Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 3 de abril de 2021

Monarquia é no feminino


Em república hoje, tão liberal, cada vez mais feminista, tal como a França inspiradora, teve/tiveram alguma mulher nesse mesmo posto?

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sábado, 13 de fevereiro de 2021

Onde tudo começou

O local por onde São Miguel começou.

Quando as coisas eram justas e bem feitas, num regime em condições.


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sexta-feira, 3 de julho de 2020

O local por onde São Miguel começou

Quando as coisas eram justas e bem feitas, num regime em condições.


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sábado, 24 de agosto de 2019

A república nunca foi chefiada por mulheres

Sendo Portugal uma Nação pertencente à dita civilização ocidental, e tomando um determinado prisma, bem como nunca descurando que as mulheres, genericamente, no passado, foram vitimas da supressão de direitos essenciais que, erradamente, só abrangiam os homens (apenas relembrando que um dos direitos mais importantes - o de voto - curiosamente lhes foi atribuído pelo Estrado Novo), mas, igualmente, não deixando de trazer à colação alguns movimentos feministas civilizacionalmente desequilibrados, devo confessar a minha estranheza que, em pleno século XXI, e em 3 (três) repúblicas (1910 a 2019) que alguma mulher se reveja neste regime republicano instalado e altamente masculinizado, em que mulher alguma vez ocupou o cargo da chefia de Estado, apesar de ocuparem, cada vez mais, cargos de elevava importância no nosso País. Comparativamente, como é possível, nos séculos XVIII e XIX, termos tido duas mulheres - D. Maria I e II, que levaram muitos homens a se sacrificarem por elas, porquanto para eles as Rainhas personificavam Portugal e, acima de tudo, um ideal, ao ponto de renunciarem à sua própria comodidade, à comodidade das suas famílias, serem levados ao exílio, perdendo muita coisa (material e espiritual), em muitos dos casos a própria vida orgulhosamente por uma(s) mulher(es).

Mais estranho se torna, quando em plena atualidade, temos muitos países monárquicos, onde de forma mais emblemática se destaca a Grã-Bretanha, em que várias são as mulheres chefe de Estado…e que muitos homens admiram e seguem com regozijo.

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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

A dignificação da mulher foi noutros dias

A mais marcante guerra fratricida na História dos portugueses, tinha por base a colocação de uma mulher na Chefia de Estado. Muitos deram a própria vida por isso. Aconteceu em Monarquia.

Hoje, curiosamente, em república, liga-se peva para a hipótese de sequer por uma mulher nesse lugar.

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Pela nossa segunda e última Chefe de Estado


O meu eterno reconhecimento e respeito por quem, de facto e de direito, sempre reconheceu a valia e, assim, respeitou a autonomia do seu povo.
Viva a Senhora D. Maria II de Portugal e dos Algarves.
Um interessante elemento histórico.

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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

72 anos!

Como todos sabem sou um convicto admirador de D. Miguel I de Portugal, mas é importante frisar que a Carta Constitucional durou 72 anos. Foi a constituição portuguesa que esteve mais tempo em vigor e que compreendeu o maior período democrático da História de Portugal.

A Constituição da república portuguesa de 1976, presentemente em vigor, sofreu 7 revisões. A Carta Constitucional sofre apenas 4 revisões constitucionais, designadas por Actos Adicionais. Tirem as V. ilações…
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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Reinado de D. Luís I - Edifício da Câmara Municipal da Povoação

Foto - PPA.

A Povoação é uma terra que encontra a sua designação por ser dela que provêm os mais antigos colonos da ilha de São Miguel (povoamento iniciado a 29 de Setembro de 1444 em pleno reinado de D. Afonso V, o Africano) e porque foi nela que eles se estabeleceram primeiramente. Teve a sua elevação a concelho em 1839 por Carta Régia de D. Maria II.

Vinte e seis anos depois, novamente pela democracia da nossa Monarquia Constitucional, este Conselho é reconhecido pela sua importância municipal e nele é edificado este belíssimo edifício em 1865, pelo reinado de El-Rei D. Luís I. A mais bela construção, diga-se abono da verdade, das redondezas concelhias. 

Hoje, em república, fala-se exactamente do contrário daquilo que se falou em Monarquia: tirar à Povoação. Não por culpa objectiva deste ou daquele governo, deste ou daquele partido. A culpa é do regime que permitiu que inúmeros governos destemperados, descontrolados e incompetentes, sobretudo após o 25 de Abril, fizessem que os municípios chegassem onde chegassem. Modelos absolutamente errados de municipalismo, regulados e centralizadores onde não deviam e desregulados onde deviam ser regulados. Volto a frisar, uma vez mais, o que pensava o Professor Agostinho da Silva sobre o assunto, ou seja, sobre o original modelo municipalista instituído genuinamente pela nossa 1.ª Dinastia, a de Borgonha. Hoje carecia de voltar a esse modelo em que os municípios interagiam directamente com o Rei: 
Povo --» Município --» Chefe de Estado (Rei). 

