Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

Mostrar mensagens com a etiqueta Dia de Portugal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dia de Portugal. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 10 de junho de 2022

Dia de Portugal e D. Dinis

Se a questão é a língua e a poesia, e salvo o devido respeito pela grande Obra Pátria - Os Lusíadas, (que os habituais da extrema esquerda até podiam vir dizer ser um livro "nacionalista"), porque não festejar o Dia de Portugal evocando D. Dinis I que foi um dos principais responsáveis pela criação da identidade nacional e o alvor da consciência de Portugal enquanto estado-nação, tendo fixado as fronteiras mais antigas da Europa e que produziu relevantes reformas judiciais?

Porém, e acima tudo, foi este grande Rei que instituiu a língua portuguesa como língua oficial da corte e criou a primeira Universidade portuguesa.

Por fim, no Japão, o dia nacional é o dia do nascimento do Imperador Fica pois a ideia.


Share |

domingo, 10 de junho de 2018

10 de Junho Festejado no Arquiélago dos Açores

A frase deste brasão de armas foi proferida, no final do século XVI, por Ciprião de Figueiredo e Vasconcelos, 1.º e único Conde da Vila de São Sebastião, titulo atribuído por aquele que muitos (e bem) designam como D. António I de Portugal.

Ora, na presente data será festejado o dia de Portugal, das Comunidades e de Camões, nos Açores. Peca por tardio, apesar de muito válido. Mérito, contudo, a prestar ao Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, cujo mandato forjou a iniciativa.

Evocar este dia no Arquipélago, mais do que merecido, é absolutamente legítimo, sendo lastimável que só em 2018 o tenham feito. Porquê!? Pela simples razão que este mesmo Arquipélago, com enfoque especial para o respetivo contexto da ilha Terceira, já foi tão somente: Portugal.

Quando o Império Habsburgo de Filipe II de Espanha (filho do Imperador Carlos V e de Isabel de Portugal) tomou os territórios portugueses, tendo o Império Luso claudicado de Aquém e Além Mar, os Açores, com centro primeiro e último em Angra do Heroísmo, aliás, conforme atestam os touros do aludido brasão, não capitularam e ousando opor-se, ao lado do seu Rei, D. António de Avis, enfrentaram destemidamente aquele gigantesco oponente, personificado no então poderosíssimo monarca da Casa de Áustria.


Share |

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Dia de Portugal (III)

VIVA O SENHOR D. DUARTE DE BRAGANÇA!

Um bom homem...e é disso que este País precisa, apenas. 

A sua reluzente Majestade emana da simplicidade e da paridade com que naturalmente sempre encara o seu (concidadão) semelhante.
Share |

Dia de Portugal (II)

Foto - Via Manuel Beninger

Quem vive e sente uma Monarquia, emigrados de Portugal, não têm dúvidas daquilo que é melhor para nós recuperarmos! Obrigado emigrantes "from UK"!
Share |

Dia de Portugal (I)

"Um cobarde morre mil vezes, um soldado só morre de um jeito."
Via Luís Filipe Afonso
Share |

domingo, 10 de junho de 2012

«Dia de Portugal?»

«O patriotismo está para a sociedade organizada em Estado como a devoção filial ou o amor estão para os indivíduos. (...) O grande drama português é o do eclipse do patriotismo. Dizemos eclipse e não desaparição. Como todos os sentimentos, tem de ser cultivado, inculcado e exercitado. Tem de ser exibido. O patriotismo é um mito político colectivo e deve estar acima dos regimes e das circunstâncias. A tragédia portuguesa dos últimos quarenta anos tem precisamente a ver com a destruição metódica e tudo quanto fazia o nós que não se questionava.

Miguel Castelo Branco na integra aqui»

Visto aqui.
Share |

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Portugal

Share |

quinta-feira, 10 de junho de 2010

No dia de Portugal...

...invoco um grande Português cuja biografia me sensibiliza e me comove sempre!
BIO Síntese - «D. Pedro V de Portugal (nome completo: Pedro de Alcântara Maria Fernando Miguel Rafael Gonzaga Xavier João António Leopoldo Victor Francisco de Assis Júlio Amélio de Saxe Coburgo e Bragança; 16 de Setembro de 1837 — 11 de Novembro de 1861), cognominado O Esperançoso, O Bem-Amado ou O Muito Amado, foi Rei de Portugal de 1853 a 1861. Era o filho mais velho da Rainha D.Maria II e do seu consorte D.Fernando II.


Share |

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)