Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 10 de agosto de 2025

Sindicatos

Aqui é a parte, não de esquerda, que gosto na IL. Os sindicatos também precisam ser revistos e, sobretudo, carecem de tutela. Num regime que se diz democrático existirem organismos sem tutela independente, não é correto. É arbitrário. É poder a mais. No nosso País já existiu essa tutela, como, aliás, existe noutros. Mas hoje não.

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domingo, 10 de novembro de 2024

Quando querem a direita a assumir o que não é ela

Clean as that:

O nome correto, apesar de terem sempre querido ludibriar ser um partido de direita, era assim:
'Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães'.

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sábado, 24 de agosto de 2019

1989 - 2019

A qualidade do carácter, a coragem, a determinação, a bondade, a vontade indómita, o poder, são, nomeadamente, características vincadamente definidoras do Homem. 

Contudo, e apesar das preditas características, existem muito poucos de nós que vão para além disso tudo. Eis um dos raríssimos exemplos que situa num patamar superior.



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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Mundos diferentes

Não existem sindicatos no Japão. O que vale é que a república e a Ana Avoila traduzem um Portugal muito mais avançado que o país do Sol Nascente...

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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Lech Wałęsa

Lech Wałęsa: sim porque foi um sindicalista que iniciou o derrube de um pack de comunistas.

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sábado, 23 de maio de 2015

Pilotos e pilotos

Independentemente de sindicatos, qual é a legitimidade que os pilotos da TAP têm paralelamente aos pilotos do passado da Companhia que tanto contribuíram, com esmero, para construir o prestígio da transportadora, prestigio esse que, de facto, existia?

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domingo, 3 de maio de 2015

Desresponsabilização

Vivo numa república em que um sindicato assume, publicamente, que a sua acção vai causar prejuízos directos na ordem dos 30 milhões de euros (embora a TAP fale em 70) e nada acontece...

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terça-feira, 10 de junho de 2014

10 de Junho | “Respeito por Portugal!”

 
Hoje é dia 10 de Junho, dia de Portugal, de Camões e das Comunidades. 
 
Este é um dia que, supostamente, devia ser de alegria e de união entre portugueses. Contudo, e uma vez mais, a la república terceiro-mundista, apareceram vozes e cartazes de sindicatos, corporações essas que, instaladas e bem seguras em si próprias, dão voz aos seus associados a troco de um negócio de desconto percentual nos seus vencimentos. Curiosamente, as tv's nunca se referiram hoje aos realmente prejudicados e a quem, legitimamente, lá devia estar a protestar, i.e. os sindicalizados. Quem compareceu foram os do costume: determinados sindicatos.
 
Todavia, e apesar dessa realidade, houve um aspecto que, felizmente, preponderou positivo e, assim, superou esse mal. Além da comparência das instituições desavindas, nomeadamente do Governo vs a oposição do Tribunal Constitucional, do líder do PS, etc, retive as palmas das gentes da Guarda após a lúcida intervenção do Sr. Chefe do Estado Maior das Forças Armadas em torno do incidente que envolveu a saúde do Presidente, bem como aquando do retorno de Cavaco Silva ao seu discurso abruptamente interrompido.
 
Costumo dizer que se dependesse de mim, a Monarquia era restaurada hoje mesmo e a república acabava. Contudo, é lastimável ver, independentemente do regime imposto, como não existe um sentido mínimo de coesão nacional, nem por um dia, em prol de um projecto estrutural (de união) em torno do País, nem tão pouco das figuras que, apesar de serem as possíveis geradas pelo regime, merecem respeito...ao menos institucional. Sei que sem um Rei (apartidário) é difícil construir esse tecido unificador, mas ao menos tentassem com o que se tem: um PR.
 
Em cenários realmente difíceis, com ancestrais divergências, como ilustra a foto deste post, foi bem possível, por um dia, concretizar o que refiro. É pena que, apesar das dificuldades que Portugal atravessa, hoje não tivesse havido uma alegria contagiante conforme acontece numa Inglaterra, numa Suécia, etc, e se esquecessem os apupos que não levam a nada.
 
Valeram as sábias e sintomáticas palavras do Sr. Chefe de Estado Maior das Forças Armadas: “respeito por Portugal!”
 
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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Pergunto:

A Ponte Salazar irá aguentar o peso do 25 de Abril?

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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Assassinos “democráticos”

«Temos fama de pacíficos mas já matámos um rei»

Esta frase é de João Proença, socialista, maçónico e, por acaso, também líder da UGT. Foi proferida em entrevista ao Expresso (pág. 14 – 28/4/2012), a propósito do seu último 1.º de Maio no cargo, sendo o mais caricato desta afirmação a sua mais pura veracidade: Eles mataram mesmo o Rei, um chefe de Estado numa democracia constitucional.
Entre os vários pontos abordados pelo semanário, um deles esquadrinhava Proença se “aumentou o risco social” em Portugal. A esse o dirigente sindical respondeu: «É um risco que existe e que é reforçado se o Governo não cumprir o acordo. Toda a gente associa Portugal a um país pacífico. É pacífico, mas já matámos um rei. Por isso não abusem…». E deixa(m), uma vez mais, a ameaça a pairar…!
O problema nestas declarações resume-se a um aspecto: O facto de serem verdadeiras e terem acontecido no passado e, se é um homem “daquele círculo” que o diz, porque não levar, com as necessárias e devidas adaptações a 1910, a ameaça a sério?
Pergunto-me: como é possível e com que legitimidade subsiste uma república desta índole, onde um descendente ideológico dos assassinos que implantaram a república diz o que disse de forma clara e ninguém reflecte sobre isso? “Matámos um rei”, diz ele. Matou-se um chefe de Estado em democracia. Mataram-no de facto e muitos outros mais (inclusive republicanos e filhos da…revolução) até chegarmos onde chegamos. É por estas e por outras que me apetece entrar em frases feitas e dizer a essa elite minoritária que vem “orientando” Portugal em tempero francês: E o povo, pá?! O povo, o que teve que ver com isso?! Nada! O povo não era republicano, nunca foi...o genuíno manifesto de Maria da Fonte prova-o!
E são homens destes que gerem os nossos destinos e estamos entregues nas suas mãos…sendo geridos, a compasso e esquadro, conforme os seus interesses (pela e para a república portuguesa).
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)