Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Think Tanks...

A,
Queria, em primeiro lugar, agradecer-lhe o convite para este grupo.
Contudo julgava que me encontrava numa plataforma aberta, sã, democrática e de elevada discussão, mas não foi isso que aqui encontrei, não por sua responsabilidade (como é fáctico e) conforme se pode aferir nos comentários supra. Não tenho tempo, paciência ou sensibilidade educacional para me expor a determinadas pessoas e, especialmente, a determinados comentários.
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domingo, 11 de dezembro de 2011

13.000

Obrigado!
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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Decorrente de um think tank facebookiano...(II)

1.º Comentário

PMO,
Entendo o seu comentário. Até concordo conjunturalmente com ele, mas discordo estruturalmente.

Há que apresentar o cenário de outro prisma:

1.º) De facto não foi um problema de regime, mas sim de Governo. Este prendia-se com o envelhecimento do rotativismo (quiçá o mesmo que temos hoje?!).


2.º) A I república não foi uma “continuação” da Monarquia Constitucional como afirma. Antes pelo contrário, e conforme sabemos, foi a implementação de medidas sistémicas radicalmente diferentes e que trilharam, até hoje, em meros 100 anos, a herança do nosso Portugal actual. Em 767 Portugal enfrentou diversas crises, mas soube ultrapassá-las por si próprio. Aquilo a que chama a “desgraça” foram problemas que se amontoaram, para a Monarquia Constitucional, por circunstâncias históricas (perda do Brasil [uma diminuição de 75% do valor do comércio externo português e principal sustento do Estado], investimento público necessário para a modernização de Portugal*, Mapa cor-de-rosa, ataques armados maçónico-republicanos, improdutividade do rotativismo) e que D. Carlos, sublinho D. Carlos, teve de solver. Ao contrário dos PR’s de hoje (e de ontem), ele tomou uma posição pró-activa e cujas vantagens poucos falam e o preço que pagou todos nós sabemos qual foi! Deva-se dizer também, em abono da verdade que, com as devidas ressalvas temporais, a Carta Constitucional era bastante melhor que as Constituições.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)