Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Minorias estridentes

Parece que corre em Espanha uma petição para questionar o regime monárquico.
 
Essa petição reúne cerca de 120 mil assinaturas num espectro de cerca de 50 milhões de espanhóis.
 
Bem, se formos pelo exemplo do caso português, os espanhóis que se acautelem pois meia dúzia de terroristas conseguiram, no Terreiro do Paço, em 1910, dar a volta a oito séculos de História e à maioria …sendo que ainda hoje está tudo calado e em brandos costumes.
 
O problema é que já passaram 103 anos e a república, sem nunca permitir a liberdade de expressão sobre si própria, ainda existe.
 
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

105 anos depois do Regicídio. Não esquecemos!

«Naquele 1 de Fevereiro de 1908, Suas Majestades o Rei Dom Carlos e a Rainha Dona Amélia, mais o Príncipe Real chegavam de Vila Viçosa, desembarcando no Terreiro do Paço.

Pouco depois das 17h00, dois criminosos, Buiça e Costa respectivamente, atingem o Rei Dom Carlos e o Príncipe Real e ferem num braço o Infante Dom Manuel.

Naquela tarde de 1 de Fevereiro de 1908, mudava radicalmente, o destino de Portugal.

O Regicídio foi, sem margem para dúvidas, o primeiro passo, para o terrorismo carbonário e maçónico que assolou Portugal logo com a I República.

O Regicídio foi, sem margem para dúvidas, o primeiro passo, para a Ditadura da II República – um regime paternalista de Salazar e Caetano.

O Regicídio foi, sem margem para dúvidas, o caminho para a corrupção do Estado e os escândalos de 102 anos republicanos.

Por isso mesmo, não podemos esquecer.

Não podemos esquecer que foi com o Regicídio que chegámos ao estado a que chegámos.

Em Memória de Sua Majestade O Rei Dom Carlos I e de Sua Alteza Real, O Príncipe Real Dom Luís Filipe, mortos a tiro no Terreiro do Paço há 105 anos atrás, temos todos nós Portugueses, a obrigação moral, de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para resgatarmos o nosso futuro, como Pátria de quase 900 anos de História e por ela, garantir um futuro melhor para as novas gerações.

E porque não esquecemos o Regicídio, devemos estar unidos em torno da Família Real Portuguesa e avançarmos para uma Monarquia Democrática.»

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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Realmente com toda a franqueza…

Quando viajo pelo nosso Portugal afora, pelas nossas pousadas, pelos nossos monumentos, pelo meio do nosso povo, enfim, pela nossa história, encontro, muito sinceramente, um Portugal diferente do Portugal do Terreiro do Paço, do Portugal que não é Portugal…mas que é gerido naquele ponto da Capital.
Encontro, como em Espanha, como na Escócia, como na Bélgica, apenas para referir algumas das monarquias por onde passei, um Portugal realmente ligado aos seus Reis, à Monarquia. Afirmo o que afirmei com a mais absoluta tranquilidade…um Portugal melhor do que aquele que se discute, por exemplo, na Assembleia da República.
Um Portugal com tradições ancestrais, com alegria, com produção, onde se Portugalestá bem, onde se come e bebe como em raríssimas parte do Mundo. Temos um povo soberbo, temos uma história lindíssima, temos um Mar sem fim, falta-nos apenas o Rei.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!