Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quinta-feira, 25 de abril de 2019

5.º País mais corrupto do mundo

Sem descurar do Decreto-Lei n.º 49 401, de 24 de novembro de 1969, que criou a Direção-Geral de Segurança, a qual era, à data, desenquadrada, abusiva e, sobretudo, desnecessária, presentemente, e passados 45 anos sobre o início da III república, criada pelo 25 de abril, fico cada vez mais com a convicção que muitas pessoas têm receio de, categoricamente, afirmar que estão descrentes com o atual regime por estar desgastado e obsoleto face à realidade, tal como outros, por motivos próprios, na vigência do Estado Novo, passados 41 após a sua instituição, tinham.

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domingo, 14 de abril de 2019

Nos detalhes

São nas circunstâncias da vida em que Deus se manifesta com maior esplendor.

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Pobres: conceito

Sempre tive o entendimento, e já escrevi sobre isso, não restrito e literal, que o conceito Bíblico de "pobres" não estaria diretamente relacionado com património ou capacidade financeira, antes sim com a pobreza de espírito, caso contrário não existiriam, se assim puder qualificar, ricos bons e pobres maus e vice-versa...como a realidade nos revela objetivamente.

Não descurar que também foi foco de Cristo nunca se desviar dos ricos, pois para Ele era preocupante o ingresso deles no caminho da Verdade, daí o Seu alerta para a agulha e para a corda-camelo.

Neste âmbito, ainda, a frase que vou citar poderia ter sido proferida, eventualmente, por Cristo, mas é de F. Scott Fitzgerald (1896-1940), em resposta a Ernest Hemingway (1899-1961) em "The Crack-Up" (Crónicas, cartas, diálogos e ensaios), publicado em 1945:

«-Os ricos são diferentes de nós!
-Sim, na verdade têm mais dinheiro!»

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A Entrega

"Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito."

Lucas 23:46

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JUSTIÇA (II)

«E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava Dele, dizendo: Se Tu És o Cristo, salva-Te a Ti mesmo, e a nós.

Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas Este nenhum mal fez. E disse a Jesus: Senhor, lembra-Te de mim, quando entrares no Teu Reino.

E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.»

Lucas 23:39-43

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JUSTIÇA (I)

Sem descurar do injustíssimo Julgamento de Jesus Cristo, onde Alguém realmente Livre fez a apologia pública do amor ao próximo, algo até então desconhecido, sem temor de ninguém, que apenas praticou o mais puro bem e foi condenado à morte, tendo em seu lugar outro que, com mortes realizadas, fosse libertado - Barrabás - sem que o representante do Imperador e o Rei de Israel  entendessem existir qualquer crime do Messias, certo é que a frase de Heny David Thoreau, ativista americano, na sua obra "A Desobediência Civil" ganha, mutatis mutandis, algum sentido, mesmo que do prisma prático o alcance não seja absolutamente lógico:

«Num Estado que prende alguém injustamente, o verdadeiro lugar para um homem justo é a prisão».

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domingo, 10 de fevereiro de 2019

A Favorita


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Real Associação da Ilha de São Miguel | RAISM


«A Real Associação da Ilha de São Miguel (RAISM) foi estatutariamente formalizada a 26 de Setembro de 2018 e os seus primeiros órgãos sociais eleitos a 7 de Dezembro daquele ano, iniciando funções, para um triénio, a 1 de Janeiro de 2019. É uma Associação de direito civil, dotada de personalidade e capacidade jurídica, sem fins lucrativos, e cujo exercício de cargos nos órgãos associativos não é remunerado. A RAISM é uma estrutura regional integrante da Causa Real, o movimento monárquico de âmbito nacional.

Sua Alteza Real o Sr. Duque de Bragança, Dom Duarte Pio, incumbiu, para representar e coordenar, a Comissão Instaladora relativa à criação da RAISM, a qual se orgulha de, eventualmente, ser a primeira Real Associação de Portugal a ter no seu objecto uma finalidade formalmente ecológica. Essa emergiu na senda do próprio contexto enquadrador e riquíssimo que a Ilha de São Miguel proporciona, bem como procurando transmitir o ideal de preservação do nosso ecossistema, tão caro a Sua Alteza Real o Sr. Dom Duarte de Bragança, mas também a esse ilustre e distinto monárquico que é o Sr. Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles.
Além daquela finalidade, a RAISM tem ainda por objecto a prossecução de acções e projectos de interesse cultural, social, de assistência e de solidariedade que visem a dignificação, a valorização e o desenvolvimento dos seus associados e da comunidade em geral. 

O cumprimento do objeto, conforme previsto, corresponde igualmente a um compromisso de sã divulgação, promoção e defesa da Instituição Real, corporizada na Coroa e na tradição portuguesas.
Esta Associação sem fins lucrativos reconhece que os direitos dinásticos da Coroa Portuguesa pertencem à pessoa de Sua Alteza Real o Sr. Dom Duarte, Duque de Bragança, e a quem legitimamente lhe vier a suceder como Chefe da Casa Real.

