Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Presidenciais 2026

Como monárquico não voto (especificamente) para a Presidência da República. Seria uma incoerência comigo mesmo se assim não fosse.

Contudo, vendo o cenário deste ato eleitoral, parece-me claro que, independentemente do resultado de hoje, o Doutor André Ventura sairá sempre vencedor.

Continuo a achar, e tentando colocar-me na pele dos detratores dele, que vencer a Presidência, ainda assim, iria ser menos mau do que aquilo que virá a seguir.

Ganhando Seguro, pessoa séria, mas também o mais difamado homem de esquerda dentro da esquerda, quis o destino que caísse sobre ele a responsabilidade de salvar a III república, aquela que "caminha para o socialismo" de acordo com a Constituição ainda em vigor. Lembro apenas duas coisas aos republicanos e aos que votam em Seguro:

1- A França já vai na V República (quiçá a caminho da VI); e
2- François Hollande (o último socialista Presidente da França antes da derrocada final do Partido Socialista Francês).


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domingo, 18 de janeiro de 2026

Além dos custos exorbitantes das campanhas, além das picardias mesquinhas pelo poder

Choca-me ouvir comentários como "eu vou votar em fulano", "eu vou votar beltrano" ou, ainda, "eu vou votar em sicrano" quando está em causa o representante de todos os portugueses. O Chefe de Estado é aquele que, ao menos, na esfera representativa, e não falamos da governamental, nos devia unir a todos, sem mácula. A recente democracia ocidental foi criada sob égide das Monarquias. As repúblicas, nos principais países da Europa, vieram depois. Mas vieram. Vieram e trouxeram a divisão e a desunião. A democracia é mais do que o ato (formal) de votar. A democracia é, sobretudo, a liberdade para poder confiar em alguém, em algo, que transcende prazos de mandatos, timings e formalismos em suporte papel. Veja-se, por exemplo, a eleição do Presidente da Assembleia da República, em parte similar à Aclamação de um Rei, pelo Povo, nas Cortes (vulgo Parlamento). Este é um ato praticado no seio de uma democracia, não menos legítimo que a eleição, por sufrágio universal direto, de um Presidente da República, eleição essa, que nos últimos 50 anos, e sejamos justos, gerou crispação em vez de união, pois o eleito foi quase sempre de origem partidária (ex. Soares, Sampaio, Cavaco, Marcelo, o próximo e por aí fora). É uma falácia que o "qualquer um" possa ser Presidente da República. O Rei, inversamente, criou o País, o Povo e a respetiva cultura. Rei, País e Povo, em Monarquia, são um só. Não carecem símbolos acessórios como hinos ou bandeiras. O Rei é o símbolo maior, aquele que personifica a Nação e o Povo que outrora ele gerou. Se assim não fosse, não havia explicações para democracias mais amadurecidas como a inglesa, a norueguesa, a dinamarquesa, a sueca, a belga, a holandesa, a espanhola, a japonesa, etc.
 
Termino dizendo que foram também muitos aqueles que, nestas presidenciais, e perante os candidatos disponíveis, que partilharam comigo, pela primeira vez, a percepção do quanto uma Monarquia, afinal, é util e mais segura.

Com toda a certeza: a distância para uma Monarquia já esteve mais longínqua.


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Além do poder

"O Rei não precisa de partido porque não é votado; não precisa de propaganda porque não é efémero; não precisa de conquistar o poder porque está para além do poder."

Francisco Sousa Tavares | Jornalista e Político Monárquico português (1960).

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domingo, 11 de janeiro de 2026

A nova Pérsia

Anatole France, Prémio Nobel da Literatura em 1921, dizia e muito bem: "Por cada Monarquia derrubada o céu torna-se menos brilhante, porque perde uma estrela. Uma república é a fealdade à solta."

Ora, no Irão, esse nome incorreto, estamos a assistir ao regresso de uma Monarquia. Assim sendo, e seguindo as palavras daquele autor, é uma estrela de união e progresso que volta a brilhar. Depois da queda de mais uma fealdade, o povo volta a estar livre, o povo volta à sua origem personalizada pelo Xá da Pérsia. Viva o Xá!


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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Bananal

Suécia, Dinamarca, Noruega, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Espanha, Reino Unido, Mónaco, Japão, Canadá, Austrália, etc, etc, são Monarquias. Supostamente são países, neste momento, mais evoluídos do que Portugal.

Com o andar da carruagem desta república portuguesa, a qual espero, sinceramente, que seja a última, julgo que qualquer um começa, razoável e finalmente, a perceber que uma Monarquia já se torna importante e necessária equacionar como forma de corrigir este descalabro civilizacional e desprestigiante que estamos, em Portugal, submergidos.

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

BB - In memoriam

"A beleza do corpo um dia se vai. A da alma jamais.”

Brigitte Bardot.

Deus criou o homem, a mulher e, depois ainda, com mais tempo, a Brigitte Bardot.

Uma mulher de coragem, de causas, de exemplo. Nunca precisou de se refugiar nas pregações feministas para se afirmar com toda a sua magnitude e com todas as suas múltiplas facetas enquanto mulher. Grato Brigitte. Requiescat in pace.



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segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Outrora em 1986 foi o Cunhal

No cenário de uma segunda volta entre Ventura e Marques Mendes, vai ser interessante ver as esquerdas, em especial o Paulo Raimundo, a "engolirem um sapo" igualmente e, assim, a canalizarem os votos para esquerda possível: o antigo líder do PSD.


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segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Rei e povo não se separaram com balas

7 mil e tal likes. Algo está diferente. Há sempre esperança. Rei e povo não se separaram com balas.

