Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Inqualificável

Mais do que almejar o regresso da Monarquia, que já esteve mais longe, esta sim é a utópica mas, simultaneamente, a inqualificável postura. De onde assenta e deriva o regime actual...?
Tirem as vossas ilações…

(Sabido via João Amorim no 'Centenário da República')
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Fórmula castradora

Eu sou português e não, conforme diz o B.I., de forma centralizadora e castradora, cidadão da república portuguesa…
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Vai um faduncho...?

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Mais um excelente texto do João Amorim aqui!
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Pau torto...

Aqui encontramos, neste sucinto livro, o embrião da república.
É como diz o nosso sábio povo: “Pau que nasce torto…”
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

quarta-feira, 13 de abril de 2011

«A "vergonha" que os faz corar»

Uma conselheira do FMI diz que neste momentoPortugal está a dar uma imagem de um país do 3º mundo! Cara Estela, não é de hoje. Só agora é que cora de vergonha? Portugal é um país abastardado à mais de 100 anos. Que imagem demos do país quando foi covardemente assassinado o Rei D. Carlos e o seu filho? Que imagem demos do país quando o inquérito desse crime foi sonegado? Não cora por isso? Que imagem demos do país quando nos primeiros 16 anos de república atingimos um défice das contas públicas sem paralelo nos tempos da monarquia constitucional? Que imagem demos do país ao enviar para a morte, em 1918, um corpo expedicionário cujos mancebos pouca ou nenhuma instrução tiveram e nem armamento condigno portavam? Que imagem demos do país com a anarquia e terrorismo social em que vivemos até 1926? Que imagem demos do país com a acomodação ao regime Salazarista? Que imagem demos do país quando os "heróis" que queriam libertar este país foram logo os primeiros a tentar impôr uma ditadura fresquinha à moda soviete? Não acha que na altura demos uma imagem de gente do 3º mundo? Que imagem demos do país ao encetarmos uma descolonização inconsciente e disparatada de que resultaram guerras civis e um acérrimo despotismo, que ainda hoje se mantém, nos países "libertos"!? Que imagem demos do país ao apresentar desde 1974, sistematicamente, um despesismo desmesurado da máquina do estado e de um brutal aumento da chulice partidária, da direita àesquerda libertária, aglutinadora dos recursos e concursos? Só agora devemos corar de vergonha? O ponto a que chegámos, cara Estela, é o ponto de onde saímos.»

Por João Amorim aqui!
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quarta-feira, 23 de março de 2011

«Crise – Quando um Rei pode ser muito mais do que o Presidente da República com o PEC»

«Durante um ano e meio assistimos primeiro a uma guerra de ping-pong entre o Governo e o Presidente Cavaco Silva, se inicialmente com Manuela Ferreira Leite era mais uma frente aberta contra o Governo acabou rapidamente a Primavera do PSD as coisas começaram a ficar piores depois da apresentação do PEC III já com Passos Coelho como presidente do PSD.

Assistimos a um infindável leque de escândalos de um dos lados como Freeport, Face Oculta, Canudos e do outro lado BPN’s, Escutas a Belém, vimos uma convergência institucional virada de costas para o Povo e para o País.

Agora com a forma como o PEC IV surgiu nos radares da política nacional viu-se o mais podre a vir ao de cima de ambas as trincheiras, Cavaco Silva não foi informado do PEC IV e mais um ping pongue diário entre direções do PS e PSD … e em Belém um silêncio profundo.

Sim Cavaco Silva perante uma crise profunda, catastrófica o que diz ? o que faz ? Onde está o papel de mediador da figura de Presidente da República ? Perante tudo Cavaco Silva está calado ? Onde está o supremo interesse nacional ?

Claro que todos nós sabemos que estaria sempre calado Cavaco Silva, ex-Ministro das Finanças do Governo PSD de Sá Carneiro, ex-líder do PSD de 1985 a 1995, ex-candidato à Presidência da República apoiado pelo PSD e pelo CDS. Sabíamos que o cargo de Presidente da República de imparcial não tem nada, agora com o risco de irmos para eleições corremos o risco de não haver um governo com maioria absoluta e perguntamos como ficará o País ? Será que a sede de vingança do despedimento de Santana Lopes por Sampaio é mais importante do que o País ? O poder a todo o custo ?

