Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Le Gamin au Vélo

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Rodrigo Moita de Deus em pack de 3:

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Fórmula castradora

Eu sou português e não, conforme diz o B.I., de forma centralizadora e castradora, cidadão da república portuguesa…
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Congregação de esforços

Atendendo à actual situação do nosso quase milenar País, resta-nos apenas, como resposta, uma forte entrega às nossas raízes, às nossas tradições, mas sobretudo à nossa cultura. Assim talvez possamos recuperar a nossa auto-estima e quiçá a nossa soberania. Esta pode ser a nossa única via. Acreditar em nós próprios novamente...unidos num único pilar Portugal-Rei. Mas para isso acontecer, apenas a médio ou longo prazo, capacitem-se que só em Monarquia.

Apenas uma nova e moderna monarquia constitucional conseguirá hoje dar uma hipótese de regenerar Portugal, disso não haja a menor dúvida. Apenas em Monarquia conseguiremos, unidos, atingir democraticamente aquilo que, por exemplo, os chineses, infelizmente, conseguem ditatorialmente.
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Os homens, o poder e o carácter

«Quase todos os homens suportam a adversidade; para testar o carácter de um homem, é dar-lhe poder.»

Abraham Lincoln (1809-1865), 16.º Presidente norte-americano.
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«Ser Monárquico no Séc. XXI»

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Retive este post no Estado Sentido...

Outro insuspeito, in casu Daniel Oliveira, destacado pelo Nuno Castelo-Branco no Estado Sentido:

«"Nunca devemos desprezar a importância de nos sentirmos importantes. E há tanta gente que se leva tão a sério... Já a razão porque carreiristas e traficantes se sentem bem neste tipo de organizações é bem mais fácil de compreender: mesmo que não tenham nascido para isso, elas são o lugar ideal para construir carreiras a medíocres e fazer negócios menos claros.

Mas a coisa fica bem mais grave quando percebemos que naqueles espaços se traficam, em segredo, os segredos do Estado. Ou seja, que estas organizações se apoderam, usando da sua obscuridade, de funções que a democracia reservou ao Estado."

Daniel Oliveira, no Expresso e no Arrastão»
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«As comemorações do centenário da I República começaram agora»

Um interessante apontamento da Helena Matos, no insuspeito Blasfémias.
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Short note...

Registem o momento pois encontram-se a viver um novo ciclo na História europeia e mundial…aquele que substitui a democracia política: bem vindos à "tecnocracia pseudo política"!
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Nem tudo o que vem da Alemanha é mau...

Die Azoren | euromaxx

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A grande verdade

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.»

Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio.

Vi e li aqui!
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«Aos 5 dias do mês de Março de 1641»

Tomei conhecimento para este interessante artigo no “i”, através do post do João Távora no “Corta-fitas”!
É interessante como a causa monárquica está revigorada e, realmente, corrente…ainda bem! É A solução democrática para Portugal…disso não haja dúvida!
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"Subsidiário"

Quando o Chefe de Estado é político...é este o desfecho: apregoa-se, ilude-se mas mais nada se faz!
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New Order . "True Faith" (1987)

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Johan Strauss (Feat. Vienna Philharmonic) . "Thunder and Lightning Polka" (2009)

Desejo um feliz 2013*!

*Não se trata de um lapso!
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ABBA . "Happy New Year" (1980)

Como teremos, potencialmente, um ano novo ‘kitsch’, ou seja, de regresso aos 70’s, entendi que este tema era o mais adequado para V. desejar boas entradas e feliz 2012, com saúde (e não me refiro à do copo)!
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

BoOoM 2012!

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Cave of Forgotten Dreams

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Monarchy is trendy!

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Entrevista a Gonçalo Ribeiro Telles

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"Sem dar mais cavaco"

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Um bom e combustivo artigo do Miguel Castelo-Branco

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Não é preciso acrescentar mais nada...e uma imagem vale mais que mil palavras!

Na pág. 4 da Atual (in Expresso - 17 Dezembro de 2011), vinha esta exacta foto e o seguinte intro textual:
«Diário da República
A República existe, passa por uma vida mais triste, mas nem tudo isto isto faz parte dos fados que lhe marcam o quotidiano.»
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Notem bem o termo: “Aclamado”!