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D. Manuel II, no exílio

Mesmo no exílio nunca deixou de fazer o que o Rei deve fazer: proteger os indefesos. Como soberano que era e se em Portugal não precisava de votos, em Inglaterra exilado menos sentido fazia o que fez. Fez, contudo, por consciência, convicção e formação. Mas os nossos reis eram assim, majestosos na verdadeira aceção da palavra, ou seja protegendo os fragilizados. Em dia de Restauração de 1640 é importante recordar quem fomos e avaliar com aquilo que somos hoje. Quo Vadis Portugal?

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domingo, 30 de novembro de 2025

Foi preciso menos de 60 minutos

A verdade.
Além de um ator de excelência é uma pessoa admirável.

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quinta-feira, 27 de novembro de 2025

terça-feira, 18 de novembro de 2025

Bangladesh recebe de honra para receber a Casa Real Portuguesa

Como é possível?! A Monarquia foi derrubada há 115 anos, porém o respeito continua a fluir em direção à Casa Real Portuguesa. Apesar da mediocridade que tem sido república durante todos esses anos, apesar do atual regime ter procurado, imediatamente à sua implantação, abafar a glória que vivemos em Monarquia, ainda assim, continua a existir um fenómeno inexplicável com o herdeiro dos Reis de Portugal que é habitualmente coberto com esta finura e com este carinho pelo povo, por povos, o mesmo respeito com que foi tratado, por exemplo, em diversas freguesias de Ponta Delgada aquando da sua última vinda cá, mesmo transposto todo esse tempo. Formidável!

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domingo, 2 de novembro de 2025

O Externato

Estou 100% de acordo com o Dr. Carlos Ávila , sobretudo com a forma como está fundamentado o seu artigo de opinião.
 
Ele não produz uma crítica a ninguém e, inclusive, dá a solução (penúltimo parágrafo). Se formos precisos, a sua fórmula não só vai ao encontro dos povoacenses, do erário público e até do Governo...nunca desmerecendo, e agora digo eu, o valor histórico deste edifício, a sua qualidade arquitetónica, o quanto ajudou inúmeras pessoas ao longo de gerações, sobretudo mais desfavorecidas. Além disso, importa registar o quanto foi difícil, à data, a inovadora construção do então Externato, promovida com um custo pessoal incomensurável pelo Monsenhor João Maurício de Amaral Ferreira, a quem os povoacenses, até hoje, estão muito gratos.

O que está em cima da mesa na Povoação, mutatis mutandis, era o mesmo que dizer que o Liceu Antero Quental está inadequado... "vamos construir uma nova escola" não sei aonde. A minha mãe esteve no Liceu, eu estive no Liceu, tenho uma filha no Liceu e estou sempre muito satisfeito e grato àquela instituição.

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terça-feira, 28 de outubro de 2025

Apesar das ruínas e da morte...

"Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação,
E nunca as minhas mãos ficam vazias"

Poema da também monárquica Sophia de Mello Breyner Andersen.


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sábado, 18 de outubro de 2025

Os Nobel que não foram


Bem recordo a cerimónia e o discurso de aceitação do Nobel da Paz por Barack Obama, em que o pobre coitado manifestou, sem reservas, ao longo daquele mesmo discurso, que não percebia porque recebia a distinção... Na altura a maior parte das pessoas no mundo nem conhecia, de parte alguma, Obama.

Acresce que a atribuição destes prémios é por vezes escandalosa, pois em casos são dados a quem não merece e noutros não são dados a quem merece.

Não acho que a vencedora 2025 não tenha pergaminhos para ser uma candidata ao Nobel, mas ganhar em vez de um Trump que salvou milhares de vidas e travou um conflito...francamente.

"Laureados controversos
Henry Kissinger (1973): Foi agraciado pelo seu papel no cessar-fogo dos Acordos de Paz de Paris, que não conseguiram terminar a guerra. Dois membros do comité renunciaram em protesto.
Aung San Suu Kyi (1991): Inicialmente premiada pela sua luta pela democracia, a sua reputação foi prejudicada mais tarde pela sua inação perante a crise dos rohingyas.
Yasser Arafat (1994): O prémio para ele, juntamente com Yitzhak Rabin e Shimon Peres, foi contestado por alguns, que apontaram as ações violentas passadas de Arafat.
Anwar Sadat (1978): Ganhou o prémio juntamente com Menachem Begin pelo seu acordo de paz com Israel, mas foi criticado por ter participado no golpe de estado de 1952 no Egito.
Barack Obama (2009): Concedido pelo seu trabalho pela paz e cooperação entre os povos, o prémio foi visto por muitos como prematuro, já que o seu mandato estava apenas a começar.
Ales Bialiatski (2022): O ativista de direitos humanos de Bielorrússia foi condenado a 10 anos de prisão logo após receber o prémio.

O prémio nunca entregue
Le Duc Tho (1973): O negociador do Vietname do Norte recusou o prémio em protesto contra o fracasso dos Acordos de Paz de Paris em acabar a guerra.
Mahatma Gandhi: Nunca recebeu o prémio, apesar de ter sido nomeado cinco vezes. O comité do Nobel mais tarde expressou o seu arrependimento.
Carl von Ossietzky (1936): O jornalista e pacifista alemão não pôde comparecer à cerimónia porque estava detido num campo de concentração nazista.
Liu Xiaobo (2010): O dissidente chinês foi preso antes da cerimónia, a sua cadeira ficou simbolicamente vazia."

IA Google.

