Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

A Viagem Autonómica

O Prof. Marcelo Rebelo de Sousa divulgou, no passado domingo, no seu espaço de comentário Tvi, a obra "A Viagem Autonómica".
Merecido destaque e reconhecimento ao Realizador Filipe Tavares.

À venda na Fnac.

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História, Atlântico e turismo são as nossas únicas vias de sucesso!

«Nunca olhámos para a nossa História como uma riqueza»;

«O nosso poder de influência extravasa a dimensão numérica dos portugueses».

Presidente Mundial da Havas Worldwide
(Expresso - Caderno de Economia - 25/1/2014)

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Imediatamente após a vitória do SLB:

«Mesmo benfiquista, eu não saltaria muito no estádio da luz ...»

Maria Gomes (no facebook)

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"Um apelo histórico em defesa da vida selvagem"

«A Coroa do Reino Unido, personificada no Príncipe de Gales e no seu filho Guilherme, também ele futuro herdeiro do Trono britânico, num histórico e inédito apelo público em defesa de um dos valores por eles sempre publicamente advogados: a vida selvagem, com a consequente condenação do comércio ilegal e o abate de espécies naturais que as levará à extinção.

A Coroa Britânica de novo "a dar cartas" em benefício do planeta.»


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Esta é a postura monárquica que me revejo

Obrigado Nuno pelo post!

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O que D. João I desde logo percebeu!

«A Marinha Portuguesa tem responsabilidade de Busca e Salvamento numa área de 5.792.740 Km2, 63 vezes o tamanho de Portugal. 

Uma área tão grande que se fosse um país seria o sétimo maior do mundo.»

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WEEK SOUNDZZZzzz!


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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

The Grand Budapest Hotel


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Praxes

Tudo o que envolve práticas iniciáticas não leva o meu agrado. 
É capaz de ser comigo...mas sou um bocado averso a ritos e rituais estranhos.

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A supremacia da 3.ª Pessoa sobre a 1.ª

Quando apenas o EU parece importar, é fascinante a demonstração do Divino através de uma inexplicável predisposição de muitos se prostrarem perante ELE.

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Passo atrás para seguidamente dar dois à frente!

Mariano Raroy afirma-se, cada vez mais, como um político diferente no cenário generalizado do "politicamente correcto". É cada vez mais um político a ter em conta.
Porque afirmo isso? Porque, no meu entendimento, Raroy, tem feito um coisa que nunca vi um político fazer: dar um passo atrás, para depois dar dois à frente. Saber corrigir o que não está bem. Ter o discernimento de assumir que nem tudo no presente está melhor que no passado. Tem tido essa coragem no meio dos lobbies. 
Um princípio a seguir em tudo.

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José Luís Nunes

Homens livres uni-vos em torno do Rei e refundemos a Nação!

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Pina Manique…como estás a fazer falta!


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O “plus” da Monarquia

A ler aqui.

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Uniões à parte...

Pelos vistos o "EuroNico" vai passar da ficção à realidade.

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Ana de Sousa


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Ufaaa...

...com tanto feminismo quase cheguei a pensar que éramos iguais:

Pergunta/entrevistador – “Existem diferenças entre os cérebros do homem e da mulher?”

Rita Levi-Montalcini (Nobel de Fisiologia/Medicina de 1986, Presidente Honorária da Associação Italiana de Esclerose Múltipla, tendo vivido até aos 103 anos) – “Só nas funções cerebrais relacionadas com as emoções, vinculadas ao sistema endócrino. Mas quanto às funções cognitivas, não tem diferença alguma.”

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Hongbo Li


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Check-in

A propósito de reserva de hotéis, fui parar neste que já estive.

Recomendo a todos, quando forem a NY, ficarem neste carismático e cinematográfico Hotel.

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Broken Bells present "After The Disco" | Part I & II


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WEEK SOUNDZZZzzz!

O Punk teve coisas giras..!