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"Os Reis"

Ouvido através do blogue Família Real Portuguesa.
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FM Belfast

Via Alf.!
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Wolfgang Amadeus Mozart . "Ave verum Corpus KV 618" (1773)

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"Monarchy of Roses"

Não sou nem nunca fui apreciador deste grupo musical. Contudo, perante um título destes, era inevitável publicar este vídeo!
Este recente trabalho será que tem que ver com as monarquias do tempo do Felipe Gonzalez ou do Olof Palme...ou "Monarquias Rosas"?
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Festas Felizes e bom 2012!

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O Juramento

Para escrever e vir falar comigo no final do mandato...

Adios Espanha! Lá vai ela descolar do pelotão de trás! Esqueçam nuestros hermanos! O "gigante" que Zapatero adormeceu entre 2004 e 2011, vai renascer e voltar ao status que Aznar o deixou...antes do "estranho facto" de Atocha!
"O líder do Partido Popular (PP), Mariano Rajoy, tomou posse como primeiro-ministro do governo espanhol, após juramento diante dos reis de Espanha, dos presidentes do Congresso dos Deputados e do Senado e de seu antecessor", perante a Bíblia e um crucifixo.
Eles é que são a potência cultural (Picasso, Dalí, Miró, Gaudi, Calatrava, etc, etc, etc, etc) e nós, os "modernaços" republicanos, é que esquecemos o essencial...no juramento!
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Dos Homens e dos Deuses

- Porque é Natal -

Em tempo e neste preciso local recomendei este filme.
Aproveitei para vê-lo ontem no TVC2. De facto confirma-se que é uma grande obra. Reconhecida com o Grande Prémio do Festival de Cannes e merecedora da forte e comovida chuva de aplausos que encheram o Palais des Festivals na noite de 23 de Maio de 2010, é uma extraordinária ode à fé, ao amor ao próximo e ao espírito de serviço que cumpre, em estilo e estrutura narrativa, o despojamento do seu sujeito.

Ora, com um Presidente do júri como Tim Burton, em Cannes 2010, outra coisa não seria de esperar que não qualidade no resultado final.
Num filme de Xavier Beauvois, grandes interpretações de Lambert Wilson, Michael Lonsdale e Olivier Rabourdin.

Sendo que é mais uma óptica de Natal, aproveito para desejar, desde já, festas felizes!
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Case Study

Este caso é emblemático.
Na minha modesta opinião faz repensar a amplitude de actuação dos Reis constitucionais.
Sou apologista de mais poder de intervenção para eles...tomo já esta posição de forma bastante definida.
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Lido no P2 de 16-12-2011:

«Há épocas de tal corrupção que, durante elas, talvez só o excesso do fanatismo possa, no meio da imoralidade triunfante, servir de escudo à nobreza e à dignidade das almas rijamente temperadas.»

Alexandre Herculano
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Ouvido num elevador...

"Portugal é um País sem estilo..."
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Kim Il-sung --» Kim Jong-Il --» Kim Jong Un ...o "Grande Sucessor"

Com alguma ligeireza até podia parecer...mas não é uma monarquia.
Qual é a diferença? A diferença é que é uma ditadura republicana!
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O Barão de Ibelin

Admito este excerto como uma boa síntese daquilo em que me revejo enquanto defensor de uma Monarquia e nunca, mesmo impossível de ser de facto, republicano. Estes são os meus valores matriz, aqueles em que me procuro aperfeiçoar…sendo que a História prova que em república, os mesmos, são (quase) impraticáveis na generalidade.

– Ordenação de Balian como cavaleiro por seu pai Godfrey, o então Barão de Ibelin (Séc. XII) –

Godfrey, Barão de Ibelin (dirigindo-se ao filho que se encontrava de joelhos perante ele):
«(...) Encara sem medo a face dos teus inimigos. Sê bravo e honrado, para que Deus te possa amar. Fala sempre a verdade, mesmo que isso te leve à morte. Protege os indefesos e não pratiques o mal.»