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quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Basílio Teles, anti monárquico

Por um intelectual radical do republicanismo português inicial:

"Mil vezes um tirano, duro e frio, contanto que inteligente e patriota, prendendo, deportando, perseguindo, mas impondo à estima do mundo um povo [...], do que um bando de politicantes histriões, atascados em torpeza e estupidez"

Basílio Teles, anti monárquico, Professor, ensaísta e político, proferido no início do século XX.


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domingo, 14 de setembro de 2025

Eu diria antes, a grande verdade

Apenas agora começa a ser possível desmascarar ideologicamente o cerne deste assunto. No caso do fascismo, que era italiano, basta recordar de que ideologia Mussolini vinha (filiado).

Ora, como Salazar era conservador, acreditava na economia de mercado e era, portanto, de direita, explica claramente o porquê de ter abolido o fascismo na Constituição de 1933 que dava, formalmente, início ao Estado Novo, de base cooperativa. António de Oliveira Salazar chegou mesmo a prender os verdadeiros fascistas como Rolão Preto. Ele sempre foi, objetivamente, um anti fascista, até Mario Soares o sabia e chegou a notar publicamente no fim da sua vida.

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quinta-feira, 11 de setembro de 2025

"A Oeste Nada de Novo"

Frase: General Friedrichs, do Exército Imperial Alemão.
Filme: "A Oeste Nada de Novo".
Realização: Edward Berger.
Ano: 2022.


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sábado, 30 de agosto de 2025

Apoio do FMI pela Europa dita evoluída...

Disto fala-se pouco.
A Europa em risco de colapsar e submergida num futuro incerto, governada por políticos fracos. Atada em burocracia e lóbis distantes da realidade comum.
Em Portugal basta juntar à equação a especulação imobiliária, a sobrevalorização dos preços dos imóveis, a bolha que já está a aumentar, prejudicial aos portugueses, sobretudo aos mais jovens.
Fontes
- Como no Reino Unido, ‘fantasma’ da intervenção do FMI instala-se em França


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domingo, 17 de agosto de 2025

George Forman

George Foreman e Novak Djokovic, atletas ímpares, desportista raros e membros de uma elite restritíssima, curiosamente, falaram ambos de não haver o impossível. Ambos, e poder-se-á dizer sem grande imprecisão, poderão ter atingido mesmo o impossível. Até data, pelo menos, podemos dizer assim.
Por detrás da força que os movia, há um claro e mui específico elemento agluitinador nos dois.
Um bombom para quem acertar primeiro (não vale "Googlar").

Imagens - George Foreman a desferir o golpe final sobre Michael Moorer, a 5 de novembro de 1994, tornando-se, pela segunda vez, campeão do mundo de pesos pesados, com 45 anos, o que foi obtido por um atleta da modalidade com mais idade de sempre, após ter estado 20 anos afastado dos ringues.



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O (verdadeiro) Presidente Rei, não o Sidónio

Sou monárquico sempre e para sempre.

Abomino apenas um alegado rei português: "D. Pedro IV". Por outro lado, não gostei/gosto de quase todos os Presidentes da República desde 1910. A excepção, como sempre disse, é este senhor porquanto, precisamente, atuou sempre próximo do verdadeiro perfil que se espera e só está ao alcance de um Rei.

Mantenho viva a esperança de ainda ver um Rei no Trono de Portugal e dos Algarves. Caso não seja possível, posso afirmar, com satisfação, que fui contemporâneo do Sr. General António Ramalho Eanes, o único homem a quem reconheço total respeito pela forma como exerceu a mais alta esfera pública representiva em Portugal.

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Xi Jinping is growing more elusive'

Num país que faz tábua rasa dos direitos laborais e é desburocratizado por essência do próprio regime, i.e., por um lado, são "comunistas/socialistas" (para enganar e ter como refém o povo chinês) para o que lhes convém e, por outro, são ultra capitalistas (não vou usar o termo liberais porque isso não o são) para comandar a economia. Como lidar com um ente híbrido destes? Alguma coisa o Ocidente vai ter de fazer.

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sábado, 16 de agosto de 2025

A verdade

Apenas uma nota adicional: muito antes da escravatura negra em África por brancos, o Império Romano, ou seja, o que seriam hoje italianos, escravizaram a Germânia, i.e. hoje os alemães...louros de olho azul. Com a componente da História interpretada ao seu devido tempo tudo seria mais transparente, correto e justo.

Não profiram alarvidades com falta de conhecimento e, sobretudo, tenham muita atenção às mentiras do movimento woke.

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sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Um Truman será muito diferente de um Hitler?

Será um Harry S. Truman, que determinou isto, muito diferente de um Adolf Hitler?

«De repente, uma luz rosa-esbranquiçada e ofuscante surgiu no céu, acompanhada por um tremor anormal, seguido quase imediatamente por uma onda de calor sufocante e um vento que varreu tudo no seu caminho», relatou o médico suíço Marcel Junod. «Em poucos segundos, milhares de pessoas nas ruas e nos jardins do centro da cidade foram queimadas por uma onda de calor escaldante. Muitas morreram instantaneamente, outras ficaram a contorcer-se no chão, gritando em agonia por causa da dor intolerável das queimaduras. Tudo o que estava em pé no caminho da explosão – muros, casas, fábricas e outros edifícios – foi deitado por terra e os destroços rodopiavam num redemoinho. Elétricos foram lançados no ar e dançavam de um lado para outro como se não tivessem peso nem solidez. Comboios foram atirados para fora dos carris como se fossem brinquedos. Cavalos, cães e gado sofreram o mesmo destino que os seres humanos. Todos os seres vivos ficaram petrificados numa atitude de sofrimento indescritível».