A RAISM encontra-se aberta a todos os quantos democraticamente pugnem por uma alteração de paradigma regimental por via referendária, e que almejem a restauração de uma nova e moderna Monarquia, como exemplo de modernidade e progresso para o nosso País e Regiões Autónomas, à semelhança daquilo que acontece nas mais evoluídas civilizações dos nossos dias, muitas delas representadas por monarquias como outrora Portugal foi e nasceu. 

A RAISM encontra-se ainda numa fase muito embrionária, com a gestão dos seus primeiros órgãos sociais em vigência, deparando-se com as habituais dificuldades inicias, tais como escassos meios financeiros, iniciação de múltiplos procedimentos, etc, contudo, tais circunstâncias não constituirão obstáculo para que, gradual e paulatinamente, com organização, possa vir a crescer. 

Terminamos dirigindo a todos o nosso bem-haja, e 

Viva o Rei, Viva Portugal e Viva os Açores!»

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A forma de voltar à Monarquia

Sempre guardei como enorme exemplo a forma como o João Gomes de Almeida se apresentou, em 2012, como monárquico nesta tertúlia.

Sensibiliza-me sempre ver este seu ato e que existem pessoas que preconizam a Monarquia como um regime alternativo ao ora existente, de uma forma sincera, clara, simples e objetiva.

Se queremos um Portugal em Monarquia, apenas pode ser pela forma, repito, como o João se apresentou, ou seja, para de um modo geral estar todo o país englobado (ou pelo menos a sua maioria) nesse sentido.

Para chegarmos a um modo de progresso como está demonstrado na maioria das monarquias existentes, apenas pode ser sendo por quem somos e como somos, sem qualquer preconceito ou receio, mas olhando para o passado com orgulho para encararmos o futuro mais confiantes.

Grato João pela tua lição.

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Intrinsecamente bondoso

Há quem defenda que a “verdadeira bondade de um homem é melhor reconhecida por um animal, quando ele assim o manifesta por intermédio de uma postura afectuosa”.

Autor desconhecido.


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Mesmo sendo seu pai, o Rei primeiro

O Príncipe Real D. Luiz Filippe que jurou proteger e dar a vida pelo seu Rei (e pai), que só não conseguiu porque D. Carlos foi morto à sua frente pelas costas.

Contudo, a sua intervenção imediata, antes de ser também assassinado, foi fulcral para proteger sua mãe e seu irmão futuro Rei D. Manuel II.

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Interessante iniciativa

Fonte - Aqui.

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O Rei não temia o povo

«A França conhece hoje a oitava jornada dos Gilets Jaunes. Os manifestantes pedem pela sétima vez uma audiência ao presidente, ao que este responde com o desprezo do silêncio. Que contraste entre esta arrogância muda de Macron e a atitude de Luís XVI. Na jornada de 5 e 6 de Outubro de 1789, uma marcha de mulheres pedindo pão dirigiu-se a Versalhes e foi recebida com toda a bonomia pelo Rei, ao monarca pedindo que tudo fizesse para que a fome fosse debelada. Luís XVI era então, ainda, o Pai do povo, possuía forças leais consideráveis e podia ter mandado que a Guarda Suiça e a Guarda Nacional impedissem as mulheres de entrar no palácio. Em invés, tratou as peticionárias por filhas, percorreu demoradamente a galeria apertando a mão a cada uma e prometeu que regressaria com elas a Paris. Assim o fez, entrando na cidade no meio de grandes aclamações de Vive le Roi, vive la Nation. O Rei não era o tirano, mas o pai da nação.»


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Os Duques de Norfolk

Sir Thomas More que, além de ilustre académico, foi "Lord Chancellor", nunca traindo o seu Rei - Henrique VIII, acabaria condenado por traição enquanto vítima de um arranjo formal, em julgamento, para calar a verdade da sua consciência, em especial a religiosa, aquela que, em coerência e em fundamento, era o seu "path" para Deus.

Contudo, subjacente àquele injusto caso de Sir Thomas, estava uma fortíssima determinação Real em dar seguimento a um ignóbil assunto de saias que motivou a maior distorção (ou mesmo aberração) de crenças no mundo ocidental, com a criação da "Igreja de Inglaterra", cuja chefia recai sobre o Soberano ou Soberana de Inglaterra.

À parte da incongruência e da incoerência daquele formato gerar, até hoje, um indisfarçável atraso civilizacional, manchando desnecessariamente Inglaterra neste âmbito, porquanto volta a aglomerar o suposto poder civil ao religioso, foi simultaneamente meio gerador de um dos cenários mais sangrentos e duradouros que há memória por motivos religiosos no seio da Europa dita avançada.

É precisamente neste delicadíssimo contexto, que importa, igualmente, dar máxima atenção e consideração ao Ducado de Norfolk, que apesar de ser designado oficialmente "O Primeiro Ducado", dos mais antigos e importantes títulos ingleses (Séc. XIV), com lugar de destaque nas Coroações dos Reis de Inglaterra, à data de Henrique VIII e de sua filha Isabel I, foi um dos principais opositores àquela criação religiosa, mantendo-se, como até ao presente, fiel e coerente ao Catolicismo e ao Papa, não obstante, e mesmo hoje, nunca contrariado a sua posição religiosa, reconhecer SM a Rainha de Inglaterra como sua Soberana.