Cavaleiro Hospitaleiro (para Balian):
«Ergue-te como cavaleiro, Barão de Ibelin.»

A breves instantes de morrer, e num estado já muito debilitado, Godfrey agarrando a mão de seu filho Balian, já como novo Barão, sussurra-lhe…
«Defende o Rei. Quando já não houver Rei, protege o povo.»

in Kingdom of Heaven (2005), de Ridley Scott.
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Comentário espirituoso do dia...

Só para relembrar:
Nesta época transversalmente de união, o Natal, a doce iguaria mais tradicional e que representa aquela transversalidade é o Bolo-REI !
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A confirmar-se...parabéns sinceros ao casal

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África

Depois do Senhor Duque de Bragança já dizer isto reiteradamente há anos, vem agora uma das portuguesas mais influentes no mundo, Maria Ramos, Presidente do Grupo ABSA na África do Sul, dizer o seguinte:

«Portugal tem desperdiçado oportunidades em África»;

«A percepção sobre África vai mudar radicalmente. Daqui a 10 anos haverá tantos consumidores como na China ou na Índia».

in Expresso - Caderno de Economia, 10-12-2011, págs. 20-21.

Acrescentava apenas o seguinte: Até mesmo para a nossa construção civil, que foi um errado pilar estratégico da III república, existirão fortes mercados no antigo Ultramar...especialmente em Angola.
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Rudolf Nureyev dança "L'Après-midi d'un Faune" de Claude Debussy

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Kate Bush (2011)

Há aqui muito jazz... Um bom Natal!
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Oasis . "Songbird" (2002)

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Gilbert Becaud . "Nathalie" (1964)

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New Order . "Someone Like You" (2001)

"Someone like you can make me feel like I used to do"
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John Maus . "Hey Moon" (2011)

Lua ---» Noite ---» Sleep!
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Joanna Newsom . "Sprout and the Bean" (2004)

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Hidden Orchestra . "Strange" (2010)

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sábado, 17 de dezembro de 2011

Cesária Évora . "Sodade" (1992)

Paz a esta voz universal portuguesa.
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

HF 2

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Singularmente...

Sou adepto de uma Monarquia Constitucional, mas não sou, nem costumo votar, no Partido Popular Monárquico.
Porém, devo dizer que a singularidade, repito a singularidade, do Dr. Paulo Estêvão tem tido reconhecimentos plurais e tem dado um impulso a este partido que, até eu, há bem pouco tempo, como outsider, já não pensava possível.

Registe-se: «A decisão de Paulo Estêvão, que é também líder nacional do PPM, surpreendeu a generalidade dos deputados regionais que, com a excepção dos socialistas, aplaudiram a iniciativa.»
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Eis mais uma evidência porque não deve ser um Presidente da República a representar um povo...

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"Obras Correlacionadas de António Ramalho e José Malhoa"

(Clicar na imagem)
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Como diria o Pessa: "E esta hein?!"

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On December 12, 1963, Her Britannic Majesty Queen Elizabeth II attained the title Queen of Kenya...

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Em Monarquia não há filhos e enteados...!

O Duque de Palma foi imediatamente posto de parte...com uma mera investigação.
Cá, em república, são os amigos conselheiros de Estado, são os autarcas que fogem e voltam do Brasil e voltam ainda a ser eleitos, etc, etc... A falta de preparação é o resultado...normalmente das frinchas vêm as rachas e das rachas o desmoronamento!
Bem a Coroa Espanhola!
Como sempre digo e facilmente se prova, é mais fácil mudar um Rei em Monarquia que um PR em república.
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Um interessante think tank...

...no facebook.
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O actual quadro legislativo

Genericamente o quadro legislativo pós 25 de Abril tem sido péssimo em Portugal, diria mesmo que grandes nomes como o Prof. Batista Machado e o Prof. Antunes Varela estarão a dar voltas…coitados.
Considero mesmo a tendência e os métodos de aplicação legislativa bastante piores na III do que (na própria) I república. Há que reaprender e a recolocar, novamente, juristas (e não economistas e engenheiros) no comando impulsionador das novas leis…para ver se isto melhora! Uma forma fácil e barata de reaprender é o “legislador” inspirar-se no rigor técnico e universalista canónico…onde o administrativo é, em particular e de facto, fantástico! Já sem falar no passado, cujos registos foram a nossa única salvaguarda, ainda hoje funciona…e de que maneira.
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Quando vejo e ouço...