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Nagasaki

Os Nazis (nacional socialismo) foram uns monstros.

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domingo, 10 de agosto de 2025

Sindicatos

Aqui é a parte, não de esquerda, que gosto na IL. Os sindicatos também precisam ser revistos e, sobretudo, carecem de tutela. Num regime que se diz democrático existirem organismos sem tutela independente, não é correto. É arbitrário. É poder a mais. No nosso País já existiu essa tutela, como, aliás, existe noutros. Mas hoje não.

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domingo, 20 de julho de 2025

Eu admiro os Cruzados

Infelizmente, e novamente, mutatis mutandis, na ordem do dia.

"The Crusades are (were) a legitimate response to Islamic aggression and islamic violence".


Os Cruzados nada mais eram que os "Cavaleiros de Deus" e Deus é O Bem.


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terça-feira, 15 de julho de 2025

Outros prismas de esclavagismo e de eventual racismo...

Este senhor é Francisco Paulo de Almeida, Barão de Guaraciaba, foi um dos maiores produtores de café do Brasil no século XIX, banqueiro e empresário. Foi um dos mais proeminentes capitalistas do seu tempo e o mais bem sucedido homem negro do Brasil Monárquico.

Tinha mais de 1.000 escravos a trabalhar para si.




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sábado, 21 de junho de 2025

Supraconsciência (vulgo Espírito [ou Alma])

O Filho do Homem quando veio à Terra para nos salvar, informar e indicar O (verdadeiro) Caminho, obviamente, não entrou em detalhes técnicos, embora o seu infinito conhecimento o permitisse, tais como "supraconsciência", "ego", "metafísica", e outros, para explicar aos seus apóstolos, maioritariamente pescadores, bem como aos seus inúmeros crentes, quanto à realidade inquestionável da existência de vida para além da morte. Poder-se-á dizer que sintetizou no conceito claro e mais compreensível de: espírito (ou alma como veio reforçar a Igreja usando a terminologia da filosofia grega).

Em pleno século XXI, o Doutor Manuel Sans Segarra, médico e cirurgião especializado em cirurgia geral e digestiva, com um foco em cirurgia oncológica, que trabalhou durante grande parte da carreira no Hospital Universitari de Bellvitge, dedica-se de forma absoluta e rigorosa ao seu compromisso com o método científico. Contudo, a dado momento do seu percurso profissional, viu-se confrontado com um paciente que voltou à vida (terrena) após uma fase de morte clínica. Isso mudou o rumo do seu 'main goal' técnico-científico. A partir daí, e ao longo de anos de investigação, reunindo evidências claras e comprovadas, tendo produzido obra científica publicada, bem como contabilizando inúmeras conferências proferidas por todo o mundo em locais de prestígio, acabaria por confirmar aquilo que há muito o Deus Vivo entre os homens havia transmitido há 2.000 anos: há vida para além da morte.

Há entidades de luz, mas também, e essa é parte que nos leva a refletir, em contraponto, histórias e registos como o do Caetano Veloso (ler artigo na íntegra). O músico deveria meditar seriamente sobre a aquilo que experimentou e sobre o que tem sido a sua vida, pois o que ele experimentou não foi algo que se deseje de todo, diria mesmo o que mais há a evitar, mesmo além da doença e da dor em vida e até da própria morte (de consciência tranquila). O sucedido com o brasileiro nada acrescenta de novo àquilo que o Excelso Filho de Deus nos disse existir e que, a Sua Santa Mãe, a Rainha de Portugal de facto (e do Mundo) mostrou a três miúdos lá para os lados da Cova da Iria.

Post Scriptum - Complementarmente ver aqui a entrevista dada pelo ex Ministro e atual Presidente da FLAD Morais Sarmento.

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terça-feira, 10 de junho de 2025

Do alegado racismo estrutural português...

Para quem vem falar de racismo em Portugal, tem muita História para ler e não se bastar pela mediocridade dos anacronismos que visam denegrir o nosso passado. Não fomos perfeitos, mas no contexto histórico-comparativo fomos dos melhores e, no geral, podemos ter mesmo orgulho naquilo que fomos e muito menos naquilo que somos hoje.

A imagem revela como eram as escolas portuguesas no tempo colonial. Isto não era Africa do Sul, era Portugal. Uma política implementada desde das escolas primárias.

Todos portugueses, independentemente da tonalidade da pele, mas todos puros na alma nacional e patriótica. Essa era a pureza, não a racial.


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500 anos de contraponto ao racismo dos outros

Eis o alegado racismo estrutural que, as esquerdas liberais, tanto querem introduzir à força...e sim é o Dr. Oliveira Salazar aquele que muitos ignorantes ou incultos chamam de fascista, quando foi ele que recusou, histórica e precisamente, a entrada dessa corrente ideológica italiana em Portugal, não permitindo que fosse plasmada na Constituição de 1933.

O que vale é que os "iluminados" que elaboraram a Constituição de 1976, não pondo impedimento algum ao comunismo estalinista, mas colocando à dita corrente ideológica estrangeira o que, curiosamente, permitiram foi que, se alguém assim entender, a volta do Corporativismo é objetivamente possível.

De salientar que o Corporativismo era um modelo brilhante de controlar o capitalismo liberal desenfreado, da exploração do homem pelo homem, apostando numa fórmula unicamente concebida pelo Professor Catedrático em Direito e Finanças de Coimbra que permitia uma economia crescente, assente na interajuda das pessoas e das instituições portuguesas em prol da produção equilibrada dos nossos produtos, pela nossa industria, ou seja, assente na lógica de cooperativa.

Ainda hoje subsiste o Código das Cooperativas.


