Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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terça-feira, 10 de junho de 2025

Do alegado racismo estrutural português...

Para quem vem falar de racismo em Portugal, tem muita História para ler e não se bastar pela mediocridade dos anacronismos que visam denegrir o nosso passado. Não fomos perfeitos, mas no contexto histórico-comparativo fomos dos melhores e, no geral, podemos ter mesmo orgulho naquilo que fomos e muito menos naquilo que somos hoje.

A imagem revela como eram as escolas portuguesas no tempo colonial. Isto não era Africa do Sul, era Portugal. Uma política implementada desde das escolas primárias.

Todos portugueses, independentemente da tonalidade da pele, mas todos puros na alma nacional e patriótica. Essa era a pureza, não a racial.


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500 anos de contraponto ao racismo dos outros

Eis o alegado racismo estrutural que, as esquerdas liberais, tanto querem introduzir à força...e sim é o Dr. Oliveira Salazar aquele que muitos ignorantes ou incultos chamam de fascista, quando foi ele que recusou, histórica e precisamente, a entrada dessa corrente ideológica italiana em Portugal, não permitindo que fosse plasmada na Constituição de 1933.

O que vale é que os "iluminados" que elaboraram a Constituição de 1976, não pondo impedimento algum ao comunismo estalinista, mas colocando à dita corrente ideológica estrangeira o que, curiosamente, permitiram foi que, se alguém assim entender, a volta do Corporativismo é objetivamente possível.

De salientar que o Corporativismo era um modelo brilhante de controlar o capitalismo liberal desenfreado, da exploração do homem pelo homem, apostando numa fórmula unicamente concebida pelo Professor Catedrático em Direito e Finanças de Coimbra que permitia uma economia crescente, assente na interajuda das pessoas e das instituições portuguesas em prol da produção equilibrada dos nossos produtos, pela nossa industria, ou seja, assente na lógica de cooperativa.

Ainda hoje subsiste o Código das Cooperativas.


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sábado, 22 de junho de 2024

Indemnizações!? Sim, mas para quem merece

Recentemente tive uma interessante conversa com um senhor de amplo conhecimento, já sexagenário, nascido em Angola, filho de uma terceira geração de portugueses daquele então território nacional. Angola, como se sabe, foi um território redesenhado e, assim, designado no início do século XX, após a cimeira que fechou o (injusto) Mapa Cor de Rosa, do qual resultou uma flamejante mistura de ancestrais tribos africanas, algumas delas com ódio de morte umas contra as outras e cujos portugueses eram, há seculos, os garantes da paz. Por outras palavras, e por Direito, os territórios seculares africanos, bem como aquilo que depois se veio a definir como Angola, eram Portugal, eram juridicamente de Portugal.
Da aludida conversa, da qual muitos factos foram aflorados e constatados na primeira pessoa pelo próprio, dizia o senhor que a haver indemnizados pelo Estado Português, deveriam ser os militares portugueses que defenderam os territórios em Angola das chacinas operadas naquelas terras pelos terroristas de origem comunista, militares esses que foram deixados lá, após a Revolução de Abril em Lisboa, e cujo o critério empregue para essa seleção terá sido, unicamente, aquilo que os diferenciava dos demais portugueses, ou seja, a cor da sua pele. Escusado será sublinhar que esses portugueses foram os primeiros a serem deixados ao extermínio dos revoltosos. Porque razão esses patriotas não vireram para o Portugal sito na Europa tal como os seus compatriotas que tinham cor branca? Como pôde o atual regime permitir tal coisa? Não apenas foi efetuada uma escabrosa descolonização, onde milhares de africanos brancos perderam, de um dia para o outro, tudo o que tinham construído na vida (...já agora para esses também não haveria direito a indemnização...?), os ditos retornados, como, pior, os seus irmãos nacionais cuja pele não fosse branca foram deixados, bem como as suas famílias, à mercê daqueles terroristas sanguinários que destruiram tudo de bom que a Nação portuguesa tinha lá edificado, bem como ainda continuaram em disputas de poder que custaram as vidas de milhares de africanos após 1974 até recentemente.
Os 'wokistas' que não se preocupem com alegados artefactos a serem devolvidos ou a indemnizar quem atacou os seus compatriotas numa lógica de guerra civil, preocupem-se antes e somente com aqueles que, acima descritos, sejam brancos ou negros, mas irmãos, foram espezinhados e até mortos por terroristas inqualificáveis.



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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)