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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

sábado, 1 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Philomena


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Sentindo o pulsar e a saúde da Nação

- 1 de Fevereiro... - 

Álvaro Cunhal, acolhido, aquando do exílio, pelas mais altas instâncias soviéticas de Estaline, recebeu um voto de pesar pela sua morte na AR.

Um chefe de Estado (e seu jovem filho) são brutalmente assassinados, em Portugal, e não foi admitido um voto de pesar pela sua morte em 2008 aquando dos 100 anos de Regicídio.

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Valorativo

Quem tem valores, tem uma carga acrescida e, como qualquer carga, traduz-se num maior peso que, normalmente, dificulta o andamento e as subidas.

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Ouvido de uma pessoa que até pensava ser republicana…

«Nunca como hoje Portugal precisou tanto de um Rei para proteger os portugueses de interesses enraizados e quase indescritíveis. 
Apenas um Rei pode ser a última e verdadeira esperança de Portugal.»

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Rubrica: Despesas

Nas comemorações dos 100 anos da república foram gastos 10 milhões de euros. Aderiu pouco povo e, ainda assim, foi-lhe imputada toda a despesa do evento.

No casamento Real, nos Jerónimos, em 1995, foram gastos muitíssimo menos escudos. Aderiu muito povo e, ainda assim, não lhe foi imputada qualquer despesa do evento.

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Imemorial

“Um povo sem memória é um povo sem futuro.”

Dr. Paulo Teixeira Pinto (10/3/2008).

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"Afectos"

Para alguns republicanos, empresários, neo-liberais e economistas reflectirem sobre aquilo que defendem e querem…

(Prós e Contras “Debate Monarquia ou República na RTP” - 10/3/2008)


António Reis, GOL (a partir do minuto 6’).

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Debates

Disse Medeiros Ferreira:


Concordo Prof. Medeiros Ferreira, em geral nas monarquias não se discute o regime…as pessoas dessas monarquias sabem que estão, comparativamente, bastante melhor e a salvo. Basta-lhes fazer uma apreciação/constatação societária e histórica dos factos!

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Erros subliminares

Muito mais preocupante que a lei da co-adopção é a própria lei da adopção que é lenta para adoptar e permite homossexuais adoptarem.

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Via e-mail: "Se todos se parecem com o Vladimir Putin, é Van Eyck"


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Pela nossa segunda e última Chefe de Estado


O meu eterno reconhecimento e respeito por quem, de facto e de direito, sempre reconheceu a valia e, assim, respeitou a autonomia do seu povo.
Viva a Senhora D. Maria II de Portugal e dos Algarves.
Um interessante elemento histórico.

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"Ditaduras"

Ainda há muito a aprender e muito preconceito a clarificar sobre as monarquias constitucionais modernas, que estão cimeiras e intimamente ligadas aos índices de maior desenvolvimento e democracia no planeta. 
Todavia, e enquanto pessoas pensarem ignorantemente e disserem bestialidades destas...Portugal nem tão cedo evolui para uma Monarquia.

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Elos comuns

Há uma palavra comum que une na formação de Ronaldo, Eusébio, Violinos, Figo, Manuel Fernandes, Nani, Quaresma e Simão: SPORTING!

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Isto nunca deixará de ser um aspecto muito interessante:

«Exército de terracota, Guerreiros de Xian ou ainda Exército do imperador Qin, é uma coleção de mais de oito mil figuras de guerreiroscavalos em terracota, em tamanho natural, encontradas próximas do mausoléu do primeiro imperador da China. Foram descobertas em 1974, próximas de Xian


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Link recebido...


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A Batalha...

... ... ... VAI COMEÇAR!

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Monarquia e conhecimento

Prémio Infante D. Henrique 



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“A figura de um Rei representa um acrescento à Democracia”

Concordo totalmente com D. Duarte de Bragança.

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Bem

... o Vaticano.

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WEEK SOUNDZZZzzz!


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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

American Hustle


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Patriotismos e legados

Além do glorioso e saudável legado patriótico que a Monarquia nos deixou, vai subsistindo, tão-somente, o deprimente, fechado e residual patriotismo deixado pela república do Estado Novo.