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domingo, 1 de junho de 2025

Contradições convenientes...

Diz o homem que dias antes do Gigante cair dizia, como PR, que "o BES está sólido" e que operou duas revisões constitucionais, sendo uma delas, a de 1989, a de maior magnitude até hoje registada. Nem por isso veio mal ao mundo na altura, antes pelo contrário veio algum progresso. Quem é Cavaco para vir falar e impedir que Portugal se desprenda das suas amarras?

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quarta-feira, 28 de maio de 2025

O 25 de abril de 1926


Hoje fazem 99 anos que, para muitos portugueses, foi dia de Liberdade, segurança, e de acreditar novamente no Estado.

Nem Salazar, nem o Estado Novo, fizeram deste dia feriado. Havia portugueses contra portugueses, logo não havia nada para comemorar.

Feriados não são de partes, de alguns, de ideologias ou de partidos...são de todos, são dos portugueses unidos em causa comum.

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sexta-feira, 23 de maio de 2025

A Bula de Portugal!

Portugal não se resume ao período de 115 anos sob as amarras daquela bandeira de pouco significado com as nossas origens profundas, período esse que amordaçou o nosso País na forma de uma "República Portuguesa". Não! Nós somos muito mais do que isso, temos 846 anos de História, somos das pátrias unas mais antigas do planeta, forjada num Reino, o Reino de Portugal, por esse extraordinário homem público de seu nome Afonso Henriques, Afonso Rex.

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segunda-feira, 19 de maio de 2025

Montenegro e o (suposto) futuro...

Montenegro tem a enorme responsabilidade de poder alterar a Constituição de 76, a qual é o cerne de, por ter sido forjada no PREC, e assim desadequada, não projetar o País para o verdadeiro desenvolvimento. Uma oportunidade rara. Veremos o que fará.

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segunda-feira, 5 de maio de 2025

Cine-Estúdio Namibe


"O Cine-Estúdio Namibe, em conjunto com outras instalações culturais construídas nas décadas de 1960 e 1970, reflete a transformação urbana da cidade, inserida na zona de expansão planeada durante os últimos anos do período colonial português."

Ou seja, não só a vasta obra de boa arquitetura de equipamentos iniciada nos anos 40 na parte continental europeia portuguesa, nomeadamente através de escolas, universidades, estradas, pontes e tribunais, mas também de registar, na parte ultramarina e africana portuguesa, que Portugal dava cartas em termos progresso arquitetónico em relação aos demais.





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sábado, 26 de abril de 2025

Descolonização, a verdadeira

António Ramalho Eanes, ex-Presidente da República, considera que a descolonização foi "trágica" e recorda as milhares de pessoas que foram obrigadas a partir para um país que não era o seu.

"A descolonização ia ser trágica e foi. Eu digo isto com à vontade, eu sei que muita gente acha que foi uma coisa maravilhosa, mas não foi. Deixou aqueles países, Angola e Moçambique, numa situação de guerra que durou anos e destruíu tudo", afirma.

SIC Notícias, online, facebook, 26 de abril de 2024.

Obviamente, sobretudo para os portugueses negros que nem puderam fugir e foram estropiados com as suas famílias pelos movimentos terroristas pró soviéticos que, sob a alegada manta legitimadora da independência, tornaram-se partidos e depois governos que não deixaram pedra sobre pedra da obra que o Estado português organizadamente lá deixou.

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Feriados de feridas

O País está a mudar, a Direita está a renascer, o palco que era de alguns passa a ser patilhado, doravante, pelos outros do jogo ideológico. O mesmo já acontece/eu em França, Inglaterra, etc. Está chegando, para ficar, também em Portugal.

É prudente, como há anos venho alertando, repensar os feriados. Feriados que nasceram de feridas, que colocaram portugueses contra portugueses deram nisto e esperemos que não piore. Portugal caminha para um equilíbrio de forças extremadas, isso pode ser um processo doloroso. Haja bom senso.

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quinta-feira, 17 de abril de 2025

Plantar

Ainda sou daqueles que acredita que plantando mais árvores no mundo (em baldios), deixa de ser necessário recorrer a viaturas elétricas (com baterias enormes made in China).


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Por São Pedro

«Senhor, afasta-Te de mim, que sou um homem pecador».

Simão um pescador, depois designado Pedro.

Lc 5, 1-11

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Sem novo regime, Portugal não consegue

Esta 3.ª república, forjada com parcialidade, no calor do PREC, em que são só direitos sem deveres, em que uns são incluídos e outros excluídos, está cada vez mais parecida com a 1.ª república. Governos atrás de governos, desgoverno, corrupção, amiguismos, partidarite e outros malefícios.

Por favor, já não há paciência. Mudem o regime, elaborem uma nova Constituição, regras adequadas e contemporâneas que evitem este caos de instabilidade e de 50 anos de sucessivas "crises".

O que trouxeram, afinal, as repúblicas de melhor que a nossa Monarquia? Pior é certo e objetivo.

Se nesse novo regime couber uma nova Monarquia, tanto melhor. Se for uma 4.ª república, que seja mais satisfatória.

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Violência obstétrica: a nova arma contra a natalidade

A horda do costume, incluindo o topo da sua pirâmide, a OMS, ataca novamente e, como sempre, de forma dissimulada e hábil, o ato Natal. Agora sobre uma forma de Lei que nem ausculta médicos e enfermeiros, imputando-lhes responsabilidades avassaladoras que, obviamente, os torna receosos dos seus próprios atos, promovendo a inação ou meios não naturais de nascer...para não existirem riscos.

É bom saber como esta aberração legislativa foi criada.