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Akihito

Uma civilização com mais de 2.000 anos, uma cultura multi secular mas que mantém vanguardas na arquitetura, na música, na arte plástica, etc, um País onde não existem sindicatos, tecnologicamente muito avançado, mas cujo modelo regimental subsiste ao tempo, sendo a base daquilo que outrora foi o Império do Japão e que recebe o incondicional respeito dos japoneses: a Família Imperial.

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Para crentes e não...

A capacidade de concebermos o Sobrenatural, bem como produzirmos Cultura são as nossas duas mais distintivas características, aquelas que nos elevam a um patamar que nenhum outro ser vivo consegue sequer almejar. É simultaneamente uma perceção antropologicamente antiga, difícil de compreender como de facto surgiu, mas alçando-se a certeza (e única certeza) de quando existiu e isso aconteceu assim que tivemos poder dedutivo, relacional...enfim inteligência em nós.

Neste âmbito, tenho, pois, enorme dificuldade em compreender como alguns eclesiásticos quedam-se logo pelo primeiro aspeto, procurando humanizar tudo, entrando assim em contradição com aquilo que, suposta e alegadamente, deveriam defender e, sobretudo, acreditar: na Infinidade de Deus, Deus a quem nada é impossível e que nos concede uma Liberdade infindável até ao ponto de nos deixar livres de não acreditar Nele.
O que não é razoável é existir quem (supostamente) acredita e querer diminuí-Lo, tornando-O incapaz de realizar pequenas coisas que para nós são impossíveis, mas que para Ele não se afiguram sequer obstaculizantes. 
Pequenos aqueles que padronizam tudo à escala daquilo que todos vislumbram, em contraponto com aqueles que veem numa escala de que nem todos vislumbram.







Bento XVI, em entrevista.

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História do Palácio Nacional da Ajuda

Do tempo em que Portugal andava na linha da frente.


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A parte benéfica do digital

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De todos

"Um Rei é o Presidente de todos os Cidadãos. Um Presidente é o Rei de todos os seus Correligionários."

Ramalho Ortigão

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Admirável...é preferivel

“Um líder é admirado, um chefe é temido”

Vicente del Bosque

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A confiança

“Mais do que os interesses mútuos, é a confiança mútua que mantém as sociedades unidas.”

H. L. Mencken

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100% correto ...quase como o H2O...diria

«Sem música, a vida seria um erro.»

Friedrich Nietzsch

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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part II


Made in Portugal


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part I


Made in Portugal




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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Acima de tudo o seu Rei

O Príncipe Real D. Luiz Filippe que jurou proteger e dar a vida pelo seu Rei (e pai), que só não conseguiu porque D. Carlos foi morto à sua frente pelas costas.

Contudo, a sua intervenção imediata, antes de ser também assassinado, foi fulcral para proteger sua mãe e seu irmão futuro Rei D. Manuel II.
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Evocando o Regicídio

"Infames, infames!"
SMS a Rainha D. Amélia de Bragança 

Regicídio - A 1/2/1908

O dia em que mataram Portugal e abriram caminho à república que temos hoje.
Fica para sempre, no meio de muitos hipócritas, ambiciosos, obstinados, vira casacas, a imagem daquela mulher que se ergue corajosamente e com um simples ramo de flores procura defender a sua família que está a ser vilmente abatida por armas de fogo cobardemente vindas da confusão instalada.


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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

BlacKkKlansman: O Infiltrado


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Gauleses e terceirenses

Sempre fui um admirador e apreciador da genial obra de Albert Uderzo e René Goscinny – Asterix, O Gaulês.

Como todos sabemos, a obra assentava numa Aldeia imaginária de gauleses que, bebendo uma porção mágica, enfrentavam César e o Império Romano. Uma história que todos nós gostamos e julgamos, de certo modo, brilhante. Um conteúdo que nos transmite irreverência e atitude perante os poderosos, o seu potencial tónico e a sua eventual moral.

Contudo, a Aldeia dos gauleses, onde residia Asterix, não passa disso mesmo, uma história da ficção, um cenário imaginário.

Em Portugal, porém, algo muito, muito semelhante aconteceu também…só que não foi imaginário, foi mesmo real.

No século XVI, quando Filipe II de Espanha, já como Filipe I de Portugal, ou seja, já tendo tomado todo o Império Ultramarino Português, desde da área europeia (Continente), à africana, americana e asiática, houve um pequeno território que acabava por ser a última parcela portuguesa circunscritamente independente, e cujo povo sem porções mágicas ou druidas, decidiu não se subjugar ao poderosíssimo e colossal Império Habsburgo e destemidamente ousou enfrentar a maior maior força política e militar da altura no planeta.

Esse território foi a atual Vila de São Sebastião, na ilha Terceira, mais concretamente onde se realizou a célebre Batalha da Salga e que hoje pertence ao Concelho de Angra do Heroísmo.


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O verdadeiro Estatuto

Uns querem uma autonomia descompensada, outros controlada e outros, ainda, uma independência (ora) descontextualizada.