À parte disso, nada existe…nem saberíamos o que é ser patriota quanto mais amar uma Pátria. Prova disso? É ver-se os resultados das I e III repúblicas…

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Perfis...

E pronto, 

Eis mais uma vez a revelação daquilo que sempre chamo à atenção e que nos definha enquanto País:

--> Ainda estando em mandato um PR, temos um PM que vem definir o perfil de qual deve ser o novo PR...

Vamos lá minha gente, toca a acordar! Basta de partidocracias que nos têm dizimado enquanto colectivo. Vamos querer mais e melhor para os nossos filhos, uma aproximação a modelos como a Noruega, Holanda, Suécia, Japão, Inglaterra, etc.

Referende-se não apenas a co-adopção, mas antes o regime!

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Ainda o cronológico Portugal-Coreia de Sócrates

Lido no Expresso, Primeiro Caderno, de 11-1-2014, a pág. 19, por sua vez extraída de uma rede social:

«Quando cheguei à escola, após o jogo acabar, Sócrates estava lá a comemorar».

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WEEK SOUNDZZZzzz!


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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O Sétimo Selo

A ver no Nimas, ciclo Ingmar Bergman.

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Mais um "lapso" da república

Reyno do Algarve | 1730.
 

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In Memoriam

- Mysore royal family and the last descendant of the Wodeyar dynasty -

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O novo Benfica

Nunca pensei que isto fosse possível, mas nos últimos tempos o Sport Lisboa e Benfica (SLB) tem vindo a afirmar-se como um Clube de elites. Apesar dos 6 milhões, o Benfica não tem respeitado a maior fatia do seu bolo e tem-se inclinado, isso sim, perante determinadas elites. Pelo cenário que assistimos, essas elites não devem ser diferentes daquelas perante as quais o País tomba: as financeiras.
O seu elitismo tem uma expressão e uma materialização: a Benfica TV. Antevejo que essa solução não funcione para o Clube. O Benfica (mesmo somando a diáspora), não tem dimensão para um produto destes. Este produto serve, tão-somente, para receber umas coroas e para pagar ordenados de jogadores e pouco mais. As verbas devem ser simpáticas, não contradigo isso, mas nada que se assemelhe àquilo que acontece, por exemplo, com o Manchester United. As perdas, essas sim, serão devastadoras no futuro. O património humano é insubstituível num Clube, disso podemos estar todos certos.
Com a Benfica TV, o Benfica de hoje está hipotecando o futuro de amanhã por uns tostões. Mais, está mesmo invertendo, por completo, a sua lógica e o seu maior trunfo de sempre: a popularidade. Ou seja, como é comummente sabido, o Benfica deve muito ao Regime anterior e alguma imprensa que conseguiram, arrecadar-lhe, com anos a fio de propaganda, uma estrutura icónica e mítica perante a consciência de muitos portugueses. Mas essa evidência, além de real, era assente na vontade popular…no povo para sermos objectivos.
Ora, no domingo passado, eu não vi o Benfica – Porto, pois não tenho, nem nunca terei (paga), a Benfica TV. Como eu, afiguram-se todos os sportinguistas, portistas e por aí adiante. Mas o pior é que a verdadeira transversalidade do Benfica, que assenta muito nas classes mais desfavorecidas e pobres, está a ser brutalmente afectada e atingida no seu âmago. Aqueles estratos sociais não podem pagar bilhetes para a Luz, mas pagar a Benfica TV muito menos.
Ou seja, por mais que o Estádio da Luz consiga levar em pessoas (60.000 julgo), esse número é sempre inexpressivo perante os tais milhões iniciados também pelo dígito 6. Desse enorme bolo de milhões, efectivamente, só uma elite, especialmente nos dias de crise que hoje correm, terá acesso e essa traduz-se nos benfiquistas mais abastados.
Cabe-me, enquanto sportinguista, considerar a realidade de um prisma externo e meramente analítico, mas mentiria se dissesse que não me agrada a opção encarnada, pois, a longo prazo, os resultados poderão estar à vista e esses não serão os melhores para o SLB. Não vendo jogos, mas sim os de outros, e se o figurino ficar, a mística vermelha diluir-se-á e naturalmente serão procuradas (outras) soluções pelas juventudes vindoiras.
Recordo, para terminar, o que aconteceu com a Formula 1 em Portugal, cujo fenómeno, até aos 90s, quando os campeonatos eram transmitidos pela RTP, traduzia uma notável popularidade, pois todos assistiam, em suas casas, durante o início da tarde. Contudo, no presente, e passadas poucas décadas, é uma modalidade efectivamente moribunda em Portugal. 
“Penso eu de que”.
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Vale sempre a pena!

