A propósito do 6/6/1975, aqui temos um claro e óptimo exemplo como era (éramos tratados) em Monarquia e como estão agora as Lombadas
Em república só levamos "lambadas"! Aqui somos azuis e brancos (tal qual era o estandarte de Afonso Henriques) e não vermelhos como a república!
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Os Barões bem assinalados…

A Monarquia Constitucional e democrática cai em Portugal pelas mãos de um minoritário grupo que, inverso à vontade maioritária do povo, implanta um regime pela força das armas que até hoje perdura não auscultado pelos cidadãos. Durante estes últimos 100 anos, muitos mais tiros houveram…muitas mais crises perduram.
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domingo, 19 de junho de 2011

Portugal e o Povo

I - Quando houve uma directa participação do Povo, as coisas correram sempre razoavelmente bem para Portugal:

1120-1143 --» D. Afonso Henriques e os portugueses contra as tropas feudais de D. Teresa e de seu amante o nobre galego Fernão Peres de Trava;

1383-1385 --» D. João o Mestre de Avis, com o Povo e a baixa nobreza conseguem a nossa independência contra a maior parte da alta nobreza portuguesa, aliada a João de Castela.

1640 --» D. João, os Conjurados e o Povo unidos contra os espanhóis e a alta nobreza portuguesa posicionada pelo lado de Filipe III.

1828 --» A aclamação de D. Miguel I pelo povo (por ter sido aclamado em Cortes, no respeito da Tradição legal portuguesa);

1846 --» A Maria da Fonte, enquanto único movimento genuinamente promovido pelo povo até hoje, tendo sido, para muitos, o último fulgor de apoio a D. Miguel I.


II - Quando não houve uma directa participação do Povo, as coisas correram sempre razoavelmente mal para Portugal:

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terça-feira, 5 de outubro de 2010

sábado, 1 de maio de 2010

Alguém que trabalhou muito por Portugal...

ImagemMuseu Nacional de Soares dos Reis, Porto, Portugal
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)