Para a transformação do Arquipélago dos Açores, por uma nova Monarquia, e dando continuidade ao respeito inicial de S.M.S. D. Carlos I pelos açorianos, consagrando a Primeira Autonomia Administrativa dos Açores, S.A.R. o Sr. Duque de Bragança tem a idealização de um Reino Unido para Portugal, no qual as nossas ilhas (e o Arquipélago da Madeira) seriam partes agregadas e caraterizadoras do mesmo. 
Ou seja, mais liberdade, mais autodeterminação…em suma: mais confiança nos Açores e nos açorianos.


Foto - Sábado | Direitos reservados ©.

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O Primeiro Protocolo

O primeiro ponto do Protocolo é o Povo e foi o que fez.

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D. Manuel II No Desfile da Vitória dos Aliados

Para os ingleses, ontem e hoje, o Armistício tem uma importância elevadíssima.
Em momento tão importante, El-Rei foi chamado a participar. Encontrando-se no exílio, apenas uma palavra é justificativa: prestígio.

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Beneficência Real

«Como prova do seu reconhecido altruísmo a Senhora Dona Amélia, última Rainha de Portugal, desempenhou as funções de enfermeira da Cruz Vermelha Britânica durante a Grande Guerra prestando cuidados aos feridos no hospital ortopédico (Royal Ortopedical Hospital), de Shepards Bush, em Londres. Recorde-se que, também, El-Rei Dom Manuel II serviu o esforço de guerra como oficial da Cruz Vermelha Britânica e estabeleceu o departamento ortopédico do hospital de Sheperds Bush, que por perseverança do Monarca e da Sua bolsa continuou a funcionar até 1925, dando assistência aos estropiados de guerra.»


Acrescentaria, além do supra referido, que SMF a Rainha D. Amélia foi fundadora do Instituto de Socorros a Náufragos, que prestava apoio às viúvas e aos filhos dos pescadores que morriam nos naufrágios, tendo inclusive, in persona, certo dia, salvo um homem que se afogava no mar, tendo ela, sem hesitar, se atirado ao mar para aquele citado efeito e resultado.

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Os Reis Na Madeira

Não há partidos, não há colagem de cartazes, nem tão pouco existe alguém à espera de lugares.
Aqui há alegria de estar com Portugal personificado, o Rei. Aquele que comporta todo um povo, toda uma história, toda uma cultura, toda uma tradição desde do início de Portugal.
Com os meus próprios olhos registei isto e o pude comprovar em 1995 (Lisboa) e 1996 (Braga). É algo inexplicável, só sentido. 
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Provavelmente

Um dos melhores governantes, certamente.


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A Portugalidade e aquilo que já fomos...


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Elavação do Brasil a Reino


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Ramalho Ortigão – Um Monárquico Coerente


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Há 2500 no coração dos japoneses

«Confirma-se a ascensão de Naruhito ao Trono do Crisântemo. Que sorte a dos nipões terem desde o século VI a.C. a dinastia Yamato a velar pela liberdade e independência daquele arquipélago. Por cá, satisfaçamo-nos com os Teófilos, os Arriagas, Bernardinos, Almeidas, Gomes, Lopes e tantos outros sujeitos interessantes, alguns que nem para empregados do McDonald's serviriam.»


Miguel Castelo-Branco, aqui.

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Há soluções para os coletes amarelos.

«Rei e Gilet Jaune

Em política, o irreversível não existe. Só a poucos terá passado despercebido que nas manifestações do grande movimento popular que sacode as fundações do regime francês há um crescente número de bandeiras e símbolos da Velha França. 
Ontem, durante mais uma jornada de luta, o Duque de Anjou, Luís XX de França, deu a conhecer sem tibiezas a sua posição:

"Quero expressar a minha solidariedade e profunda compaixão por aqueles que sofrem, desprovidos de recursos e esmagados de impostos, humilhados e privados de esperança e que não têm outra forma de expressão do que levantar-se como um só homem para manifestar a sua decepção, angústia e raiva. Estes franceses são a maioria silenciosa que se cala há décadas e dos quais alguns se tinham esquecido a existência. Hoje é o povo de França que se ergue para defender o seu modo de vida e a sua dignidade".

"Que Deus proteja a filha mais velha da Igreja, que Deus venha em ajuda aos franceses infelizes, carentes e doentes, lhes devolva a esperança e a fé no futuro do nosso país".»

Miguel Castelo-Branco, aqui.

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O Presidente do Parlamento Europeu.


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A base maior: a Preparação

Porquê a Monarquia? Por isto: preparação para o cargo de maior importância, aquele que nos representa a todos como País.

Mesmo aqui ao lado, mas também na Suécia, na Dinamarca, na Holanda, na Noruega, na Inglaterra, na Bélgica, no Canadá, na Austrália, no Japão, no nosso Portugal até 1910...enfim sociedades atrasadas civilizacionalmente e que ainda têm orgulho em reis e monarcas. Para eles o rei "anda de espada e escudo", "foi enviado do Alto" e tem "sangue azul".

O que nos vale é que temos uma república toda modernaça, desenvolvida, que gera progresso, sem défice expressivo, pouca corrupção, onde o IDH é belíssimo, a saúde é top, onde somos muitos felizes, e muitíssimo mais respeitados no mundo do que aquilo que éramos antes de 5 de outubro de 1910.