Embora nascido em Ponta Delgada mas ligado directamente e de forma (bi) parental àqueles 1.ºs colonos, carrego a honra de ter tido vários familiares (três de sangue e um afim) a presidir esta edilidade: 
- Meu avô materno (União Nacional); um tio-avô (União Nacional); um primo segundo (PSD) e um tio afim (PS). 
Todos eles contribuíram como souberam e como puderam com os meios disponíveis para o melhoramento das condições dos povoacenses. 

Tenho igual honra, agora no domínio da educação e da formação, numa época em que não havia dinheiro a correr da UE, em que o meu estimado tio Monsenhor João Maurício Amaral Ferreira tenha dado, literalmente, a vida em trabalho e dedicação para poder deixar a Escola Básica e Integrada da Povoação às crianças e jovens povoacenses. Foi com orgulho que a família viu esse esforço reconhecido pela atribuição do seu nome à actual e mais recente escola profissional deste concelho. 

Contudo o que mais me tranquiliza e orgulha é, acima de tudo, a forma reconhecida e destemida que o povo do mar, que são os povoacenses mais o respectivo triângulo territorial adjacente a este concelho (Faial da Terra, Furnas e Ribeira Quente), elevam as armas de quem mais lhes prestigiou: As armas mais altas e antigas dos povoacenses, ainda hoje, como se demonstra nestas fotos, são as armas da Família Real Portuguesa.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Isto é quanto valia uma portuguesa amada e Portugal…não há muito tempo:

«Em 1862, houve uma revolta na Grécia contra o Rei Oto I e ofereceu-se o trono grego a D. Fernando II, mas este recusou.
Em 1868, uma revolução expulsou a Rainha Isabel II da Espanha e sua família, e o governo provisório espanhol, não desejando estabelecer uma República, ofereceu a coroa a D. Fernando II, então com quarenta e nove anos. Também rejeitou a proposta.»
in Wikipedia.
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sábado, 6 de novembro de 2010

Insubmissão «-- Monarquia | República --» Submissão

Já vivemos num regime realmente progressista, importados com grandes causas de valor, e não me refiro a pseudo bandeiras como o aborto, casamentos entre pessoas do mesmo sexo, e outras menoridades, refiro-me, por exemplo, quando abolimos a pena de morte. Isso sucedeu nos reinados de D. Maria II e D. Luís I.

A república que, após 1910, tudo perdeu do Império, que não o soube tratar e adaptá-lo, recebe com pompa e circunstância Hu Jintao, presidente da república popular da China, um regime colonialista e comunista, república que ainda integra a pena de morte, mas que agora apresenta-se com um formato híbrido (à mistura com uma forte veia capitalista) e como potencial comprador de dívida pública portuguesa.

Neste contexto, o presidente Aníbal Cavaco Silva recebe aquele regime com forte aparato, incluindo montadas da GNR (pobre do militar que caiu do cavalo e pior…teve de cumprimentar o ditador), jantar de gala, etc, tudo para “sensibilizar” a poderosa China a comprar-nos, um pouco à semelhança da entrega vergonhosa de Macau.

Esta nossa república não tem qualquer sabor, expressão ou, se assim posso qualificar, carácter de regime. Derrete-se ao primeiro que torce o nariz ou nos dá umas esmolas...

No século XIX, já Portugal estava longe do poderio de outros tempos, mas ainda assim, o Grande Rei D. Pedro V, foi um acérrimo defensor da abolição da escravatura. Aquando do seu reinado, ocorreu um episódio que definiu a convicção do monarca nessa matéria e que, simultaneamente, demonstrava a fragilidade de Portugal perante as grandes potências da altura. Assim, junto à costa de Moçambique é apresado um navio negreiro francês, tendo o seu comandante sido preso. O governo de França, não só exigiu a libertação do navio, bem como uma avultada indemnização ao governo português. Mas o Rei não abdicou de firmar a sua convicção liberal e marcou o sentido de posição de Portugal enquanto Nação e dos portugueses que se orgulharam deste seu representante.
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sexta-feira, 31 de julho de 2009

A Mulher e a chefia de Estado em Portugal

Quantas (mulheres) chefes de Estado existiram em Portugal após 1910 ? Resposta: 0. E antes de 1910 ? Resposta: 2.
D. Maria I
D.Maria II
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)