Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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sexta-feira, 3 de abril de 2015

No meio está a virtude

"Cavaco Silva é acusado de colocar num mesmo patamar de rejeição o salazarismo e a revolução".

In E (Revista do Expresso), 28-3-2015, pág. 65.

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sábado, 9 de agosto de 2014

Trabalhos a menos...

Vem referido na Revista do Expresso do passado dia 2 que a Ponte Salazar, aquando da sua construção, teve uma derrapagem abaixo de 1%.

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sábado, 3 de maio de 2014

Entrevistas selváticas

«Gosto muito de África. Os grandes espaços. E gosto daquela gente africana. Gente pura. 
Podem ser de uma selvajaria monstra, mas são também gente boa.»

Otelo Saraiva de Carvalho em entrevista a Clara Ferreira Alves, in Revista do Expresso, de 25 de Abril de 2014, pág. 30.

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Grande anormalidade

«Os portugueses para coisas grandes são fantásticos e na normalidade são péssimos.»

Jorge Dias (1907-1973), etnólogo português e professor catedrático do Instituto Superior de Ciências Sociais de Lisboa.

In Revista do Expresso, de 26-10-2013, entrevista a Jaime Nogueira Pinto, pág. 14.

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

“Portugal acabou?”

À pergunta efectuada na última Revista do Expresso, se “Portugal acabou?”, algumas personalidades portuguesas, incluindo S.A.R. o Senhor Duque de Bragança, responderam:

«Não temos o direito de destruir essa pátria – pela qual os nossos antepassados lutaram e morreram – por incompetência, inépcia ou projectos políticos absurdos.»
D. Duarte Pio,
Duque de Bragança.

«A História é a ossatura da nossa identidade. Sem ela somos invertebrados.»
José Ribeira e Castro,
Deputado.

«Se se deixa de pensar o que é ser português, Portugal desaparece torna-se uma periferia foleira, colonizada culturalmente por França e Inglaterra.»
Joana Vasconcelos,
Artista Plástica

«Para um povo com oito séculos de História não são crises, por muito profundas que se sejam (e esta é-o, sem dúvida) que nos fazem perder o orgulho de sermos portugueses.»
António Vitorino,
Presidente do Grupo de Reflexão Notre Europe.

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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Descubram a diferenças...


Esta foto ilustra bem o que fomos e o que somos… o caminho que seguimos. Hoje somos, genericamente, para o bem e para o mal, uns “soaristas republicanos”.
É comparar o actual Portugal “tuga”, com o Portugal “Bragança Sabóia Bourbon Saxe-Coburgo-Gotha” que realmente fomos e que foi exterminado pelo republicanismo português de minorias.
É comparar esta foto…
...com esta:
Fotos: Créditos a Rui Ochôa e Portugal Rex


Não sei perceberam...mas há diferenças, nem que seja ao nível do protocolo. 
Na época da nossa Monarquia Constitucional, não tínhamos, ao nível da representação, vergonha dos países mais desenvolvidos do mundo como a Inglaterra, a Rússia, a Noruega, a Suécia, a Dinamarca, etc (ainda hoje muitos destes os mais desenvolvidos e em Monarquia), antes pelo contrário. D. Carlos além de um grande homem de Estado, diplomata, cientista, pintor, etc, foi designado, pela idónea imprensa republicana francesa, como “o Rei mais culto da Europa”, aquando das manchetes sobre o seu assassinato. Mais palavras para quê?! Protocolo e preparação são as respostas.
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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Se é ela que o diz, quem somos nós…

«A Rainha de Inglaterra pode fazer o que quiser, mas eu vesti-la-ia de preto, porque ela é rock and roll. Não estou a brincar. E é a pessoa mais na moda do mundo.»

Donatella Versace, estilista italiana
Lido na Revista do Expresso de 9-6-2012
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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Figuras...

Alguém viu a figura que o Prof. Marcelo fez com uma réplica da Coroa Real na cabeça, sob o título "No Reino de D. Marcelo"? 
Páginas 44 e 45 da última Revista do Expresso.

Deixo duas questões: 
1.ª) Terá sido uma fotomontagem sem o homem saber...? 
2.ª) E se não foi fotomontagem, o que se tem a dizer disso...?

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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Justiça republicana: Sumariamente mortos em república

Tive a oportunidade de verificar um facto passado que, por si só, é revelador daquilo que foi a república ontem, o seu reflexo hoje e sempre. 
Lia a última Revista do Expresso, no semanal espaço temático "Quiz", este dedicado à Justiça, da autoria de Rui Gustavo, quando algumas questões me assaltaram para testar os conhecimentos. 
Chamou-me a atenção a 6, concretamente: 

«Luísa de Jesus foi a última mulher executada em Portugal, em 1772. 
Que crime cometeu? 
a) Assassinou o barão para quem trabalhava e um enviado do Rei 
b) Matou 33 bebés 
c) Era espia de Castela» 

Resposta: b) 

Contudo, e confessando a minha ignorância neste assunto específico, não sabia de todo a segunda. Mas se tivesse reflectido melhor constataria o óbvio. 
O quiz 2 era colocado assim:

«A pena de morte foi abolida em 1867, mas houve uma condenação depois dessa data, quem foi? 
a) Manuel Buíça, autor do regicídio que vitimou D. Carlos I, em 1908 
b) Ferreira de Almeida, um soldado que tentou passar para o exército alemão em 1917 
c) José Júlio Costa, que matou a tiro o Presidente Sidónio Pais, em 1918»

Resposta: b) 


Ou seja, o infortunado cidadão João Augusto Ferreira de Almeida (tal qual também somos hoje), quiçá numa opção constatada e desesperada de fugir daquela república imprestável, supostamente terá optado por transitar para o lado germânico. Face ao nacionalismo republicano português e à insana ânsia do novo regime prestar vassalagem às potências aliadas, o cidadão teve, segundo os seus julgadores, o que merecia: uma morte sumária! Somando esta ao caso de Humberto Delgado, já vão duas mortes sumárias pela “justiça” republicana. É a dita trilogia no seu melhor: Liberdade, Igualdade e Fraternidade…à moda do novo regime português. Nem os assassinos que planearam a morte de El-Rei D. Carlos tiveram tal destino. A Justiça era outra…! A república, sempre tão progressista, arrebentou o inovador pacto firmado com o mundo, constituído pela nossa Monarquia Constitucional, e voltou a condenar à morte. “Mate-se”, terá dito o julgador de João Augusto. 

Hoje, na III república herdeira, a Justiça é o que se vê. Querem melhor base justificativa?! 
Termino como começou o responsável pelo quiz: “justiça seja feita”!
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Comentário espirituoso do dia...

Não há dia que não veja os quiosques a lucrarem com as revistas cor-de-rosa, à custa das Monarquias dos outros…
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)