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D. Duarte I | A. Lobo Antunes

«D. Duarte é um escritor espantoso! A minha primeira paixão foi Fernão Lopes. Se tivesse de escolher um escritor em português, escolhia Fernão Lopes. Comecei por ler D. Duarte, porque tem um capítulo espantoso sobre a depressão.»

António Lobo Antunes, in Ípsilon, Público, 19 de outubro de 2018, pág. 7.


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o Conde de Barcelos


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O Sacramental


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O sentido de solidariedade

“O primeiro passo para a evolução da ética é o sentido de solidariedade para com os demais seres humanos”

O filósofo, médico e teólogo Albert Schweizer.

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Lucro responsável

“É socialmente irresponsável não gerar lucro nas empresas, mas importa saber de que forma esse lucro é gerado.”

Raj Sisodia, o co-criador do movimento do Capitalismo Consciente.

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Do forte ao fraco

«A ameaça do mais forte faz-me sempre passar para o lado do mais fraco.»

François de Chateaubriand (1768-1848), escritor.

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Resultados

«A liderança efetiva não é através de discursos ou de gostarem de nós, a liderança é definida pelos resultados e não pelos atributos.»

Peter Drucker (1909-2005), escritor e professor.

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Endireitamento

Desde que surgiram as redes sociais, as coisas têm vindo a endireitar nas sociedades ditas culturalmente ocidentais.

A Sociologia devia pronunciar-se sobre isso.

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Feminismo machista

Mutatis mutandis, o feminismo nos dias de hoje, e sabendo-se que as mulheres ocupam, cada vez mais, cargos da maior importância a nível mundial, está-se tornando num fenómeno que, de certa forma, se aproxima daquilo que o machismo tem de repudiável.

Dito de uma forma mais lata ou generalista, o feminismo hoje é como se fosse, com as devidas adaptações, uma espécie de machismo.

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Raio – X

Considero-me um conservador nos costumes, progressista na Cultura e equilibradamente liberal na Economia.

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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part II


Made in Portugal


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part I


Made in Portugal.


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sábado, 8 de dezembro de 2018

Coisas que nos distinguem das demais Nações

"Enquanto houver portugueses Tu serás o seu amor!"

A partir daqui inovamos, uma vez mais. Um Rei, grato, deixava, em respeito maior, de usar a Coroa Real. Nunca mais nenhum Rei português a usou. Outros, mais tarde, acabaram por o fazer também.

Exemplos de progresso, desde logo no século XVII. O Rei não precisava de o fazer, nem foi obrigado por ninguém a fazê-lo, nem mesmo pelo Povo. Foi por pura iniciativa, a iniciativa da gratidão e do exemplo.

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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

In Memoriam

Stan Lee (Nova Iorque, 28 de dezembro de 1922 — Los Angeles, 12 de novembro de 2018)

Faleceu hoje, literalmente, um dos meus heróis de infância e adolescência.
Não consigo deixar de sentir uma dívida de enorme gratidão para com ele e para com a sua obra. A única forma que tenho de retribuir é expressar um profundíssimo sentido de pesar e enaltecer o seu inigualável génio, que se manifestava pela sua boa disposição, pelo seu universo tão rico e tão próprio e, sobretudo, pela sua infindável criatividade.

Um visionário de escala rara e superior.

Até sempre, Stan!

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domingo, 28 de outubro de 2018

A 1.ª Presidente da Causa

Não conheço, pessoalmente, a nova Presidente do organismo máximo que zela pela Causa monárquica em Portugal, mas agrada-me muitíssimo o facto de ser uma mulher.
Essa realidade revela que as instituições monárquicas estão funcionando exemplarmente e mantêm-se leais à sua génese, ou seja, uma lógica de mérito e preparo e não de outra coisa qualquer.
Entre monárquicos existe orgulho em termos uma mulher a chefiar a Causa, sem que para isso tenha havido necessidade de quotas ou feminismos desacerbados. Esta é indubitavelmente uma clara evidência de (verdadeiro) progresso, aquele que outrora nos caracterizou como pioneiros e não como seguidores, mesmo antes do Constitucionalismo existir.
Continuamos coerentes com aquilo que sempre fomos, talvez por isso, em Monarquia, tenhamos tido 2 (duas) mulheres Chefe de Estado - D. Maria I e D. Maria II - e, em república, nenhuma...em 118 anos.
Resta-me apresentar, à nova Presidente da Causa Real, sinceras saudações pela sua eleição e votos de felicidades e objetivos concretizados no desempenho do seu novo e histórico cargo.
Bem-haja.

Notícia, aqui.

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sábado, 27 de outubro de 2018

Cinema 2018

Como sempre, e para aqueles que me conhecem melhor, as férias foram aproveitadas para colocar em dia alguns filmes.
Por razões de estreita agenda, apenas agora foi-me possível compilar aqueles que pretendia ver, e vi, este ano e que haviam sido pré-selecionados.

