Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Em prol de uma melhor Democracia

Com melhor democracia, mais oportunidades. Com mais oportunidades, mais competência será criada neste Estado.

Há muito a fazer! Aproveitemos a fase e refundemos todo o sistema. Comecemos uma nova sociedade, um novo Portugal. De entre outros aspectos fulcrais a serem alterados, foquemo-nos em três:

1- Uma nova Constituição, centrada e neutral, nunca mais a descair para a direita (como na II república), nem para a esquerda (como na III).

2- Dar o direito de opção ao povo, por referendo, para rever o regime...se quer república ou antes monarquia como na maior parte dos países mais desenvolvidos e progressistas do mundo.

3- Mas sobretudo legislar no sentido de fazer um rigoroso levantamento dos ocupantes de cargos públicos, em que natureza for, sabendo, designadamente, mediante declaração expressa, a ligação formal daqueles a organizações de influência. Este novo regime devia ser proibitivo a tipologias associativas ilegais, especialmente na AR, sendo cominativo, em caso de falsas declarações, com a exclusão do exercício de cargos públicos (sem prejuízo dos artigos 37.º, 41.º e 46.º da Constituição existente).
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)