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SELECTION SOUNDZZZzzz!


In Memoriam

Roy Ayers


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Para o Estado, Setor Privado e Cidadãos

"É mais importante uma estratégia do que uma ideologia."

Daniel Traça, Diretor-geral da ESADE Barcelona.

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Indicativos

Não é menos indicativo do carácter e do tipo de pessoa que é, quando se avalia a forma e a responsabilidade como trata (ou não trata) das suas dívidas, sejam derivadas de empréstimos elevados, de uma mera coima ou, até, de uma simples quota.

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quinta-feira, 13 de março de 2025

Investimentos

Os líderes europeus chegaram a um consenso e vão rearmar a Europa utilizando um budget de 800 mil milhões de euros.

Antes de mais, dinheiro em armas é sempre um bom investimento, em deterimento de prioridades menores como investigação na saúde, os apoios aos realmente desfavorecidos, etc.

Porém, ainda existem alguns aspetos que me intrigam, ou seja: no âmbito das novas armas, e por exemplo, os mísseis de curto e longo alcance serão movidos a painéis solares? Os drones movidos a hidrogénio? Os tanques serão elétricos? Os caças movidos a energia eólica, podiam, quiçá, ter hélices geradoras de potência em vez de jatos? Enfim...por aí fora.

Em suma, o grande, o enorme, o incontrolável problema ambiental são, de facto, as viaturas particulares ou civis se preferirem, o qual se traduz numa total subserviência europeia à China, e às suas baterias de metais finos nada poluentes..., sendo a fórmula imperiosa e necessária para garantir um ar mais respirável.

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terça-feira, 11 de março de 2025

In memoriam (1947-2025)

Era um dos melhores jornalistas portugueses, tendo sido, muitas vezes, a voz dos excluídos do País. Falo dos excluídos de uma ilusão nacional criada paralelamente à verdade dos factos históricos, submergida numa letargia abrilesca e protegida por uma Constituição forjada no PREC absolutamente obsoleta hodiernamente.

Na última edição do Sol, o arquiteto e jornalista José António Saraiva foi homenageado pela réstia de políticos e individualidades ainda credíveis neste País.

Vai fazer falta.

Pax Christi.

Foto - Mariline Alves.


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domingo, 9 de fevereiro de 2025

A enganosa narrativa "clean" da energia

Desde de 2019 que venho alertando para esta realidade.

É incrível como os líderes fracos da Europa se vergaram aos chineses e a esta enganosa narrativa "clean" da energia "verde" eléctrica para os carros. Uma blague. O maior grau de poluição, de risco de explosão e de custo de elevado aquisição são objetivamente reais.

Estou muito solidário com o setor da venda automóvel que nada tem que ver com os fabricantes e muito menos com os políticos, pessoas sérias, que estão reféns deste esquema poluidor dos metais finos e da China. As vendas do setor automóvel estão fortemente em quebra, preços exorbitantes.


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quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

António Homem Cardoso

Entrevista a um homem livre, a um homem que representa um passado que fomos, criativo, inovador e distintivo dos demais países, e que deixamos de ser.

Entrevista a um homem que decidiu ter uma vida efetivamente de liberdade sem precisar de chavões abrilescos, sentindo-se sempres liberto fosse antes ou depois da data revolucionária de 74.

Um homem que, por acaso, ou talvez não, é também monárquico.

A ver a entrevista ao Mestre da fotografia em Portugal.

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

Ainda a propósito do Natal

Por um Professor Universitário, agnóstico e, portanto, sem fé.

Contudo, este artigo é uma lição civilizacional.


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sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

Como era D. Dinis

D. DINIS, um dos melhores Reis de Portugal.

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quinta-feira, 21 de novembro de 2024

Os 1000 dias da/na Ucrânia

Em pouco mais de 8 meses, Hitler já tinha invadido a Polônia (atacada em setembro de 1939), a Dinamarca (abril de 1940), a Noruega (abril de 1940), a Bélgica (maio de 1940), a Holanda (maio de 1940), a França (maio de 1940), a Iugoslávia (abril de 1941), a Grécia (abril de 1941) e Luxemburgo (maio de 1940)...

Ora, comparar Putin e Hitler, convenhamos, é no mínimo uma blague.

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domingo, 10 de novembro de 2024

The Last Kingdom

Tenho vindo a acompanhar esta série (2015 - 2022), há alguns meses na Netflix.

Esta retrata a fase de construção da Inglaterra, quando a Ilha estava, tal como a Península Ibérica, dividida em vários reinos.

Enquanto na Península, nesta época, 800 anos D.C., havia conflitos com os Muçulmanos, em Inglaterra havia com os dinamarqueses, Vikings.

Considero esta uma boa série, não excelente, mas boa. Tem um leque de atores heterogéneo, uns razoáveis outros melhores e outros bastante melhores ainda.

Contudo, neste 'cast', sobressaiu-me um ator que desconhecia e que, doravante, irei estar atento aos seus desempenhos futuros, porquanto a sua atuação nesta série é inequivocamente de um nível superior, que se destaca dos demais colegas e esse é David Dawson, que interpreta o papel de Alfredo de Wessex, o Grande. Este foi Rei de Wessex, de 871 a 899 e Rei dos Anglo-Saxões de 886 a 899. Alfredo defendeu o seu reino contra os dinamarqueses e, à época de sua morte, era o governante mais poderoso e respeitado na Inglaterra.