Não, não foi apenas no tempo das arenas romanas

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Paralelismos inevitáveis…

«O acidente de Michael Schumacher fez-me lembrar o dia em que deixei de ver Fórmula 1: um de maio de mil novecentos e noventa e quatro, dia do acidente mortal de Ayrton Senna, um dos meus heróis, o dia da vitória abjeta de Schumacher, um dos meus vilões. Foi um daqueles episódios sísmicos. O café do bairro ficou cheio de gente comovida com a morte do brasileiro e furiosa com a aparente amoralidade do alemão, que celebrou a vitória depois da morte do colega de profissão.»

Henrique Raposo, in Expresso, de 4-1-2014, Primeiro Caderno, pág. 29.

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Ouvido esta semana...

...de um ilustre amigo cabo-verdiano: 

"O Eusébio foi branqueado!"
 
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WEEK SOUNDZZZzzz!













Não sou apreciador do grupo, mas gosto deste tema que conheci, compilado, no EP "So Cosmic" dos Cut Copy (2008).


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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O Passado


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“Eusébio, és o nosso rei!”

Esta era a frase entoada por milhares de pessoas ao mais ilustre desportista português do século XX, aquando das suas cerimónias fúnebres.
Além daquela expressão, aliavam-se as televisões, rádios e demais meios de comunicação social abrindo os seus noticiários, curiosamente em dia de Reis (6-1-2014), com frases tais como: «A última viagem do “rei”»; «As pessoas prestam a sua homenagem ao “rei”»; etc. Ou seja, foi rotineiro e abundante, mesmo na voz de jornalistas conhecidos, como por exemplo José Alberto Carvalho da TVi, falar-se do “rei” para lá, do “rei” para cá. Sinceramente…até não achei mal.
Ademais, outras das palavras que se ouviram generalizadamente naqueles dois dias (5 e 6 de Janeiro) foram: consenso, união, grandeza, humildade e outras contextualmente similares… i.e. palavras que definem (ou devem definir), de facto, um Rei. Aquilo a que nós, portugueses, já não estamos habituados (ou sequer já conhecemos…), nem formalmente possuímos desde 5-10-1910.
Durante dois dias, curiosamente, criava-se a ilusão, à nossa volta, que tínhamos um Rei e que viveríamos numa (espécie de) Monarquia. O Povo clamava pelo “rei”, bem como entristecia-se, unificado, pela sua perda e aí estaria o novo regime de dois dias. Um povo, o meu, que se apresentou conciliado e unido em torno de um jogador de futebol… de um “rei”. Tal como um Rei, humano, Eusébio, gerava consenso entre partes opostas. Humano (e não tratando-se duma “divindade” com dizia Ricardo Araújo Pereira [e demais dizeres bacocos similares também ditos por outras “personalidades”]), Eusébio, na consciência colectiva, acaba por gerar aquela manta bastante cozida de um enormíssimo conjunto que o respeitava, admirava e sabia da sua importância para Portugal, bem como da sua entrega a este País. Todos sabem que o “rei”, à frente de qualquer interesse pessoal, punha sempre os interesses do colectivo.
Como sportinguista, e apesar de ter manifestado o meu profundo desacordo correlação a uma entrevista que Eusébio deu, em 2011, à revista Única (antiga edição do Expresso), contudo, é me fácil transpor alguma mágoa clubista e reconhecer no benfiquista o seu melhor. E porquê? Porque as suas qualidades e demonstrações ao longo da vida são enormemente superiores a qualquer entrevista ou parcela de vida. Isso também sucede porque interpreto a vida de Eusébio como sendo sempre mais de Portugal do que de um clube…por maior que ele seja. Diria mesmo, como sportinguista, que lhe reconheço o estatuto popular/futebolístico de “king”.
