Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

terça-feira, 12 de junho de 2012

Os dois caminhos opostos

Portugal vem assumindo uma curva descendente em relação ao paralelo que fomos em Monarquia, é uma realidade inequívoca e indesmentível.

Não venham os habituais e medianos analistas do quotidiano dizer que não se trata de um problema de regime com o argumento de que “o País é o mesmo”. Nada mais falso senhores “pacificados”! Em 5-10-1910 muito mudou, diria mesmo…tudo mudou! A realidade é que foram os próprios republicanos a criar a destrinça formal (e real) que deu azo a esta via republicana aos tropeções que ainda estamos inseridos. Tratam-se de dois regimes diferentes e os republicanos quiseram, inclusive, demarcar-se do passado instalando tons de origem francesa na sua bandeira em abundante vermelho.

Neste contexto vem, inevitavelmente, a referência ao meu escrito sobre as “formigas”, ou seja perante a crise perdurante: antes de qualquer remedeio às nossas finanças, à nossa economia, à nossa Justiça, à nossa política e aos seus agentes, etc, é preciso solucionar o regime! Este é que é o busílis do nosso Portugal a submergir. Este, o actual, de ré em república, já vai em três actos e nada de melhoras…bem pelo contrário.

A nossa indissociável Monarquia foi apenas uma, una, durante 767 anos e fomos aquilo que fomos…são os factos que o revelam.

Referendo impõe-se!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

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«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

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Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

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