Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 22 de junho de 2024

Indemnizações

Que tal sermos indemnizados pelos italianos (Romanos), pelos germânicos (Visigodos) e pelos ricaços países árabes (Muçulmanos)?
Às tantas ainda cobria a alegada dívida suscitada pelo Presidente Marcelo ante o Brasil, Brasil que nem existia como território juridicamente circunscrito antes de lá chegarmos.

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sexta-feira, 10 de junho de 2022

As "cascas de noz"

Há minutos Marcelo no seu discurso, referiu-se às naus portuguesas, emanadas da tecnologia produzida pela Escola fundada pelo Infante D. Henrique (de certo modo abordada no discurso prévio do Professor Doutor Jorge Miranda), elaboradas pela mais evoluída engenharia marítima da época, para onde foram propositadamente contratados, para a formação e reforço técnico daquela Instituição, venezianos, tudo com a finalidade de envolver uma abordagem estruturada, pensada e inovadora para o início do Império Ultramarino Português, como: "cascas de noz".

Enfim, estamos falados quanto ao nível.


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segunda-feira, 23 de março de 2020

GLOBALIZAÇÃO

Outrora sempre existiram fronteiras, para as quais haviam formas legais, até milenares, como por exemplo as embaixadas, para que, assente numa lógica de normas e de sã convivência, de Direito Internacional, Público e Privado, existisse respeito pelos limites e pelas autodeterminações nacionais. Simultaneamente, também não se diluíam as tradições específicas de cada País...aquilo que ...de mais especial cada um tem para oferecer ao outro e que gera/va uma dinâmica própria.

Os portugueses, curiosamente, segundo um trabalho científico de doutorados da Universidade do Minho, do polo de Guimarães, escreveram uma obra onde evidenciam que Portugal foi o País que instituiu a (primeira) Globalização, mas num modelo que, apesar de ter passado a ligar Nações comercialmente, sem impor, necessariamente, guerras, funcionou e deu azo a que muitos outros países nos copiassem até hoje, como são os casos: de Espanha, da Holanda, da Grã Bretanha e da China mais dos EUA no presente.

Curiosamente, e sem prejuízo do até aqui referido, o maior propagador da doença COVID-19 é, queiramos quer não, precisamente, o atual modelo de Globalização, que desvirtuou o português, porquanto não respeita fronteiras, conforme é especial apanágio a UE, estando à vista de todos os resultados, como na Itália ena Espanha...onde já há mais mortes do que na China pelo novo Corona... Continuem, excelente caminho...!


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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Ainda o legado da Monarquia

«Portugal possui dos maiores espaços marítimos do mundo, com uma Zona Económica Exclusiva (ZEE) de 1,7 milhões de quilómetros quadrados, superior à superfície terrestre conjunta de Espanha, França, Itália e Alemanha, estando em vias de expandir a sua plataforma continental, que poderá atingir uma dimensão global de cerca de 4,1 milhões de quilómetros quadrados, onde exerceremos direitos exclusivos de exploração de recursos naturais no solo e subsolo marinhos, incluindo petróleo, gás e minério. Temos ainda a responsabilidade de busca e salvamento marítimo numa área de 5,8 milhões de quilómetros quadrados, superior à superfície da UE (que totaliza cerca de 4,5 milhões de quilómetros quadrados).»

Sérgio da Silva Pinto, Capitão-de-fragata da Marinha Portuguesa, MBA e Investigador, in “Segurança marítima e economia azul – Duas faces da mesma moeda”, Caderno de Economia do Expresso, de 8 de setembro, a pág. 22.


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sábado, 21 de janeiro de 2017

"O Primeiro Império Global"


A. J. R. Russell-Wood (Autor) Lançado em 17 novembro 2016 Edição em Português.

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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Somos Quem Fomos

Somos quem fomos e, de facto, grandes, festejamos de Norte a Sul do Continente, Ilhas, Angola, Moçambique, Timor e por aí fora d'aquém e d'além mar.

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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

O salto

Ainda a propósito do passado dia 21, dia em que, 600 anos atrás, Portugal conquistava Ceuta e iniciava o seu Império com uma gestão por mais de meio milénio:


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domingo, 18 de janeiro de 2015

"Império português durou quase 600 anos porque sempre foi capaz de se reinventar"

Farto-me de defender isto. Nem sempre fomos o que somos hoje. Já fomos outros, voltemos a ser.

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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Miserabilismos

Considero muito bacoco aquele argumento, já em república, sobre a (má) gestão do vasto Império colonial angariado em Monarquia. Sempre ao leme daquela fundamentação de quem se autoflagela, sai a habitual frase: “os portugueses nunca souberam gerir as riquezas que tiveram”. Pois não, organizaram-se durante mais de 500 anos num vasto território administrativo e nunca souberam gerir… 

Enfim fala o regime miserabilista e, perante os olhos de todos, objectivamente miserável à luz do passado!

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

História, Atlântico e turismo são as nossas únicas vias de sucesso!

«Nunca olhámos para a nossa História como uma riqueza»;

«O nosso poder de influência extravasa a dimensão numérica dos portugueses».

Presidente Mundial da Havas Worldwide
(Expresso - Caderno de Economia - 25/1/2014)

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O que D. João I desde logo percebeu!