Recomendo, pois, ver esta série, registando que o papel de David Dawson, como 'Alfred of Wessex', por si só, torna esta recomendação quase numa obrigação. É, de facto, um ator que tem uma áurea distintiva e um desempenho de excelência, de elevado destaque e, tal como Daniel Day-Lewis absorvia as suas personagens a roçar a obsessão para se aproximar, o mais possível, daquilo que elas exigiam para serem ou seriam na realidade, também no mesmo espírito, David Dawson, consguiu atingir o patamar máximo, ou seja, quando o espetador fica com dificuldade em distinguir o ator da personagem, pois ficamos com a séria sensação, em 'O Último Reino', que estamos na efetiva presença de um rei.


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Quem é James David Vance?

Um filme biográfico sobre James David Vance, vulgo J. D. Vance, nascido como James Donald Bowman. Este trabalho mergulha no início de vida do recém eleito Vice-presidente dos Estados Unidos da América, início aquele muito difícil e que revela a correção, o grande caráter, a determinação, o valor e, sobretudo, o amor e a dedicação que Vance canaliza para a família. O papel e a influência da sua avó na formação do jovem James foi fulcral para forjar o futuro homem. O respeito dele por ela, como o próprio revelou, é eterno.

Na esfera académica e profissional, e como é sabido, Vance é uma figura de excelência.

A Netflix fez este filme num período que deve ter julgado, erroneamente, que J.D. poderia ser seduzido para o sistema instalado, o liberal. Não houve erro maior. Hoje o canal deve estar amargamente arrependido de ter produzido esta boa película.

Vance é o homem que se segue, e ainda bem.

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A delicadeza do Lírio Branco na Europa

Adquiri na altura em que saiu "O Lírio Branco", da saga de Astérix. Contudo, no vasto rol de publicações em lista de espera, só muito recentemente me foi possível ler, finalmente, esta última peça da obra dos intrépidos gauleses, obra que acompanho desde dos meus 8 anos.

Felizmente os continuadores desta inigualável obra conseguiram a raríssima proeza de, felizmente, manter intactos os condimentos essenciais tais como concebidos pela dupla de génio criadora de Astérix: Albert Uderzo e René Goscinny.

No que concerne a este livro, "O Lírio Branco", fiquei especialmente agradado e ri-me, ri-me tanto como há muito não me ria. Brilhante, portanto, este fruto da semente deixada por Uderzo e Goscinny.

Na minha opinião um retrato, mais que óbvio, mesmo necessário, que espelha o quanto a Europa está a amolecer em falas mansas, encantada por bem falantes, enfeitiçada pela ordem liberal, submergida em regras/burocracia/direitos e "direitinhos" sem o equilíbrio dos deveres e que, neste todo, nos tem levado, europeus, à decadência, geridos por líderes incapazes, fracos e de 10.ª escolha. Este livro é um descodificador para a realidade de que a Europa está a perder cada vez mais a sua essência, a sua importância, a sua velocidade inventiva e produtiva, a sua desenvoltura, o seu carisma e determinação tão próprios de cada Nação que a compõe, cada vez mais refém da armadilha accionada pela tribo dominante do politicamente correto.

Ou seja, está montada a melhor táctica para derrotar definitivamente os gauleses...

Veremos se ainda haverá poção mágica que inverta tudo isto e leve, como sempre levou, os bons gauleses à vitória contra o Império circundante.


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Conflitos recentes: factos e decisões difíceis

1 - O Ultimato britânico de 1890 foi entregue a 11 de janeiro de 1890 a Portugal e exigia a retirada das forças militares chefiadas pelo major Serpa Pinto do território compreendido entre as colónias de Moçambique e Angola (nos actuais Zimbabwe e Zâmbia), a pretexto de um incidente entre portugueses e Macololos. Esses vastíssimos territórios eram reclamado por Portugal, pois haviam sido legalmente incluídos no famoso Mapa cor-de-rosa, reclamandos a partir da Conferência de Berlim numa faixa de território que ia de Angola à contra-costa, ou seja, a Moçambique.
Perante tal contexto, e num cenário de uma guerra impossível, contra a maior potência bélica da época, D. Carlos, nosso Rei, lendo bem os contornos geopolíticos da altura, optou por não enviar milhares de portugueses para uma chacina e absorver os mais vis ataques por parte dos nacionalistas portugueses, em especial dos republicanos.

2 - Em 1916, já com a I república imposta, Portugal participou na I Grande Guerra, tendo mobilizado mais de cem mil homens. Sem qualquer pudor e reflexão ponderada, contrariamente a D. Carlos, o recente regime não hesitou em enviar para a chacina os nossos compatriotas, a maior parte deles pobres coitados impreparados, camponeses, os quais foram morrer nas trincheiras, especialmente em 'La Liz', apenas porque o republicanismo, fraco, não soube travar a sua ânsia de afirmação internacional e cedeu, facilmente, às grandes nações da altura que o instigaram a travar um conflito que era morte certa para muitos portugueses.

3 - Volodymyr Zelensky, a formiga ante o Gigante russo, em vez de astutamente querer negociar, como afinal agora já quer, deixou-se, qual patrioticamente, ser empurrado e manipulado por trás para enfrentar o Grande Urso. Agora que esse apoio está a findar, sobretudo por parte dos principais responsáveis, os EUA de Biden e Haris, e após tantas mortes desnecessárias na Ucrânia e na Rússia, e resumindo-se à sua insignificância, endividado a quem lhe forneceu as armas, e com tantas mortes no seu curriculo, resta-lhe o que reserva desta notícia.