Mas importa ressalvar, talvez como o mais importante, no contexto do triste falecimento precoce de Eusébio que, apesar da melancolia que muitos submergiram, aquando da notícia, cravados num sentimento de perda de uma parte daquilo que era o melhor em nós, por outro lado, emergiu uma esperança, uma estreita esperança num povo que, afinal, pode estar todo unido e dar as mãos e isso é, enormemente, bom.
Eusébio, o jogador da bola (para usar uma expressão vilã), era de facto alguém maior em Portugal e no mundo. Estando nos meus late thirties, fiquei estupefacto com as repercussões mediáticas da sua morte no mundo e como os mais prestigiados meios de comunicação social cobriram com interesse o assunto, quando Portugal é um País que, supostamente, para alguns, não tem interesse. Errado! Mais uma vez se constata que, onde a política e a república não estão envolvidas, Portugal volta a crescer. A muitos custa-lhes que um jogador da bola seja, probatória e objectivamente, maior do que eles, revelando-se aqueles, simultaneamente, e com tais posições, quem são. Uns que não conseguem tolerar que, no País, exista alguém com estatuto popular bastante maior. Outros, de tão habituados que estão a dimensões diminutas, nem sabem como agir perante um fenómeno “imperial” desta envergadura com é o caso de Eusébio. Para que fique claro, estes senhores não gostam de “reis”, não o são, não querem, nem nunca haverão de ser “reis” em Portugal…mas é o povo português que lhes dita ou ditará isso. Esses são os senhores que representam a república…os “reis”, o Reino, são outra realidade: o nosso Portugal!
Por isso para mim é clarividente, Panteão o quanto antes para o campeão Eusébio. Era herói, pois deu enormes alegrias aos portugueses sem ter pedido em troca. Merece, tal como Amália. O dia, a quente e não racionalizado, de 6 de Janeiro de 2014, fala por si. Nunca, em vida, havia visto algo similar àquilo. Não há dinheiro ou logística que devam impedir a trasladação. Se houver falta de espaço no Panteão, tire-se Aquilino Ribeiro, que não merece lá estar, e solve-se a questão. Talvez, quiçá, a logística fique mais em conta.
Em ambiência final, de ressalvar que no estádio da Luz, no dia da morte do supercraque, populares colocaram uma coroa na cabeça da estátua de Eusébio. O povo, à sua maneira, sabe como honrar os seus mais estimados e nobres. Há algo inexplicavelmente nos portugueses que clama por um Rei. Já não é só o vaticínio de Alexandre Herculano, diria mesmo que tal fenómeno é intrínseco ao povo português. Ouvia-se nas ruas de Lisboa: «Eusébio, és o nosso “rei”!»
Na segunda-feira, no dia do seu funeral, foi o povo que disse que aquele homem era o seu "rei", não um homem importante, não um ministro, não um presidente, não um chairman, eles identificaram-no com o melhor que sabiam, com a pureza habitual de um povo: “rei”!
O Eusébio, para ser “rei” não o foi apenas por ser um dos melhores jogadores de futebol que o planeta conheceu. Era preciso mais do que isso. Para todo um País e para uma parte do mundo, o Eusébio era algo mais...um conjunto que todos sabem: homem nobre de sentimentos, homem humilde, homem afável, homem cativante, homem respeitador, homem trabalhador e outros tantos pergaminhos raros hoje num ser humano. 
Quando um Rei morre, todos, mas todos mesmo, entristecem-se e prestam-lhe respeito em união. Foi o que aconteceu com o nosso “rei” Eusébio da Silva Ferreira.

