Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Think Tank

Eu não voto no partido monárquico (entenda-se PPM).
Isso é para o Governo.
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terça-feira, 29 de maio de 2012

As repúblicas são o que são e não vão além de pouco

À parte da crise mundial ter o seu epicentro fervilhante nas repúblicas ditas mais desenvolvidas, aquela restritíssima minoria e de apreciação subjectiva quanto a esse âmbito, designadamente a Alemanha, a França, a China e os EUA, o resto que predomina na memória são os exemplos das repúblicas da América Latina, das árabes e das africanas.
Isso é bom? Resposta: É comparar os Índices de Desenvolvimento Humano e de Democracia de todas aquelas com as Monarquias Constitucionais. Nesse paralelo encontrarão a V. resposta. As repúblicas são o que são e não vão além de pouco.
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sábado, 5 de maio de 2012

D. Juan Carlos e Franco | D. Duarte Nuno e Salazar

D. Juan Carlos de Espanha recebeu todos os poderes do ditador Franco, mas devolveu-os ao seu legítimo proprietário: o povo de Espanha.
A partir daí, teve um exímio reinado de 36 anos consolidando a Democracia, exercendo o seu papel de verdadeiro árbitro e moderador com governos de direita e de esquerda. É o maior representante de Espanha e todos o conhecem pelo mundo. É o prestígio da Nação.
Apesar do suposto erro (Botswana), e com fortes reservas minhas que tenha sido aconselhado por supostos assessores, pelas mesmas razões que não houveram assessores com Hugo Chavez, ele disse sincero: «Sinto muito, cometi um erro e não vai acontecer novamente». 
Feita a sondagem, 70% dos cidadãos entrevistados concordaram em perdoar o velho rei. Terá sido só pelo seu prestigio acumulado? Terá sido pela antiguidade da Monarquia por aquelas bandas? Não me parece que tenha sido só por esses (e outros) justificativos positivos. O maior parece-me que foi este: Os reis também se enganam e Juan Carlos não só admitiu o erro como pediu desculpa por ele ao seu povo.

Em Portugal há quem diga que a II república se preparava para fazer o mesmo com D. Duarte Nuno (pai do actual duque de Bragança). Terá sido precisamente neste domínio que o ditador Salazar, realmente, errou? Não! A ditadura falou mais alto e era preciso manter um nível médio baixo/fraco de democracia e como tal a Monarquia Portuguesa era sinónimo de elevação daquele índice. Hoje tenho a certeza: com D. Duarte Nuno, descendente directo de D. Miguel I, o Popular, o povo estaria sempre em primeiro lugar e à frente de qualquer regime republicano despótico. Hoje continuamos em república, um pouco melhores, é certo, em status médio/baixo ou, usando o termo definidor do Índice anual de Democracia: de ”democracia imperfeita”.
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Portugal...uma república democraticamente imperfeita


«O Índice de Democracia é um índice compilado pela revista The Economist para examinar o estado da democracia em 167 países, na tentativa de quantificar este com o Economist Intelligence Unit Democracy Index do que se concentrou em cinco categorias gerais: o processo eleitoral e pluralismo, as liberdades civis, o funcionamento do governo, participação política e cultura política.»
Segundo esta fonte, Portugal é considerado, e bem, uma "democracia imperfeita".

No rol de "democracias plenas" deixava apenas as seguintes duas notas:
1.ª) Em 25, 12 são Monarquias;
2.ª) No top 10, 7 são Monarquias.

Aproveitando o embalo reformador, em que tudo, tudo mesmo, deve, e bem, ser questionado e inerentemente reformulado, não devia este regime ser também questionado? 
Além de historicamente ilegítimo (face ao povo de que faço parte), também sai mais caro ao erário público (dos meus impostos portanto) do que uma Monarquia e, em 101 anos, ainda não deu alegrias aos portugueses ficando muito aquém do paralelismo aos nossos tempos em Monarquia, bem como hoje em relação às nossas actuais ex-congéneres.

Fonte - Wikipedia (pois os dados estão mais descodificados e assim mais acessíveis ao grande público).

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Índice de Democracia 2011

Saíram os dados relativos ao Índice de Democracia 2011.
À semelhança do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), e como sempre, as Monarquias continuam no top 10 a prevalecer.

As monarquias são hoje O escudo contra as crises especulativas, de índole republicana.
Via Causa Real
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quarta-feira, 16 de março de 2011

Índice de Democracia!

Consulte os dados de 2010 aqui!
Fonte base EIU
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)