...estes tipos (from UK), lembro-me imediata e inevitavelmente de 5 coisas:
1.ª) A Velha Aliança;
2.ª) Winston Churchill;
3.ª) São a mais antiga democracia do mundo;
4.ª) Blitzkrieg;
5.ª)...mas também do "Mapa Cor-de-rosa"!

Nota: Espero que eles não tenham razão...!
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Comentário espirituoso do dia...

A sairmos da União Monetária, comummente conhecida por Euro, devíamos ir directa e novamente para os “Reis”…sem passar pelo “escudo”!
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É por estas e por outras que tenho mais é que defender uma Monarquia Constitucional!

(Helle Thorning-Schmidt, Primeira-ministra do Reino da Dinamarca)
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Ainda a propósito dos feriados e das inevitáveis repercussões 'em família'…

«Celebrar a implantação da república é de um jacobinismo horripilante»
Vasco Graça Moura

«Não tocava em nenhum feriado porque isso seria afectar a imagem comunitária de Portugal»
Medeiros Ferreira

«A demagogia continua mesmo quando Portugal está afundando»
Nuno Garoupa

«O povo perdeu o sentido da História e da identidade portuguesa. O 1.º de Dezembro é a implantação da memória da nossa soberania»
José Gil

«Abolia um feriado ideológico, como o 25 de Abril. O 28 de Maio nunca foi feriado no tempo do Estado Novo»
Jaime Nogueira Pinto

«Tudo isto é um expediente. É tudo avulso.»
D. Januário Torgal

«O 1.º de Maio é mais abrangente que o 25 de Abril»
Mário Cláudio
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Retive este excerto de Jaime Nogueira Pinto, no Sol:

«O 5 de Outubro e o 1.º de Dezembro. O 5 de Outubro é um feriado político, ideológico como o do 25 de Abril. Equivaleriam ao 28 de Maio, se o Estado Novo tivesse querido comemorar a sua instauração.

Mas o Primeiro de Dezembro, não havendo um dia da Independência da Fundação ou o 14 de Agosto, dia de Aljubarrota, é o dia da independência de Portugal, o dia da libertação do país da tutela da Espanha.

Foi um esforço corajoso, com grandes riscos (os conjurados de 1640 se perdessem acabavam na forca ou no cadafalso, segundo a condição social e desgraçavam as famílias) e que foi depois coroado com uma inteligente acção política, militar e diplomática. E graças a ele Portugal existe.

As comunidades vivem de mitos e de ritos, que as identificam, individualizam, tornam solidárias e independentes.

O dia da Restauração – celebrando o 1 de Dezembro de 1640 – é o nosso dia da Independência. Acabar com ele é – simbolicamente – reduzir a independência nacional a zero.

Naturalmente é isso mesmo que eles acham. E querem.»
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Foi em tempo de reais progressismos, em tempo de Monarquia Constitucional...

...não em tempo de retrocessos civilizacionais (mascarados de pseudo avanços), onde a VIDA era a base estrutural!
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‎"Bitter Victory" (1957)

De Nicholas Ray, com Richard Burton.
Um filme sobre coragem...!
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Cass McCombs . "The Same Thing" (2011)

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Turbina Anthem (de Sei Miguel & Pedro Gomes) . "The Pale Star III: Imaginary Grass" (2011)

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Aeroplane . "Superstar" (2010)

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Lemongrass . "Body Building" (2006)

Da 'Mole Listening Pearls'...editions!
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Massive Attack . "Unfinished Sympathy" (1992)

De 0 a 100%... ... ... 472,3%!!!
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Real Estate . "Green Aisles" (2011)

Asseguro que não se trata de uma imobiliária...
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Kanye West . "Runaway" (2010)

Full-length Film! Um Kanye sinfónico!
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Dr. Dunks . "Dunks Got The Answer" (2011)

Disco Deviance!
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Suuns . "Up Past The Nursery" (2010)

Agora que já não há "suun"... é começar a pensar em dormir.
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domingo, 11 de dezembro de 2011

13.000

Obrigado!
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Manoel de Oliveira 103

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A Dangerous Method

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A eterna Rainha de Portugal e do Mundo!