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Equiparações

No dia em que sentirmos, em conjunto, a perda de um chefe de Estado como estamos a sentir a de Eusébio, será o dia em que estaremos, de volta, no bom caminho enquanto colectivo, enquanto País.

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Positivismos negativistas...

Os positivistas andam muito apoquentados com a eventual ida de Eusébio para o Panteão...

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Racionalismo a quente

Desta vez parece-me óbvio que, face ao que aconteceu nos passados dias 5 e 6 em Portugal, qualquer afirmação de (pseudo) racionalidade, quanto ao assunto Panteão, é claramente irracional.
 
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Monárquicos, we don't have a problem!

Muito tenho escrito relativamente à influência que os republicanos conseguiram angariar sobre os monárquicos, concretamente terem conseguido incutir, quiçá no domínio psicológico, quase diria, da necessidade imperativa de o actual regime apenas poder ser mudado por alteração da alínea b) do artigo 288.º da Constituição da República Portuguesa (CRP). Ou seja, para ser feito um referendo que, democraticamente, mudasse Portugal, e só assim seria possível e aceitável, de uma república para uma Monarquia Constitucional, era necessário uma alteração da Constituição e redefinir a redacção daquela alínea b).
 
Entendo como possível, desde logo, referendar sem alterar aquele disposto. Volto, uma vez mais, a salientar que aquela alínea refere, e bem, que as leis de revisão constitucional terão de respeitar "a forma republicana de governo" e não a representatividade do Estado.
 
Contudo, e se esta interpretação, que preconizo, não estiver correcta, e a CRP é mesmo dramática e quase selvaticamente castradora, então, gostaria de deixar uma interrogação para reflexão de todos os monárquicos como eu:
 
--» Se a Lei Fundamental impossibilita o desenvolvimento monárquico em Portugal, então como foi possibilitada, nos anos 70, a constituição de um partido político, puro e objectivamente, monárquico à mesma luz constitucional?
 
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Francisco I, o antes e o depois

O resultado da acção determinada e corajosa do Papa Francisco I tem gerado em mim, enquanto católico, uma sensação nova correlação à forma como a Igreja normalmente é encarada pelos seus habituais opositores. Esta sensação revela-se como se a Santa Sé, a partir de Francisco I, tivesse deixado de ser perseguida...para usar uma expressão bíblica. Sim é isso.
 
Tenho estado atento. Relaciono aquela sensação ao facto da acalmia contra Igreja, da direita não católica à extrema esquerda, ser evidente nos meios comunicacionais que nos circundam.
 
Assim, e pelo exposto, tal realidade parece-me bastante benéfica, positiva e de salutar. Podemos estar perante um novo ciclo...que assim espero. Mas será mesmo assim? O que achais?
 
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WEEK SOUNDZZZzzz!


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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Tal Pai, Tal Filho


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Melhor filme 2013

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A Viagem Autonómica

Um cuidado trabalho e uma das melhores prendas do ano.
Recomendo vivamente a aquisição, com especial enfoque para a qualidade e o detalhe contidos no livro.
Um abraço com elevada estima ao Filipe Tavares.

Foto - PPA

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TC

Relembro que o TC é um órgão não sufragado e que, na prática, melhor ou pior, assegura, actualmente, a soberania e a legalidade do País.
Só para que não nos esqueçamos, estamos a ser representados/defendidos, para o bem e para o mal, dependentemente da perspectiva de cada um, por um órgão não eleito.
Mesmo a Troika (até mais o FMI) só se refere à imprensa, como real obstáculo, ao TC e nunca, nunca mesmo, se repararem, ao Governo, PR ou oposição.
 
