terça-feira, 30 de julho de 2013
Porque nunca percebi aquela da "princesa do povo"
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
“Todos nós sabemos de que morreu a Lady Di…”
terça-feira, 12 de junho de 2012
Portugal: O País pior resolvido na História mundial
Portugal é sujeito na sua sociedade a tantos testes de medição de qualidade, inquéritos de procedimentos e boa conduta e não faz o mais importante de todos como fizeram (com monarquias bem mais recentes que a nossa) os brasileiros, os gregos, os italianos ou os espanhóis: um “inquérito” (referendo) sobre o regime que preferiam ver democraticamente instalado.
A república derrubou uma democracia e um regime quase oitocentista à força bruta e das armas e está tudo calado até hoje?! Portugal é o país mais mal resolvido que conheço na História mundial, pelos exactos motivos que referi e pelas razões que nos levaram ao estado em que chegamos de ré em república.
«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)