À semelhança dos anos transatos, deixo aqui a seleção vista este ano:

15:17 Destino Paris, de Clint Eastwood (2018)
A Duquesa, de Saul Dibb (2008)
A Febre das Tulipas, de Justin Chadwick (2017)
A Paixão de Van Gogh, de Dorota Kobiela e Hugh Welchman (2017)
Alien: Covenant, de Ridley Scott (2017)
As Falsas Confidências, de Luc Bondy (2017)
Blade Runner 2049, de Denis Villeneuve (2017)
Borg Vs McEnroe, de Janus Metz Pedersen (2017)
Carlos III, de Rupert Goold (2017)
Churchill, de Jonathan Teplitzky (2017)
Coco Avant Chanel, de Anne Fontaine (2009)
Dunkirk, de Christopher Nolan (2017)
Elis, de Hugo Prata (2016)
Guardiões da Galáxia Vol. 2, de James Gunn (2017)
Guerra dos Sexos, de Valerie Faris (2017)
Jackie, de Pablo Larrain (2016)
Logan, de James Mangold (2017)
Manchester By the Sea, de Kenneth Lonergan (2016) 
Marvel Inhumans, Série – 8 episódios todos da 1.º época (2017)
Moonlight, Barry Jenkins (2016)
Música a Música, de Terrence Malick (2017)
Nina, de Cynthia Mort (2016)
O Círculo, de James Ponsoldt (2017)
O Estranho Que Nós Amamos, de Sofia Coppola (2017)
O Jovem Karl Marx, de Raoul Peck (2017)
O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman (1957)
Paris Pode Esperar, de Eleanor Coppola (2016)
Polina, de Angelin Preljocaj e Valérie Müller (2016)
Prometheus, de Ridley Scott (2012)
Silêncio, de Martin Scorsese (2016)
Soldado Milhões, de Gonçalo Galvão Teles e Jorge Paixão da Costa (2018)
Split: Fragmentado, M. Night Shyamalan (2016)
T2: Trainspotting, de Danny Boyle (2017)
Uma História Americana, de Ewan McGregor (2016)
Victoria and Abdul, de Stephen Frears (2017)

Destacaria e recomendaria, considerando o respetivo género de cada filme, estes 17:

15:17 Destino Paris, de Clint Eastwood (2018)
Alien: Covenant, de Ridley Scott (2017)
Blade Runner 2049, de Denis Villeneuve (2017)
Borg Vs McEnroe, de Janus Metz Pedersen (2017)
Dunkirk, de Christopher Nolan (2017)
Elis, de Hugo Prata (2016)
Guardiões da Galáxia Vol. 2, de James Gunn (2017)
Manchester By the Sea, de Kenneth Lonergan (2016) 
Moonlight, Barry Jenkins (2016)
O Estranho Que Nós Amamos, de Sofia Coppola (2017)
O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman (1957)
Prometheus, de Ridley Scott (2012)
Silêncio, de Martin Scorsese (2016)
Split: Fragmentado, M. Night Shyamalan (2016)
T2: Trainspotting, de Danny Boyle (2017)
Uma História Americana, de Ewan McGregor (2016)
Victoria and Abdul, de Stephen Frears (2017)

Apenas uma referência específica ao filme “Silêncio”, de Martin Scorsese, o qual aborda a tentativa de cristianização do Japão por padres Jesuítas portugueses. 
Apesar de ser um grande e difícil trabalho, contudo, e como seria espetável, mesmo sendo o Cristianismo um dos grandes pilares do humanismo ocidental, em especial na Europa, a verdade é que, com os atuais valores crescentes, cada vez mais dominantes, centrados no ter e no parecer, era evidente que um filme daquela dimensão cinematográfica iria ser, obviamente, remetido, pela Indústria, à ostracização e ao esquecimento. 
Porém, e apesar de ser um filme muito violento, não tanto pelos dramáticos métodos que os japoneses usavam para dissuadir a religião Católica no seu País, mas antes pelo cenário a que um crente é submetido, confrontado que é com tanta dificuldade que lhe atinge o âmago da fé, posso agora dizer, após o devido distanciamento à data em que o vi, que o momento final desta película é dos mais sensibilizantes e complexos que alguma vez vi/senti no cinema.

Foto - Brigitte Lacombe | ©️ Direitos Reservados.


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Pronto a Servir Portugal e os Portugueses

O descendente do primeiro Rei, quem elevou Portugal a País e, assim, criou o nosso Povo, a nossa História e as nossas tradições, ao lado dos seus para proteger e enfrentar uma dificuldade que assola tantos compatriotas. Arriscar a vida? Muito provavelmente. Poderia, como muitos políticos, ir confortavelmente fazer visitas aos locais atingidos depois do mal estar feito. Podia. Mas não faz.

O exemplo dá-se, não se apregoa.

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O verdadeiro tesouro

«Devolver o tesouro a Portugal», vai muito mais além de jóias...por mais significativas que sejam. 

Devolver o verdadeiro tesouro a Portugal é restaurar o laço de séculos entre o Povo e o seu Rei, o qual foi abruptamente quebrado e, esse sim, vilmente roubado.

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Vinda dos Reis da Bélgica a Portugal


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Nascimento de D. Miguel I


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Futuro no presente

«Saber exatamente qual a parte do futuro que pode ser introduzida no presente é o segredo de um bom governo».