Estas suscitações nada têm que ver com a decisão daquele Tribunal correlação às pensões, mesmo porque para formar uma opinião técnica teria de ler, em toda a sua extensão, o douto Acórdão.
O reparo prende-se antes com a questão da maior parte dos ignorantes (e digo isto objectivamente sem qualquer ofensa) levantarem problemas com a (não) eleição do Rei, sem conhecerem, ao que dão a entender, democracias monárquicas como a Holanda, a Suécia, a Dinamarca, a Inglaterra, o. Japão, o Canadá, etc, etc, países esses bem mais atrasados que o nosso Portugal republicano modernaço.
Neste preciso momento, estamos todos a ser representados/defendidos, para o bem e para o mal, volto a repetir, por um órgão não eleito.
Curiosamente, estamos todos bem, não morreu ninguém, não nos caiu nada...e sinto-me até tranquilo em certa medida. Nem tudo o que é eleito, ao contrário dos juízes, ou da família, é necessariamente bom.
 
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Houve um grupo que compôs um tema que dizia:


Face ao exposto, e para que não subsistam quaisquer dúvidas, fixe-se que acredito cegamente nesse pressuposto composto!

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Um Rei é isto!

Um Rei é isto, um representante é isto, um ser humano é isto.
Viva o Rei, Viva a Monarquia, Viva Portugal!

Visitem o site da Refood!

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Ouvido numa sala

"Deus fez o Homem, os chineses fizeram o resto."

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Ouvido pela consoada

"Saber o que é a insularidade, é saber, por exemplo, da realidade, quanto ao nascimento de gémeos, e como já aconteceu, de um nascer numa ilha e o outro noutra."

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O sonho

Aquilo que faz mesmo, mesmo, mesmo falta para restabelecer os pilares que levarão à real mudança de Portugal: O SONHO!

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Antes da epifania...ainda o Natal!


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SEASONS GREETINGS SOUNDZZZzzz!



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Eduardo Nascimento . "O Vento Mudou" (1967)

Éramos assim tão atrasados? Talvez.
Aqui vejo, contudo, posicionamento à frente...sim...sermos (verdadeiramente) progressistas.
Obrigado Eduardo!


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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Pausa por uns tempos por via da época: BOAS FESTAS E PRÓSPERO 2014


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Descodificador

A poesia vai se descodificando, conforme a idade vai passando.

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Aglutinador amante do seu povo



Mandela foi mais um Rei que um Presidente, e não é pelo facto de ter nascido numa família de nobreza tribal cujo líder era seu pai.

Curiosamente, através de Mandela, percebe-se, com clareza cristalina, as vantagens de se ter um Rei (na relação com um povo).

Colocar tudo em plano secundário, agregar lados opostos e renunciar ao orgulho tudo em prol do seu povo e do progresso da sua Nação...só está mesmo ao alcance de um Rei.

Contudo há sempre alguns, situados nalgum extremo, que questionam toda a legitimidade de acção de Madiba por supostos factos do seu passado revolucionário. A esses eu pergunto:
1.º) Ele não pagou na cadeia, de acordo com a Justiça dos homens?
2.º) As pessoas não têm direito de mudar e ser perdoados? 

3.º) De se reconciliarem e seguirem um melhor caminho?
4.º) Naquela altura, ele era pior que os do Afrikaner?

5.º) A Igreja Católica não se apresentou, por via Desmond Tutu, do seu lado?
6.º) Ele apesar de ser "comuna" (que julgo que após sair da prisão...já não estaria para aí tão virado), alguma vez deixou de reconhecer o apoio da Igreja Católica e de outros credos...?!

Notas finais:
1) "O rei Jongintaba, era tio e tutor de Mandela."
2) "O rei Bambata, que chefiou uma rebelião em 1906, foi um dos heróis que povoaram a infância de Mandela".
in Wikip.
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Os determinados aspectos da vida

Aqueles que vão conservando o deslumbre por determinados aspectos da vida, são também aqueles que descobriram a verdadeira sustentabilidade da juventude.
O contrário, todavia, é o que normalmente acontece.

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O Sebastianismo...

No percurso do nosso grandioso Pretérito, a realidade, outrora, aproximou-se da fantasia...como de um conto real se tratasse.

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O Português d'Aquém e d'Além Mar

Ser patriota é não ser nacionalista,
Ser patriota é não ser xenófobo,
Ser patriota é não ser racista,
Ser patriota é não ceder a protectorados,
Ser patriota é ser livre!