Na Bélgica o Rei não tem condicionantes partidárias, não tem telhados de vidro por causa do passado político, não está refém de eleições. Na Bélgica a pesar da Crise política que já dura à bastante tempo é o Rei que procura consensos, é o Rei que luta pela unidade nacional … temos visto isto da parte do Presidente da República Portuguesa ? Com um Rei, Portugal teria garantias de uma maior imparcialidade institucional da parte da Chefia de Estado, teríamos a certeza de o Chefe de Estado não seria uma das partes. No fim quem fica a perder é o Povo, não se admirem que a abstenção bata recordes nas próximas eleições.

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«Ética republicana / Ética monárquica»

Li o excerto aqui!
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

«Fuad II, Rei do Egipto»

Fonte - Apanhei-a aqui!
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

«Nepal: restauração à vista»

Apanhei esta interessante notícia aqui!
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

«Vergonhosa " Barraca" na Camioneta Fantasma»

Sinopse - «Após o Regicídio do 1º de Fevereiro de 1908, caíram todas as barreiras que estabeleciam aquela imaginária, mas muito real fronteira até então existente entre a luta política e o puro e simples livre arbítrio. As deploráveis cenas de generalizadas sovas e sevícias praticadas contra clérigos e civis conotados com o regime deposto, as intermináveis levas de presos políticos, a tortura exercida nas prisões do Estado, as quadrilhas de bandoleiros que coagiam cidades e campos, horrorizaram a Europa onde o novo verbo portugaliser, ganhou declarado relevo em qualquer conversa que tivesse como ponto de interesse a desordem, violência ou ilegalidade.»

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

«Mataram o Sidónio!»


Esta é a república que celebra no próximo mês 100 anos. Estamos a falar de uma república mortífera, assassina, revolucionária, destrutiva, desorganizada, desestruturada mas, sobretudo, ilegítima pois nunca ouviu os cidadãos…curiosamente até hoje. 

Um dos poucos republicanos que, apercebendo-se da absoluta anarquia e desgoverno, ainda quis, antes de 28 de Maio de 1926, restaurar a ordem (aquilo a que se chamou o sidonismo), foi mesmo, após ter escapado a um primeiro atentado, liquidado pelos que restauraram a desordem presentemente celebrada. 

Uma pergunta simples para 100 anos: celebramos o quê?
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sábado, 18 de setembro de 2010

Li no Ípsilon...

...a propósito do "centenário":


«A investigação que tem sido feita "ainda não passou para os manuais do ensino básico e secundário"» (Luís Farinha)


«Estamos a celebrar cem anos de uma alteração radical no modo de vida político de Portugal» (Fernanda Rollo)...e o que é radical não é bom!


«A decisão de entrar na guerra foi "suicidária, uma loucura total."» (Fernando Rosas)


Fonte Caderno Ípsilon, Público, de 10/09/2010, págs. 34 a 36.
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domingo, 5 de setembro de 2010

Li no P2...

...a propósito do "centenário":
«"A República no poder desiludiu as mulheres e não lhes deu voto.”

O direito de voto nunca foi dado às mulheres durante a primeira republica»

Fonte - Caderno P2, Público, de 27-08-2010, págs. 8 e 9.
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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Retive este excerto...

«Evidentemente, nunca em tempos da Monarquia houve tal diferenciação entre a Nação e o Estado. Nunca alguém falou de um Rei da Monarquia Portuguesa, mas sempre no Rei de Portugal. Nação e Estado confundiam-se, sabiam entender-se, conversavam amenamente, eram um só. Agora, o mínimo que poderíamos esperar do Estado é que pagasse uma renda mensal à Nação como contrapartida da utilização que faz das suas instalações. Daquelas, v.g., com que gosta de deslumbrar os seus comparsas estatais.

Mas não. O Estado usa e abusa da nossa Lingua, da nossa História, da nossa Terra e ainda carrega de impostos a nossa Família e a dos nossos amigos.

Somos nós, afinal, os verdadeiros servos da gleba. Mesmo depois de a Monarquia ter abolido a escravatura.»

Por João Afonso Machado no CR
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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Não um mas O HERÓI!

Henrique Mitchell de Paiva Couceiro
Por Rui Monteiro no Centenário da República
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)