Victor Hugo (1802 – 1885), escritor.

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Efémero

«Em tempos de absoluta ditadura do efémero»

Valdemar Cruz, Jornalista (Expresso Curto).

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Nem tudo é o que parece

Não é muito difícil lá chegar, basta lembrar o "nacional socialismo" alemão.
Além disso, nunca houve fascismo, em Portugal, no Estado Novo. O que regimental e organizacionalmente existiu, naquele período, foi a aplicação de um sistema, apenas nosso, a que se designou Corporativismo. Este era de direita, conservador e de índole cristã. Reformou a economia portuguesa que estava caótica e que a I república havia legado, edificou muitas escolas (muitas que ainda hoje dão resposta por todo o país), hospitais, etc. Em 73 tínhamos uma dívida pública insignificante e um défice invejável. Mas tudo no Estado Novo "foi mau" dizem os de agora e que enriquecem no poder de forma execrável.
Uma vez que a Constituição proíbe o fascismo (...mas não o comunismo), sendo portanto admissível o Corporativismo, será que a origem daquela corrente proibida por ser o marxismo, não seria motivo bastante para fechar alguns partidos que andam na AR e que só nos andam a prejudicar desde 1974? Ia ser interessante.
Por fim, a palavra fascismo sempre esteve nas bocas da esquerda, pois não admira ... se é originária de lá.

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MONTH SOUNDZZZzzz!


Made in Portugal


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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Bohemian Rhapsody


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João Caupers


O Prof. Doutor João Caupers, lisboeta, proeminente jurista e jurisconsulto, que foi docente na minha Universidade, mas também é o atual Vice-Presidente do Tribunal Constitucional e Professor da Universidade Nova de Lisboa, defende aqui os Açores como poucos açorianos hoje a fazê-lo:

«DECLARAÇÃO DE VOTO

Fiquei vencido no presente acórdão. As razões de tal vencimento carecem de uma explicação, que as torne claras e inequívocas.

Prevaleceu na decisão a ideia de que a matéria em causa, por respeitar às normas processuais relativas à contratação pública, não justificaria a existência na Região Autónoma dos Açores (RAA) de regras distintas relativamente às vigentes na República. Não questiono que assim possa ser. A argumentação do acórdão afigura-se-me plausível e sustentável em abstrato. Se a contesto não é porque ela não respeite os princípios elementares da hermenêutica jurídica, mas porque tenho, desde sempre, outro entendimento relativamente aos limites da autonomia regional. Do meu ponto de vista, a autonomia das regiões autónomas consubstancia um princípio constitucional com o mesmo peso e a mesma capacidade expansiva dos outros princípios reconhecidos pela nossa Lei Fundamental.

Nesta ordem de ideias, a questão essencial neste caso não é a de saber se a natureza das matérias a regular justifica ou não a existência de um regime jurídico diferenciado na RAA. A questão decisiva consiste em apurar se, perante duas interpretações abstratamente admissíveis de uma norma atributiva de competências a órgãos próprios da RAA, o critério de conformidade constitucional depende da matéria a regular ou assenta, antes e sempre, na forma de conceber a autonomia regional.

É que, sendo este, como entendo que é, o critério decisivo de interpretação das normas atributivas de competência aos órgãos das regiões autónomas, valerá sempre, entre dois resultados interpretativos abstratamente conformes às regras hermenêuticas, aquele que mais ampliar a autonomia regional. Seja qual for a matéria em causa.

No caso presente, sendo a interpretação sustentada pelas autoridades da RAA tão constitucionalmente legítima como a oposta, sustentada no acórdão, deveria prevalecer aquela.

Tem sido dominante na jurisprudência constitucional uma visão “desconfiada” da autonomia regional, tributária de uma conceção que, assentando no centralismo atávico da cultura organizativa pública nacional, muito marcada pela influência francesa, encara a autonomia regional (e a local) como uma espécie de “anomalia tolerada”: seria avisado interpretar os poderes dos órgãos regionais de forma restritiva, não vão eles desatar a tomar decisões imponderadas e a gastar mal o nosso dinheiro! O mais prudente é que o Estado, conhecido exemplo de decisões acertadas e despesas ponderadas, trate disso.

Não aceito esta cultura do preconceito. Mesmo sozinho, votarei sempre contra as suas manifestações.»

João Pedro Caupers.

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Nuno Caetano Álvares Pereira de Melo

6.º duque de Cadaval, 8.º marquês de Ferreira e 9.º conde de Tentúgal, não era homem de retórica amorfa, antes era estruturado em fortes convicções, honra, compromisso e ação.

Normalmente consigo aferir as grandes personalidades, não por estarem no sítio certo à hora certa, do lado dos vencedores, mas antes por nunca abandonarem aqueles que defendiam e manterem-se firmes e leais em quem acreditavam e a quem juraram defender.

O 6.º Duque de Cadaval, tendo sido um alto aristocrata, defensor do Miguelismo, inclusive, ministro a quem cabia chefiar o Governo do Reino, em vez de ter usado da sua poderosa influência para, quiçá, habilmente, manter-se, com a família, por confortáveis terras lusas, onde resplandecia todo o poder dos Cadavais, antes optou por seguir o seu Rei para o exílio, com a família, tendo esta por lá ficado cerca de 100 anos.