Pintura de Bento Coelho da Silveira (1630-1708)
(Clicar na imagem)

D. João IV (e de seguida toda a Dinastia de Bragança), em acto único no planeta, progressista portanto, foi o primeiro monarca a tirar a coroa da sua cabeça e a colocá-la sobre a da eterna Rainha de Portugal. 
Ele quis dizer: eu e o povo somos um...a Rainha é Ela!
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DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA LER!

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A grandeza da Monarquia

A grandeza, a união, o progressismo e a harmonia de um Povo…!
Espero sinceramente que tenha corrido tudo bem, Nuno Castelo-Branco.
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‎"Um homem de serviço"

A diversidade de pessoas que foram prestar a sua homenagem ao enorme português Gonçalo Ribeiro Telles (uso "enorme português" em vez de Arq.), demonstra bem a sua transversal e universal dimensão enquanto homem de carácter e enquanto cidadão sempre ao serviço do seu País.
Tenho orgulho em ser concidadão de um homem destes. Um homem da (nossa) terra!
Houvessem mais como ele…e Portugal seria (novamente) uma superpotência.
Um cidadão de eleição que sempre acreditou, desde novo, na Monarquia Constitucional como um caminho de progresso. Eu também acredito nisso e nele!
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Retive este excerto de João Gomes de Almeida, no Estado Sentido:

«Um dia, num jantar em casa de um amigo em comum, disse-me: "João, sabes porque é que nunca restauramos a monarquia em Portugal?", encolhi os ombros e perguntei: "porquê Arquitecto?". Ele riu-se e do alto dos seu oitenta e muitos anos respondeu: "quando estava no PPM nunca tive tempo de tomar um café com cada português". Dou-lhe inteira razão.

Esta homenagem é mais do que merecida, mas mesmo assim nunca Portugal conseguirá dar ao Gonçalo aquilo que ele já deu a Portugal.»
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Retive esta frase de Nuno Miguel Guedes, no Estado Sentido:

«Não nasci monárquico: escolhi ser monárquico. E nessa escolha muito devo a Ribeiro Telles.»
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Retive este excerto na publicação de Cristina Ribeiro no Estado Sentido:

« ”Em 1859, eram adoptados os círculos uninominais (…) Que teria passado pela cabeça de Fontes, um centralista notório, para patrocinar uma lei que retirava poder ao Executivo? A resposta só pode ser uma: a de que se vergara à vontade do rei. De facto, desde há muito que D. Pedro V se vinha a queixar da forma como decorriam as eleições em Portugal (...); detestava a centralização do sistema. As suas ideias eram claras: ‘A centralização, se reduz a acção do teatro político à capital, se separa a vida das classes governantes da vida do povo e o força a viver desafiando a lei, é, na sua própria natureza um sistema constitucional incapaz de funcionar’ “ (Maria Filomena Mónica)»
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Tua

Onde estão eles todos agora? Onde estão os urbanistas, os ecologistas, os defensores do povo do Tua?
Quanto ao meu Representante, enquanto cidadão português, eu sei onde está e onde esteve!
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A Monarquia e o municipalismo

A Monarquia não deixou um Portugal perfeito, mas deixou-o unido e bem maior.
Hoje a república trata-o de o reduzir e de desuni-lo…basta ver, a título de exemplo, a consagração constitucional das Regiões Administrativas. Até aqui andamos mal. Pior ainda...até temos uma inconstitucionalidade por omissão neste assunto. É caótico...mas é a mais pura das verdades!
Nunca o poder local andou tão desavindo, quando ele é a maior e mais original riqueza administrativa de Portugal. Logo na I Dinastia fomos pioneiros numa profunda ligação entre Rei (hoje chefe de Estado) e autarcas…sem mais intermediários. Quem o diz é o Prof. Agostinho da Silva.
Hoje o poder local lida com o Dr. Miguel Relvas…e foi o que se ouviu e viu em Portimão!
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Em quanto vai a pequenez (ou o complexo de inferioridade) de alguns…

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Os voluntários...