«A Marinha Portuguesa tem responsabilidade de Busca e Salvamento numa área de 5.792.740 Km2, 63 vezes o tamanho de Portugal. 

Uma área tão grande que se fosse um país seria o sétimo maior do mundo.»

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Privados fundados por públicos

Para aqueles que desdenham os trabalhadores do sector público e são uns totós porque não compreendem o que foi a gestão administrativa de um Império por mais de 500 anos, digo-lhes que o Montepio, instituição com 173 anos, e que há bem pouco tempo foi das ínfimas que teve crescimento, foi fundado por funcionários públicos.

Qualquer empresa de implementação de qualidade, sabe que em Portugal é muito mais fácil implementa-la no sector público do que no privado. No primeiro, melhor ou pior, há regras padronizadas com cariz geral, no segundo não!

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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

“A Lenda dos Heróis do Mar”

Fazem falta verdadeiros bardos e verdadeiros portugueses, que bradem sem reservas a sua dileção incondicional sobre a Cultura deste País, sobre as opções das suas maiorias e sobre a sua espiritualidade maior.

Obrigado Heróis do nosso tempo.

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“No Império que Deus quis” | Síntese objectiva

Alguém soube-o dizer nos moldes correctos:

«(…)

A glória do mundo, aleluia!
Está no mistério do Senhor
A glória do mundo, aleluia!
Salvé no Reino do Amor

(…)

Sobre o céu do meu País
Ver o Rei por entre as rosas
No Império que Deus quis»

Heróis do Mar, “Glória do Mundo”, 1985

Obrigado Heróis do nosso tempo.

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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Reavivar

Não basta regozijar-nos pelo nosso melhor e brilhante passado em Monarquia. Não é suficiente aos olhos daqueles que, hoje, não nos conhecem.

Veja-se a Turquia. Sinceramente, qual é a opinião comum e generalizada sobre esse País hoje? Saberão muitos que a Turquia foi, anteriormente, o centro do grande Império Otomano? Não, não sabem. 

Não basta imputarmos objectivas responsabilidades, embora certas e justas, à república enquanto paralela ao nosso declínio enquanto Nação.

Sejamos como sempre fomos, amplamente (e não pseudo) progressistas. Sejamos os primeiros de muitos a regressarmos a Monarquia, enquanto sinal de referência ao passado mas, sobretudo, de um futuro mais profícuo. 

Já se torna difícil. Perante o estado a que chegamos, é preciso nos reafirmarmos e esse caminho só pode ser traçado, uma vez mais, em Monarquia...como já é claramente transversal a todos.

O actual cenário a que estamos sujeitos, já roça o calamitoso. Urge mudança de sistema, de paradigma, de regime!
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quarta-feira, 20 de março de 2013

Lisboa: "outrora a cabeça de um grande Império"

Ontem, em entrevista, no Jornal da Noite da SIC

SIC - «Cujas principais características nos pode falar sobre a nossa Capital?»

Jeremy Irons - «É imensamente encantadora. Como qualquer outro lugar que outrora foi a cabeça de um grande Império, tem edifícios surpreendentes (…).»

(A partir do minuto 23'11'')

É verdade Sr. Irons, bem observado. 
Porém essa é uma realidade que se deve ao passado, em Monarquia. A nossa grandiosidade. Hoje essa grandiosidade é reflectida, apenas, pelos pilares da arquitectura desse grande período. 
Mas fique sabendo, a república, além de ter acabado com a Monarquia, também vai acabar com esse património activo que é o arquitectónico. É ver-se muitas das opções camarárias nesse período republicano, triste da nossa História.
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quinta-feira, 7 de março de 2013

Cabo Verde

É um pouco abusivo dizer que a bandeira da república portuguesa parece uma bandeira africana. Não será tanto assim. Torna-se um tanto abusivo por dois motivos: um porque nem todos os países africanos têm aquelas cores e, outro, porque as cores não se circunscrevem a um território, in casu o africano, mas antes a ideologias que factualmente também foram implantadas em países africanos (como em Portugal), embora em sustentado número.

Oportunamente já tinha desenvolvido a parte “cromática” do assunto, para onde remeto

Todavia, a parte geográfica é clara: nem todos os países africanos foram por aí, também nem todos os países africanos de expressão portuguesa seguiram tal caminho. 

Cabo Verde, à semelhança dos Açores, conservou, e bem, as cores do Reino: o azul e o branco. Independentemente das razões históricas e até ideológicas que possam ser subsumidas à bandeira nacional daquele novo país, é contudo um facto indesmentível que foram apelativamente (e até de maior bom gosto, digo eu) a escolha das suas cores nacionais. 

No fundo, e independentemente das cores que escolheram, é outro indesmentível facto que o distinto povo de Cabo Verde é alegre e transmite aos outros povos uma abertura interessante no seu modo colectivo de pensar. Em Cabo Verde as transformações recentes foram bastante mais razoáveis que noutros países vizinhos. 

Confesso que neste assunto, e à semelhança do Dr. Martin Luther King, também tenho um sonho e esse sonho passa por uma nova união de antigas parcelas do Império, não numa lógica republicana de Império Colonial, mas sim numa lógica ultramarina de coesão económica e cultural sob égide de um Reino novo e progressista que acolhesse todos aqueles países e lhes desse uma forte e só voz: a do Rei! Algo como ainda acontece na Inglaterra em maior escala.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)