Na realidade, existem gestos que ninguém, nem o próprio tempo, alguma vez apagará. Este é um deles.


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Ainda o legado da Monarquia

«Portugal possui dos maiores espaços marítimos do mundo, com uma Zona Económica Exclusiva (ZEE) de 1,7 milhões de quilómetros quadrados, superior à superfície terrestre conjunta de Espanha, França, Itália e Alemanha, estando em vias de expandir a sua plataforma continental, que poderá atingir uma dimensão global de cerca de 4,1 milhões de quilómetros quadrados, onde exerceremos direitos exclusivos de exploração de recursos naturais no solo e subsolo marinhos, incluindo petróleo, gás e minério. Temos ainda a responsabilidade de busca e salvamento marítimo numa área de 5,8 milhões de quilómetros quadrados, superior à superfície da UE (que totaliza cerca de 4,5 milhões de quilómetros quadrados).»

Sérgio da Silva Pinto, Capitão-de-fragata da Marinha Portuguesa, MBA e Investigador, in “Segurança marítima e economia azul – Duas faces da mesma moeda”, Caderno de Economia do Expresso, de 8 de setembro, a pág. 22.


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Marcelo Rebelo de Sousa: o Pecado Original

Ler o texto, de António de Souza-Cardoso, Presidente da Causa Real, aqui.

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Rubrica: "E quando o Sr. Draghi der a ordem final para voltarem a aumentar as taxas de juro (com rendimentos como os nossos...) é que a festa vai começar"

«Portugal está absolutamente em risco, embora esperemos que continue num ciclo virtuoso».

Kenneth Rogoff, Professor de Economia e Políticas Públicas na Universidade de Harvard, em Boston, EUA.
In Expresso, Caderno de Economia, 28/7/2018, pág. 6.

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SNS

O Sistema Nacional de Saúde (SNS) é uma utopia. Uma bonita utopia, é verdade...mas uma utopia.

Nesta enganosa e insana obstinação de chegar "com tudo a todos", com as conhecidas e dramáticas consequências sobre os nossos orçamentos (veja-se a multiplicidade de serviços, interesses e trabalhadores do setor...), cuja produção do País nunca cobrirá tais dispêndios, empurrando-nos para défices elevadíssimos e consecutivamente para bancas rotas, o SNS começa a desgovernar-se e, mais grave, a não chegar em condições àqueles que mais precisam.

Urge uma revisão constitucional, caso contrário vamos ter dissabores em breve. Precisamos de uma saúde que, pragmática e realmente, chegue a todos e, simultaneamente, um Serviço Público que assegure os mais desfavorecidos economicamente.

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Rio

"Passaste como um rio
E eu não sei passar sem ti"

In 'Além-Tejo', Sétima Legião, álbum 'Mar d'Outubro' (1987).

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Ainda procuro

«(…)

Ainda procuro,
Por quem não esqueci.
Em nome de um sonho,
Em nome de ti.

Procuro à noite,
Um sinal de ti.
Espero à noite,
Por quem não esqueci.

Eu peço à noite,
Um sinal de ti.
Quem eu não esqueci...

(…)»

Sétima Legião, “De Um Tempo Ausente”, 1989.

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Amália, a mais bela evocação

Muitos conseguiram e souberam dignamente homenagear Amália, mas ninguém tão bem como este homem neste poema:
Sinopse:
"Todos nós temos Amália na voz
E temos na sua voz
A voz de todos nós"
«Voz Amália de Nós
Fiz dos teus cabelos a minha bandeira
Fiz do teu corpo o meu estandarte
Fiz da tua alma a minha fogueira
E fiz, do teu perfil, as formas de arte
Fiz das tuas lágrimas a despedida
Fiz dos teus braços a minha dança
Dei o teu sentido à minha vida
E o grito dei-o ao nascer de uma criança
Todos nós temos Amália na voz
E temos na sua voz
A voz de todos nós
Dei o teu nome à minha terra
Dei o teu nome à minha arte
A tua vida à primvera
A tua voz à eternidade
Todos nós temos Amália na voz
E temos na sua voz
A voz de todos nós
A tua voz ao meu destino
O teu olhar ao horizonte
Dei o teu canto à marcha do meu hino
A tu voz à minha fonte
Todos nós temos Amália na voz
E temos na sua voz
A voz de todos nós
Dei o teu nome à minha terra
Dei o teu nome à minha arte
A tua vida à primvera
A tua voz à eternidade»
António Variações.

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Brava evocação!

I

Justíssimo. Tranquiliza-me saber que, afinal, ainda temos militares dignos desse estatuto.
Digo e repito: enquanto Jaime Neves não receber, em geral, o devido reconhecimento e as necessárias honrarias, significará que a democracia portuguesa ainda não se modernizou, não estabilizou e, acima de tudo, não amadureceu.

II

Apesar de tudo, um dos atos mais dignos do mandato de Marcelo.

III


José Lobo Amaral.

IV

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)