"O marxismo-leninismo está completamente fora de moda, ninguém acredita nisso. Nem mesmo em Cuba... Há um lugar onde o socialismo e até o comunismo funcionam muito bem, que são os conventos. Aí divide-se tudo, partilha-se tudo. Mas é voluntário."

S.A.R. o Senhor Duque de Bragança, in Expresso de 3-12-2011.

Nota: Numa conferência organizada pelo Público, julgo que em 1997, com Mikhail Gorbachev como conferencista e Miguel Sousa Tavares como moderador, dizia o último dirigente da URSS:«Já não existe socialismo, o único e verdadeiro socialista vive no Vaticano» (reportando-se a João Paulo II).
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Cair na REAL!

Tu que ainda não percebeste que são as repúblicas que estão no centro da crise mundial...CAI NA REAL!
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No Exame do Conselho dos Doze...

Destacaria, do Exame do Conselho dos Doze, de 26-11-2011, no Caderno de Economia do Expresso, as respostas à seguinte pergunta: «Um herói que faz sentido lembrar?»

Resposta de João Salgueiro - «Nuno Álvares Pereira, que criou condições para os portugueses abrirem a Europa ao mundo.»

Resposta de Medina Carreiro - «D. João II.»

Resposta de Paulo Nunes Almeida - «Bartolomeu Dias que nos deve servir de inspiração para dobrar as tormentas.»

Resposta de Augusto Mateus - «Vasco da Gama e quem projectou Portugal no mundo.»

Resposta de Pinto de Sousa - «Dom Afonso Henriques. Custa muito conseguir a independência mas perde-la é muito fácil.»*

*O meu comentário proferido, ao qual acrescentava: Se  já não estiver perdida para a senhora Merkel?

Em suma: Todos os economistas que recorreram, e bem, a heróis nacionais, recorreram inevitavelmente a personalidades anteriores a 5-10-1910. De facto, heróis, em Portugal, só mesmo em Monarquia…até por uma questão de lógica (da maior abertura no pensamento colectivo da anterior Nação).
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Acordado!

Está decidido:
Terminou a posição neutral e céptica. Entre usar a ortografia de 1911 (catastrófica para a época – dito e redito por Pessoa) da I república e usar a da III república, do Dr. Pedro Santana Lopes, mal por mal, descaio para a última "reforma". Sempre é generalizadamente mais sucinta e universalizante.
Entretanto, e enquanto não se vulgarizarem os correctores de texto, continua-se a escrever (infelizmente) na forma imposta em 1911.
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editor 69

Associa-se também na homenagem ao grande editor69, dos poucos que falam da realidade republicana sem salamaleques.
Encontra-se naquele restritíssimo rol de SLB's que merece a minha consideração.
Parabéns ao Blog de Leste!
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Luís de Freitas Branco . "Antero de Quental (Symphonic Poem)" (????)

Deixo-vos com votos de uma boa noite e de uma boa semana de trabalho e, ainda, com as sábias palavras do Prof. Mendo Henriques no facebook:
«Vale por si mas também por ser uma grande peça musical de um monárquico sobre outro !!!!! E ainda falam da falta de cultura....»
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Oneohtrix Point Never

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Cláudio Santoro . "Sinfonia nº 4 ("Sinfonia da Paz") - II. Lento-Allegro-Lento" (1953/54)

From Brasil!
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My Brightest Diamond . "All things will unwind" (2011)

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Nikolai Kapustin . "Prelude, op. 53, no. 11" (????)

Ucraniano e a mestria!
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Wim Mertens . "Temperance" (1988)

Do álbum 'After Virtue', guardado há muitos anos a 7 chaves cá em casa.
Vindo do Reino da Bélgica!
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John Blow . "Venus & Adonis (Act II 2º part)" (16??)

Nesta peça o Adonis nem preciso dizer quem é.
Quanto à Vénus...aguardo candidaturas a serem submetidas a concurso...!
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Sarah Vaughan . "Dream" (1957)

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)