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A rever Sá Carneiro

"Por isso, do ponto de vista ideológico, a tentativa de aproximação à Internacional Socialista não foi apenas pragmática ou "oportunista", por razões de procura de legitimidade política no ambiente radicalizado de 1974-5. Bem pelo contrário. A adesão à Internacional Socialista era para Sá Carneiro (e para sectores ainda mais "socialistas" como era então a JSD) uma política consistente, fortemente desejada e considerada de grande importância, e prosseguida com grande vigor e muitos esforços. Sá Carneiro via aí também um travão a que o partido se deslocasse para a direita."


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Um hoje mais triste do que o ontem

No tempo de Oliveira Salazar, de autocracia, alguns tinham de ter receio do Regime, especificamente comunistas, opositores e conspiradores contra o Estado Novo. Os bufos eram seus convictos seguidores.

No presente tempo, de ditadura já indisfarçável, todos temos de ter medo, porquanto é RGPD, é Portal das Denúncias, é LADA, são queixas anónimas e infundadas ao MP e que têm continuidade, é burocracia que nos asfixia, são as minorias a comandar a maiorias, wokismo, é vigilância online, etc, etc. Hoje há medo de falar de muitos e muitos assuntos, que não apenas "de Salazar". Os tempos presentes são inegavelmente mais tristes e difíceis do que antes. O receito é já maior, multifacetado e enormemente mais dilacerante que antes de 25/4/1974. A estatística comparativa de suicídios é a prova disso mesmo. O regime de hoje conseguiu criar os meios para que os bufos fossemos todos nós.


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Homenagem governamental | Monsenhor João Maurício de Amaral Ferreira

EB/JI Monsenhor João Maurício de Amaral Ferreira | Despacho/SREC/95/45, publicado no Jornal Oficial, II Série, N.⁰ 40, de 3 de outubro de 1995

Apesar de ser uma inquestionável honra para a família, esta homenagem ao meu estimado tio foi, sobretudo, e no meu entendimento como cidadão (e não como familiar próximo), um ato de pura justiça do Governo Regional de então, porquanto ele tudo deu das suas forças, inclusive pagando o preço com a sua própria vida devido a um enfarte fatal com apenas 63 anos já quando era Reitor do Santuário do Senhor Santo Cristo, para possibilitar, acima de tudo, o estudo às famílias carenciadas e que apesar do talento escolar de muitos dos seus filhos, não tinham possibilidades económicas para manter os estudos deles e, assim, perdia-se muitas capacidades. Graças a ele, numa fase difícil, quando o dinheiro não jorrava da UE, com muito stress, angústias para cumprir pagamentos a tempo e horas, ele conseguiu o seu objetivo focado nos povoacenses. Tempos depois, o seu nome também era dado à Escola Profissional da Povoação.

Grato, enquanto açoriano, ao Governo Regional da altura e, sobretudo, aos povoacenses.


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Lido e ouvido num filme de Andrew Jones de 2014

"Inspetor de polícia Jim Eckhart - Tenho uma pergunta: o que te faz acreditar... o que te faz acreditar no que acreditas?

Padre Bill Jennings - É uma pergunta que fiz a mim mesmo, muitas vezes.

Há quem olhe para a ciência e veja certos factos sobre como o mundo e a humanidade evoluem. As suas questões são respondidas. Essas pessoas tendem a seguir as cabeças, mas eu sigo o coração.

Quando vejo a ciência, a evolução e todas essas coisas, fico com uma questão: como pode um mundo tão belo não ter algum tipo de toque divino inexplicável?

A fé não é algo que penso, Jim. É algo que sinto."


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"Memorial for the unborn child"

"Memorial for the unborn child" | "Memorial à criança não nascida"

Peça escultórica da autoria do checo Martin Hudácek.
O conceito da obra assenta sobre os seguintes pressupostos:
- A mãe é mármore expressando o peso e a dor.
- A criança é translúcida como o perdão.



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Quando querem a direita a assumir o que não é ela

Clean as that:

O nome correto, apesar de terem sempre querido ludibriar ser um partido de direita, era assim:
'Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães'.

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- (menos) LGBT

Tenho pena que a jovem Chloe tenha caído nas teias do aliciamento armadilhado pelos movimentos LGBT+, muito fortes nas redes sociais, onde os nossos filhos ficam confusos e fragilizados.

Porém, a Cloe, também merece um reconhecimento de, por experiência na pele, e destruição do seu ser, vir corajosamente denunciar esta monstruosidade wokista que está a acontecer e que ainda levam a ser hasteadas bandeiras. Já vivemos tempos melhores.

Admirem-se, pois, que muitos já queiram recuar, por razões práticas de maior liberdade, a 24/4/1974.

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Diferenciação

"A inteligência emocional é um dos principais factores de diferenciação entre os seres humanos e a IA"

Helena Oliveira, in revista online VER.

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De punho fechado...

«Com o punho fechado não se pode trocar um aperto de mãos.»

Indira Gandhi.

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Da matança

"O aborto não foi propriamente aprovado em referendo, mas sim a sua despenalização ou a não condenação da mulher que o pratica."

José Barros Oliveira, in Sol, de 19/7/2024, pág. 47.

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SELECTION SOUNDZZZzzz!


In memoriam


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quinta-feira, 7 de novembro de 2024

"Por ti, Portugal eu juro!"

Em junho escrevi isto, hoje sai este documentário que desconhecia.
A ver, indubitavelmente.
Porque razão os portugueses brancos foram resgatados da morte certa após o 25/4 e os portugueses negros não?
Eram estes que Marcelo devia indmizadar.
A verdade começa, devagar, a chegar.
Obrigado irmãos.
Nota - Um excelente trabalho dos jornalistas Diogo Cardoso e Sofia da Palma Rodrigues, mas também de rigor e, acima de tudo, de muita coragem. Pioneiros.


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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)