Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 22 de outubro de 2016

Reconhecimento

Não sendo do PPM quero, contudo, no uso da minha cidadania, congratular o Dr. Paulo Estêvão pela sua reeleição. Merecida por mérito e desempenho. O Dr. Paulo Estevão representa hoje bastante mais do que aquilo que abrange o seu partido. Muitos, inclusive de outros partidos, veem nele a grande e real força de oposição. 

Na minha opinião, mas igualmente de muitos outros fora da sua esfera partidária, o melhor e mais produtivo deputado na Assembleia Regional dos Açores.

Ganhou o Corvo mas, sobretudo, os Açores e os açorianos com a sua presença na casa da democracia açoriana.

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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Bem a Assembleia Regional dos Açores

Um momento digno de registo na história do pós 5-10-1910:


Houve agora um adequado reposicionamento nesta matéria, comparativamente aquando deste artigo.

Resta-nos, a bem de uma melhor democracia, que não surja nenhum "inconseguimento".

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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

O chumbo de uma Oportunidade

Paulo Estevão, Artur Lima, Félix Rodrigues e Ana Espínola estes foram os quatro deputados da Assembleia Legislativa Regional dos Açores (ALRA) que, em consciência, e sem precedentes históricos, votaram favoravelmente uma (simples mas sintomática) proposta de Recomendação à Assembleia da república de modo a possibilitar aos portugueses um referendo para, finalmente, de forma livre e democrática, poderem se pronunciar sobre o tipo de regime que verdadeiramente querem…à semelhança daquilo que se fez na Grécia, Itália, Espanha e até no Brasil, com monarquias bastante mais recentes e curtas que a nossa.

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Monárquicos, we don't have a problem!

Muito tenho escrito relativamente à influência que os republicanos conseguiram angariar sobre os monárquicos, concretamente terem conseguido incutir, quiçá no domínio psicológico, quase diria, da necessidade imperativa de o actual regime apenas poder ser mudado por alteração da alínea b) do artigo 288.º da Constituição da República Portuguesa (CRP). Ou seja, para ser feito um referendo que, democraticamente, mudasse Portugal, e só assim seria possível e aceitável, de uma república para uma Monarquia Constitucional, era necessário uma alteração da Constituição e redefinir a redacção daquela alínea b).
 
Entendo como possível, desde logo, referendar sem alterar aquele disposto. Volto, uma vez mais, a salientar que aquela alínea refere, e bem, que as leis de revisão constitucional terão de respeitar "a forma republicana de governo" e não a representatividade do Estado.
 
Contudo, e se esta interpretação, que preconizo, não estiver correcta, e a CRP é mesmo dramática e quase selvaticamente castradora, então, gostaria de deixar uma interrogação para reflexão de todos os monárquicos como eu:
 
--» Se a Lei Fundamental impossibilita o desenvolvimento monárquico em Portugal, então como foi possibilitada, nos anos 70, a constituição de um partido político, puro e objectivamente, monárquico à mesma luz constitucional?
 
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Tão bom...

"Monárquicos hastearam em Guimarães a bandeira monárquica assinalando o primeiro dia da Restauração da Independência sem feriado."

Fonte - Manuel Beninger


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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Think Tank

Eu não voto no partido monárquico (entenda-se PPM).
Isso é para o Governo.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Vão por mim!

Embora não seja votante do PPM…aqui fica esta importante nota.

Quanto julgo saber o Lux-Fragil é um cenário nunca antes recorrido para discutir, e muito bem, o regime. Excelente escolha! Parabéns aos organizadores. Somando-se a presumível vitória democrática sobre a queda do 5 de Outubro de 1910, há hoje motivos objectivos para dizer que a Causa nunca conheceu melhores tempos e começa a aquecer… Agora é que vai, literalmente, acelerar.

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Singularmente...

Sou adepto de uma Monarquia Constitucional, mas não sou, nem costumo votar, no Partido Popular Monárquico.
Porém, devo dizer que a singularidade, repito a singularidade, do Dr. Paulo Estêvão tem tido reconhecimentos plurais e tem dado um impulso a este partido que, até eu, há bem pouco tempo, como outsider, já não pensava possível.

Registe-se: «A decisão de Paulo Estêvão, que é também líder nacional do PPM, surpreendeu a generalidade dos deputados regionais que, com a excepção dos socialistas, aplaudiram a iniciativa.»
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Monarquias ininterruptamente à frente!


«Noruega, Austrália e Holanda (todos eles Monarquias) ocupam os primeiros lugares na lista de países com maiores progressos na saúde, educação e rendimento, revela o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2011, que coloca República Democrática Congo, Níger e Burundi (ambos repúblicas) nas últimas posições.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

As duas juntas | A coerência absoluta

Linda e verdadeiramente a "mãe" da nossa açoriana! Vi e li aqui!

AS CORES - Monárquico ou republicano - Mais não seja uma questão de coerência com 767 de História e sua essência nacional e estatal.Nos Açores, aparentemente, houve coerência...deve ter sido do Mar!
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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Referendo! Democracia!

Os cidadãos que querem um Rei não usam winchesters, usam a democracia!
Não sendo do PPM, reconheço-lhes uma nova vida e um novo fulgor com a sua nova liderança!
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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Referendo

Eu que não sou do PPM, também quero...!
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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Ainda a propósito do cume...

...retive este comentário do bloguer e caro Tenente, o qual passaria a transcrever pelo seu interesse:

«Não concordo com a partidarização da Monarquia, designadamente com o contexto actual do PPM, mas é de salutar este acto no ponto mais alto do País. Em 1974, pelo contexto revolucionário, o PPM fez sentido…hoje não. A Monarquia é, por si só, uma integrada neutralidade institucional, inversa à partidarização na chefia de Estado, lobbies ou “compinchas”. O João Ferreira Rosa costuma dizer que não há deputados monárquicos na AR que defendam a monarquia convictamente, pois ninguém os ouve falar dela.
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«O Cume do Pico»

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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Azul e Branco no ponto mais alto de Portugal

Até ontem estava delimitado ser assim.
Hoje surgiu isto!
Comentário - Embora não me reveja na partidarização da monarquia (entenda-se PPM), há que assinalar o interesse e a saliência histórica desta concepção.
Fontes - RTP e i.
Foto - Direitos reservados ao seu legítimo autor.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)