Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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terça-feira, 10 de junho de 2014

Por ocasião de mais um 10 de Junho


Independentemente de serem republicanos ou monárquicos, estas são AS CORES DA NOSSA BANDEIRA. Estas são as cores da nossa Fundação, dos princípios estruturantes deste País e até mesmo para os fervorosos republicanos Guerra Junqueiro, António Arroio ou mesmo António M. Sousa essas cores não eram questionáveis. O mais grave é que foram. O vermelho e o verde representam hoje, infeliz e objectivamente, o que não somos e, talvez por isso, também os piores e menores momentos da nossa História.

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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Carbonizando...

Honestamente que compreendo aqueles que, na comissão da bandeira, foram contra o feroz republicano Guerra Junqueiro em não continuar com o azul e branco de Portugal e da Fundação em 5-10-1143.

A ideia e a ordem era "carbonizar" tudo, começar do zero, fazer uma lavagem cerebral à consciência colectiva. Devo dizer que conseguiram em vermelho e verde! Parabéns!

Aquilo que fizeram aos Reis (D.Carlos e D. Manuel II) multiplicou-se e entranhou-se à Nação: hoje falamos todos mal uns dos outros, não acreditamos em nada nem em ninguém, não gostamos de nós. Estamos falidos e sem soberania...a morrer!
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Nem todos foram na conversa...

Ao «(...) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (...)». * Palavras de Henrique Paiva Couceiro.

800 anos de Azul e Branco. A verdadeira cor de todos nós.

Nem mesmo todos os republicanos deixavam/ram o Azul e Branco, exemplo de Guerra Junqueiro. 
 
Contudo, durante quase 100 anos a verdade foi escamoteada de vermelho e verde.







Mas nem todos foram na conversa...


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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!