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O Rei

«O Rei 

'Nos liberi sumus, rex noster liber est et manus nostrae nos libraverunt'

Êles o afirmam com aspeito grave,
- êles o afirmam com profunda voz.
Um côro imenso revoou p'la nave:
- « O Rei é livre e livres somos nós! »

- « O Rei é livre! » E o grito de Almacave
não foi sòmente o grito dos Avós.
Por mais que o tempo em nossas veias cave,
nunca desata êsses antigos nós!

« O Rei é livre! » E com o seu elmo erguido,
é Portugal tornado corpo e alma
na sucessão do tempo indefinido!

O sangue o diz! E o sangue não se engana!
Que ver o Rei na sua fôrça calma,
é ver a Pátria com figura humana!»

António Sardinha, in 'Pequena Casa Lusitana'

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Dito por um amigo que veio de férias passar o Natal:

"Acabei um curso de actor em Lisboa. Formei-me.
Estou pronto para entrar no mercado de trabalho. Está decidido: vou ser político."

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WEEK SOUNDZZZzzz!



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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O Conselheiro

http://www.youtube.com/watch?v=6ML50I0mVHY
 
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Nem Restauração, nem restauração

Em 1640 um grupo de homens, não acomodados, decidiram arriscar a vida por um País. Em nome da Liberdade verdadeira, escaparam à forca dos Habsburg e deram a vitória a Portugal.
Em retorno, hoje, correntemente, nos nossos dias, esse dia nem feriado é quando em qualquer País, digno da sua História, tem um dia desses e festeja-o.
Cá, também no domínio da simples ignorância proliferante, os pseudo portugueses amorfos do rebanho e da quantidade costumeira, nem para a rua vêm festejar e sequer um jantar especial fazem que desse a ganhar à restauração (nem digo aos Restauradores) ...e à economia. Nem isso. 
Enfim, a vergonha corrente do País em que nos tornamos com o golpe de rotura de 5-10-1910. Andamos esquecidos e, pior, não nos unimos em causas realmente importantes para a nossa sobrevivência como Nação.

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Os Avisos | Terceiro

"Só te sentir e te pensar
Meus dias vácuos enche e doura.
Mas quando quererás voltar?
Quando é o Rei? Quando é a Hora?"

Fernando Pessoa, in “A Mensagem”, II – Os Avisos, Terceiro, 10/12/1928

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Ainda o 1 de Dezembro de 2013

Foto de Isabel Santiago Henriques

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Em Lisboa foi assim

Foto - João Távora.

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Tão bom...

"Monárquicos hastearam em Guimarães a bandeira monárquica assinalando o primeiro dia da Restauração da Independência sem feriado."

Fonte - Manuel Beninger


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Obras primas...só com o LEONARDO!

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Terá sido S. Tomás de Aquino?

«Estado fraco com os fortes e forte com os fracos.»

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Observação em forma de questão

O que pensar daqueles homens que, em vez de ah ah ah, ka ka ka, eh eh eh, ou lol, escrevem antes ih ih ih ?

Confesso que tenho alguma dificuldade em entender este fenómeno nas redes sociais, julgo que haverá algo, dentro daqueles cérebros, um pouco disfuncional.

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Diz que faz bem à saúde...

Já imagino a conversa entre duas senhoras: "olhe lá, vou deixar o ouro...é um pouquinho calórico. Está decidido, agora é só prata...é mais light!"

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WEEK SOUNDZZZzzz!







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domingo, 1 de dezembro de 2013

Jantar dos Conjurados 2013


Mantendo-se a tradição, foi mais um jantar dos Conjurados em PDL.
Foi lida, como sempre, a Mensagem* de S.A.R. o Senhor Duque de Bragança.
Do texto extrai-se o habitual sentido de pragmatismo, objectividade e proximidade sobre a realidade dos portugueses...sobretudo nunca esquecendo aqueles que passam por maiores dificuldades.

*A mesma encontra-se publicada no site oficial da Casa Real Portuguesa.

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)